É HOJE! O Mecânico Ao Vivo sobre sondas lambda de banda larga



Hoje (11/06), a Revista O Mecânico e a MTE-Thomson falam sobre os novos sensores de oxigênio banda larga 4 e 5 fios.

A transmissão ao vivo acontece nesta terça feira, 11/06, a partir das 19h30, pelo canal O Mecâniconline no YouTube ou em nossa página no Facebook.

Os palestrantes serão: Alberto Ferreira Maciel, técnico Automotivo que trabalha na MTE-Thomson e já passou por todas as áreas da Engenharia, Controle de Qualidade e Produção, e Rogerio Aparecido Costa, Engenheiro Automotivo especialista nas áreas mecânicas e eletrônicas dos veículos. Ambos estão na MTE-Thomson há mais de 20 anos.

Não perca a oportunidade de assistir, interagir e esclarecer dúvidas! A participação é gratuita.




Sonda lambda de banda larga está se popularizando e requer cuidados, afirma NGK

Componente antes restrito a veículos premium, a sonda lambda (ou sensor de oxigênio) de banda larga (conhecida comercialmente como sensor linear ou sensor de A/F) agora começa a ser encontrada em automóveis de preço mais acessível como o Volkswagen up! TSI, que utiliza a linha de motores EA211 turbo. De acordo com a NGK, a evolução dos motores em torno da necessidade da redução das emissões de poluentes levou à evolução também da sonda – que cumpre a essencial função de identificar a mistura ar/combustível que está sendo queimada dentro dos cilindros através da medição do teor de oxigênio nos gases de escape.

De acordo com consultor de Assistência Técnica da NGK, Hiromori Mori, uma característica deste tipo de sonda é que ela trabalha associada a um chip controlador que normalmente está dentro do módulo de injeção. “Desta forma, é recomendado utilizar a mesma marca da sonda original”, explica Hiromori. O especialista orienta o mecânico a sempre consultar a tabela de aplicação da fabricante da sonda – no caso, a NGK fabrica as sondas lambda da marca NTK.

O funcionamento da injeção com sonda lambda linear é um pouco diferente dos sistemas convencionais, afirma Hiromori. De acordo com a estratégia de trabalho do módulo de injeção (mistura rica, estequiométrica, pobre, homogênea ou estratificada), o sistema define um lambda ideal e compara com o lambda lido pela sonda. Normalmente, há uma margem de tolerância que geralmente é pequena. Um ponto de atenção é quando o veículo é calibrado para um combustível que não é o brasileiro. Como o combustível local contém etanol, às vezes fica muito perto do limite de tolerância sem que o veículo apresente algum problema.

Ainda de acordo com o especialista da NGK, o diagnóstico deste sistema é muito mais complexo. Quando há uma avaria, é necessário fazer um diagnóstico completo do sistema de injeção e seguir os procedimentos de testes estipulados pelo fabricante do veículo, normalmente o diagnóstico da sonda é por exclusão. Alguns fabricantes de scanners já estão trabalhando para disponibilizar em suas plataformas os procedimentos de testes destes sistemas com o objetivo de facilitar o diagnóstico e a realização dos testes.

Mais informações podem ser obtidas no SAC 0800-197112 ou pelo e-mail: duvidas@ngkntk.com.br