Randon comemora 25 anos de atividades na Argentina



A unidade produtiva da Randon Argentina completa 25 anos de existência. Sediada em Alvear, na Província de Santa Fé, nasceu dedicada à importação e comercialização de reboques e semirreboques. Desde 2004, passou a fabricar localmente os equipamentos para o mercado interno e posteriormente para o mercado externo, tendo uma participação de 68% nas unidades comercializadas para o Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. Somente de janeiro a junho deste ano, a Randon Argentina exportou US$ 3,68 milhões.

A fábrica portenha da Randon produz atualmente quatro unidades/dia entre reboques, semirreboques e siders. A multinacional ainda destaca que está em fase final de implantação de um novo desenho para sua unidade fabril se destacar no processo integrado que envolve desde o recebimento do aço, o corte e dobra, montagem, soldagem, pintura e instalações pneumáticas e elétricas até o recebimento dos acessórios no produto.




Volkswagen do Brasil exporta cabeçotes de motor 1.0 TSI para a Alemanha



A Volkswagen do Brasil enviará 2.350 cabeçotes para a fábrica de Chemnitz, na Alemanha. Os itens feitos na unidade fabril de motores em São Carlos/SP serão utilizados na produção dos motores 1.0 TSI EA211.

Atualmente, conta com o contrato de 250 mil motores com México, para onde envia o motor 1.4 TSI que equipa os modelos Jetta e Golf, para atender o mercado Norte Americano. Em 2018, exportou 5 mil unidades de virabrequim, na versão 1.0l TSI, e em 2015, cerca de 90 mil blocos de motor 1.0 EA211, ambos para a fábrica de Chemnitz.




Fabricante Lucas alerta sobre cuidados com baterias automotivas



A marca de autopeças Lucas orienta sobre cuidados com baterias automotivas. A empresa explica que o componente é responsável não só pela partida, mas também proporciona energia para a iluminação externa e interna e mantêm os sistemas elétricos e eletrônicos operando. Por isso, é preciso ficar sempre atento aos sinais de mau funcionamento da bateria. “Este componente tem uma vida útil de dois a três anos, mas sua duração depende muito das condições de uso e da correta manutenção do veículo”, explica o consultor técnico da Lucas, Jeferson Scarelli.

A marca ainda ressalta que caso o motorista tenha dificuldade para ligar o carro, falha em algum sistema elétrico, como luz fraca e oscilante, problemas com o sistema de injeção do combustível ou com o ar-condicionado, significa que é hora de procurar um mecânico.

Scarelli explica que o ideal é não usar o veículo com a bateria em mau funcionamento. Além disso, a conhecida “chupeta” pode prejudicar a bateria dos dois carros – o que está sem carga e o que está prestando auxílio. Outro cuidado é sobre o mito de ligar o motor por alguns minutos para recarregar a bateria, que está sendo usada para manter o rádio ligado. Porém, isso não é verdade. “Repor toda a energia gasta pela bateria demora muito mais do que se imagina. Normalmente, é preciso por volta de 45 a 50 minutos com o carro ligado. Isso acontece porque a carga para fazer o motor funcionar é muito alta, e demora um certo tempo para ser reposta”, alerta.

Além disso, o técnico explica que alguns carros mais modernos exigem equipamentos diferenciados para a troca da bateria, que acaba não sendo tão simples. “Quanto mais tecnologia, mais complexo fica. Por exemplo, os veículos com start/stop precisam de auxílio de equipamentos modernos para a reposição da bateria. De qualquer forma, independente do modelo, há diversos outros detalhes que apenas um profissional especialista tem conhecimento”, finaliza Scarelli.




BorgWarner fornece turbo de dois estágios para BMW



A BorgWarner fornece o turbocompressor de dois estágios (R2S) para o motor 2.0 turbodiesel de 4 cilindros TwinPower do Grupo BMW. A empresa explica que a combinação entre um turbocompressor de geometria variável de baixa pressão (VTG) e um turbocompressor de alta pressão com wastegate foi adaptada para atender às demandas específicas da fabricante alemã − a maioria das aplicações R2S utiliza VTG no estágio de alta pressão.

A multinacional explica que a unidade R2S combina o turbocompressor com wastegate e o turbocompressor VTG, dispostos em série, em um pacote compacto. Isso faz com que seja facilitado o suprimento de ar em todo o mapa do motor, de modo que as emissões mais baixas e o consumo de combustível eficiente sejam obtidos através do fornecimento do impulso necessário para uma combustão ideal.

Os atuadores elétricos controlam o ângulo de entrada e a velocidade na entrada da roda da turbina ajustando as palhetas-guia do turbocompressor. Desta forma, o turbocompressor VTG adapta constantemente as seções transversais da turbina ao status do motor para uma saída de potência otimizada. A tecnologia também oferece termodinâmica e um aumento rápido na pressão de propulsão para fornecer resposta mais rápidas na hora de dirigir.




Fernando Calmon | Dupla personalidade


A Renault deve muito ao Sandero e ao Logan seu crescimento constante até os atuais 9,1 % do mercado de automóveis e comerciais leves. A marca francesa está em quarto entre as mais vendidas com tendência a se consolidar na posição, atrás das três tradicionais Chevrolet, VW e Fiat, nessa ordem. Em 2021 espera alcançar 10%.

Ambos estrearam em 2007, o sedã em junho e o hatch em novembro, dentro do conceito cheap space: em tradução livre, espaço com preço acessível. A segunda geração chegou em novembro de 2013 e junho de 2014, respectivamente. Agora estreou revitalização, de meia geração. Enquanto Sandero e Logan receberam frente mais moderna, incluindo luzes diurnas de LED, só o hatch foi resenhado na traseira com atraentes lanternas de LED e vidro de base semielíptica, em conjunto visual bonito.

Uma mudança mecânica, no entanto, desequilibrou a estética dos dois modelos. A grande novidade, a caixa de câmbio automática CVT levou ao aumento da altura de rodagem para manter distância segura do solo. Molduras em material plástico foram aplicadas às caixas de rodas a fim de diminuir o vão formado. A solução ficou menos feliz no sedã do que no hatch. Compradores apreciam essa aparência, segundo pesquisa da fabricante. Rodas de liga leve de desenho elaborado ajudam na estética lateral.

Reforços estruturais aumentaram a massa em 14 kg. Agora airbags laterais são de série, além de cinto de três pontos e apoio de cabeça para os três passageiros do banco traseiro. ESC (controle eletrônico de estabilidade, na sigla em inglês) também é de série, porém apenas nas versões automáticas. Bancos dianteiros estão mais confortáveis, central multimídia espelha aplicativos de rotas e o volante muito bem redesenhado (até o movimento de queda-livre na regulagem de altura foi atenuado, mas não eliminado, embora continue sem ajuste de distância). Como no Kwid, vareta de sustentação do capô é por mola a gás, solução cômoda.

O câmbio automático CTV simula seis marchas. Ficou bem melhor que o anterior automatizado e com pouco reflexo negativo em acelerações e retomadas. Pena que, por ser protuberante em relação ao câmbio manual, tenha deixado a carroceria em posição muito alta. Isso nunca é ideal para dirigibilidade direcional e em curvas, embora não chegue a comprometer a segurança. No sedã, comportamento dinâmico é marginalmente melhor.

O hatch “aventureiro” Stepway, se tornou versão à parte do Sandero. Teoricamente enquadra-se como SUV por uma regra do Inmetro apenas para normatizar medições de consumo de combustível e não indicação de desempenho fora de estrada. Equívoco do instituto foi flexibilizar em demasia. Permitiu que apenas três dos seis requisitos fossem atendidos: ângulos de entrada, de saída e de transposição de rampa, mais as três distâncias livres do solo, no centro do chassi e sob os eixos dianteiro e traseiro.

Entre as distorções aparecem casos curiosos, para dizer o mínimo. O Stepway com câmbio manual, em teoria um SUV, perde essa condição quando equipado com o automático. Estranha dupla personalidade.

Preços ainda competitivos: Sandero de R$ 46.990 a 65.400 (R.S. 69.690); Logan de R$ 50.490 a 71.090.

ALTA RODA

NISSAN praticamente confirmou que lançará no Brasil produto semelhante ao Note e-Power, líder de vendas no Japão fora da categoria de microcarros, como antecipou a coluna em novembro último. Trata-se de um elétrico híbrido, ou seja, tração 100% elétrica, porém livre de fios. Motor a combustão apenas aciona um gerador, dispensando bateria cara.

KICKS é o modelo escolhido (em 2021) e o motor aqui, o atual 1,6 L flex. Com uso de etanol, terá emissão de CO2 menor em relação a elétricos convencionais que recarregam bateria com energia de fonte fóssil, mesmo parcialmente. No híbrido comum, motor elétrico é secundário e no e-Power, o principal. Conceito já aplicado em megacaminhões, locomotivas e submarinos.

SEMANA de volta às aulas e vem uma dica de segurança da Alemanha para crianças e adolescentes na imediação de escolas. Dekra distribuiu quase três milhões de bonés desde 2004 em cores vivas. Pode ser amarelo, laranja ou vermelho, o que aumenta a percepção de movimento por parte dos motoristas. Valem ainda apliques no vestuário, calçados e mochilas.

SUBSTITUIÇÃO de controladores semafóricos antigos por sistemas eletrônicos com inteligência podem aperfeiçoar a operação de “ondas verdes” para os motoristas. Em grandes cidades, redução de congestionamentos alcançaria até 50%, de acordo com estimativa do especialista de trânsito Alexandre Zum. Incrível o atraso do Brasil em relação a um recurso tão óbvio.

APLICATIVOS mais elaborados chegam ao mercado. MEU AUTO coordena gama ampla de serviços ao conectar o dono do carro às oficinas. Há pré-orçamento e pagamento também online, no cartão de crédito em até 10 vezes (com juros). Oferece visita técnica em caso de reparos elétricos e serviço leva-e-traz. Começa em São Paulo, mas se expandirá para outras cidades.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2




Nakata realiza curso gratuito sobre suspensão no Senai Ipiranga


A Nakata realiza curso gratuito sobre suspensão de veículos no Senai Ipiranga – Escola Conde José Vicente de Azevedo, em São Paulo, SP, de 26 a 29 de agosto, das 19h às 22h. Para participar das aulas, ministradas por um técnico da Nakata, basta ter idade mínima de 18 anos e conhecimento em mecânica. Ao final do curso, os alunos recebem certificado de conclusão. O curso será sobre aplicação correta das peças de suspensão, entender o diagnóstico e principais problemas ao efetuar a manutenção. As inscrições devem ser feitas pela Central de Atendimento da Nakata pelo telefone 0800-707-8022.
Serviço:
Curso gratuito de sistema suspensão
Data:
26 a 29 de agosto
Horário: das 19 h às 22 h
Local: Escola Conde José Vicente de Azevedo – Senai Ipiranga
Rua Moreira de Godói, 226 – Ipiranga/SP




Rede Ancora marca presente na Autonor 2019



A Rede Ancora estará presente na Feira de tecnologia automotiva do Nordeste (Autonor 2019) no estande 39, que acontece nos dias 11 a 14 de setembro, no Centro de Convenções de Pernambuco, na Av. Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda/PE. A empresa irá apresentar o seu modelo de negócio de franquias que será destinado, nesta primeira etapa de seleção, a quem já atua e possui experiência no mercado de autopeças.

Segundo a companhia, seu modelo de franquia oferece aos seus parceiros franqueados benefícios como por exemplo acesso a mais de 100 fornecedores com produtos originais, garantia de fábrica e preços competitivos; franquias integradas que proporcionam networking com empresários; carteira de oficinas mecânicas; atendimento comercial personalizado; supervisão e consultorias permanentes; taxas diferenciadas de cartão de débito e crédito, além de apoio de Marketing.

Serviço:
Feira de tecnologia automotiva do Nordeste (Autonor 2019)
Data:
11 a 14 de setembro
Local: Centro de Convenções de Pernambuco
Av. Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda/PE




NGK comemora 60 anos com nova marca de pastilhas de porcelana



A NGK completa hoje (01) 60 anos de atuação no Brasil e comemora com o recém-lançamento da marca Belamari. Segundo a empresa, a marca Belamari para as pastilhas de porcelana conta com cerca de 200 modelos em seu portfólio.

A multinacional japonesa, que chegou ao Brasil em 1959, possui sede em Mogi das Cruzes/SP, primeira fábrica do grupo fora do Japão. A unidade fabril, instalada no bairro Cocuera desde 2007, ocupa 70 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 625 mil metros quadrados, onde produz pastilhas de porcelana e componentes automotivos, como velas de ignição, cabos de ignição e terminais supressivos, que atendem ao mercado brasileiro e de exportação. A unidade mogiana também abriga um dos seis Centros Tecnológicos da empresa no mundo.

Além disso, a empresa comercializa bobinas de ignição e velas aquecedoras NGK e, sob a marca NTK, possui portfólio de sensores de oxigênio, sensores de detonação e ferramentas de corte. A empresa explica que vem trabalhando na expansão da sua fábrica em Mogi das Cruzes. O projeto é fruto de um investimento de R$ 210 milhões com previsão de conclusão em 2020.




Nakata é eleita melhor marca em juntas homocinéticas e terminal axial, segundo pesquisa



A Nakata é a marca que lidera na pesquisa Revista O Mecânico/IBOPE Conecta na preferência dos mecânicos na hora de adquirir juntas homocinéticas e terminal axial. Em amortecedores mantém a vice-liderança e é a segunda marca mais adorada de todas avaliadas em mais de 40 categorias de produtos, entre autopeças, equipamentos e outros itens automotivos.

A pesquisa contou com a participação de 1.031 profissionais de todo o Brasil e teve como objetivo identificar conhecimento de marca, hábitos e consumo. A fabricante de autopeças figura entre as três principais marcas em 12 das 34 categorias de autopeças analisadas.

“Temos um trabalho voltado para entrega de qualidade e soluções que envolve atendimento ao mercado para agregar valor a todos os elos da cadeia, que vai do distribuidor, lojista até reparador, oferecendo um pacote de serviços e soluções”, explica a gerente de marketing da empresa, Sabrina Carbone.




Cofap alerta para manutenção preventiva das pastilhas de freios



A Cofap alerta para manutenção preventiva de pastilhas de freio. Segundo a empresa, o indicado é que os itens sejam verificados periodicamente, a cada 5 mil quilômetros, a fim de que o mecânico acompanhe o nível de desgaste do componente, evitando assim problemas de frenagem.

A fabricante explica que as pastilhas de freio devem ser substituídas sempre que atingirem espessura mínima de 3mm do material de atrito ou quando ocorrer desgaste irregular e também quando se perceber qualquer deficiência durante as frenagens.

Durante a troca do componente, a Cofap lembra que é imprescindível observar as condições dos discos de freio. Caso a peça apresente sulcos profundos, rebarbas, empenamento ou espessura abaixo da mínima indicada pelo fabricante do veículo, ela deve ser substituída. Outro fator importante durante a instalação das pastilhas é verificar se não há presença de graxa, óleo, fluido de freio ou qualquer outro material que possa prejudicar o atrito das pastilhas com os discos de freios.