Cofap amplia linha de amortecedores, bandejas e terminais axiais

Amortecedor e terminal axial Cofap

A Cofap amplia seu portfólio de componentes para a suspensão com novos amortecedores, bandejas e terminais axiais voltados ao mercado de reposição. Entre as novidades estão amortecedores dianteiros (GP33314) e traseiros (GB27678) e bandejas dianteiras (BJC01056M e BJC01057M) para os veículos Volkswagen Polo e Virtus, ano 2018 em diante.

Outros lançamentos são os amortecedores dianteiros (GP30604) para Renault Kwid, fabricado a partir de 2017, novas bandejas para os Toyota RAV4 de 2006 a 2017 (BJC22014M e BJC22015M), Nissan Kicks (BJC29012M e BJC29013M), Chevrolet Tracker (BJC04149M e BJC04150M) e Jeep Renegade 4×2 (BJC52000M e BJC52001M).

Na linha de terminais axiais, os novos códigos têm aplicação em veículos Fiat, Hyundai, Kia, Audi e Volkswagen, com mais de 20 aplicações. Veja mais abaixo:

TAC03021M Fiorino (2014/…)
TAC03021M Grand Siena (2012/…)
TAC03021M Mobi (2017/…)
TAC03021M Palio (2011/…)
TAC03021M Uno (2010/…)
TAC03025M Linea (2008/2016)
TAC03025M Punto (2007/2017)
TAC32013M i30 / i30 CQ (2007/2012)
TAC32014M Tucson (2005/…)
TAC32014M Sportage (2004/2010)
TAC01017M A3 (2006/…)
TAC01017M A3 Sportback (2006/…)
TAC01017M Q3 (2011/…)
TAC01017M S3 Quattro (2006/…)
TAC01017M S3 Sportback Quattro (2008/…)
TAC01017M Bora (2006/…)
TAC01017M EOS (2008/…)
TAC01017M Golf (2014/…)
TAC01017M Golf Variant (2014/…)
TAC01017M Jetta (2006/…)
TAC01017M Passat (2005/…)
TAC01017M Passat Variant (2005/…)
TAC01017M Passat CC (2009/…)
TAC01017M Tiguan (2007/…)




Nakata Auto Stop passa por cinco estados em setembro

Nakata Auto Stop

A Nakata Auto Stop fará avaliações gratuitas em amortecedores no Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraíba, Santa Catarina e Sergipe. Nos dias 13 e 14 de setembro, o check-up será promovido na Autopeças 3 Irmãos, em Campo Grande/MS, e na Big Car, em Recife/PE. Nos dias 20 e 21, acontecerá na Autopeças Caaporã, em Caaporã/PB. Também no dia 21 terá avaliação gratuita de amortecedores na Cheba-Car, em Criciúma/SC. Aracaju/SE recebe o Auto Stop Nakata nos dias 27 e 28 de setembro, no Macedo Autopeças, enquanto Canoinhas/SC terá a ação no dia 28, na Associação Mec. De Canoinhas.

A verificação do sistema de suspensão é realizada por máquina shocktester, que submete o conjunto de componentes a variações de baixa, média e alta frequência, por meio de simulações automáticas de variados tipos de solos.

Serviço:
Data: 13 e 14 de setembro
Local: Autopeças 3 Irmãos – Av. Costa e Silva, 194 – Vila Progresso, Campo Grande/MS
Local: Big Car – Av. Eng. Abdias de Carvalho, 12 – Madalena, Recife/PE

Data: 20 e 21 de setembro
Local: Autopeças Caaporã – Auto Posto Veloso – PB-044 – Caaporã/PB

Data: 21 de setembro
Local: Cheba-Car – R. Goiás, 84 – Próspera, Criciúma/SC

Data: 27 e 28 de setembro
Local: Macedo Autopeças – Shopping RioMar – Acaraju/SE

Data: 28 de setembro
Local: Associação Mec. De Canoinhas – Pça Lauro Müller – Canoinhas/SC




Nakata é marca preferida dos mecânicos em várias categorias

Nakata

A Nakata foi destaque na pesquisa IBOPE/Conecta, sendo eleita pelos mecânicos como a marca preferida em componentes de suspensão e direção. A empresa é líder nas categorias bieleta, pivô de suspensão, terminal de direção e barra de direção, além de conquistar o segundo lugar para bandeja de suspensão.

A pesquisa IBOPE/Conecta, realizada pela revista O Mecânico, contou com a participação de 1.031 profissionais da reparação de todo o Brasil. O levantamento apontou, ainda, a Nakata como a preferida em juntas homocinéticas, vice-líder em amortecedores e a segunda colocada em bomba d’ água e bomba de combustível. Para fechar os resultados, a empresa é a segunda marca mais querida segundo os mecânicos.




PACCAR Parts aponta cuidados com amortecedores de caminhões

Amortecedor de caminhão

A Paccar Parts alerta para os cuidados necessários e como identificar sinais de desgaste nos amortecedores, principal componente do sistema de suspensão, em caminhões e demais veículos da linha pesada. Os primeiros cuidados básicos são não exceder o limite de carga e nunca rodar com pneus desgastados ou descalibrados. A empresa orienta, ainda, a evitar passar por lombadas e buracos em alta velocidade, rodar com componentes da suspensão em mau estado de conservação ou deixar de fazer o alinhamento da direção.

Alguns sinais podem indicar ao motorista que é hora de trocar os amortecedores, como perda de estabilidade, desgaste irregular dos pneus, perda de tração ou derrapagens, inclinação excessiva nas curvas, balanço ao arrancar com o caminhão, excesso de vibração e ruídos, estalos na suspensão e aumento na distância de frenagem. Contudo, eles podem ser bastante sutis e o motorista acabar se acostumando com o novo comportamento do veículo. Por isso, faça as revisões regularmente.




Meritor mostrará linha de amortecedores na Autonor 2019

Meritor Frota Parceira

A Meritor estará presente na Autonor 2019 (Feira de Tecnologia Automotiva do Nordeste), apresentando seus serviços e produtos desenvolvidos especialmente para o mercado de reposição. Entre as novidades estará a recém-lançada linha de amortecedores Premium, indicada para eixos dianteiros e traseiros, desenvolvida para um nicho específico de aplicações.

O estande da empresa contará ainda com a exposição de caixas de diferenciais, mancal central, rolamento, cruzetas, coroa e pinhão e kits de manutenção de eixos diferenciais.

A Meritor também apresentará serviços como o Programa Frota Parceira, uma oficina móvel para treinamento itinerante; o Meritor Conecta, um canal de comunicação para dúvidas técnicas; o Vendas Consultivas, que ajuda o distribuidor a gerenciar melhor seu estoque de peças; o Catálogo Eletrônico, para consulta de produtos da empresa; e a Calculadora Meritor, que possibilita ao usuário final verificar a economia operacional real ao se utilizar uma peça Meritor em relação à concorrência.




Cofap alerta para importância da suspensão na segurança do veículo

Linha Cofap para suspensão

A Cofap alerta para a importância de revisar a suspensão periodicamente, conjunto que possui papel fundamental na segurança do veículo e é responsável, além de assegurar o conforto dos ocupantes, por absorver os impactos e garantir a estabilidade.

Seu principal componente é o amortecedor, que mantém os pneus em contato com o solo, item fundamental para a dirigibilidade do veículo. A revisão é necessária, principalmente, porque nem sempre o motorista consegue perceber os sinais de desgaste na peça – ou se acostuma com os solavancos.

Entre os problemas mais comuns nos amortecedores estão: desgaste do tubo de pressão, do pistão e fadiga das molas das válvulas. Esses danos podem ser causados por uso severo do veículo ou dependendo do modo de condução adotado. Por isso, recomenda-se a verificação regular do sistema com um profissional qualificado, que poderá atestar o estado de conservação das peças. Uma primeira inspeção visual já pode identificar amassamento dos tubos, empenamento das hastes ou vazamento de óleo, sinalizando a necessidade de troca do amortecedor, independente da quilometragem.

Vale destacar, porém, que além dos amortecedores, outros componentes da suspensão merecem atenção, como molas, barras estabilizadoras, bandejas e bieletas, que devem ser revisados igualmente. Amortecedores novos podem ter sua vida útil reduzida se instalados em conjunto com peças danificadas. Um sinal de problema, por exemplo, é o ruído vindo de componentes de borracha.




Nakata orienta sobre problemas com amortecedores recondicionados



A Nakata orienta como identificar se o amortecedor é ou não recondicionado. A empresa explica que o recondicionamento dos componentes não é uma prática recomendada porque não devolve o desempenho e estabilidade ao veículo porque à peça que já está usada. Segundo o gerente de qualidade e serviços da Nakata, Jair Silva, não é possível e nem viável fazer a substituição de todos os itens internos dos amortecedores, como válvulas, pistão, tubo de pressão, pois essas peças não são comercializadas no mercado separadamente.

O técnico ainda destaca que o recondicionamento nada mais é que um processo da troca do fluido hidráulico que não atende às altas temperaturas, sem falar nos outros componentes internos da peça que estão desgastados e perderam a eficiência. Além disso, é feito um furo do corpo do amortecedor para escoar. Com este procedimento, todas as partículas geradas pela broca vão para o interior da peça, e em pouquíssimo tempo de uso todos os componentes internos, que já estavam com a vida útil comprometida e terão o desgaste acelerado.

A principal dica para identificar se houve recondicionamento na peça é ver se o logotipo do fabricante está raspado. Este sinal é um dos mais característicos. Outra forma de verificar é rodar com o veículo com o amortecedor quente, pois vai apresentar instabilidade em curvas e fazer ruído na suspensão. Quando o amortecedor está frio pode não apresentar esses problemas e quando aquece, após rodar 20 minutos, começam a aparecer sinais de desgaste novamente. Isso acontece porque o fluido hidráulico colocado no recondicionamento não é adequado para esta finalidade, bem como as peças internas já perderam a vida útil, além de provocar desgaste em outras peças da suspensão, como batentes coxins, molas e batentes.




Monroe apresenta amortecedores de cabine para caminhões Scania



A Monroe lança dois amortecedores de cabine para linha pesada da Scania. São mais de 80 aplicações, incluindo modelos 2008 até os atuais. A linha Monro-Magnum oferece 30 aplicações para a posição dianteira. Entre elas estão os modelos: G360, G400, G440, G470, G480, P230, P340, P420, R380, R400, R410, R420, R440, R470, R480, R500, R560, R580 e R620, entre outros, com cabine Highline e Topline.

Já na posição traseira, a lista inclui: G380, G400, G410, G420, G440, G450, G480, P230, P280, P320, P340, P360, P420, P440, R380, R400, R410, R420, R440, R450, R470, R500, R560, R580, R620, entre outros, com cabines Curta e Day.




Magneti Marelli Cofap lança amortecedores, juntas homocinéticas, semieixos e trizetas na reposição



A Magneti Marelli Cofap Aftermarket lança amortecedores Cofap dianteiros para o Hyundai Creta dos lados esquerdo (GP33307) e direito (GP33306), e os amortecedores traseiros do Santa Fé (SGB50937M). Foram lançados também os amortecedores dianteiros do Ford Fusion (GP30601) e dianteiros do Nissan Kicks, esquerdo (GP30585) e direito (GP30584).

A empresa lança ainda os códigos de juntas homocinéticas, desta vez para o Ford EcoSport (JDC08006 lado câmbio), e para o Renault Sandero 1.6 com câmbio manual (JHC18111 lado roda), que também ganha os semieixos dos lados direito (SEC18422) e esquerdo (SEC18423). Há também disponivel agora na reposição as trizetas para os Citroën C3 1.4 e C4 1.4 (TRC55002), ZX / Xantia / Xsara (TRC55001), Peugeot 306/308/405/Partner 1.8 (TRC55001), Mitsubishi L-200 2.5 Sport Outdoor (TRC39001) e Renault Sandero 1.6 com câmbio manual (TRC18003).




Monroe alerta para diferenças entre amortecedores convencionais e pressurizados



A Monroe alerta sobre as principais diferenças entre amortecedores convencionais e pressurizados. A empresa explica que os primeiros amortecedores tubulares eram do tipo convencional, que possuem óleo e oxigênio, dispostos em dois tubos distintos (reservatório e pressão), sendo por isso denominados “bitubos”. Sua construção simplificada e oferece o controle direcional necessário, conforme as características técnicas do carro. Já os amortecedores pressurizados possuem óleo e nitrogênio, caracterizando-se pela imediata movimentação de abertura da haste.

“Nos modelos convencionais, os amortecedores oferecem cargas variadas conforme a velocidade de movimentação. Já nos pressurizados, a principal característica é o alto desempenho de trabalho nas diversas condições de utilização, o que impacta diretamente na melhor dirigibilidade do veículo”, destaca Juliano Caretta, Supervisor de Treinamento da DRiV, empresa resultante da fusão da Tenneco com a Federal-Mogul Motorparts.

Segundo o especialista, no amortecedor convencional, quando há movimentação intensa da suspensão, ocorre um processo chamado aeração ou cavitação, que é a formação de bolhas de ar no óleo. Isso faz com que a velocidade da passagem do óleo pela válvula seja alterada, provocando uma leve e momentânea alteração na carga do amortecedor.

No modelo pressurizado, contudo, o gás nitrogênio não se mistura ao óleo, evitando essa formação de bolhas de ar e resultando em um desempenho melhor e mais constante no contato do pneu com o pavimento. Segundo a empresa, essa característica proporciona maior controle e, consequentemente, melhor dirigibilidade.