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Sétima geração do Volkswagen Golf começa a ser fabricada no Brasil

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A sétima geração de um dos hatches médios mais admirados no mundo passa a ter o DNA nacional. A linha 2016 do Golf, agora produzida na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais/PR, traz novos recursos de tecnologia, além de ter sua oferta de equipamentos reestruturada, para atender da melhor forma possível o consumidor brasileiro. Os novos conjuntos mecânicos passam a contar com motores 1.4 TSI BlueMotion Technology Total Flex (versão Highline) e o novo motor 1.6 MSI Total Flex de 120 cv (versão Comfortline). Já o Golf GTI é oferecido com o conjunto mecânico formado pelo motor 2.0 TSI de 220 cv e a transmissão DSG automática de seis marchas com função Tiptronic.

O Golf 2016 chega às concessionárias em fevereiro equipado de série, em todas as versões, com sete airbags, controle de tração, controle eletrônico do diferencial, controle de estabilidade e freios com Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão. Outros destaques são os novos sistemas de infotainment com a tecnologia Volkswagen App-Connect, que reúnem os sistemas MirrorLink, Apple CarPlay e Google Android Auto. Há, ainda, a estreia da grife “Fender” para o sistema de som do Golf GTI, que também passa a contar com novos equipamentos, como as rodas de liga leve de 18 polegadas com estilo “Austin”.

VW Golf Highline
VW Golf Highline


Versão Highline

O motor 1.4l TSI BlueMotion Technology Total Flex, pertencente à família EA211, tem bloco e cabeçote feitos de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote (variável na admissão; são quatro válvulas por cilindro) e é equipado com injeção direta de combustível e turbocompressor. Esse motor desenvolve potência de 150 cv (etanol e gasolina) a 4.500 rpm. Seu torque máximo, de 25,5 kgfm, surge já a apenas 1.500 rpm, independentemente da mistura de combustível.

O motor 1.4l TSI BlueMotion Technology Total Flex pode ser combinado à transmissão manual de seis marchas ou à transmissão automática de 6 velocidades (com conversor de torque) com função Tiptronic (que permite ao motorista efetuar as mudanças manualmente, por meio da alavanca de câmbio ou por aletas no volante). O Novo Golf Highline acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e alcança 209 km/h de velocidade máxima (dados com etanol). Com a transmissão automática, os números (também com E100) são de 8,6 segundos e de 204 km/h, respectivamente.

O novo motor 1.4 TSI Total Flex traz uma série de novidades em relação ao propulsor a gasolina. A central eletrônica do motor (ECU) tem novos software e hardware. Os pistões e anéis foram redimensionados para os 10 cv extras de potência do motor flexível, que recebeu um catalisador especificamente calibrado para ele. Outras novidades são a guia de válvula que agora tem dupla vedação e a sede de válvulas do cabeçote e as válvulas injetoras com tratamento específico para operarem com o combustível de origem vegetal.

A sonda lambda passa a ser linear, proporcionando melhor controle na combustão. Por causa das características do etanol, o sistema de injeção de combustível do motor 1.4 TSI Total Flex utiliza 250 bar de pressão – como referência, o motor 1.4 TSI a gasolina trabalha com 200 bar. Com isso, a galeria de combustível foi modificada e está ainda mais robusta.

Ainda no sistema de ignição, as velas contam com grau térmico específico e geometria diferenciada para funcionar em qualquer mistura de etanol ou gasolina. O motor 1.4 TSI Total Flex utiliza velas de ignição de dupla platina, o que proporciona ignições e faíscas mais rápidas utilizando menos energia.

O Golf Highline também traz de série o sistema Start-Stop e, sempre que equipado com transmissão automática, conta com aletas de troca de marcha atrás do volante (shift paddles).

O modelo pode ser equipado também com faróis de xenônio e sistema de seleção do perfil de condução. Há um total de quatro modos de condução disponíveis: Eco, Sport, Normal e Individual. No perfil de direção Eco, por exemplo: os gerenciamentos do motor, transmissão, ar-condicionado e outros sistemas auxiliares são controlados para alcançar o máximo de eficiência no consumo de combustível.

A versão ainda possui bloqueio eletrônico do diferencial (EDS + XDS). Tecnicamente, o bloqueio eletrônico do diferencial (EDS + XDS) está integrado ao Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) para melhorar a dinâmica do veículo. O bloqueio do diferencial é ajustado especificamente para cada modelo Volkswagen.

VW Golf Comfortline
VW Golf Comfortline


Versão Comfortline

Já o novo motor 1.6 MSI Total Flex é produzido em São Carlos, no interior de São Paulo, e também pertence à família EA211. Ele foi desenvolvido segundo critérios de maior eficiência energética e maior performance. Por isso optou-se pela configuração de quatro cilindros e 16 válvulas (4 válvulas por cilindro). Com 1.598 cm³ de cilindrada, o novo motor 1.6 MSI utiliza o sistema de partida a frio que dispensa a utilização do tanque auxiliar para gasolina.

Com a tecnologia Total Flex, ele é capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. Sua potência máxima é de 120 cv (88 kW) a 5.750 rpm, quando abastecido com etanol (E100), e de 110 cv (81 kW) à mesma rotação, com gasolina (E22). O torque máximo é de 16,8 kgfm com etanol e 15,8 kgfm com gasolina, ambos a 4.000 rpm.

O novo motor 1.6 MSI Total Flex possui bloco e cabeçote feitos de alumínio, o que colabora para reduzir o peso do conjunto. O cabeçote do novo motor 1.6l MSI possui comando de admissão variável e coletor de escape integrado, formando uma peça única, com refrigeração líquida. Outra solução inovadora adotada no novo motor 1.6 MSI Total Flex é o duplo circuito de arrefecimento, que permite temperaturas diferentes para o bloco e para o cabeçote – o sistema utiliza duas válvulas termostáticas.

VW Golf GTI
VW Golf GTI


Versão GTI

O Novo Golf GTI é equipado com motor a gasolina, com 1.984 cm³ de cilindrada, turboalimentado e com injeção direta. A potência é de 220 cv a 4.500 rpm e o torque máximo de 35,7 kgfm (350 Nm) está disponível já a 1.500 rpm. Resultado: a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,2 segundos e a velocidade máxima é de 237 km/h.

O sistema de direção progressiva. Esse sistema permite aos condutores fazer curvas com menor movimentação do volante. Com a direção progressiva, são necessárias apenas 2,1 voltas (380°) no volante de batente a batente. No sistema tradicional, nas versões Comfortline e Highline, é preciso 2,75 voltas (500°). Explicação: os sistemas de direção convencionais trabalham com uma relação de redução constante. A nova direção do Golf GTI opera com relação de redução progressiva. Isso diminui o trabalho do volante perceptivelmente em manobras e ao estacionar. Em estradas secundárias, com muitas curvas fechadas, ou ao fazer curvas rápidas, o motorista sente uma melhoria no comportamento do carro, graças às respostas mais diretas.

Tecnicamente, a direção progressiva difere do sistema de direção comum pelo espaçamento variável dos dentes da cremalheira e do pinhão e por ter um motor elétrico mais potente. Em termos de funcionamento, diferentemente da relação de direção constante, que necessariamente representa um compromisso entre o desempenho e o conforto, os dentes da cremalheira são modificados pela ação do volante. Isso resulta em uma condução mais precisa e tranquila no intervalo entre velocidades médias e altas. Graças aos menores ângulos de esterçamento necessários, o sistema proporciona maior agilidade e maior diversão ao volante em estradas com muitas curvas.

O bloqueio eletrônico do diferencial XDS+ é uma função integrada ao controle eletrônico de estabilidade (ESC) para melhorar o comportamento dinâmico do carro. O XDS+ é uma evolução do XDS. Sua atuação também cobre as situações em que o carro não está sendo freado. O sistema aumenta a agilidade e diminui a necessidade de movimentação do volante por meio de intervenções seletivas nos freios das rodas internas às curvas nos dois eixos. Além disso, o XDS+ funciona com quaisquer condições de aderência do piso. Isso resulta em uma dirigibilidade mais precisa.

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O sistema ESC Sport é acionado por um botão de dois estágios no console central. Se o motorista pressionar o botão uma vez, ele desativará a função ASR (controle de tração). Quando o botão é pressionado por mais de três segundos, o ESC muda para o modo “ESC Sport”. Em percursos muito rápidos, com muitas curvas, como em pistas de corridas, o sistema ESC irá reagir com retardo, o que permite elevar a agilidade na condução. Além da ativação pelo botão no console, o ESC também pode ser ligado ou desligado no do menu “CAR”.

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