GM comemora produção de 12 milhões de motores em São José dos Campos

O complexo industrial da GM em São José dos Campos/SP comemora a marca de 12 milhões de motores produzidos. A marca foi conquistada na última sexta-feira (03/02).

 

A unidade industrial do Vale do Paraíba foi inaugurada em 10 de março de 1959, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, de lá saiu o primeiro motor Chevrolet fabricado no Brasil. No Complexo de São José dos Campos, atualmente, é produzido a picape média S10, com motores 2.5 Ecotec e 2.8 Turbodiesel e o utilitário esportivo Trailblazer, com motores 3.6 V6 Gasolina e 2.8 Turbodiesel.

 

O complexo industrial

Nos seus 2,7 milhões de metros quadrados de área total e de 500 mil m2 de área construída, o Complexo Industrial de São José dos Campos é um dos maiores do pais. Abriga seis fábricas: uma de comerciais leves (linha da picape S10 e do utilitário esportivo Trailblazer), duas fábricas de motores, uma de transmissões, uma estamparia, uma linha de injeção e pintura de peças plásticas.

 

O ritmo de produção de motores é intenso, com aproximadamente 100 transmissões e 88 motores, em média, por hora. No total são aproximadamente 2.800 unidades por dia ou 61.600 mil por mês (motores e transmissões). Por ano, a produção supera 618 mil unidades.

 

Sempre comprometida com a preservação do meio ambiente, o Complexo da GM conta com uma avançada estação de tratamento de efluentes e filtros de ar para evitar a poluição. “O Complexo Industrial de São José dos Campos teve significativa importância para a região do Vale do Paraíba, tendo contribuído para seu crescimento econômico, registrando grandes marcas em sua trajetória”, disse Marcos Munhoz, vice-presidente da GM no Brasil.

 

General Motors no Vale do Paraíba

A história da GM na região começou na década de 50 com a procura de um terreno junto à estrada de ferro Central do Brasil às margens da Rodovia Presidente Dutra e no eixo São Paulo—Rio de Janeiro, para a construção da fábrica que iria produzir motores para caminhões, uma demanda que já despontava no país naquela época.

 

Da compra do terreno, em 1953, à inauguração oficial da fábrica, em 1959, foram muitos os desafios. Nos anos de 1956 e 1957 a GMB teve seu primeiro projeto de nacionalização aprovado pelo governo através do GEIA (Grupo Executivo da Indústria Automobilística), formado para controlar a implementação da indústria automobilística nacional. A meta era a fabricação dos caminhões Chevrolet HD-6.503 (médios) e 3.104 (leves). Depois foi lançada a picape Chevrolet, que ficou conhecida como “Marta Rocha”, por ter sua pintura nas cores azul e branco e a famosa composição “saia e blusa”.

 

Foi atendendo a esse projeto de nacionalização que a GMB se instalou em São José dos Campos, onde montou uma fundição de peças para a produção dos motores, processo pioneiro naquela época. O primeiro motor produzido foi o modelo de 261 polegadas cúbicas (4,2 litros) e seis cilindros em linha. A capacidade da fábrica era de 25 mil motores por ano.

 

Atualmente, a GM tem, além do Complexo de São José dos Campos, os Complexos de São Caetano do Sul (SP) e de Gravataí (RS), unidades onde produz veículos. Conta ainda com unidades em Joinville (produção de motores e cabeçotes de alumínio), Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados e uma linha voltada aos produtos de exportação – CKD – Completely Knocked Down), Sorocaba (Centro Logístico Chevrolet) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um Centro Tecnológico, em São Caetano do Sul (SP), com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos.

Cummins Brasil amplia fornecimento de motores para Jacto

 

A Cummins Brasil foi a fabricante de motores escolhida para equipar o Uniport 2530, pulverizador automotriz da Jacto. Dotado de motorização QSB 4.5 de 195 hp, resultado de trabalho dedicado pela engenharia ao entregar um produto com mais potência e tecnologia, sob medida, e adequado à legislação de emissão MAR-I.

 

Assim, o Uniport 2530 é oferecido com a motorização Cummins QSB 4.5 que recebeu alterações da potência, agora entrega mais 20 hp qao comparar com a versão original de 175 hp, de performance nos turbos e ainda um trabalho completo de controles e calibração para operar na faixa de potência e emissão requerida. “O Cummins QSB 4.5 de 195 hp atendeu às necessidades do cliente que demandava por um motor leve, compacto, de baixo peso e alta performance. Também nos foi solicitado um produto de alta performance com menor consumo de combustível, ou seja, tão eficiente quanto o Uniport 3030, hoje referência no mercado no quesito eficiência”, diz Telma Hayashi, especialista de vendas da Cummins Brasil.

 

Antonio Almeida, líder de vendas Off-highway, explica. “Lançamos o desafio desse desenvolvimento com investimentos em engenharia e testes em salas e em campo, além de contar com o mais importante que é a capacidade e colaboração dos times da Jacto e da Cummins que merecem o reconhecimento por esse desenvolvimento”.

 

A empresa divulga que é o fornecedor com maior presença nos produtos automotriz da Jacto, entre pulverizadores e colhedoras automotrizes de café. Também equipa com a motorização QSB 6.7 outras aplicações da Jacto, como a adubadora NPK e o Uniport 4530.

 

Tradicional no mercado agrícola, a fabricante oferece ampla gama de motores eletrônicos com cilindradas que variam de 4.5 a 9 litros (QSB 4.5, QSB 6.7, QSC 8.3 e QSL 8.9), no caso dos motores nacionais. Ainda conta com duas versões importadas para o mercado agrícola: QSX 15 litros e QSG 12 litros, esta versão foi lançada ano passado durante a Agrishow, em Ribeirão Preto/SP.

Ampri alerta para a violação do lacre de segurança no mecanismo de direção da Kombi e Fusca

Fabricante de mecanismos de direção, a Ampri, através de seu departamento técnico constou que durante a instalação estão violando o lacre de segurança dos mecanismos de direção da Kombi e Fusca.

 

A empresa explica que esta violação danifica o mecanismo, pois ele passa a trabalhar fora das especificações, compromete os componentes internos, gera mau funcionamento e desgaste prematuro.

 

Por causa desta prática, o mecanismo com lacre de segurança rompido fica fora da garantia oferecida pela Ampri. Segundo a fabricante, todos os mecanismos de direção da Kombi são entregues sem lubrificação, o óleo especificado é o SAE 90.

 

Para esclarecer dúvidas sobre a aplicação de itens como a caixa de direção da Kombi, Fusca e outros modelos produzidos, a Ampri disponibiliza material técnico.

Motor conceito e modernização de propulsores são as novidades da FPT na Coopavel

Uma das pioneiras no Brasil a apresentar novas versões para atender à legislação MAR-I (Tier 3), a FPT Industrial coloca à disposição do mercado 49 novas versões homologadas destinadas aos setores de construção e agrícola. Isso significa emissão reduzida de poluentes e ruídos, além de motores mais modernos e com ganho de eficiência.

 

A FPT Industrial participa do Show Rural Coopavel, que acontece entre os dias 06 e 10 de fevereiro, em Cascavel (PR). Recentemente, a marca concluiu o processo de modernização dos propulsores destinados aos setores de máquinas agrícolas e de construção, que passam a contar com tecnologias que permitem menores níveis de emissões de poluentes e de ruído, para atender à legislação MAR-I, que acaba de entrar em vigor, neste início de ano, no Brasil.

 

A marca amplia a participação em projetos ligados ao agronegócio, e já confirmou para a Coopavel a exibição dos motores Cursor 9 e N67 que equipam colheitadeiras, tratores e máquinas de construção, as quais estarão expostas nos estandes das marcas da CNH Industrial e em seu espaço FPT Industrial.

 

Também irá apresentar um sistema de propulsão veicular movido com combustível alternativo, resultado do contínuo investimento da marca em pesquisa e desenvolvimento. A FPT Industrial em parceria com a New Holland Agriculture, expõe o trator T6.140 movido a Biometano no estande da Itaipu Bionergia.

 

O motor conceito foi desenvolvido pela equipe de engenheiros da FPT Industrial na Itália e tem como principais benefícios a redução de até 80% na emissão de CO2 em relação ao motor Diesel correspondente. Ele ainda apresenta menores níveis de vibrações e ruídos. O motor de 3 litros possui 4 cilindros em linha, injeção multipoint, turbocompressor com válvula wastegate e intercooler. O propulsor desenvolve 100 kW (136 cv) de potência e 350 Nm de torque.

Coluna Alta Roda: ESTATÍSTICA MANIPULADA

Por: Fernando Calmon

O recente retorno de velocidades maiores nas vias expressas (conhecidas como Marginais aos rios Tietê e Pinheiros) da maior cidade brasileira levou a discussões acaloradas com repercussões no País. Parte da imprensa criticou a mudança. Essa coluna tem visão oposta e explica por quê.

 

Aquelas vias expressas voltaram aos limites de 90 km/h, 70 km/h e 60 km/h para o conjunto de pistas externa (junto aos rios poluídos onde ninguém costuma nadar), intermediária e local, respectivamente. Em alguns trechos chega a ter sete pistas largas, com boa sinalização horizontal e vertical, além de faixas bem demarcadas. Repetição da palavra expressa é proposital.

 

Os contrários ao retorno aos limites anteriores citam recomendação da ONU para diminuir velocidade em ruas e avenidas, uma orientação genérica. Essa organização adora iniciativas políticas, muitas vezes sem respaldo técnico. Não cita vias expressas que existem na capital paulista e em várias grandes cidades do mundo. As mudanças em São Paulo incluíram a última faixa da direita a 50 km/h (“padrão ONU”) e lombofaixas onde circulam mais pedestres. Solução inteligente.

 

Apesar de estatística ser ciência exata importante, há piadas sobre o tema. Só para citar uma: “É a arte de manipular os números até que confessem”.

 

Estatística começou a ser desfigurada quando os limites foram reduzidos na administração anterior. Acidentes fatais aconteciam, na grande maioria, quando o limite de 90 km/h era desobedecido. Então o número de radares aumentou, juntamente com a fiscalização; fizeram-se intervenções sobre os chamados “pontos negros” de acidentes; abusos de motociclistas passaram a ser tolhidos; crise econômica tirou carros do trânsito, comprovado pela queda superior a 15% do volume de combustível (também mais caros) vendido nos postos; motoristas irritados com a velocidade de procissão procuraram outras rotas ajudados por aplicativos de celulares.

 

Nada disso foi considerado ao se “analisar” a estatística. Atribuiu-se única e exclusivamente aos limites mais baixos de velocidades a redução de 17% no número de fatalidades nas duas vias. Vários estudos apontam diminuição de volume de tráfego como fator não linear (curva exponencial para o lado da segurança) na redução de acidentes.

 

Defensores da involução dos limites citaram até melhorias no trânsito, pois menor velocidade significaria carros rodando mais próximos entre si, o que aumentaria a capacidade da via. Essa é teoria longe de se provar do russo radicado na Alemanha, Boris Kerner. Outros estudos apontam justamente o contrário, como o da Universidade de Osaka, Japão (ver o filme em https://tinyurl.com/znhaom5).

 

As Marginais têm características evidentes de estradas urbanas e assim devem ser tratadas. A nova administração da cidade demonstra visão mais abrangente do debate. Criou campanha educativa prévia e, mais do que isso, aumentou a vigilância, além de aceitar doação de picapes e motos para rápida intervenção. Sinalização melhorou e atendimento no caso de acidentes será mais rápido ao incluir pontos estratégicos para ambulâncias e até helicópteros. Nada de manipular números para defender teses. Deixem a estatística em paz.

 

RODA VIVA

 

VOLKSWAGEN fechou seus números finais de vendas mundiais de veículos em 2016. Incluindo as 12 marcas de automóveis e comerciais leves, mais as de caminhões (MAN e Scania) o conglomerado comercializou 10.312.400 unidades. Em segundo ficou a Toyota (10.175.000) com quatro marcas de automóveis e uma de caminhões (Hino).

 

META foi alcançada dois anos antes do que o grupo alemão previu quatro anos atrás. Problemas com emissões de motores diesel em 2015 lhe custaram até agora US$ 19 bilhões em multas e indenizações, mas parecem ter impactado sobre sua imagem menos do que se imaginava. Em 2017 o conglomerado deve lançar cerca de 60 novos produtos em todo o mundo.

 

BMW M2, versão de briga do Série 2, arrebata corações de quem aprecia desempenho na forma mais pura e um automóvel de dimensões contidas, sem chamar muita atenção. Na faixa de preços em torno de R$ 1.000 por cv de potência (no caso, 370 cv de um extremamente suave motor de seis cilindros em linha) é um dos melhores que este colunista já dirigiu.

 

JOVENS começam a alugar carros por períodos curtos, registram-se no Uber e serviços assemelhados para ganhar algum dinheiro em fim de semana ou feriados prolongados como motorista particular. Não é o caso de alarme geral, mas exigiria alguma seleção mais rígida por parte dos contratantes. Guiar com segurança exige boa formação e certa experiência ao volante.

 

DICA dos fabricantes de equipamentos para não sobrecarregar sistema de arrefecimento. Nesses dias de verão e calor acima das médias históricas a temperatura da cabine deve ser ajustada para não mais que 8 °C abaixo da temperatura externa (por exemplo 22 °C, se fora do veículo estiver 30 °C). Claro, aplicável em veículos que informam esses dados, mas serve de parâmetro.

 

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Monroe Axios retoma venda de bandejas para a suspensão



A Monroe Axios volta a comercializar a linha de bandejas Monroe Axios no mercado de reposição no mês de fevereiro. A linha chega com 29 produtos que abrangem veículos da Volkswagen, Fiat, Ford e General Motors. “Estamos sempre atentos às necessidades dos nossos clientes e a nova linha de bandejas chega para suprir uma demanda. Temos orgulho de apresentar ao mercado componentes que atendam o mais alto padrão de qualidade e excelência”, afirma Ecaterina Grigulevitch, gerente de Produtos para a América Latina da Monroe Axios.

Mais informações sobre os produtos e suas aplicações podem ser consultadas através do site www.monroeaxios.com.br

Revisar a ignição evita falhas em motos nos dias de chuva, afirma NGK



De acordo com o consultor de Assistência Técnica da NGK, Hiromori Mori, a revisão periódica do sistema de ignição em motos pode evitar, por exemplo, possíveis falhas do motor. “As motocicletas, em geral, transitam em condições mais severas que os automóveis. Por isso, é preciso estar bem atento aos componentes de desgaste natural, como os da ignição”, explica Mori.

Segundo o especialista da fabricante de autopeças, caso os veículos apresentem falhas em dias chuvosos, é preciso averiguar o terminal supressivo, componente também conhecido como cachimbo, que é o responsável por conduzir a corrente elétrica do transformador até a vela de ignição, e vedar a entrada de umidade e água. “Em caso de falha na peça, a motocicleta apresentará perda de potência, falhas no motor, aumento no consumo de combustível e dos níveis de emissões”, afirma o especialista.

Terminais supressivos NGK

O consultor de Assistência Técnica da NGK diz ainda que, caso o componente apresente problemas, é recomendável que a sua troca seja imediata. “É importante inspecionar também os outros itens da ignição, como a vela, já que ela pode indicar problemas em outras peças da motocicleta”, alerta Mori.

Vonder lança produto para lavagem a seco de automóveis



A Vonder anuncia para o mercado seu Limpador Multiuso para Autos, produto de lavagem a seco para veículos. De acordo com a fabricante, o produto está disponível em embalagens de 150 ml (spray) e 500 ml, e dispensa a tradicional limpeza com mangueira, esponja e sabão, que consome 300 litros de água por veículo em média. Assim, visa atender consumidores que encontram dificuldades para a manutenção da limpeza dos veículos, por morarem em apartamentos ou mesmo não terem uma torneira por perto para fazer esse tipo de trabalho e conservação.

No uso, explica a Vonder, basta aplicar uma pequena camada no local seco a uma distância de aproximadamente 20 cm, espalhar com uma fibra branca ou esponja macia até formar uma camada opaca. Depois, basta deixar secar por até 5 minutos e remover com o auxílio de um pano de algodão seco e limpo. Como dica para evitar riscos, recomenda a remoção prévia do barro ou areia.

Toyota adota empilhadeiras movidas por célula de combustível em fábrica no Japão



A Toyota anuncia que deu início a uma série de testes para utilização de empilhadeiras equipadas com célula de combustível na sua fábrica em Motomachi, na Cidade de Toyota, localizada na província de Aichi, no Japão. As empilhadeiras, fabricadas pela própria Toyota, são movidas por célula de combustível e utilizam hidrogênio como fonte geradora de energia elétrica, sem emissão de CO2, e precisam de apenas 3 minutos em seu reabastecimento.

Toyota comercializa o Mirai (esq.), veículo movido a célula de combustível

A substituição de empilhadeiras convencionais pelas movidas a célula de combustível faz parte do plano da Toyota em reduzir as emissões de CO2 na planta da companhia em Motomachi. A Toyota afirma que pretende expandir a utilização desse tipo de equipamento de maneira gradual, dando início à implementação de duas empilhadeiras já em 2017 e, em 2018, com adoção de 20 unidades, atingindo, até 2020, o número de 170 a 180 veículos com este tipo de tecnologia para auxiliar na movimentação de carga em toda a fábrica.

KS abre inscrições turmas do curso gratuito de motor

A Motorservice, divisão do Grupo Rheinmetall Automotive e responsável por comercializar os produtos Kolbenschmidt (KS), Pierburg e BF no mercado de reposição, divulga a sua programação anual dos cursos gratuitos de componentes motor.



Realizados em seu Centro de Treinamento, localizado em Nova Odessa-SP, onde está localizada a fábrica da empresa.

Segundo divulgado, o curso da KS, inaugurado em 2013, tem duração de 24 horas, divididas em três dias. Neste período, 34 turmas de mecânicos profissionais participaram das atividades ministradas por técnicos da própria empresa.

As datas previstas para os cursos KS 2017 são:

20 a 22 de fevereiro

13 a 15 de março

10 a 12 de abril

17 a 19 de abril

15 a 17 de maio

12 a 14 de junho

10 a 12 de julho

7 a 9 de agosto

11 a 13 de setembro

9 a 11 de outubro

4 a 6 de dezembro

Os cursos utilizam metodologias baseadas no reparo do motor, conforme procedimentos e manuais dos fabricantes e têm como objetivo ensinar na teoria e na prática o funcionamento de motores e seus componentes, bem como diagnosticar danos, falhas, correções do motor e noções básicas de metrologia para controle dimensional.

Nas aulas práticas, os participantes contam com mais de 10 motores entre ciclo Otto e Diesel, que os alunos podem montar e desmontar durante as aulas, cavaletes giratórios com redutor, torquímetros, ferramentas especiais e específicas para motores, equipamentos de montagem de biela no pistão e equipamento para controle dimensional (micrômetros e súbitos, entre outros).

Para mais informações e inscrição no curso, entrar em contato com a fábrica por meio do SAKS 0800 721 7878.

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