Com intuito de auxiliar as fabricantes de autopeças que atuam no mercado de reposição a conhecer o mecânico de automóveis e seu comportamento ao escolher as marcas, a revista O Mecânico encomendou ao instituto IBOPE CONECTA um estudo sobre Conhecimento de Marca e Hábitos de Consumo deste profissional.
A pesquisa utiliza entrevistas online com três as fontes: listagem do mailing da Revista O Mecânico, portal omecanico.com.br e facebook.com/omecanico.
Ela aconteceu no período entre 16 de março e 06 de abril deste ano. O estudo quantitativo obteve participação de 1.150 entrevistados. Participaram proprietários de oficinas e centros automotivos, assim como profissionais que trabalham nestes estabelecimentos.
Segundo o IBOPE CONECTA, a margem de erro é de 3 pontos percentuais para o total da pesquisa, o que representa confiança de 95%.
O mecânico de automóveis tem a mesma importância que o médico da família. Ele é que avalia, faz o diagnóstico, mostra qual é o problema e indica a solução.
A opinião do mecânico na escolha das peças a serem utilizadas é fundamental, já que ele também faz as compras ou indica para o cliente qual marca deve ser adquirida.
Nesta edição publicamos a terceira e última parte do estudo que contempla as marcas que o mecânico conhece e compra de: bomba de combustível/ filtro de ar/ filtro de combustível/ bomba de óleo/ filtro de óleo/sonda lambda/ velas de ignição/ cabos de vela/correias/ tensionadores e polias/ juntas de motor/ componentes internos de motor.
No segmento de reposição, o mecânico de automóveis é o profissional que influencia o proprietário do veículo de várias formas. Ele avalia as condições do carro que necessita de reparos e manutenção, indica quais peças e de qual marca utilizar. Geralmente, o mecânico é quem faz as compras e tem em mente qual marca é a melhor.
Para esclarecer e ter uma ampla mostra de como este profissional se comporta, a Revista O Mecânico, em parceria com o instituto IBOPE CONECTA, realizou uma pesquisa feita com mecânicos de automóveis de todo o Brasil.
Ela identifica o conhecimento de marcas e hábitos de consumo destes profissionais.
Os participantes são proprietários de oficinas ou mecânicos contratados.
A pesquisa aconteceu no período de 16 de março a 06 de abril de 2017. O estudo quantitativo foi realizado com entrevistas online, sendo três as fontes: listagem do mailing da Revista O Mecânico, portal omecanico.com.br e facebook.com/omecanico.
No total, 1.150 entrevistados responderam às questões. A margem de erro divulgada pelo IBOPE CONECTA é de 3 pontos percentuais para o total da pesquisa, assim, o nível de confiança é de 95%.
Os resultados obtidos pelo estudo do IBOPE CONECTA apontam que o mecânico de automóveis busca proximidade, ele valoriza as empresas e marcas mais próximas, aquelas que se preocupam em auxiliá-lo no dia a dia de trabalho com palestras, cursos e treinamentos.
Nesta edição publicamos a segunda parte deste estudo com exclusividade para o leitor da Revista O Mecânico.
A segunda fase divulga quais as marcas que o mecânico lembra e compra de: molas/discos de freio/ferramentas/pastilhas de freio/sistemas de freio/amortecedores/juntas homocinéticas.
Na próxima edição publicaremos a última parte deste estudo.
O mecânico de automóveis é um profissional importante na cadeia automotiva. Ele faz compras e influencia o cliente a escolher esta ou aquela marca.
Em iniciativa inédita no setor de reposição, a Revista O Mecânico, encomendou ao conceituado instituto IBOPE CONECTA uma pesquisa para identificar o conhecimento de marcas e hábitos de consumo destes profissionais, independentemente de serem proprietários de oficina ou mecânicos contratados.
O estudo foi realizado no período de 16 de março a 06 de abril de 2017.
A Pesquisa quantitativa foi realizada através de entrevistas online, obtidas de três fontes: listagem do mailing da Revista O Mecânico, portal omecanico.com.br e facebook.com/omecanico
A mostra totalizou 1.150 entrevistados, a margem de erro é de 3 pontos percentuais para o total da pesquisa, o que confere nível de confiança de 95%.
Os resultados obtidos pelo estudo do IBOPE CONECTA mostram que o mecânico de automóveis valoriza as empresas e marcas que estão mais próximas, ou seja, aquelas que se preocupam em auxiliá-lo no dia a dia de trabalho.
Nesta edição, publicamos a primeira parte deste estudo com exclusividade para você que acompanha a
Revista O Mecânico.
Nesta primeira fase mostramos quais as marcas que o mecânico mais gosta em produtos, peças ou serviços e o Top of Mind. Publicamos também as mais lembradas e mais compradas em: metal-borracha/ rolamentos/ palhetas/ embreagem/ pneus/ filtro de cabine/ bateria/ fluído de freio/ óleo lubrificante.
Acompanhe as próximas duas edições que publicaremos outros resultados.
Pós-venda automotivo comemora grandes resultados em meio à crise econômica
Texto: Edison Ragassi
Se antes existia alguma dúvida sobre a importância do aftermarket para uma grande fabricante de peças, isso acabou. É o que nos conta Rubens Campos, Vice-Presidente Sênior do Aftermarket Automotivo da Schaeffler América do Sul.
Revista O Mecânico:Nos três últimos anos, o mercado brasileiro sofre graves problemas econômicos. Como a empresa enfrenta esta situação?
Rubens Campos:Realmente os últimos anos tem sido difíceis e claro que isso reflete em mudanças internas na empresa. Tivemos algumas reestruturações para adequar a empresa ao novo cenário e preparála para a retomada do mercado e nos mantermos competitivos. A Schaeffler tem alguns pontos a seu favor devido a suas áreas de atuação. Apesar da redução de demanda das montadoras, as vendas dos produtos produzidos no Brasil para outras unidades do Grupo tiveram um ótimo desempenho, assim como o Aftermarket Automotivo conseguiu bons resultados. Esse mix em nossos negócios nos permite ser mais flexíveis para administrar os desafios da crise.
O Mecânico:Os negócios com as fabricantes de veículos sofreram retração?
Rubens:A produção de veículos diminuiu, consequentemente nosso fornecimento para as montadoras locais também. Mas como a Schaeffler é uma grande parceira das principais montadoras e tem uma história no mercado, com uma boa reputação de qualidade, mantivemos nosso relacionamento com elas, desenvolvendo novos projetos e prontos para atendê-los.
O Mecânico:E a reposição independente, o que representa em termos de negócios para o Grupo no Brasil?
Rubens: A reposição é uma grande e importante parcela dos negócios da Schaeffler, que possui um amplo portfólio para os segmentos Industrial e Automotivo, contando com áreas de negócio de reposição em ambos. Podemos afirmar que se por um lado o OEM (mercado de equipamento original) enfrenta uma crise, o Aftermarket Automotivo, com suas marcas LuK, INA, FAG e Ruville, ganhou maior destaque e cresce ainda mais, o que contribui muito para a sustentabilidade dos negócios da empresa. Isso porque a queda na venda de veículos novos tem por consequência a reparação dos veículos usados, o que impulsiona os nossos negócios. Podemos dizer que o volume no Aftermarket aumentou no geral, em todos os componentes fornecidos pela Schaeffler.
O Mecânico: A unidade brasileira é importante para o Grupo? Qual o planejamento da matriz na atual situação de mercado?
Rubens: A Schaeffler está no Brasil há 59 anos a fábrica localizada em Sorocaba/SP, é a sede na América do Sul, onde ainda somos responsáveis por escritórios de vendas na Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Temos grande presença em toda a região. Contamos com representantes em todos os países Sul-americanos. Com quase 60 anos de presença local, esta não é a primeira crise que enfrentamos na região, tampouco em outras localidades do mundo. O Brasil tem uma grande frota e o setor automotivo é uma grande parcela da economia no País, ou seja, há demanda e mercado a se explorar e com tanta tradição de qualidade, a Schaeffler Brasil é estratégica e importante para o Grupo.
O Mecânico: A unidade brasileira desenvolve produtos específicos para o nosso mercado?
Rubens: Sim. O Aftermarket Automotivo da Schaeffler Brasil trabalha em estreita relação com os departamentos de Engenharia e Produção para desenvolvimentos específicos nos nossos mercados, não só do Brasil, mas de toda a América do Sul, para que possam ser realizados de forma a atender as necessidades do mercado. A Schaeffler, sendo um dos principais fornecedores de sistemas e componentes para a indústria automobilística, emprega as mesmas tecnologias de ponta utilizados no OEM para o Aftermarket. Assim, temos garantido uma só tecnologia para nossos mercados, o que confere aos nossos produtos, grande reconhecimento de qualidade pelos aplicadores.
“As vendas dos produtos produzidos no Brasil para outras unidades do Grupo tiveram um ótimo desempenho, assim como o Aftermarket Automotivo conseguiu bons resultados”
O Mecânico: Comparado a Europa e Estados Unidos, nossa tecnologia compete em igualdade?
Rubens: Certamente. Somos uma empresa global que trabalha em estreita cooperação e com sinergia com a matriz e demais unidades produtivas. A tecnologia é a mesma em todas as 170 localidades da Schaeffler no mundo. A Schaeffler tem um histórico de muita inovação e, atualmente, é a segunda empresa em número de patentes na Alemanha. Somente em 2016, foram registrados 2.316 pedidos de patente no DPMA (Departamento Alemão de Patentes e Marcas). A Schaeffler Brasil submeteu 111 pedidos no ano passado, sendo a 4ª com maior número de notificações de invenções. Assim, podemos dizer que como somos uma empresa global, temos alta tecnologia e poder de inovação em todo o mundo, apenas nos adaptamos às necessidades de cada mercado.
O Mecânico: A empresa exporta estes produtos para os grandes centros? Equipamento original, reposição ou ambos?
Rubens: Sim. Estamos presentes em mais de 170 localidades, em 50 países, por isso há bastante conexão entre essas localidades para suprir as necessidades de cada mercado, seja no OEM ou reposição, conforme demanda. No Brasil, produzimos para atender toda a América do Sul, além de fornecer alguns produtos para outras fábricas da Schaeffler.
“Podemos perceber que o pior cenário já passou, mas claro que leva anos para se recuperar de uma crise como esta que vivemos”
O Mecânico: Para o Grupo, o mecânico independente é importante no processo de conscientizar o proprietário de um veículo sobre a necessidade de realizar manutenção preventiva?
Rubens: Com certeza o mecânico é muito importante nesse processo de conscientização e por isso focamos tanto na capacitação desse grupo, por meio de nossa assistência técnica, com catálogos, treinamentos, palestras, 0800, etc. Somos uma das empresas que mais investem no conhecimento do aplicador automotivo: são centenas de treinamentos anuais com milhares de participantes, além dos catálogos técnicos. As palestras são dedicadas por produto, nas quatro marcas da Schaeffler: LuK, INA, FAG e mais recentemente a Ruville. Temos instrutores especializados aptos a compartilhar experiências com os mecânicos porque ao mesmo tempo que são instrutores, são primeiramente técnicos de campo. Dessa forma falam do que vivenciam o tempo todo. Nossos cursos são muito apreciados pelos aplicadores.
O Mecânico: Tendo como base os resultados deste quadrimestre, quais as perspectivas para 2017?
Rubens: Podemos dizer que ao que tudo indica, começaremos uma retomada na economia em nosso setor. Ainda há muito a melhorar na economia, mas podemos perceber que o pior cenário já passou, mas claro que leva anos para se recuperar de uma crise como esta que vivemos. Como a Schaeffler conta com um forte Aftermarket Automotivo e o setor de reparação está indo bem, podemos dizer que isso ajuda muito a equilibrar nossos negócios. Trabalhando com o que é tangível, podemos afirmar que a Schaeffler segue focada em desenvolver sua estratégia de crescimento global, que inclui o mercado brasileiro, trazendo soluções econômicas e sustentáveis para o futuro, focadas na mobilidade para o amanhã.
Responsável por eliminar os poluentes do ar e, assim, proteger a saúde do motorista e passageiros do veículo, o filtro de cabine merece atenção especial na hora da manutenção, afirma a Abrafiltros (Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais).
Segundo Moura, o ar-condicionado é visto atualmente como item indispensável no carro para garantir o conforto dos passageiros e motorista em dias mais quentes, mas é preciso limpeza cuidadosa nos dutos, manutenção adequada em todo o sistema e substituição periódica do filtro de cabine para evitar a proliferação de fungos, bactérias e vírus.
“Os filtros de cabine são fundamentais para purificar o ar no interior do automóvel, bem como importantes para impedir que as impurezas provoquem doenças aos ocupantes, como resfriados, alergias, sinusite e outras, especialmente, respiratórias, já que os filtros juntam ácaros, poeira e outros componentes prejudiciais à saúde”, afirma o presidente da Abrafiltros, João Moura.
A entidade aconselha ao mecânico verificar as orientações do fabricante acerca da higienização do sistema e troca do filtro do ar-condicionado, sendo que a vida útil do mesmo vai depender do uso do veículo e do acessório. “Ao rodar em estradas de terra ou em metrópoles com maior poluição, o prazo para substituição do filtro será menor do que em vias pavimentadas ou em cidades com reduzidos índices de poluentes”, comenta.
Também é importante, explica a Abrafiltros, fazer periodicamente análise completa do ar-condicionado. Mas o motorista também deve ficar atento aos sinais que indicam que chegou a hora da manutenção, como mau cheiro ou perda de eficiência. “Além de ocasionar doenças, filtro vencido ou danificado pelo uso impede o fluxo de ar, força o sistema e diminui o rendimento”, completa Moura.
A Mann-Filter apresenta ao mercado o novo filtro do combustível separador de água WK 10 002/1 x para veículos de linha pesada da Volkswagen. As especificações do componente estão abaixo:
A KS disponibiliza novos produtos no mercado de reposição nas linhas de anéis de segmento para veículos leves da Fiat, Ford e Renault, e camisas de cilindro para motores diesel MWM. Na Fiat, os anéis de segmento atendem os motores E.torQ 1.6L 16V – Flex que equipam o Doblò, Palio, Palio Weekend, Punto e Siena; e também os motores E.torQ 1.8L 16V, produzidos a partir de 2010 nos modelos Bravo, Doblò, Idea, Linea, Palio Adventure, Punto, Siena e Strada.
Para a Ford, os anéis são aplicados nos motores 2.0L 16V Duratec-HE (AODA) – Gasolina e Flex utilizados nos veículos Focus e Ecosport; 2.0L Duratec-HE (CJJA) – Gasolina aplicados no Mondeo; e 2.3L 16V – Gasolina que equipam o Fusion e Ranger.
Já para Renault os novos anéis são para os motores K4J 1.4L 16V – Gasolina que equipam o modelo Clio II.
Os lançamentos em camisas de cilindro atendem aos motores MWM MaxxForce 4.8L e 7.2L, fabricados a partir de 2011 nos caminhões 10000, 10000S, 14000, 14000S, 14000 6×2, Microbus MA 9.2, Midibus MA 12.0, MA 15.0, MA 17.0, VM 4.2R, VM 6X2R, VM 8X2R, VM 4X2T, VM 6X4R e VM 8X4R.
Audi centrou sua bandeira de rendimento e tecnologia em três veículos: R8 cupê; station wagon RS 6 Avant, e hatch 4 portas RS 7 Sportback. No R8, carro de corridas amansado, enorme motor V10 aspirado, injeção direta, entre eixos traseiro, 5,2 litros, 610 cv, tração em todas as rodas, transmissão S Tronic 7 velocidades. Nos outros, motor V8, 4,0 litros, turbo injetados, 605 cv, 700 Nm de torque – indo a 750 Nm quando o acelerador é totalmente pressionado.
Experiência
Audi convidou alguns jornalistas a conduzi-los no circuito da Fazenda Capuava, Indaiatuba, SP. Não é uma pista de corridas, mas capricho de rico aficionado a disputas, como era o Cidão Diniz, construindo circuito para diversão com amigos em carros esportivos ou alguns de competição, como um Lister Jaguar, engenheiro e mecânico ingleses para funcionar e manter. A fazenda, primorosa em paisagismo e disposição, ainda tem campo de polo, criação de gado. Pessoalmente não gosto muito, pois todo o esforço e emoção aplicados pelo Cidão perderam razão de ser, transformados em local de eventos.
Audi R8, carro de corridas confortável
Tais Audi são o pico da tecnologia da marca, donos de impecável construção e dimensionamento. A capacidade performática supera as habilidades de seus condutores – com certeza nunca extrairão de tais máquinas todo o seu potencial em aceleração, estabilidade e freios. Todos exsudam construção responsável.
Lição
Contido pela limitação de espaço, poupo os leitores de informações quanto à riqueza construtiva, equipamentos e acessórios, aconselhando leitura mais rica em detalhes, como exigem os produtos e os aficionados. Entretanto assumo a responsabilidade de traduzir impressões pessoais.
Tive sorte de dirigir o R8 e o RS 7 Sportback com pista molhada e pequena chuva. Bom para perceber a excepcional aderência permitida pela tração em todas as rodas – opção mecânica pela Audi para evitar patinar as rodas com tração exclusivamente dianteira. A distribuição de torque em todas as rodas dá estabilidade superior. As suspensões e até cubos de rodas empregam alumínio em quantidade. Os freios com discos revestidos em cerâmica nas 4 rodas propiciam desaceleração brilhante, e nas demandas ao acelerador é generoso. No hatch RS 7 e no station, o V8 de uso comum logo o exibe acima da marcha lenta e se mantém pleno até os 6.000 rpm. Os 700 Nm equivalem, a grosso modo, em 7 motores 1,0 juntos, e injeção direta, um turbo para cada bancada de cilindros, dão a impressão de haver um ente mágico despejando com vigor um balde cheio de torque para impulsionar as rodas. As respostas ao acelerador são plenas, generosas, daí fazer de 0 a 100 km em 3,7s e superar os 300 km/h.
Período
Dos R8 optei pelo amarelo. Homenagem histórico-sentimental: tenho cinquentenário Lumimari Malzoni, o avô do Puma, utilizando mecânica Auto Union 1,0 – Audi era uma das marcas a fazer tal união. O esportivo atual é carro de corridas suavizado, construção mesclando alumínio, metais com tratamento nobre, compósitos para resistência e leveza. Volumoso motor com 10 cilindros em V e ronco exclusivo na geração de 610 cv e 560 Nm de torque com pico aos 6.000 rpm, capaz de acelerar da imobilidade aos 100 km/h em 3,2 s e cravar verdadeiros 330 km/h. É automóvel sério, privilegiando engenharia, desprezando o marketing. Feito artesanalmente – permite encomendas combinando cor e tomadas de ar laterais do agrado do comprador – na fábrica da Audi Sport, dedicada às melhorias de performance. Divide plataforma com o Lamborghini Gallardo. Aerodinâmico, pesa 1,55 t, mostrava maior identidade com as sensações e reações absorvidas em tantos anos e quilometragem rodados pelo condutor, com aceleração forte, crescimento linear em torque e potência exauridos pelas rodas leves com 21”. Na mão, de reações adequadas à demanda. Saídas de curvas mais lentas ante o hatch e o imaginado station, pelo menor torque.
Surpreendente ? Mas é o retrato histórico do ciclo em vias de se encerrar. As regras anti poluição, pró redução de consumo ditadas por burocratas e advogados colocaram os engenheiros na pesquisa por mais cavalos, menos sede, menos tamanho e menos peso. Deram nos motores compactos, leves, geradores de enorme cavalaria, generosos em fornecer torque até há pouco inimaginável.
Assim, num comparativo entre um hatch e um esportivo, tão diversos entre si, ficou clara a exígua diferença de performance. Motivo ? Basicamente o combinar injeção de combustível com turbos e intercoolers. Há uns anos o Claudio Demaria, engenheiro chefe da Fiat me surpreendeu enviando-me para experimentar um Alfa 159 V6 3,2, aspiração atmosférica. Pico da linha, agradabilíssimo, e deixou a mesma sensação de fim de tempo. Após, só motores menores e turbo alimentados. Caso do R8 daqui a previsíveis 4 anos.
Preços
Padrão imobiliário em R$: R8 1,171M; RS 6 Avant 670 mil; RS 7 Sportback 729 mil.
Macron no ainda não lançado DS7
Macron toma posse e apresenta o DS7 Crossback
Emmanuel Macron, novo presidente da França, fez desfile da posse em azul e ainda não lançado 7 Crossback azul DS, nova marca de luxo da PSA. Derivado de Citroëns, o DS, agora independente, amplia escolha para servir ao governo.
Somou lobby da nova marca com a juventude do novo governo, e cerimônia apresentou o DS 7 ao mundo – com ele fabricante quer entrar no mercado dos EUA. Tem jeito de ser nova condução de embaixadores franceses mundo a fora.
Na França automóveis presidenciais são da preferência do eleito, e escolhas são dentre as do país. Há cinquenta anos o general Charles De Gaulle utilizava dois Simca Présidence de 4 portas, tornados conversíveis pelo carrozziere Chapron. A Simca foi comprada pela Chrysler, perdendo nacionalidade e cliente, pois De Gaulle, nacionalista, mandou substitui-los por Citroëns DS, também tornados cabriolets. Em sequência outros da marca: SM Maserati; XM limousine. E Peugeot 604; e insólito Rambler made in USA, dos tempos de associação entre Renault e American Motors.
Dos mais recentes, Renaults Laguna, Safrane; Jacques Chirac usou Citroën CX; François Hollande, recém deixando o Eliseu, andava com modelo C5; e Macron inaugurou o DS.
Novo mandatário exibiu mundialmente pretensões DS, representar luxo e avanço tecnológico franceses. Neste campo porta o sistema DS Active Scan Suspension, baseado no assemelhado nos Mercedes Classe S: imagens de câmara frontal lendo o piso, alteram os amortecedores para enfrentar imperfeições, mantendo ao máximo o conforto de rolagem.
Há críticas pela escolha. Financeiras pela aquisição de automóvel não blindado por 40 mil euros. Patrióticas, pelos não concordes ante o fato de o estado francês ser sócio em 15% da Renault, e assim, mandatoriamente, deveria adquirir carro da marca, e não produto PSA, com chineses em seu capital.
Roda-a-Roda
Quem diria – Icônica marca de automóveis esportivos Lotus agora é chinesa, controlada pela Geely – dona da Volvo. No pacote comprou 49,9% das ações da Proton, da Malásia.
Negócio – Proton foi política governamental para colocar o país no mundo da indústria e tecnologia, e nova injeção de poder deve expandir sua ação. Dentre os interessados na compra estavam Renault, PSA Peugeot Citroën e Suzuki.
Imagem – Analistas do setor creem, compra da Lotus integra projeto de Li Shufu, controlador da Geely, para atuação global, e faze-la aparecer ícone, como nas grandes marcas: Ferrari/ FCA; Porsche/ VW; Lexus/ Toyota.
Negócio – Como em transações assemelhadas, Geely e Volvo terão muito a absorver na tecnologia de construção de carros leves, característica principal dos Lotus. No caso, mesclará com a resistência construtiva Volvo.
Lá – VW lançou na Europa o up! versão GTi. Pequeno motor 1,0 aumentado para 115 cv. Rebaixou 16 mm, colocou rodas leves 17”, aumentou freios e reviu suspensão. Faz de 0 a 100 km/h em 8,8s e final de 212 km/h.
Aqui – No Brasil novidade de julho será versão Pepper, incrementada em decoração. Mas o GTi abriu caminho para versão de maior performance.
Macri – Presidente argentino Mauricio Macri fez périplo de co-optação de investimentos na Ásia. Com CEO da Nissan Motor Co, Hiroto Saikawa, agradeceu chegada da marca a seu país.
Produto – Terá linha de montagem dentro da fábrica Renault, em Córdoba e fará picapes Nissan, Renault e Mercedes. Produção ao fim de 2018 do Frontier hoje importado do México.
Mais – No circuito visitou Takeshi Uchiyamada, chairman da Toyota. No colega de Mercosul ampliou instalações, contratou 300 pessoas, e incrementará produção em 30%, após re divisão comercial na América Latina. Exportará 70% da produção estimada em 130 mil picapes Hi Lux e SUV SW4.
Expansão – Sob direção de Steve St. Angelo implantou e administra projeto de expansão de mercado na América Latina.
Base – PSA sediará operação latino americana da marca DS na Argentina. Nomeou Valentina Solari diretora geral, concentrando gestão, controle, e mostrar marca como elegância e tecnologia francesas. Brasil, mercado maior, a reboque.
Salón – Ante proximidade de datas entre lançamento ao mercado brasileiro e o Salón del Automóvil, Buenos Aires, 10 a 20 de junho, Ford aproveitou para mostrar novo EcoSport aos argentinos.
E? – Após, mostra local à imprensa não convidada à vilegiatura. No mercado, com motorizações 2,0 e 1,5 3-cilindros, agosto.
Mais – GM apresentará o Equinox, SAV mexicano, substituto do Captiva, e Fiat o Argo e seu equivalente europeu, Tipo. Venderá ambos no mercado argentino.
Dez – Menor dentre motos BMW, G 310R será o 10o. produto em Manaus: monocilíndrico, refrigeração líquida, 310 cm3 e 34,4 cv de potencia. Peças feitas na Índia, mercado menos exigente, e exportada para montagem em Manaus.
Preço – Preço desconhecido, mas importar de país com produtos baratos instiga raciocínio de, apesar do rótulo Premium, possa competir com Honda Twister e Yamaha Fazer, ambas de 250 cm3 e ABS. Base em torno de R$ 15,5 mil.
BMW G 310 R (Foto: Divulgação) Lei – Resolução 667 Contran, Conselho Nacional de Trânsito, normatiza iluminação de veículos. Encerra aventura de usar lâmpadas inadequadas, como as de Led em faróis comuns, e as azuis – exceto para sinalização. Bota ordem.
Chegando – Em dias concessionárias Nissan receberão modelo Kicks nacional. Queda de vendas mudou planos, desde adiar produção, e ações para reduzir preços: versões com menor conteúdo, câmbio mecânico, e focará antecipadamente compradores com necessidades especiais e taxis.
Motor – Por enquanto não emprega atualizado motor Renault 1,6 SCE, de maior potencia e torque, porém injustificável a associadas como Renault e Nissan ter, cada uma, motor diferente. Mercado pulula de Suvs e Savs neste segmento.
Fora – Ante cobrança de acionistas por pagamento de dividendos, GM cancelou investimentos para produção na Índia; suspenderá vendas no mercado interno; apenas exportará; e venderá tradicional operação na África do Sul.
Como – Passará adiante 57,7% de joint venture no Kênia; negocia com Isuzu assumir a fábrica na África do Sul; venderá seus 30% nessa japonesa.
Onde – Focará em investimentos nos EUA para produção de picapes e SUVS; aplicará nas pesquisas de veículos autônomos; verá mercados mais rentáveis.
Diferente – Na Ford cobrança idêntica deu resultado diferente: aposentaram precocemente Mark Fields, 56, presidente, ex menino de ouro. Substituto Jim Hackett, 62, na Ford há apenas um ano, vindo de fábrica de móveis e de trabalho social: diretor atlético da Universidade de Michigan.
Visão – Família Ford, controladora do negócio, gosta de novidades. Antecessor de Fields, Alan Mulally veio da Boeing. Desconhecia automóveis, salvou a marca.
Tensão – Hackett tem fama de excepcionalmente dedicado, e no emprego anterior reduziu à metade fábricas e operários. Dizem-no de ações e soluções. Saída cortou poderes de Ray Day, diretor de comunicações, agora consultor.
Aqui – Crê-se em reflexos no Brasil. Recentemente Day impôs criação de diretoria corporativa, indicando titular e missão: convívio com formadores de opinião não conhecedores de automóveis. Criou abrasão interna.
Esperança – Com inauguração da revenda Ingá, em Içara, sul catarinense, na movimentada BR 101, Mercedes quer aumentar 20% sua presença no estado. Começou bem. Primeira venda: 15 caminhões.
Menos – 3M de produtos para pintura automotiva tem nova massa de polir à base d’água. Remove rápida e limpamente marcas do polimento mecânico. Suprime etapa para refino. A profissionais, embalagem de 1 kg.
Moralização – Denatran, Departamento Nacional de Trânsito, oficiou às entidades credenciadas a emitir certificados de originalidade para re classificação de veículos como Antigos de Coleção, para saber dos critérios. Há muita falsificação e leniência no meio.
Gente –Roger Moore, Sir, inglês, ator, embaixador da Unicef, 89, passou.OOOO Fez 7 filmes como o agente James Bond. OOOONum deles, 007 contra o foguete da morte, passagem no Brasil, onde perseguido pela atriz Emily Bolton, conduzindo então na moda MP Lafer.OOOO Deu humor inglês aos filmes, hoje com um primata como ator principal. OOOOJorge Pontual, argentino, ex VP de Vendas da VW no Brasil e larga experiência no setor, mudança.OOOO Gerente Geral da japonesa Isuzu em volta à Argentina. OOOOLuiz Pedrucci, paulistano, engenheiro, 44, promoção.OOOO Era presidente da Renault Colômbia e assumirá operação brasileira. OOOOPrimeiro brasileiro a liderar Renault no Brasil.OOOO Fabrice Cambolive transferido para a Europa. OOOO
Moore, Bond, James Bond, e o MP na orla carioca
O estilo Mercedes na rede
Dona de um símbolo – a estrela de três pontas -, e nome de amplo conhecimento mundial, produtora de automóveis mesclando performance, luxo e qualidade, a Mercedes-Benz estende seus negócios no Brasil à área de artigos com sua marca. Além de balcões na pequena rede de concessionários de automóveis, oferece contatos à Internet, para vender a Mercedes-Benz Collection.
Os itens colecionáveis passam a ser alcançados em sua loja virtual – sítio oficial da Mercedes, aba Automóveis, seção Acessórios e Collection. Clientes e aficionados da marca e de sua divisão esportiva AMG, podem identificar e adquirir os artigos cuja linha de criação é para uso constante refletindo o estilo de vida de um público interessado em tendências e design.
A criação da loja virtual indica projeto de expansão da atividade de automóveis Mercedes no país, bem lastreada com a fábrica em Iracemápolis/SP.
Até o momento a variedade exposta no catálogo de produtos supera 600 itens disponíveis, criados especialmente para a marca, indo de miniaturas dos grandes ícones Mercedes-Benz e AMG peças de vestuário, acessórios, canetas, chaveiros, relógios e muitos etcccc.
Cliente da boutique Mercedes, atento em tendências e design
A TRP, linha multimarcas da PACCAR Parts, lança kit de embreagem para a série V da Scania, incluindo as linhas P, G e R. As peças estão disponíveis em toda a rede DAF Caminhões com preços especiais de lançamento. De acordo com a fabricante, os kits têm garantia de 1 ano e já podem ser encontrados nas 22 concessionárias DAF Caminhões no Brasil.
A fabricante de caminhões de São Bernardo do Campo/SP anunciou uma nova configuração para seus caminhões Atego 4×2 e 6×2, desenvolvida em parceria com o cliente Via Lácteos do Estado do Paraná: o Pacote Robustez. Segundo a Mercedes-Benz, esta será a grande atração da empresa em seu estande na Fenatran 2017, o Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas.
“Com prazer, estamos adiantando mais um dos destaques que preparamos para o maior evento do setor no País”, afirmou Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “A satisfação é ainda maior porque essa nova configuração para a linha Atego é fruto da nossa parceria com a Via Lácteos, empresa referência nacional no transporte de leite, que nos trouxe a ideia que resultou na disponibilização de um Pacote Robustez para toda a linha Atego 4×2 e 6×2. Ouvimos com atenção o nosso cliente e atendemos sua demanda com uma nova solução de resistência e durabilidade, o que se traduz em eficiência, produtividade e rentabilidade ao mercado”.
Com o novo pacote, os veículos saem com parachoque dianteiro tripartido, que permite ângulo de entrada maior (de 20° para 25°), grade metálica de proteção do farol, nova posição da luz de seta, primeiro degrau da cabina em metal e nova posição do suporte para placa, visando facilidade de acesso ao engate do cambão. Além dessas características, os caminhões Atego podem ser configurados com os pneus 295/80R22.5, deixando o veículo mais alto em cerca de 30 mm.
“Item de série no modelo Atego 2730 off-road, essa configuração está disponível para a linha rodoviária Atego 4×2 e 6×2 nas cabinas Standard e Estendida”, acrescentou Leoncini. “Assim, atendemos às demandas de empresas como a Via Lácteos, cujos caminhões coletam leite nas fazendas e, numa mesma operação, circulam também por rodovias e áreas urbanas. O cliente nos pediu um caminhão que fosse robusto na atividade fora de estrada e que assegurasse, ao mesmo tempo, agilidade, conforto e segurança para o motorista nas cidades e nas estradas. Com essa nova configuração, a linha Atego está ainda mais parruda para enfrentar essas severas operações de transporte, atendendo plenamente essa solicitação do nosso cliente”.
De acordo com Leoncini, este Pacote Robustez oferecerá uma flexibilidade aos seus caminhões. “Se ele necessitar de um veículo só para uso em operações fora de estrada, o indicado é o Atego 2730 6×4, seja plataforma, basculante ou betoneira, que já foi desenvolvido com o Pacote Robustez. Se nas atividades da empresa o caminhão utiliza, além de vias não pavimentadas, estradas e ruas, a melhor solução é um dos modelos Atego rodoviários com o Pacote Robustez. Seja qual for a decisão do cliente, a força, resistência e durabilidade do Atego estão garantidas, além do custo operacional ainda mais baixo”, explicou Leoncini.
Ainda de acordo com Leoncini, este pacote não tornará o modelo mais caro. “Na prática, ele só pagará a diferença do custos dos pneus, maiores que os de uso comum”, explicou.
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