Ulisses Miguel explica cuidados com combustível e aditivo em motores modernos
O mecânico Aparecido perguntou se é seguro usar etanol em motores de injeção direta e aplicar o aditivo Proal da Bardal. Ulisses Miguel, coordenador técnico da Revista O Mecânico, alerta que isso depende das especificações do fabricante. “Motores de injeção direta projetados para funcionar com gasolina podem não ter componentes adequados para resistir ao etanol puro, que pode afetar a durabilidade do sistema de injeção”, explica.
Etanol com injeção direta e Defeito no câmbio da Ranger 2019? O Mecânico responde! VEJA O VÍDEO!
O especialista destaca que o aditivo Proal é indicado para veículos que utilizam etanol, pois protege o sistema contra corrosão. Ele reforça que, embora exista debate sobre danos do álcool em motores modernos, não identificou casos críticos até o momento. Seguir as recomendações do fabricante é essencial para preservar a vida útil do motor.
Ulisses recomenda atenção ao uso de etanol em veículos não projetados para ele. “Se o motor não foi projetado para suportar alta porcentagem de álcool na gasolina, problemas podem ocorrer. Nesse caso, adotar aditivos pode ajudar a conservar o sistema de injeção”, finaliza.
José Erick vai explicar os desafios da manutenção em veículos monocombustíveis e antigos
O especialista José Erick será um dos palestrantes do 8º Congresso Brasileiro do Mecânico – 8CBM, que acontece em 25 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, no Pavilhão Amarelo. Ele irá abordar o tema “Gasolina E30: manutenção em veículos monocombustíveis e novos problemas (antigomobilismo e importados)”, trazendo orientações práticas sobre os impactos dessa formulação e os cuidados necessários para a reparação. Inscrição neste link.
Com 15 anos de experiência no mercado de reparação automotiva, José Erick atuou por 12 anos como instrutor de formação profissional em uma das maiores escolas do Brasil. Atualmente é palestrante e responsável pelo setor de qualidade da IRB Automotive, além de ser proprietário da Auto Mecânica Bastos. Sua formação inclui Mecatrônica, Gestão de Produção Industrial e uma pós-graduação em Gestão de Qualidade, o que o torna uma referência quando o assunto é eficiência e boas práticas dentro da oficina.
Agenda de palestras do 8CBM
Manutenção preventiva de eletrificados: suspensão e freios
Lubrificação de transmissão automática
Manutenção de motores sobrealimentados (turbo)
Downsizing: motor 3 cilindros – características: arrefecimento e sincronismo de correia e corrente
Biodiesel e problemas com a nova formulação no chão de oficina
Gasolina E30: manutenção em veículos monocombustíveis e novos problemas (antigomobilismo e importados)
Arrefecimento: as mudanças nos motores atuais
Gestão de profissionais e de chão de oficina
Na Direção Certa: Mulheres Conduzindo o Futuro do Automotivo
Novo motor 1.5 turbo da marca vai utilizar a tecnologia
A Nissan anunciou a adoção do processo de fabricação chamado de “cold spray” nas sedes de válvulas de seu novo motor 1.5 turbo. O uso da tecnologia será a primeira aplicação desse processo em motores automotivos em todo o mundo.
Sede de válvula convencional
Nos motores convencionais, o desenho do duto de admissão tem limitações devido à necessidade de se utilizar sedes de válvulas prensadas e sinterizadas, o que restringe a geometria ideal para o fluxo de ar. Porém, ao desenvolver sedes aplicadas diretamente na superfície do cabeçote por meio do “cold spray”, é possível criar um canal de admissão com melhor fluxo, além de melhor dissipação térmica na região das válvulas.
Sede de válvula com tecnologia “cold spray”
O processo “cold spray” consiste em pulverizar pós metálicos em velocidades supersônicas sobre a liga de alumínio do cabeçote, criando uma camada sólida e mais aderente sem derreter o material-base. Como a aplicação ocorre em temperaturas abaixo do ponto de fusão dos metais envolvidos, é possível evitar a formação de porosidade excessiva, resultando em uma camada mais resistente e durável.
Fluxo de ar de válvula convencional
Para possibilitar essa aplicação, a Nissan desenvolveu uma nova liga de cobre sem cobalto de alta condutividade térmica, além de bicos de pulverização específicos e sistemas de controle de qualidade que utilizam inteligência artificial.
Fluxo de ar de válvula com tecnologia “cold spray”
Por fim, o primeiro motor a utilizar a tecnologia é o novo 1.5 turbo de código ZR15DDTe, desenvolvido para funcionar como gerador na terceira geração do sistema híbrido e-Power, onde o sistema “cold spray” é uma das tecnologias que ajuda o propulsor a alcançar 42% de eficiência térmica.
Tecnologia pode aumentar em até 6% a autonomia de veículos elétricos
A ZF Lifetec, divisão de sistemas de segurança da empresa, apresentou a segunda geração do seu cinto de segurança com sistema de aquecimento, chamado de Heat Belt 2.0. A tecnologia, que foi lançada em 2023, recebeu um novo algoritmo e pode vir equipada com uma central eletrônica própria.
Segundo a fabricante, o objetivo da tecnologia é permitir um aquecimento rápido e adaptativo, com baixo consumo de energia, aumentando em até 6% a autonomia de veículos elétricos, especialmente durante a fase inicial de aquecimento do habitáculo.
O Heat Belt 2.0 possui 1,3 milímetro de espessura, trazendo quatro fios condutores e gerando uma área de aquecimento que cobre quadris e tórax do usuário. O sistema pode atingir até 60 W de potência de pico e média de 20 W, chegando a 40 °C em até dois minutos em temperaturas externas de -5 °C.
Em testes realizados pela empresa, o cinto aquecido reduz o consumo energético em até 1000 W em trajetos curtos e 200 W em longas distâncias, aumentando a autonomia de veículos eletrificados.
Por fim, a ZF Lifetec informou que o sistema foi projetado para se integrar a diferentes veículos em diversos segmentos. Além disso, em modelos com sensor de proximidade, o sistema pode receber a função de pré-aquecimento.
Falhas aparecem após o motor atingir a temperatura de trabalho
No veículo, há situações em que o motor funciona normalmente a frio, mas começa a falhar e pode até morrer após alcançar a temperatura de trabalho. Nesse caso, é importante saber o que pode ocasionar essa situação. Pensando nisso, a revista O Mecânico mostra as principais causas de o motor morrer após aquecido.
Uma das causas mais comuns está no sistema de ignição, visto que as bobinas e módulos podem apresentar falhas que só aparecem quando aquecidos. Isso ocorre porque a resistência elétrica dos enrolamentos ou semicondutores aumenta com a temperatura, ocasionando perda de faísca e falhas de ignição. Nesse caso, testar a resistência e usar um osciloscópio pode ajudar a identificar defeitos intermitentes.
Outra causa possível é derivada dos sensores, como o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento, visto que se ele enviar um sinal incorreto para a ECU, ocasionado por uma leitura incorreta da temperatura, pode causar mistura incorreta de combustível fazendo o motor morrer. Para verificar o componente, é preciso monitorar os valores via scanner, por exemplo.
Também, o sistema de alimentação de combustível pode fazer com que o motor morra após aquecido, como no caso de bombas elétricas que podem perder pressão após o motor atingir a temperatura de funcionamento.
Além disso, alguns problemas mecânicos podem ocasionar essa situação específica. Válvulas com desgaste ou folgas fora da especificação, assentamento irregular ou folgas em bronzinas. Esses defeitos podem aparecer quando o motor atinge a dilatação térmica normal, reduzindo a compressão ou causando atrito interno.
Por fim, para ajudar a encontrar o defeito, é fundamental que o mecânico faça um diagnóstico utilizando ferramentas como scanner, osciloscópio, multímetro, manômetro e outros, visto que diversas falhas diferentes podem causar a mesma situação do motor apagar após atingir a temperatura de trabalho.
Dados incorretos podem causar falhas na mistura ar-combustível
O sensor de fluxo de massa de ar (MAF) é essencial para o cálculo da quantidade de combustível a ser injetada, medindo a quantidade de ar que é admitida no motor. Dessa forma, a revista O Mecânico traz o procedimento de diagnóstico do sensor MAF do Honda HR-V.
Os sinais elétricos e diagramas exibidos são válidos para o SUV quando equipado com a motorização 1.8 flex de 140 cv de potência máxima e 17,4 kgfm de torque. O código desse motor é R18A1 e é atrelado a um câmbio CVT.
Para iniciar o diagnóstico, é necessário comparar os valores de tensão apresentados pelo sensor MAF do veículo testado com os valores de referência, medindo nos pinos 3 e 4 na situação de marcha lenta do motor.
Também, caso haja falhas intermitentes, é útil fazer a medição de continuidade do sinal dos pinos de conexão do sensor MAF na ECU, verificando também o sinal de tensão conforme imagem abaixo.
Inscrições vão até 19 de outubro para 28 vagas de diferentes áreas
A Pirelli lança em setembro mais uma edição de seu programa de estágio. O Programa de Estágio Pirelli 2026 oferece ao menos 28 novas vagas para mais de dez áreas da empresa. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do programa e estarão abertas entre 23 de setembro e 19 de outubro de 2025. Os aprovados no processo iniciam em seus postos a partir de 19 de janeiro de 2026.
As vagas de estágio serão para as seguintes áreas: Laboratório, P&D e Projetos; RH, Comunicação, Diversidade e Responsabilidade Social; Financeiro, Contabilidade, Economia e Controladoria; Jurídico; Secretariado, Backoffice e Administração; Engenharias; Saúde, Segurança e Meio Ambiente; Supply Chain, Logística, Compras e Suprimentos; Marketing, Comercial, Vendas e Negócios.
Os postos de trabalho serão para seis unidades da empresa: Feira de Santana, na Bahia, e Barueri, Cabreúva, Campinas, São Bernardo e São Paulo, essas em São Paulo.
Após as inscrições, as etapas seguintes do processo seletivo são: triagem, dinâmica de grupo online, painel de negócios e entrevistas com a gerência da Pirelli.
Empresa é resultante do spin-off da Continental Automotive e tem cerca de 87 mil colaboradores em mais de 100 localidades no mundo
A Aumovio, empresa formada a partir do spin-off da divisão Automotive da Continental, realizará em 25 de setembro o “Dia da Marca”, apresentando sua nova identidade em eventos simultâneos em unidades do Brasil e conectando-se a uma agenda global. A celebração ocorre após a abertura de capital na Bolsa de Frankfurt, que avaliou a companhia em € 3,5 bilhões.
Com 87 mil funcionários e um portfólio que abrange desde sistemas de condução automatizada até tecnologias de freio e displays digitais, a Aumovio foca em três pilares estratégicos: expansão de produtos, transformação em organização de alta performance e solidez financeira para geração de valor sustentável.
A empresa, que em 2024 registrou € 19,6 bilhões em vendas globais, tem o Brasil como um dos mercados-chave em sua estratégia de crescimento.
Veja como remover e instalar esse componente, garantindo a correta circulação do fluído de arrefecimento e a proteção do sistema da transmissão automática
texto Felipe Salomão fotos Diego Cesilio / Divulgação Stellantis
Em 2015, a Jeep lançou o Renegade no Brasil, que se tornou um dos modelos mais vendidos da marca no país com o passar dos anos. Apesar do sucesso, os veículos da primeira geração apresentam problemas recorrentes no trocador de calor, questão que foi corrigida nas versões mais recentes do SUV compacto. Portanto, por ser um tema delicado nas oficinas, circula muita informação desencontrada, o que pode gerar danos adicionais ao veículo durante a manutenção, além de mais dúvidas nos profissionais do segmento. Por isso, a Revista O Mecânico foi até a oficina RedCar, em Itu, interior de São Paulo, para acompanhar a troca desse componente realizada pelo mecânico André Foratori, que detalhou cada passo com dicas valiosas para essa manutenção.
PASSO A PASSO: TROCA DO trocador de calor na linha Jeep. É problemático? Devo trocar?
Contexto do problema?
O trocador de calor do Jeep Renegade 1.8, especialmente nos modelos com câmbio automático AT6, costumeiramente apresenta falhas que podem comprometer o funcionamento do câmbio e do sistema de arrefecimento do motor. Problemas como contaminação cruzada entre óleo da transmissão e fluido de arrefecimento, vazamentos internos e superaquecimento do câmbio têm sido relatados por mecânicos e, também, proprietários. Dito isso, especialistas alertam que a manutenção preventiva, a inspeção periódica do reservatório e a troca regular dos fluidos são essenciais para evitar danos graves e custos elevados de reparação.
Foratori explica que algumas peças podem exigir cuidados extras: “Se estiver muito duro para sair, passe um pouco de desengripante”. Deste modo, mesmo com o uso de alicates específicos, pode ocorrer vazamento residual de fluido. O mecânico ainda recomenda posicionar tampões ou direcionar a mangueira para evitar escorrimento em excesso.
O trocador de calor removido do Jeep Renegade rodou 60.000 km e, segundo André, é interessante observar a parte interna para entender seu funcionamento. Pequenas fissuras no trocador permitem passagem de fluido entre motor e radiador, podendo gerar falhas se não houver manutenção preventiva.
Avaliação de peças de reposição Antes de instalar o novo trocador, recomenda-se:
1) Conferir embalagem e estado físico da peça (sem amassados ou sujeira).
2) Avaliar a qualidade do material, seja original ou de reposição.
3) Verificar a presença e integridade dos O-rings ou gaxetas, garantindo vedação correta.
Foratori ainda reforça que a escolha de peças de reposição deve considerar garantia e procedência, evitando marcas desconhecidas. Além disso, o mecânico disse: “Alguns clientes optam por eliminar o trocador de calor e instalar um radiador adaptado. Essa alternativa elimina a necessidade de substituição preventiva do trocador, mas exige desmontagem parcial do veículo e maior tempo de serviço”.
Manutenção preventiva Mesmo após a troca, a manutenção preventiva é essencial
4) Troca do fluido de arrefecimento: uma vez por ano.
5) Troca do fluido da transmissão automática: a cada 4 anos ou 60.000 km (ou 40.000 km/2,5 anos no caso de câmbio CVT). Observação: O procedimento garante que o sistema não transfira fluido entre motor e transmissão, evitando danos futuros.
Passo a passo de instalação
6) Avaliar e limpar a base do trocador no veículo, removendo resíduos de fluido antigo.
7) Conferir integridade dos O-rings ou gaxetas e instalar corretamente.
8) Posicionar o trocador no suporte do motor.
9) Fixar parafusos, começando pelo superior, evitando vazamentos.
10) Reinstalar abraçadeiras com alicate específico para mangueiras.
11) Recolocar protetores e carter removidos.
12) Reabastecer o fluido de arrefecimento e da transmissão conforme especificação do fabricante.
13) Ligar o motor e acionar a ventoinha 4 a 5 vezes, garantindo circulação completa do fluido.
14) Verificar se não há vazamentos em O-rings, braçadeiras e conexões.
Detalhes a observar
Embora o passo a passo não seja complicado, é preciso ficar atento com alguns detalhes, como explica Foratori. “Após a limpeza da base, a instalação do trocador de calor começa com a verificação da posição correta da peça e do O-ring. É importante conferir se o O-ring está encaixado, evitando que ele se desloque ou seja esmagado durante o aperto”.
Além disso, os parafusos inferiores são posicionados primeiro, permitindo o alinhamento correto antes de colocar o parafuso superior, considerado mais difícil de acessar. Esse procedimento reduz o risco de deformações e garante a vedação adequada. Após fazer esse processo, o mecânico deve realizar o pré-aperto manual de todos os parafusos, verificando visualmente o alinhamento e ajustando conforme necessário. O aperto final pode ser feito com chave fixa ou catraca, sempre mantendo a atenção para não danificar o O-ring.
Outro cuidado essencial é a instalação das mangueiras que exigem atenção especial às braçadeiras, que devem ser posicionadas de forma central para suportar a pressão e temperatura do sistema. “Ferramentas específicas, como alicates próprios para mangueiras e catracas com soquetes, facilitam o processo e evitam vazamentos”, diz Foratori. Vale pontuar que durante essa revisão no trocador de calor, Foratori optou pela substituição do reservatório de arrefecimento devido ao amarelamento da peça original. Lembrando, a remoção exige cuidado com as braçadeiras e travas plásticas, utilizando ferramentas adequadas para evitar danos à mangueira ou à própria peça. Após a retirada, a limpeza do sistema é realizada antes da instalação do novo reservatório, conferindo o encaixe correto e travando a peça de forma segura.
Como é de praxe, o procedimento de sangria do fluído é essencial para eliminar o ar do sistema. A recomendação é realizar a sangria pelo ponto mais alto do circuito ou por meio de um funil com válvula, que permite o reposicionamento do aditivo sem derramamentos. A substituição completa do fluído inclui também o radiador do ar quente, garantindo a circulação correta em todo o sistema. O fluído deve ser conferido após o teste de rodagem, ajustando o nível acima do máximo para compensar a acomodação do sistema no dia seguinte. Por fim, após a montagem, é recomendada uma verificação completa do veículo, conferindo possíveis vazamentos e realizando um teste de rodagem. Esse cuidado garante que o serviço seja entregue corretamente, prevenindo problemas com fluídos de transmissão e arrefecimento.
A Royal Enfield confirmou que vai construir uma fábrica própria no Polo Industrial de Manaus. Atualmente a sexta marca mais vendida no país, com 41 concessionárias, a empresa indiana aposta na produção local para sustentar o crescimento no mercado brasileiro.
Segundo o CEO da operação no Brasil, Gabriel Patini, a decisão já foi aprovada pelo Conselho de Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (CAS/Suframa) em maio de 2025 e agora avança em ritmo acelerado. “O Brasil é um mercado que exige uma unidade própria diante do crescimento consistente. Nossa meta é chegar a 30 mil motos por ano”, afirmou o executivo, que responde a Krishnan Ramaswamy, head das Américas da Royal Enfield.
Hoje, a marca monta suas motos em Manaus em parceria com a Dafra e o grupo Multi. O volume tem crescido rapidamente: de janeiro a agosto de 2025 foram entregues 19.515 unidades, alta de 80% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Rede em expansão
Nos próximos meses, a Royal Enfield abrirá novas concessionárias e deve chegar a 67 pontos de venda até março de 2026. Estão confirmadas inaugurações em capitais do Nordeste como Salvador (segunda unidade), Maceió, Natal, Teresina, Aracaju e Palmas, além de cidades estratégicas em São Paulo, como Guarulhos, ABC, Bauru, Santos e Itu.
Novos modelos
A ofensiva também inclui ampliação do portfólio. Hoje com nove modelos, a linha nacional deve chegar a 12 até 2026, incluindo as inéditas Bear 650, Classic 650 e Goan 350.
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