O MECÂNICO AO VIVO: Motor Volkswagen TSI 1.0 3 cilindros sem mistérios



NÃO PERCA! Nesta terça-feira, 05/12 às 19h30, a Revista O Mecânico com a colaboração da Volkswagen do Brasil transmite ao vivo a palestra sobre o motor TSI 1.0 3 cilindros turbo.

A palestra será com o Consultor de Treinamento da Academia VW, Cristiano Norberto Da Silva.

Ele vai explicar os detalhes técnicos para a desmontagem e montagem do motor, e ainda vai esclarecer as dúvidas dos participantes.

A apresentação é do Editor da Revista O Mecânico, Edison Ragassi.

Acompanhe a transmissão a partir das 19h30 por nosso Facebook: facebook.com/omecanico/

Ou pelo canal no YouTube: youtube.com/omecaniconline

D’Paula lança 36 itens para a linha elétrica na reposição



A D’Paula, fornecedora de peças para montadoras e mercado de reposição lança mais uma opção para a linha elétrica na reposição com sua nova marca LCG.

A primeira fase de lançamento conta com 36 produtos de um total de 138 que serão lançados em breve e contempla comutadores de ignição, cilindro de ignição, chaves de partida, chaves de contato, interruptores e travas de direção.

Veja a tabela completa dos 36 itens lançados:



ZEN participa da Automechanika Shanghai 2017



A ZEN, fabricante de autopeças, participa pela primeira vez da feira automotiva Automechanika Shanghai na China. A expectativa da empresa no evento, que acontece entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, é divulgar sua entrada no mercado original de polias de roda livre e fortalecer ainda mais sua posição como fornecedora de peças para os países asiáticos.

Em seu estande, além das polias de roda livre, estarão expostos polias de roda livre com amortecimento, impulsores de partida e tensores de correia.

“Já exportamos nossos produtos para aquela região, mas queremos fortalecer cada vez mais a presença da marca. Com nossa recente nomeação como fornecedora de polias de roda livre de alternador para o mercado original, esperamos conquistar novas parcerias e negócios”, afirma o diretor comercial, David Catasiner.

Veja quais itens que comprometem o rendimento do carro quando gastos


Manter a revisão do veículo em dia vai muito além da segurança e economia. A manutenção preventiva também influencia na quantidade de poluentes emitida por cada carro. Isso porque o desgaste de algumas peças pode prejudicar o catalisador, componente responsável por converter cerca de 98% dos gases tóxicos provenientes da combustão em substâncias inofensivas.

“O catalisador é um componente que pode durar até o fim da vida útil do carro. Porém, é um item que sofre com o desgaste excessivo de peças do sistema elétrico, de ignição e de injeção, por exemplo. Por isso, é importante que os motoristas mantenham a manutenção dos veículos em ordem”, explica o gerente Comercial da Umicore, Cláudio Furlan.

De acordo com o especialista, velas, cabos e bobinas de ignição, além de sensores de rotação, polia, chicotes elétricos e conectores com problemas permitem a passagem de combustível não queimado até escapamento, causando o derretimento do catalisador. “Outro fator que pode gerar este risco é a utilização de alarmes corta-corrente. Se acionado com o motor quente, haverá falta de faísca durante a injeção de combustível, causando o mesmo problema no catalisador”, alerta Furlan.

No caso do sistema de injeção, o cuidado deve ser com bicos injetores, bomba de combustível, reguladores de pressão e sensores. “Como a função desses componentes é prover a quantidade correta de combustível a ser queimado pelo motor, defeitos podem causar uma mistura inadequada, fazendo com que o catalisador não trabalhe corretamente”, comenta o especialista da Umicore. A falta de combustível pode causar a oxidação dos metais preciosos presentes no catalisador, enquanto o excesso do mesmo prejudica a camada catalítica da peça.

Filtros de ar entupidos e juntas do escapamento desgastadas também são prejudiciais. “No primeiro caso, pode ocorrer uma alteração da mistura ar/combustível, enquanto a segunda situação permite a entrada de ar no escapamento, que também causa oxidação dos metais preciosos”, ressalta Cláudio Furlan.

Além do cuidado com a revisão periódica e manutenção das peças, é importante ter atenção com a utilização de fluídos e aditivos não especificados pelas fabricantes de veículos e com a qualidade de combustíveis. “Seguindo as recomendações da montadora não há risco. O ideal é que o veículo seja exposto somente a combustíveis de boa qualidade e procedência, e que a troca de óleo seja realizada no período correto, respeitando o tipo de produto recomendada pelo fabricante, sem adicionar nenhuma substância desconhecida”, comenta o gerente Comercial da Umicore.

ZF inaugura Centro de Treinamento para o mercado de reposição



A ZF Aftermarket inaugurou em Itu/SP) o seu novo Centro de Treinamento para concessionárias ZF que atendem veículos comerciais e equipamentos fora de estrada em toda a América do Sul. Localizado no mesmo site onde já operam os Centros de Distribuição e Administrativo, o novo espaço terá foco no segmento de reposição e conta com oficina para treinamentos técnicos práticos e sala para aulas teóricas. Na oficina, estarão disponíveis para os alunos uma série de ferramentas especiais, equipamentos de diagnóstico e transmissões para montagem e desmontagem.

Em um primeiro momento, os técnicos especialistas da ZF ministrarão os treinamentos sobre transmissões presentes na frota da América Latina. Os treinamentos serão organizados em módulos com duração de três a cinco dias.

O objetivo é continuar o processo de capacitação da Rede de Concessionárias ZF, para que tenham acesso a informações técnicas atualizadas. Há planos da ZF Aftermarket em expandir o conteúdo dos treinamentos para outras áreas que a empresa atua, como sistemas de freios, direção, suspensão, embreagem e amortecedor.

Nesta terça 28/11 tem palestra ao vivo com a MAHLE pela internet



NÃO PERCA! Nesta terça-feira, 28/11 às 19h30, a Revista O Mecânico transmite ao vivo a palestra da MAHLE Metal Leve sobre pistões para motores da Linha Diesel. Teremos a participação de Thiago Vinicius Bernardo Pedroso, da assistência técnica da MAHLE. A apresentação é do editor da Revista O Mecânico, Edison Ragassi.

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Volkswagen retoma a produção em três turnos e inicia produção do Virtus na unidade Anchieta



A fábrica Anchieta da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo /SP, iniciou a produção do sedã Virtus. Ao mesmo tempo, a unidade também está acelerando a fabricação do Novo Polo, que acaba de chegar ao mercado com a retomada do 3º turno na unidade.

“Com o Polo e o Virtus, estamos iniciando a maior ofensiva de produtos da Volkswagen do Brasil de todos os tempos. Graças à grande expectativa do mercado pela chegada desses produtos, e ao sucesso do Polo, estamos acelerando a produção para abastecer os estoques de nossos concessionários e garantir o atendimento aos nossos clientes. Estamos trabalhando fortemente para conquistar uma posição cada vez mais relevante no mercado da América Latina”, diz o Presidente e CEO da Volkswagen América do Sul e Brasil, Pablo Di Si.

O retorno da produção em três turnos foi realizado gradualmente, acompanhando a curva de aceleração de produção do Novo Polo. Em uma primeira etapa desta retomada, em agosto, a fábrica voltou a operar em cinco dias na semana, o que possibilitou encerrar antecipadamente a utilização do PSE (Programa Seguro Emprego).

Ambos lançamentos da Volkswagen receberam investimentos da ordem de R$ 2,6 bilhões para o seu desenvolvimento e produção.

GT1 lança 16 filtros na reposição



Caracterizada pelo emblemático tigre vermelho-alaranjado, a GT1, a fim de se consolidar cada vez mais no mercado de filtros automotivos, anuncia o lançamento de 16 novos filtros de ar. Dessa forma, adiciona ao seu portfólio alguns modelos pertencentes a montadoras, como BMW, Seat, Volksvagem e Ford.

O Grupo de 18 indústrias onde são produzidos os filtros, possui a certificação ISO/TS 16949 que trata da gestão da qualidade na indústria automotiva.

Veja a tabela de filtros e aplicações:


De Carro Por Aí | Carta ao Og Pozzoli

Por Roberto Nasser*


Carta ao Og Pozzoli

*1930, Itaboraí, RJ
+2017, S Paulo, SP

Velho amigo,


Sei, não me tomará por insensível a esta altura dos fatos, mas seu passamento trouxe-me e seus amigos a sensação de alívio. Seus últimos tempos por aqui não lhe foram fáceis nem tranquilos. O Fábio Amorim, meu editor na Gazeta de Alagoas, ligou-lhe ao seu aniversário e me sugeriu não chamá-lo: você estava hospitalizado. Fernando Siqueira, mesma função na Tribuna do Norte, foi visitá-lo e fez-me cenário pouco claro. Entendi, você estava aquecendo o velho motor para a passagem.

Cartas a amigos idos no usual têm acentos de perdas e lamúrias pelo que não foi feito. Não é o caso e peço entenda-a como ode a uma personalidade de ações indeléveis. Sei claramente, neste país sem memória, poucos se lembrarão você ter sido o remanescente do trio paulistano implantador do antigomobilismo no Brasil. Com o Roberto Lee e o Eduardo Matarazzo mostraram ser o colecionar automóveis atividade de agentes históricos culturais, longe do rótulo de rico ocioso. Juntaram outros sonhadores, como o Júlio Christiano e o Fernando Carneiro Leão no Rio, o Pacífico Mascarenhas na mineira BH, para espraiar a ideia. Meados dos anos ’60 auxiliaram criar o primeiro dos Veteran Car Club, no Rio de Janeiro e, a seguir em S Paulo. Este, com molde internacional, foi a semente disseminadora de tantos clubes assemelhados até na razão social.

Fluminense de Itaboraí, RJ, criado em Natal, RN, de nome peculiar – parto complicado, seu pai fazia palavras cruzadas, e não conseguiu fechá-las: faltava uma – Rei de Bazan, duas letras. Nascido, foi premiado com a descoberta …

Maú, a base, e Og, o fazedor. ( foto Tereza Gago, Autoclassic )


Com tal início você foi peculiar no colecionar, na opção mudar-se da Paulistânia para grande chácara na periferia, sobre carregando a querida Maú com toda a enorme logística envolvida para criar quatro meninos, pelo olhar profissional aplicado em sua bem sucedida vida de empreendedor. Distante, criou estrutura para restaurações em domicílio, uma vila abrigando os prestadores de serviço e de manutenção constante. Sua visão de preservar discrepava do inicialmente praticado, focando nos veículos especiais, de relevo, pouca produção, optando pelos muitos norte-americanos disponíveis. Você antevia, logo desapareceriam, trocados pelos novos produtos da então nascente indústria automobilística nacional.

Macio de convívio, modesto como enciclopédia de conhecimentos, em especial os produzidos nos EUA, garimpador de veículos e de sua história, você foi exemplo de seriedade às atividades do antigomobilismo no Brasil. Antes de conhecê-lo, o admirava: ao fim da década de ’60 para preservar o acervo nacional você e o Roberto Lee conseguiram ato federal vedando exportar veículos antigos – fosse válido atualmente impediria o dispersar da frota antiga brasileira. Por sua densidade no meio, em 1985, quando organizei a dita rematada maluquice, e na prática a pioneira longa viagem em carros antigos, no caso em Fords A entre S Paulo e Brasília, fui pedir sua presença, aval de importância e seriedade. Em Brasília, entregamos aos Ministros dos Transportes e da Justiça o pedido de criação da figura do veículo antigo no Código de Trânsito, o hoje dito Placa Preta. Criávamos ali, todos os 100 participantes, o Turismo Antigomobilístico, pois até então os antigos na estrada eram apreendidos por falta de equipamentos tornados obrigatórios posteriormente à produção. Um disparare jurídico, mas era o que se cometia. Logo em seguida, com a crise do Veteran Car Club SP, para manter vivo o movimento, você criou a SPAA, Sociedade Paulista de Automóveis Antigos, reunindo os colecionadores da capital.

Realizou a viagem de S Paulo-Natal, muitos quilometros e efeito-demonstração de factibilidade dos clubes de veículos antigos, disseminando a atividade por infindável sequência de cidades.

Quando propus a criação da Federação Brasileira de Veículos Antigos e me indicaram presidente, condicionei-a a você aceitar ser o Vice – e sucessor-, para lastrear credibilidade aos antigomobilistas espalhados pelo país. Mesma razão, sua presença ajudou a formar a sólida base para o Encontro Nacional, em Araxá, tornar-se a grande referência nacional.

Faço um salto para reverência pessoal.

Há algum tempo, após 12 anos de tratativas, a Ford atendeu a solicitação minha para cancelar o contrato de comodato de cinco automóveis com o museu implantado pelo Roberto Lee em Caçapava, SP, incluindo um Overland 1906 e o único exemplar do Willys Capeta ao Museu Nacional do Automóvel, em Brasília. O Lee se fora, o Museu estava vilipendiado, peças e veículos desapareciam, os carros da Ford haviam sido saqueados. Cautela de advogado, para retirada e recebimento, preparei laudos descritivos, constando estado dos veículos e ausência de componentes. E convoquei-o para co-assiná-los. Que manhã, Alah.

Aberto o prédio, o ar era impregnado de mofo, unidade, matérias em decomposição, fezes de pássaros e de roedores, água empoçada. Os automóveis, degradados, pilhados, e deles muitos você participou da localização, restauração, revivificação para serem entronizados no Museu. Andávamos com dificuldade, e o ar nos era pesado fisica e emocionalmente pelas lembranças e pelo desprezo deste país e suas pretensas autoridades às tentativas particulares em formar acervo cultural para a posteridade. Eu examinava os carros sendo retirados, conferia os itens para entregar os laudos ao advogado da Ford, e me surpreendi ao procurá-lo, dando com você encostado num pilar, num choro silencioso e sentido. Foi para mim a maior declaração de amor à causa, de respeito à ideia que você ajudou a apresentar, praticar, manter viva, ante o retrato do desrespeito do Estado à Cultura. Entendi também, você, quase octagenário, me distinguia muito, dirigindo quase 300 km para me ajudar. E sabia, você estava nitidamente preocupado com o futuro seu acervo, pois a Secretaria de Cultura em S Paulo inflava esperanças de perpetuar sua coleção, adquirindo-a para implantar merecido e óbvio Museu do Automóvel em S Paulo –depois condensou a proposta em um valor: R$ 0. Queria recebe-los em comodato, sem custos …

Nada de história, cultura ou antigomobilismo, mas apenas marketagem politica barata. Nesta trilha da insensibilidade oficial, lamentei profundamente não ter tido êxito ao conduzir, junto à Presidência da República sua generosa proposta, de ceder e conduzir conversível antigo em uma das posses da má lembrada Presidente Dilma. Nas providências alguém acometido de ataque de idiotia considerou-o de pouca segurança, condicionando aceitar, com condução por motorista do Palácio do Planalto, impossível pela falta intimidade e de tempo para treino. Resultado, trapalhada óbvia – abriram mão do automóvel impactante, histórico, conduzido por um dos ícones do antigomobilismo, alugando adulterado Ford 1929, conduzido pelo dono, pois o tal de motorista não conseguiu dirigi-lo …

Há, evidentemente, muito mais, em especial pelo legado do seu exemplo de seriedade, confiabilidade e dedicação ao extremada ao tema, de seu jeito objetivo e prático para restauração e uso dos automóveis, pelo cultivar a história e conta-la, com riqueza de detalhes, a todos os interessados em beber em fonte tão privilegiada. Das muitas lembranças generosamente geradas por você, duas trazem-me especial registro: a férrea vontade em manter unidade da coleção, resistindo vende-la em partes, apesar de todas as dificuldades externas sinalizando como a mais óbvia das soluções; segunda, de orgulho pessoal, e você se lembra do telefonema que lhe dei em março do ano passado, desde o aeroporto de Orlando, Fla. Relatei-lhe minha surpresa e alegria, contando, indo ao Amelia Island Concours d’Élegance, em Jacksonville, no balcão da imigração o oficial perguntou o propósito da minha viagem. Expliquei-lhe o assistir ao evento em Amelia. E ele, surpreendendo, indagou se eu conhecia a certain mister Possoli (?!), a famous Brazilian cars collector. Foi a glória no país do mensalão, da lava jato, da descrença nos poderes da República, das dúvidas quanto ao futuro, da emigração: na terra do automóvel um brasileiro limpo, ético, era reconhecido!

Soube da sua última notícia ao fim de desafio a 4×4 nas serras mineiras, chegando a sinal para comunicação, recebi da Vera, mulher do nosso enciclopédico Zé Luiz Vieira, sintética mensagem: Og se encantou hoje à tarde.

Ela usava conceito do escritor e diplomata Guimarães Rosa – as pessoas não morrem, ficam encantadas. Delicada e adequado. Durante sua vida de estelares conquistas profissionais e pessoais, da implantação do antigomobilismo, do co-optar pessoas ao novo hobby, a localizar veículos e suas partes, contando histórias, descrevendo automóveis, implementando a ideia, encantou a todos. E ao final, coerente, encantou-se.

Fique em paz, velho amigo. Roberto Nasser

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Jipe Lada pode ser paranaense
AutoVAZ, a grande fabricante russa hoje controlada pela união Renault-Nissan-Mitsubishi, anunciou atualizar o Niva, o quarentão jipe Lada. O brilhante projeto inicial, mesclando Fiats 124 e 127, foi revisto pela GM ao controlar a marca e, com assunção do controle pela líder francesa, novamente adequado aos métodos, processos e controles da Aliança. Resistente até em projeto, terá modificações totais, trocando plataforma e mecânica, de princípio nova carroceria sobre a base mecânica comum aos Renaults Logan, Sandero, Captur, Oroch, Duster, estes com opção de tração 4×4, sendo fácil faze-lo.

Possibilidade de produção no Brasil é grande. No Continente há demanda e inexiste produto para cumprir a função de jipe, mas apenas utilitários esportivos com tração nas quatro rodas. Factibilidade ficou patente há 15 dias em conversa entre Olivier Murguet, presidente da Aliança para operações no continente sul, e alguns jornalistas. Indagado da possibilidade de ter a nova geração do pequeno hatch Twingo, foi claro ao declarar, produtos no Brasil terão a plataforma multi aplicada do Logan. É base para serviço duro, desenvolvida na Romênia pela Dacia, sub marca de sub preços da Renault, adequada às exigências das condições terceiro-mundistas do mercado nacional.

2021, com a mesma aptidão, mas fugindo à simpática imagem de pequeno jipe.

Projeção do futuro Niva (foto Divulgação)


Roda-a-Roda
De volta – Marco profundo na história da Toyota no Brasil, picape e jipe Bandeirante podem voltar ao mercado, por importação ou produção na Argentina. O espírito, a resistência, são atributos da atual linha T70.

Jogo duro – Parece veículo do início dos anos ’90, até pela motorização diesel antiga, V8, DOHC, 4,5 litros, 200 cv e 500 Nm de torque. Projeto em análise.

Toyota T 70 (foto Toyota Australia)

Mudança – Na Europa Uber negocia com a Volvo aquisição de 24 mil (!) veículos com tecnologia autônoma. Inicia mudar o negócio, deixando de ser apenas gestão de aplicativo.

Quando – Possibilidades de vir ao Brasil ? Remotas. Carro autônomo exige adequada infra estrutura urbana. Quer dizer, participação na via de rolamento com faixas, placas, sinalização a ser lida pelo pacote de eletrônica veicular.

Constatação – Buracos, asfalto de terceira categoria, sinalização ausente ou deficiente, placas encobertas por matos urbanos, espantam os autônomos. Só os teremos após mudança conceitual: quando houver respeito ao contribuinte.

Clareza – Tempo de confusão quanto a definições de morfologia – o que é um SUV? -, e de técnica, Bob Sharp, editor do ótimo sítio Autoentusiastas, baixou regra interna. O câmbio CVT – sigla de Continuous Variable Transmission – será tratado como Câmbio Automático de Polias Antagônicas.

Compass. Aniversário com liderança (foto Divulgação)


Parabéns para o Compass
Ao completar um ano de produção o Jeep Compass, feito pela FCA em sua novíssima fábrica em Goiana, norte de Pernambuco, tem muito a comemorar, em especial enorme liderança: no disputado segmento domina 57% do mercado – a soma de todos os concorrentes. Até o início do mês havia emplacado 39.489 unidades, num crescendo com patamar mais elevado em outubro, ao faltar apenas 36 para atingir a plataforma de 5 mil vendas mensais. É o terceiro produto da fábrica pernambucana, segundo da marca Jeep, e sua performance de vendas fomentou crescimento de 57%, recorde dentre as 10 maiores marcas no mercado nacional. Superou previsão FCA/Jeep de 2.000/mês.

Projeto para mercados mundiais, o Brasil foi o primeiro país a produzi-lo e a iniciar exportar, pela Argentina, à América do Sul. Atualmente México, China e India o produzem e vendem a mais de 100 países. O desenho das vendas no mercado brasileiro é pela faixa superior de dotação e preço. No caso, 35% dos compradores optam pelo conjunto mecânico oferecido com exclusividade: motorização diesel, 2,0 litros, 170 cv de potência e 35,7 kgmf de torque, câmbio automático de 9 marchas, tração nas quatro rodas e reduzida. A opção mais vendida, 65%, emprega motor flex, dito TigerShark, 2,0 litros, 166 cv e 20,5 m.kgf de torque, eficiente transmissão automática Aisin de seis velocidades.

Melhor dotado dentre os nacionais, pode ser bem equipado, com sistemas de condução semi autônoma, controle adaptativo de velocidade (ACC); alerta de colisão com frenagem automática (FCWp), monitoramento de mudança de faixa de direção (LDW); indicador de veículo nas laterais; estacionamento semi autônomo (Park Assist).

Volvo começa a produção do XC40 na Bélgica



A Volvo Cars iniciou a produção do XC40, o primeiro SUV compacto da marca, na fábrica de Ghent, na Bélgica. O modelo já tem mais de 13 mil pedidos e os clientes começarão a receber os veículos no início de 2018. Com o XC40, a Volvo entra para o segmento que mais cresce na indústria automotiva e complementa sua gama mundial de SUVs, ao lado do XC60 e XC90.

“É um dia de orgulho para Ghent, para a companhia e todos os colaboradores da fábrica”, disse o CEO da Volvo Cars, Håkan Samuelsson. “Nossa equipe dedicou muito tempo para preparar a fábrica para o início da produção do XC40 e todos fizeram um excelente trabalho. Esse carro representa um futuro brilhante para Ghent e para a Volvo Cars”, complementa.

O XC40 estreia a plataforma modular CMA (Arquitetura Modular Compacta) da Volvo, que vai oferecer aos carros Volvo a sinergia e economia de escala necessárias para o segmento de compactos premium e também estará nos próximos modelos da linha 40.

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