O MECÂNICO AO VIVO: Motor Volkswagen TSI 1.0 3 cilindros sem mistérios



NÃO PERCA! Nesta terça-feira, 05/12 às 19h30, a Revista O Mecânico com a colaboração da Volkswagen do Brasil transmite ao vivo a palestra sobre o motor TSI 1.0 3 cilindros turbo.

A palestra será com o Consultor de Treinamento da Academia VW, Cristiano Norberto Da Silva.

Ele vai explicar os detalhes técnicos para a desmontagem e montagem do motor, e ainda vai esclarecer as dúvidas dos participantes.

A apresentação é do Editor da Revista O Mecânico, Edison Ragassi.

Acompanhe a transmissão a partir das 19h30 por nosso Facebook: facebook.com/omecanico/

Ou pelo canal no YouTube: youtube.com/omecaniconline

Magneti Marelli Cofap revela desempenho comercial de Cubos de Rodas


A Magneti Marelli Cofap Aftermarket revela o ótimo desempenho comercial de Cubos de Rodas, a mais recente linha de produtos lançada pela empresa, cujo catálogo atende mais de 80% da frota nacional circulante. Os componentes, fabricados em aço forjado, tratados termicamente estão disponíveis para veículos de 14 montadoras.

Segundo a empresa, graças ao sucesso nas vendas, os cubos de rodas Cofap brevemente estarão presentes nos 60 mil pontos de venda espalhados pelo país. A presidente da Magneti Marelli Cofap Aftermarket LATAM, Eliana Giannoccaro, afirma: “A grande aceitação desse lançamento antecipou a média de vendas da nova linha em cerca de um ano e meio em comparação com a nossa previsão inicial, o que nos motiva a acelerar a expansão do catálogo e disponibilizar ao mercado uma gama de linhas e produtos cada vez mais completa”.

Primeiro posto de serviço da Meritor é inaugurado no Chile


A Meritor, fornecedora de eixos e sistemas para o drivetrain de veículos comerciais na América do Sul, inaugurou no Chile seu primeiro posto de assistência técnica preventiva e corretiva.

O estabelecimento localizado na capital Santiago pertence à empresa chilena Star Clutch e prestará serviços de manutenção em eixos diferenciais e seus respectivos componentes, fabricados na unidade brasileira da Meritor, e que serão exportados para o Chile.

A Meritor possui planos para expandir a rede a partir do início do próximo ano e a previsão é inaugurar um segundo ponto em São Paulo, no primeiro semestre de 2018.

Taranto tira dúvidas para reparar as juntas de cabeçote



Segundo o consultor técnico da Taranto, Rafael Oliveira, existem alguns cuidados que garantem a boa reparação do motor e a correta troca da junta de cabeçote. O mais importante deles é seguir à risca a orientação do fabricante. “O mecânico pode ter diversos tipos de problemas, como vazamento do óleo lubrificante ou liquido de arrefecimento, a mistura do óleo lubrificante com o liquido de arrefecimento ou vice-versa, vazamento do liquido de arrefecimento para a parte interna dos cilindros, que podem causar um calço hidráulico, vazamento dos gases de combustão causando a queima da junta de cabeçote, ruptura dos parafusos de cabeçote, dano da junta de cabeçote, entre outros”, ressalta Oliveira.

Como identificar que a junta de cabeçote precisa ser trocada?
Antes da desmontagem do motor para verificar a junta de cabeçote, é necessário saber quais os sintomas que o motor apresenta. Para isso é necessário verificar vazamentos do líquido de arrefecimento ou óleo lubrificante, e efetuar um teste de compressão para avaliar possíveis fugas de gases. “O motor em perfeito funcionamento não danificará a junta de cabeçote”, diz Oliveira.

É possível trocar as juntas de cabeçote sem precisar retificar o motor inteiro. “Caso seja verificado por uma retifica especializada que não há nenhum tipo de empenamento ou irregularidade nas faces do motor (bloco e cabeçote), e seja constatado que não será necessário efetuar a usinagem das partes”, explica o técnico.

Como identificar uma junta de qualidade?
Ao tocar numa junta o reparador com um pouco mais de experiência já consegue identificar se o produto é de qualidade ou não. É possível também fazer uma avaliação visual quanto ao acabamento do produto. Além disso, na própria autopeças é possível solicitar algumas marcas daquele mesmo modelo de junta e fazer uma comparação. “O reparador também pode efetuar uma pesquisa sobre o histórico de alguns fabricantes, avaliar o tempo que o mesmo faz o fornecimento de peças para o mercado, avaliar a composição do produto, pós-vendas e etc”, explica o consultor da Taranto.

Na hora do conserto
O primeiro passo é sempre verificar a planicidade e rugosidade das faces do motor, tanto do bloco como do cabeçote. Após, é importante verificar os pinos guias do bloco do motor que servem para centralizar a junta e posteriormente o cabeçote. É essencial efetuar a limpeza nos orifícios de fixação dos parafusos de cabeçote no bloco do motor, verificar a altura do cabeçote e substituir os parafusos de cabeçote por novos. “Não utilizar nenhum tipo de cola ou qualquer outro tipo de produto no momento da montagem da junta de cabeçote e seguir as orientações fabricante sobre o torque dos parafusos e sequência de aperto garante a reparação tranquila.”, ressalta Oliveira.

Parafusos novos e olho no torque!
É fator importante não fazer o reuso dos parafusos antigos. “Esse ainda é um fator recorrente de dúvidas que recebemos. Não pode! É essencial usar parafusos novos na troca. Isso porque o antigo sofre um estiramento na montagem com o torque aplicado e grande fadiga pelo esforço do funcionamento no motor. Usar o antigo vai dar dor de cabeça ao reparador e ao cliente”, alerta o técnico.

Oliveira alerta ainda que nos motores modernos o aperto dos parafusos de cabeçote é determinado pelo torque angular, onde asseguram a uniformidade no aperto. Sempre que haja a necessidade da remoção do cabeçote aconselha-se a troca dos parafusos de cabeçote, pois quando torqueados sofrem estiramento em sua zona elástica o que em uma segunda montagem poderá gerar o rompimento do mesmo. “O torque excessivo dos parafusos de cabeçote faz com que a junta perca seu poder de dilatação e contração, ocasionando a falha prematura da mesma, ou mesmo o rompimento dos parafusos de cabeçote. Fique de olho”.

Caso a junta sofra o esmagamento insuficiente, haverá vazamento de fluidos, gases ou ambos. Se a tensão nos parafusos de cabeçote for excessivamente alta, o parafuso sofre estiramento e perde suas propriedades mecânicas, o que pode causar rompimento ou mesmo danificar a junta de cabeçote. Por este motivo é essencial o uso de um torquímetro aferido, e sempre seguindo as orientações do fabricante. “Porém nos dias atuais não é só o torquímetro que deve ser utilizado para o torque dos parafusos, também temos o goniômetro, que é a ferramenta de torque angular que ajuda a reparação ser perfeita e sem sustos”, conclui o consultor técnico da Taranto.

4 em cada 10 turbos do mercado de reposição são falsificados; saiba como não ser enganado

Gustavo de Sá, de Itatiba (SP)

Quatro em cada dez turbos vendidos no mercado de reposição brasileiro são falsificados. Surpreendente, a informação é de pesquisa realizada no País pela BorgWarner, fabricante de turbocompressores e outros componentes automotivos com sede em Auburn Hills, nos Estados Unidos. O dado alarmante foi revelado pelo diretor da divisão de Aftermarket da BorgWarner na América do Sul, Nelson Bastos Junior, durante visita da imprensa especializada à unidade fabril da empresa em Itatiba/SP na última semana.

Para combater o mercado irregular, a empresa aposta na disseminação de informação. “A média de consumo de um veículo com turbocompressor falsificado pode ser de 4% a 8% maior”, conta Bastos. Para um caminhão que rode a média de 150 mil quilômetros por ano, serão gastos cerca de R$ 90 mil a mais em combustível, de acordo com estimativa da fábrica.


Mercado de remanufaturados cresce
A empresa aposta no segmento de remanufaturados para absorver parte da demanda de quem procura componentes com custo abaixo de uma peça nova. Só podem ser considerados remanufaturados os produtos onde o processo é realizado dentro das instalações do fabricante original. Na fábrica de Itatiba, a BorgWarner recupera cerca de 30 mil turbos usados por ano. A expectativa para 2018 é de crescimento na casa dos 20%.

No processo de remanufatura o produto é completamente desmontado e todos os componentes passam por testes individuais de qualidade, sendo reaproveitados os itens que não apresentam desgastes ou defeitos decorrentes de seu uso intensivo. Depois de montado, o turbo é novamente testado, aprovado e garantido pela fábrica. O preço de compra de um remanufaturado é cerca de 30% menor em relação à peça original nova.

“Os remanufaturados têm o mesmo tempo de vida útil e de garantia de um turbocompressor novo, mas com menor custo por quilômetro na comparação com uma peça recondicionada ou reparada fora da fábrica”, explica Bastos.

Cuidado com os piratas
Para não comprar gato por lebre, o consumidor deve atentar-se a alguns sinais de falsificação. Uma delas é a embalagem do produto. “Todo componente remanufaturado pela fábrica vem em embalagem de papelão, lacrada e com código de barras, igual a um produto novo”, conta Nelson.
O comprador deve atentar-se ainda ao código de identificação que consta na nota fiscal e no próprio produto. A peças da linha REMAN da Borg Warner vêm com um QR Code, onde o proprietário pode verificar (por meio da internet) a origem do componente.

Ainda assim, as peças falsificadas podem ter aparência externa muito similar às originais (embora utilizem materiais de baixo custo no interior), dificultando a diferenciação por parte do cliente. Por isso, o ideal é verificar também a procedência do produto e adquirir peças somente em distribuidores oficiais da fábrica.

Alta Roda | Ser dono ou só usar?

Por Fernando Calmon*


Soluções alternativas à propriedade de um automóvel para uso cotidiano e mesmo para viagens continuam a despertar interesse em vários países. Há opções que variam de aplicativos de caronas pagas, ao compartilhamento de um mesmo veículo, aluguéis temporários (por horas até) e convencionais, caronas entre conhecidos e outras possibilidades criativas.

Tudo isso, porém, ainda apresenta graus de aceitação diferentes em várias partes do mundo. Por esse motivo uma das maiores companhias de pesquisa de mercado automobilístico, a americana J.D. Power, decidiu avaliar como os chineses encaram essa possibilidade de abrir mão da propriedade de seu meio de transporte individual.



Antes é necessário saber que a relação de 200 veículos por 1.000 habitantes na China é muita baixa frente aos 800 dos EUA e principais países da União Europeia (Brasil também está na faixa de 200). No entanto, em números absolutos, os 25 milhões de veículos vendidos por ano na China tornam o país mais populoso do mundo um mercado extremamente atraente. Os melhores anos nos EUA limitam-se a 17 milhões de unidades e com tendência de acomodação. Já a China continuará a fabricar ainda mais veículos – de 5% a 6% de crescimento a cada ano – sem se vislumbrar ainda quando esse ritmo pode começar a cair.

Apesar de os americanos terem apresentado e desenvolvido os aplicativos de carona, nascidos da ideia da Uber, a pesquisas apontam que 69% dos motoristas ainda preferem manter a propriedade. No Brasil, essa proporção deve ser maior pela baixa densidade da frota frente ao número de habitantes. A China, por sua vez, surpreendeu os pesquisadores.

De acordo com o relatório de satisfação dos consumidores sobre soluções de mobilidade, publicado agora em 28 de novembro, 19% dos chineses se declaram “muito desejosos” e 51% “levemente desejosos” de abrir mão de possuir um carro em seu nome, se opções alternativas estivessem disponíveis.
A empresa de pesquisa atribui esse resultado à expansão sem precedentes dos serviços de carona pago, aliado a um sistema robusto de internet móvel e a meios de pagamento facilitados. Nem mesmo a Uber aguentou o tranco da concorrência com a companhia local Didi Chuxing, da qual foi sócia, e depois se retirou do país. A Didi levou ao surgimento de rivais, porém nenhum a ameaça de perto.

Consumidores chineses apreciam em particular a possibilidade de fazer reserva do carro em serviço, flexibilidade e conveniência, embora destaquem preocupações com a privacidade. O mais surpreendente é o fato de o país ter começado a se motorizar tardiamente, o que em teoria deveria despertar desejo maior de exercer a propriedade do bem.

No entanto, é preciso lembrar de um pormenor: em grandes cidades o governo chinês controla o mercado ao cobrar taxas elevadas pelo direito de ter uma placa de licenciamento. Isso ocorre em razão da poluição causada não apenas por veículos, mas principalmente por usinas termoelétricas a carvão.

Apesar de o relatório apresentar essa surpresa, continua de alguma forma indefinido como os consumidores do resto do mundo farão suas escolhas definitivas: propriedade, pagar pelo uso ou as duas formas.

RODA VIVA
RUMORES confirmaram-se. Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente do Grupo CAOA, disse à Coluna que por trás da criação de uma marca 100% brasileira está produção própria de um carro elétrico até 2021/22. Projeto tocado em conjunto com a consultoria alemã Edag e reservado para Anápolis (GO). Quanto à CAOA Chery, estuda inéditos sete anos de garantia.

FORD agregou valor ao Fiesta 2018: sete airbags, reforços estruturais na carroceria, retoques visuais em grade e para-choque dianteiro, câmera de ré de alta definição e última versão multimídia. Motor turbo (1 litro) agora está apenas na versão intermediária. Preços: R$ 56.690 a 71.190. Só Europa recebeu nova geração. EUA, Brasil, China e Índia continuam com a atual.

LIBERADAS fotos do sedã compacto anabolizado Fiat Cronos, previsto para chegar ao mercado na Argentina (onde será produzido) e no Brasil, em março próximo. Estilo bem atraente e parte frontal marcantemente diferenciada em relação ao hatch Argo, do qual deriva, apesar de a fábrica tratar como plataforma diferente. Espaço interno é praticamente igual nos dois modelos.

SUV que marca presença nas ruas, de linhas elegantes e sem penduricalhos é o Peugeot 3008. Dispõe de trem de força saudável, sem dispensar interior criativo e acabamento diferenciado ao utilizar apliques de tecido. Volante de diâmetro reduzido traz prazer ao dirigir. Pormenor dispensável: ponteiro do conta-giros movimenta-se em sentido anti-horário.

JAGUAR E-Pace também está no programa de vendas antecipadas que várias marcas buscam explorar no mercado brasileiro. Encomendas aceitas agora e entregas em abril de 2018, por preços entre R$ 222.300 e 278.080. Motores de 249 cv e 300 cv. O primeiro SUV médio da marca inglesa estreia ainda câmbio automático ZF de nove marchas igual aos Land Rover.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

ZF fornece itens de segurança para o novo Volkswagen Polo



A ZF é a fornecedora de itens de segurança e dirigibilidade para o Novo Volkswagen Polo, lançado em setembro. Ao todo, são oito componentes, e entre eles estão amortecedores, mecanismo de direção, sistema de direção com assistência elétrica, freios a disco traseiros, airbags laterais e outros itens que asseguram conforto e segurança para o motorista e ocupantes.

O freio a disco traseiro, conjunto servo-freio e cilindro-mestre, assim como o mecanismo de direção e o sistema de direção com assistência elétrica são produzidas na fábrica da ZF de Limeira, no Interior de São Paulo, enquanto as demais peças são fabricadas em filiais do Grupo ZF no México, Polônia e Eslováquia.

De Carro Por Aí | Fiat Cronos ou VW Virtus. Quem levará nos sedãs compactos?

Por Roberto Nasser


Ambos estão em pré apresentação à imprensa, co-optando divulgação graciosa por jornalistas e blogueiros, preparando clima para disponibilização de vendas ao início do ano. O Virtus já iniciou produção, e o Cronos ainda não definiu data de lançamento, programada para janeiro ou fevereiro.
São semelhantes em dimensões – embora o VW tenha quase 10 cm de distância entre eixos superior ao Fiat -; diferem-se por proposta e motorização; mas tem o mesmo foco: miram nos líderes. VW foca em Chevrolet Chevrolet Cobalt e o Hyundai HBS. O VW utilizará o motor 1,0 tri cilíndrico, com injeção direta e turbo, enquanto no Cronos inicialmente haverão o 1,3 de quatro cilindros com transmissão automatizada Dualogic, e 1,8 automática – fim do próximo ano, o motor 1,4 Turbo!

O Cronos quer, majoritariamente, os compradores de Chevolet Prisma e Honda City com a versão de menor preço, a 1,3 Drive. A versão superior Precision quer concorrer com o mesmo objetivo do Virtus, o Chevrolet Cobalt e o sedã Hyundai. Cronos foi desenhado no Brasil pela equipe liderada por Peter Fasbender, pai do conceito do Toro e do Mobi, tem invejável traço estético, conseguindo ser um sedã com morfologia própria, banindo o conceito de ser um hatch com um prolongamento caudal.

A construção emprega a plataforma até a Coluna B, batente da porta dianteira, e daí para trás se modifica com a insersão de um novo pedaço para caracterizar o sedã compacto. Frente recebeu outros elementos para distanciá-lo do Argo. A linha traseira do teto, o recorde das portas traseiras exudam a idéia de elegância.

No automóvel o porta malas se destaca por enorme capacidade, acima de 500 litros, entretanto não utiliza mola a gás ou articulação pantográfica para facilitar o uso.

Preços do Cronos imaginados entre R$ 55 mil e R$ 70 mil.

Pontualmente não serão concorrentes, pois apostando em segmentos diversos, apesar de projetadamente ter versões disputando os mesmos clientes. O VW Virtus será mais um no leque de produtos da VW, querendo pegar carona na identificação do Polo como Mini Golf, com vendas projetadamente inferiores ao Cronos, cuja postura mercadológica é diferente: ele deve ser alavanca auxiliar para implementar vendas da Fiat. Espera-se que a companhia enfatize sua maior qualidade, que não são as linhas, mas a qualidade construtiva. A empresa não conseguiu mostrar isto com o Argos.

Fiat Cronos


Ssangyong – que nome … – de volta em 2018 (foto divulgação)


Ssangyong voltará em 2018
Ao aguardo das novas regras para importação – alterando o mercado -, Venko, nova representante da marca sul coreana Ssangyong, apresentou produtos – vende-los-á em 2018, pós publicação. Corre para reativar concessionários sobreviventes e nomear outros, para chegar a 50 pontos de venda.
Marca já esteve no Brasil por duas vezes e passada crise na matriz, agora controlada pela indiana Mahindra, retorna ao país com novo importador – originalmente o primeiro representante da Chery. Demonstra o interesse no mercado, através da junção de capitais da controladora indiana Mahindra, pela Ssangyong – que nome … – e pela representante Venko.

Retorno com quatro produtos em diferentes segmentos:
SUV Compacto – Tivoli derivado XLV. Motores a gasolina, 2,2 litros, parcos em potencia, 128 cv, e torque de 16,3 m.kgf – Fiat consegue o mesmo torque no motor 1,6 EtorQ. Câmbio automático Aisin seis velocidades. Diferença entre os dois está no comprimento – o XLV tem mais 24 cm e daí o porta malas maior;

SUV – É o Korando, apresentador da marca ao Brasil. Estilo atualizado pela casa Pininfarina – no destroçar dos ateliês de construção dos grandes carrozziere, a Mahindra assumiu ¾ do capital. Motor diesel, 2,2 litros, 178 cv e 41 m.kgf de torque. Tração nas quatro rodas on demand – o Korando aplicará a tração em duas ou na totalidade de acordo com o necessário.

Picape – É o Action. Mecânica comum ao Korando, porém com comando de tração com reduzida 2×4, 4×4 e diferencial central pelo motorista. Baixa capacidade de carga: 681 kg – que medida curiosa … Não é monobloco como os picapes leves, mas emprega chassi com longarinas.
Preços projetados, pois desconhecida a carga tributária no atrapalhado projeto de regulação do setor, o Rota 2030. Tivoli – R$ 85 mil a 100 mil; XLV – R$ 5 mil adicionais; Korando – R$ 135 mil a 150 mil; Actyon Sports, R$ 120 mil a 135 mil.

Citroën pouco desvaloriza


Surpresa: usados Citroën crescem valorização
Levantamento da agência AutoInforme com 24 marcas e comportamento no mercado durante o primeiro ano de uso, indicou enorme ganho de valor de revenda pelos Citroën. Na aferição percebeu-se depreciação média de 12,4%, enorme diante dos números anteriores, na casa dos 18,1%. O enorme ganho, adequado aos proprietários, altera o conceito da marca.

Paulo Solti, vice-presidente para a América do Sul e diretor geral da Citroën do Brasil vê a conquista como resultado de investimentos na satisfação do cliente. Ano passado a marca envidou série de providências para valorização da marca embutidos no Compromisso Citroën: Revisão a R$ 1/dia, com intervalos de 10.000 km, com possibilidade de pagamento parcelado; Citroën Advisor, um canal de relacionamento franco para avaliar concessionárias, serviços e dividir opiniões; o Citroën Assistance XL, com reboque gratuito até o oitavo ano de vida do veículo; e o programa Novo de Novo Citroën, a recompra garantida do Citroën usado e facilidades para a troca por um zero km. O pacote de providências solidificou a imagem, a certeza do acolhimento do cliente pela marca, e a amplitude de proteção influenciou no valor de revenda. Hoje os Citroën estão pareados com as marcas com usados de menor desvalorização. A medida, tomada em um ano de uso, indica o C3, mais vendido da marca, com 11,3 % de desvalorização e o SUV Compacto Aircross com 12,5%.

A constatação numérica tem relevo especial quando de observa, quebra um paradigma, a de atrelar o valor de revenda ao país de origem da marca, pelo qual japoneses, coreanos e alemães tinham menor desvalorização. A Citroën inscreveu os franceses no rol dos bons investimentos.

Roda-a-Roda
Mais uma – Eurobike, com rede de revendas BMW e Porsche, nova representante da inglesa Mc Laren no Brasil. Produtora de esportivos desenvolvidos com know how da Fórmula 1, tenta há alguns anos encontrar importador. O tri campeão Nelson Piquet foi sondado e declinou – mas comprou uma unidade. Importação pós nova legislação, em 2018.

Recorde – Recém surgida no mercado, sucesso de vendas, norte-americana Tesla, produtora de veículos elétricos, anuncia recorde mundial para 2020: esportivo de produção industrial apto a acelerar de 0 a 100 km/h abaixo de 2s!

Painel – É o mais ágil já construído. Para noção, o Bugatti Chiron, do alto de seu motor 16 cilindros em W, 8,0 litros toma 2,5s para a mesma proeza.

Tem mais – Surpreendeu-se? Vem aí o caminhão Tesla. Vazio irá de 0 a 100 km/h em 5s; com 36 t de carga, 20s. Atração maior, carregado será capaz de manter 105 km/h numa subida de 5 graus – caminhões do mesmo porte, a diesel, andam a 70 km/h. Resultado, media horária maior, menos tempo em viagens. Autonomia 800 km.

Questão – Não havendo almoço grátis, recarga exige consumo de energia igual ao consumo de 4.000 casas.

Caminhão elétrico Tesla


Na frente – Ford anunciou mudança na linha Fiesta. Não é a sétima geração, mas trato na anterior. Chama-o, com pouca criatividade, New Fiesta 2018, e marca-se pela mudança na grade frontal, cuja cor, preta ou cromada indicam a versão de conteúdo. Para choques mudaram.

Freio – Freou investimentos, inalterando o grupo óptico, mas incluiu barras anti intrusão nas portas e reforço estrutural no teto. Aparentemente depois dos maus resultados do Ka nas provas de impacto do LatinNCAP, iniciou corrigir economia construtiva. Tempos atuais exigiram levar a tela de 19 cm à versão SEL, com sistema Mirror Screen. Versão de topo, Titanium, agrega câmera de ré.

Mecânica – Motores mais potentes na categoria, poli cilíndricos, em alumínio, transversais, 1,6 litro, 125/8 cv, e 1,0 litro, Ecoboost – turbo -, 125 cv e densos 200 Nm de torque – medida encontrável nos motores 2,0 aspirados. Transmissões mecânicas cinco velocidades ou automática e polêmica Powershift, com seis.

Quanto – Leque abre em R$ 56.690 versão de entrada, e vai a R$ 75.190 para a de Topo, Titanium 1,6 Plus, transmissão automática, bancos revestidos em couro, sete bolsas de ar, sensores de chuva e crepúsculo.

E, – Adicional de custo pelo turbo eliminou versão Titanium e motor Ecoboost.

New Fiesta


Novo – Início de janeiro Honda apresentará novidades estéticas no sedã compacto City.

Valor – Surpresa, a Citroën foi a marca de maior ganho no valor de revenda
Eleição – Jornal do Carro, do Estado de S Paulo, fez pesquisa entre 1500 motoristas e elegeu a Mercedes-Benz como a marca mais lembrada. Também vitoriou em iniciativas da AutoData e TranspoData.

Definição – Assumida pela Marcopolo, também fabricante de carrocerias para ônibus, Neobus definiu estratégia: aplicou-se aos micro-ônibus. Até outubro montou 639 unidades, contra 413 em 2016, 64,4% de crescimento. Dedica-se, também, aos urbanos Mega; micros Thunder e rodoviários N10.

Ambição – Rinaldi, produtora gaúcha de pneus e câmaras de ar reforçadas para motos com aplicação off-road, iniciou exportar ao atrativo mercado norte-americano. USAMX, a importadora, foi responsável por abrir o mercado mexicano à Rinaldi, quer repetir o feito nos EUA, a partir da Flórida

Gente – Carlos Gomes, português, presidente Brasil America Latina, membro do board do Groupe PSA, eleição. OOOO Personalidade do Ano no Prêmio AutoData 2017. OOOO Segunda vez. OOOO Antonio Megale, Anfavea; Besaliel Botelho, Bosch; Roberto Cortes, da MAN, também. OOOO Silvio Campos, engenheiro mecânico, mestre em economia, progressão. OOOO Marketing do produto na Case IH, de tratores. OOOO

NGK recebe pela 5ª vez consecutiva prêmio da GM



A multinacional japonesa, NGK, especialista em sistema de ignição, foi homenageada por receber prêmio de qualidade, pela 5ª vez consecutiva em cinco anos de Supplier Quality Excellence Award, premiação realizada pela General Motors.

Neste ano, a premiação destacou 69 fornecedores do Brasil e da Argentina, que apresentaram os índices GM de qualidade e desempenho ao longo de 2016.

A NGK está presente na maioria dos veículos fabricados pela GM. Dentre os produtos fornecidos para a montadora estão velas e cabos de ignição e sensores de oxigênio e de detonação.

De acordo com o diretor de vendas OEM da NGK do Brasil, Célio Takata, o reconhecimento demonstra o comprometimento da empresa com a qualidade dos seus produtos e serviços. “Faz parte da cultura da NGK o contínuo comprometimento com a qualidade. Conseguir atingir esse nível de excelência por cinco anos consecutivos mostra que estamos no caminho certo e nos dá ainda mais determinação para seguirmos trabalhando em alto nível junto aos nossos clientes”.

Toyota do Brasil premia consultores e técnicos na 23ª edição do Skill Contest


A Toyota do Brasil premiou seus melhores consultores de serviços e técnicos automotivos durante a 23ª edição do Skill Contest, Concurso Nacional de Habilidades Técnicas, promovido anualmente pela fabricante no País. O evento ocorreu no Campus do Centro Universitário FEI (Fundação Educacional Inaciana), em São Bernardo do Campo/SP.

Este ano, a primeira fase do processo seletivo, iniciada em maio, teve mais de 1.600 inscritos entre técnicos automotivos e consultores de serviço. Este total representa quase 70% de toda a rede de concessionárias da Toyota em território nacional.

A avaliação final contou com um júri composto por instrutores técnicos da Toyota, que acompanharam e avaliaram o desempenho dos finalistas em simulações de desafios reais enfrentados diariamente no atendimento ao cliente. Para se chegar à escolha dos melhores, os jurados consideraram a resolução dos casos, bem como as ferramentas, técnicas utilizadas e o tempo para o encaminhamento da solução e finalização do atendimento.

Vencedores
Os três melhores consultores de serviços foram:
1- Consultora Marley Lima Azambuja Ferreira– Orion veículos – Várzea Grande (MT)
2- Consultor Maycon Serafim – Santa Emília – Ribeirão Preto (SP)
3- Consultor Luan Oliveira Reis – Newland – Teresina (PI)

Os melhores técnicos automotivos foram:
1- Técnico Robert Wagner Kojima – Rodobens Raja – Belo Horizonte (MG)
2- Técnico Diego Lameu Bastos – Viviani Motors – Araçatuba (SP)
3- Técnico Cassiano Alex Berbel – Mirai Motors – Marília (SP)

Os melhores de cada categoria ganharam uma viagem de uma semana ao Japão. Na ocasião, participarão de um evento organizado pela Toyota Motor Corporation, juntamente com os melhores consultores e técnicos de todas as afiliadas da empresa no mundo. Todos os cinco finalistas de cada categoria receberam como prêmio uma caixa de som Bluetooth® da JBL.

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