
A Convenção Bosch Service 2018 reúne, pela primeira vez, credenciados do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Com a temática “Rota da Excelência”, 2.300 pessoas embarcaram em um cruzeiro pela costa brasileira, que teve início dia 25 de fevereiro. Além de conteúdos voltados aos negócios e ao networking, os participantes têm a oportunidade de desfrutar de todas as atividades a bordo do MSC Música.
O evento é direcionado aos credenciados das redes Bosch Car Service, Bosch Truck Service, Bosch Diesel Center e Bosch Centro de Direções e tem o objetivo de apresentar as tendências do setor, conceitos da rede, oferecer palestras técnicas e informações estratégicas de gestão. A convenção visa também intensificar o relacionamento e a troca de experiências entre a Bosch, seus parceiros e os profissionais do mercado de reparação automotiva, a fim de fortalecer o trabalho de todos na busca pela excelência de serviços e resultados em um mercado cada vez mais dinâmico, tecnológico e conectado.
Alta Roda | Doença Curável
Por Fernando Calmon*

Congestionamento de trânsito é algo que afeta, além da paciência dos motoristas, a qualidade de vida dos habitantes, a arquitetura das cidades e custa muito dinheiro para governos e população. Motores dos veículos sofrem e aumentam os gastos de manutenção. No Brasil começou a alterar hábitos de consumo, a exemplo da súbita ascensão do câmbio automático, antes restrito a modelos grandes. Agora, avançou muito em carros médios e até começou a crescer entre os compactos.
Se serve de consolo, o país mais congestionado do mundo é a Tailândia, seguida por Indonésia, Colômbia e Venezuela. O Brasil divide a quinta colocação com EUA e Rússia. Esse levantamento foi feito pela Inrix, empresa sediada em Washington, EUA, especializada na coleta e análise de dados de tráfego em cidades e estradas ao redor do mundo. O relatório sobre o ano de 2017, publicado recentemente, compilou dados de 1.360 cidades.
Para quem vive na maior cidade brasileira, São Paulo parece ser a mais congestionada do globo. Mas não é. Esse “troféu” fica com Los Angeles, seguida por Nova York e Moscou (empatadas). Aí sim, aparece a capital paulista, em quarto lugar, seguida por San Francisco, Bogotá, Londres, Atlanta, Paris e Miami (décima colocada).
A conta é bastante pesada nos EUA, país desenvolvido que mais sofre com o trânsito lento, segundo a revista Fortune. No ano passado, atingiu US$ 305 bilhões (R$ 980 bilhões), média de US$ 1.445 (R$ 4.600) por veículo. Grande parte do problema, no entanto, pode se resolver quando automóveis autônomos se inserirem na paisagem urbana.

Eles vão permitir melhor aproveitamento das vias ao gerenciar a distância de segurança entre os veículos, praticamente eliminar acidentes (inclusive atropelamentos) e manter velocidade mais constante possível para menor consumo de combustível e menos emissões. A companhia de telecomunicações francesa Orange prevê que frotas de carros sem motoristas diminuirão bastante a necessidade de estacionamentos, livrando espaço nas cidades para parques e árvores.
Outro estudo interessante foi feito pela KPMG, empresa de consultoria de âmbito mundial. Quais seriam, hoje, os 20 países mais preparados para a era dos veículos autônomos, mesmo sem ser possível saber quando realmente se tornarão relevantes? Cenário ideal, porém ainda mais difícil de prever, seria associação dessa tecnologia com veículos elétricos.
Ainda assim, conseguiu concluir o primeiro levantamento desse tipo já realizado. Considerou disposição da população em adotar o recurso, ambiente regulatório, atividades de pesquisa e desenvolvimento e também a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos.
O primeiro lugar ficou com a Holanda, seguido por Cingapura, EUA, Suécia, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Coreia do Sul, nas dez primeiras posições. Brasil aparece em 17º, à frente de Rússia, México e Índia.
Por aqui, os grandes problemas serão mesmo a infraestrutura de telecomunicação e da própria malha viária, pois regulamentação e tecnologias poderiam vir do exterior. Até lá, é sofrer com os congestionamentos.
RODA VIVA
GENERAL MOTORS pretende tornar-se primeiro fabricante com produto idêntico para Brasil e Argentina. Ideia é reduzir custos ao produzir um veículo padronizado que dispense adaptações para um ou outro mercado, incluindo central de gerenciamento do motor. Produto será o Spin que receberá atualizações de estilo e interior, em maio próximo.
RENAULT iniciou a comemoração de seus 120 anos de existência com participação especial no maior salão europeu exclusivamente dedicado a automóveis antigos e clássicos, o Rétromobile, em Paris. Na exposição encerrada dia 12 último, exibiu 20 modelos de maior importância em sua história. Marca francesa criou o segmento de minivans com o Espace, em 1984.
TRÊS modelos compactos da Audi chegam ao Brasil como automóveis mais potentes do mundo no segmento: RS3 hatch e sedã (mesmo preço de R$ 329.900) e o cupê TT RS (R$ 424.990). São nada menos de 400 cv e 49 kgfm gerados de um 5-cilindros turbo, também único de ciclo Otto no mercado. 0 a 100 hm/h em 3,7 s. Quem guia, não quer mais largar.
ÓTIMO motor EcoBoost (1-litro, 3-cilindros, turbo) na versão intermediária do Fiesta foi decisão acertada da Ford. Ainda com câmbio automatizado de dupla embreagem, tem respostas vigorosas, nível de ruído/vibrações contido e consumo baixo. Faz até esquecer ser menos equipado. Na versão superior Titanium, mais recheada, motor de 1,6 litro, 4-cilindros, anda bem, porém gasta mais combustível. Assentos curtos dos bancos dianteiros, principal senão.
COMPRADORES de carro 0-km já sabem: despesas extras – impostos, serviços e taxas – são inevitáveis. Empresa americana de precificações, Kelley Blue Book instalada aqui faz pouco tempo, criou em seu site a ferramenta Chave-na-mão. A pesquisa gratuita inclui, além da faixa de preço de comercialização, todos os chamados penduricalhos para evitar surpresas.
____________________________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Nesta terça tem Mecânico Ao Vivo às 19h30!

Amanhã, dia 27 de fevereiro, teremos o programa O Mecânico Ao Vivo transmitido pela internet para falar sobre tendências e novos negócios na mecânica de automóveis com o supervisor comercial e de projetos especiais da Tecnomotor, Adriano A. Santos.
Não perca! 27 de fevereiro às 19h30 ao vivo pelo YouTube (www.youtube.com/user/OMecaniconline) e pelo Facebook (www.facebook.com/omecanico) da Revista O Mecânico!
Magneti Marelli lança velas de ignição para motocicletas

A Magneti Marelli Cofap Aftermarket, maior empresa do segmento de reposição automotiva no Brasil, aproveita o reaquecimento do mercado de motocicletas para lançar uma nova linha de produtos dedicada aos veículos de duas rodas: as velas de ignição Magneti Marelli. O catálogo de velas para motos da marca chega ao mercado com 22 códigos, que são suficientes para atender a mais de 95% da frota circulante nacional.
Disponíveis nas versões Resistiva e Standard, as velas de ignição são produzidas com as mais avançadas tecnologias disponíveis atualmente, para oferecer ao mercado um produto com alto padrão de qualidade e confiabilidade.
Além das novas velas de ignição, a empresa também oferece ao mercado de reposição destinado ao segmento de motocicletas diversas outras linhas de produtos: baterias, bombas de combustível, filtros, lâmpadas, bielas e kits de motor Magneti Marelli; amortecedores, tubos internos e kits relação Cofap.
Todas as linhas de produtos com as marcas Cofap e Magneti Marelli podem ser encontradas em todo o território nacional. Mais informações em www.mmcofap.com.br.
Loja Virtual do Grupo Universal conquista o mercado de reposição

Comprar pela internet é muito simples e há um ano o Grupo Universal/Univel revolucionou o mercado junto aos seus clientes proporcionando um novo comportamento de compras B2B. Através da Loja Virtual qualquer pessoa jurídica do mercado de reposição automotiva pode comprar. É uma ferramenta simples e facilitadora para quem precisa atender seus clientes com maior rapidez.
É possível consultar o portfólio de produtos de reposição automotiva da América Latina com mais de 22.000 itens, comprar, acompanhar os pedidos e abastecer o estoque sempre que necessário. Além disso, os preços são os mesmos negociados com os agentes comerciais que o atendem no presencial. O site divulga os lançamentos de novos veículos e produtos exclusivos.
YPF apresenta novo CEO

A total reestruturação interna da empresa de lubrificantes, reavaliação dos canais de vendas, aquisição de planta própria em 2015, reposicionamento da marca e investimentos em marketing e comunicação consolidaram o modelo de negócio e lançaram o alicerce para metas mais ambiciosas em 2018.
Com isso, Pablo Luchetta, anteriormente gerente de vendas da empresa, assume a direção da YPF Brasil no lugar de Ramiro Ferrari, que retorna à matriz argentina com a missão de desenvolver os negócios internacionais da empresa, que deseja ampliar sua presença fora do país.
Pablo iniciou sua carreira na YPF Brasil em 2012 como gerente financeiro. Em 2014 passou a responder pelo departamento de vendas, sendo um dos principais responsáveis pela reestruturação dos canais de venda e consequente do aumento de volume.
Pablo é engenheiro industrial, especialista em economia do petróleo, gestão empresarial e tem MBA em marketing. Sua missão será a de prosseguir a segunda fase dos planos de expansão dos negócios da YPF Brasil com aumento de volume e marketing share.
De Carro Por Aí | Fiat Cronos quer ser o melhor
Por Roberto Nasser*

Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Ditado popular antigo explica o surgimento do Cronos, novo sedã três volumes Fiat inspirado no hatch Argo. Mandão é o mercado, onde automóveis deste tipo representam 22% das vendas, e juízo é boa explicação para a marca, sempre identificada com veículos de pequeno porte, dizer presente e aspirar vendas para se re aproximar da liderança perdida após 13 anos.
Visualmente cumpre a mandatória função de mostrar-se desdobramento do Argo, encerrando um ciclo de novidades: Fiats Toro, Mobi, Argo. Executa a missão com brilho, exudando não ser um hatch com aposição de porta-malas, mas desenho exclusivo e bem resolvido, com caráter e personalidade. Como detalhe, para aumentar conforto interno não esticou a plataforma, mas Claudio Demaria, tipo engenheiro-chefe, disse à apresentação do produto ter optado pela gestão do espaço interno. De fato, há maior habitabilidade e espaço para 525 litros no porta-malas comparativamente aos produtos com os quais disputará vendas, o GM Prisma e o Hyundai HB 20S, projetos envelhecidos.
Cuidado no desenho e seus detalhes; interior com bom conteúdo de itens de conforto e eletrônicos, agregação de itens de segurança como controle de tração, estabilidade, trava para subidas, sensores de chuva, crepuscular e ofuscamento. Sensor de pressão em todas as versões e multimídia Uconnect em quatro das cinco versões.
Duas opções de motorização, quatro cilindros frontal transversal, 1,3 litro, 109 cv e 1,8 litro, três de câmbio: mecânico 5 velocidades; GSR = Dualogic, automatizado; automático Aisin, 6 velocidades.
Construtivamente o Cronos pesa pouco mais ante o Argo por conta do uso de 70% em aços especiais, mais leves e resistentes. Mesmo percentual é de peças específicas, e óbvios 30% são comuns. A personalização do carro como sedã exibiu novas calibragens de suspensão e direção, incluindo aumento de bitola, e novos faróis obtém 60% mais luz relativamente a Prisma e HB20.
Quanto
Empresa desenvolveu 5 variáveis: abrindo o leque no Cronos 1,3, mais simples; indo até o 1,8 Precision com transmissão automática, revestimento em couro.
Preços de lançamento
Cronos 1.3 – 53.990
Cronos Drive 1.3 – 55.990
Cronos Drive 1.3 GSR – 60.990
Cronos Precision 1.8 – 62.990
Cronos Precision 1.8 AT6 – 69.990
Divido com os leitores o acerto na previsão de preços – Coluna 0718, valores entre as versões Drive 1,3 e Precision 1,8 automática ficariam entre R$ 50 mil e R$ 70 mil. Como o são.
Ao vivo
Andei no Rio de Janeiro, avenidas costeiras, aterro do Flamengo, ruas do Jóquei, Jardim Botânico, Leblon. Uns 50 quilômetros. Carro de conjuntos acertados, freios de bom dimensionamento e calibração; direção bem ajustada; grande harmonia entre as relações de câmbio-motor-uso; extremamente silencioso, como se fos
se de categoria superior, e construtivamente o é, apesar de, curiosamente, Fiat tratar do assunto ganho de qualidade com inexplicável reserva.
O navegador de bordo não conversou com meu I Phone para ligar o guia Waze, e é ausente um porta celular como item de série. No comportamento, excepcional vedação de som, caracteriza o projeto como o de melhor conforto.

Ford deixará o Brasil?
Questão permeia assessorias especializadas em indústria automobilística e empresas aconselhadoras de investimentos: o que acontece e acontecerá com a Ford? Avaliação sinaliza sobrevivência por cortes gerais de custos e investimentos, em especial nos mercados periféricos, como a América Latina. Em tais praças, menor variedade em produtos, vendas, lucros, redução da rede de revendedores, desinteressada pela redução da oferta de produtos.
No Continente medidas de varejo, a falta de investimento em novos produtos impedirá substituir a linha Focus na Argentina, mantendo a modelia atual em produção, importando o modelo novo para Argentina e Brasil. Mesmo caminho, a não modernização do picape Ranger. Do México, outra subtração: por pressão do Presidente Trump, empresa drenará a produção, incluindo acabar com o Fusion – interrompendo exportação ao Brasil. Dado relevante, não há investimentos previstos para renovação de produtos.
No Brasil a empresa aposta nos produtos e versões sobre Fiesta e Ka, mas segundo fonte Ford, em 2019 condensa-los-á num apenas, caminho mundial determinado pela matriz. O substituto deve ser produzido na fábrica de Camaçari, Bahia.
Tal ocorrência tornaria ociosa e improdutiva a pioneira instalação de São Bernardo do Campo, SP, havida à Willys-Overland em 1967. Lá atualmente se processa inusitada simbiose industrial na montagem de Fiesta e caminhões Cargo. Mesclar produção de carros e caminhões, mesma fonte garante ser o primeiro passo para minguar a operação com os veículos pesados. Próximo será perder a independência como divisão, em indústria, marketing e comércio, resumindo-se a ser apenas braço da operação automóveis.
Válido o raciocínio, espelhará a continuidade do corte de empregos. Ano passado a empresa surpreendeu ao cortar 1.000 postos de trabalho na área administrativa.
Nada pessoal
Não se trata de preconceito para operações abaixo do Equador, mas reflexo da posição corajosa adotada pela matriz, colocando a condução executiva em mãos exógenas ao setor, porém conhecidas como cortadoras de custos. A empresa tenta sobreviver à crise mundial da indústria automobilística, pressionada por custos, pela não expansão de mercados, pelos hábitos dos novos consumidores, pelos torniquetes oficiais quanto a consumo, emissões e segurança, e a tendência mundial de sobrevivência praticando economia sobre elevada escala de produção, através de fusões, junções, alianças, como fizeram mais recentemente PSA absorvendo à GM as operações Vauxhall e Opel, na Inglaterra e Alemanha; Renault-Nissan+Mitsubishi; FCA somando italianos e Chrysler.
Nos EUA acionistas se preocupam com a relação entre patrimônio e dívidas; desvalorização das ações; prejuízos operacionais – como o mau passo com os picapes F 150 com agregação de muito alumínio na carroceria e cabine. E se preocupam com operações no vermelho do prejuízo: na América Latina empresa tem perdido mais de US$ 1B/ano. Prejuízo da operação brasileira é em torno de dois milhões de dólares/dia.
Há dois meses a agência econômica JP Morgan comunicou aos clientes análise da Ford em se retirar da operação América Latina, ante cobrança de acionistas e do próprio presidente mundial Jim Hackett quanto ao enorme prejuízo acumulado nos últimos anos. A Ford repetiria ação encetada na Austrália, retirando-se como indústria, tornando-se importadora.
Como fica ?
Consultada, Ford Brasil por seu vice presidente Rogélio Golfarb negou, creditando as informações a especulação da imprensa, garantindo a continuidade industrial nas velhas usinas da Argentina e de São Bernardo. Entretanto, questionado, o executivo não calçou as afirmativas indicando os veículos a substituir os atuais teoricamente em descenso e, sobre investimentos, disse ser a não divulgação uma estratégia da empresa…
Futuro
Não deverá sair do país, mas adotadas as medidas especuladas, encolherá substancialmente, deixando de ser a referência como quarto lugar em participação no mercado, para ocupar posto distante. Jornalista Vicente Alessi, filho, editor das publicações AutoData, experiente e bem informado, tem visão positiva: A Ford pode estar antevendo o mercado e se preparando para dar uma volta e liderar a mudança. Tal evento seria o se preparar para a grande alteração de cenário para o uso dos automóveis, sua morfologia e construção. A Ford estaria se adequando para nova geração de produtos elétricos ou híbridos, e poderia sediar tal produção em São Bernardo ou na Argentina – afinal, se Focus e Ranger não serão substituídos, óbvio estar determinado seu fim, e a ociosidade para as instalações argentinas.
Aparentemente isto está há tempos no radar da matriz, pois a Ford Brasil não tem investimentos desde 2015.
Em cima da hora
Ford é, como Fiat, BMW e Suzuki, empresa controlada pela família fundadora. E destes acionistas majoritários teria partido a decisão acatada pela diretoria e assinada por Jim Hackett, CEO. Em nota surpreendente, demite sem informar razões, Raj Nair, 31 anos na companhia e seu presidente da marca nos EUA. Fontes em Detroit e consultor norte-americano especializado em indústrias, pessoas e gabinetes optam por vertente comum: em encontro com acionistas e representantes, um deles, motivado pelos resultados econômicos da companhia, teria perguntado o óbvio ao então presidente: qual o futuro da Ford? E o executivo teria respondido também desejar saber, deixando no ar a conclusão das incertezas.
Os próximos dias serão febricitantes para a companhia responder à questão do acionista, e a sobrevivência na América do Sul, importante para os envolvidos nestas operações regionais, parece distante questão secundária ante a magnitude do problema. (RN)

Roda-a-Roda
Fim – Porsche suspendeu aplicar motores diesel em seus utilitários esportivos. Justificou de forma prosaica, depois dos problemas com emissões acima do limite legal, causando o processo conhecido como Dieselgate.
De costas – Declarou: Diesel é assunto secundário na Porsche. Porsche não desenvolve ou constrói motores diesel. Comercialmente a demanda por diesel vem caindo, ao contrario da procura por híbridos ou gasolina. Os diesel eram fornecidos pela controladora Volkswagen e o opcional durou 8 anos.
Salão – Volkswagen dará um choque nos jornalistas convidados à sua VW Night, véspera da abertura do Salão de Genebra, 8 a 18 de março: mostrará o I.D.Vizzion, carro conceito elétrico do tipo bonito e prático; premium e automatizado. Quebrará paradigmas. E anunciará produzir 20 veículos inteiramente elétricos até 2025.
CUV – Ford tentou inovar na classificação morfológica da nova versão com ares de atrevimento do Ka FreeStyle, rotulando-o CUV – Compact Utility Vehicle.
Coluna – Coluna 0518 apontou a abreviatura de sonoridade ruim, geradora de óbvia saia justa e desconforto no trato do tema entre as executivas envolvidas com o produto.
CUV de fora – Coluna tocou no assunto e a Companhia desincentivou o uso do impronunciável CUV, e o Ka FreeStyle é agora tratado como utilitário compacto.
Tradição – Ford não é muito boa para escolha de nomes no Brasil. Batizou as transmissões com dupla embreagem de Power Shift. Tal a quantidade de problemas, antes de retirá-la de produção – o processo se arrasta – viu-a apelidada pelo escatológico Power Shit….
Tradução – Há pouco a companhia mudou seu slogan, passando a Ford go Further, algo do tipo Ford vai mais longe, como a Argentina traduziu. Aqui manteve-se o original com tropeço de pronúncia gerando entendimento diverso.
Programa – Ministro Marcos Jorge Lima, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços declarou, Decreto institucionalizando o projeto Rota 2030 será assinado pelo Presidente da República até o final do mês.
Sinal – O 2030 determina normas para indústria de veículos e auto peças, criando degraus de redução de imposto contra ganhos tecnológicos. Plotará, também, o futuro dos carros híbridos e elétricos e sua imposição tributária.
Consórcio – Modalidade de auto financiamento ganhou espaço no mercado no ultimo mês. Panorama da venda de veículos leves O Km indicou expansão de 2,7%; e valor médio ascendeu 4,8%. Nos consórcios cenário melhor, expandindo 7% e com o tíquete médio crescendo 10%. Dados da Disal.
No campo – New Holland Agriculture fez acordo operacional com a produtora de vinhos E&J Gallo Winery, na Califórnia. Cliente testará trator especial para vinhedos com aparato permitindo uso autônomo, e de suas observações agronômicas desenvolverá versão final para venda.

Antigos – Demanda de proprietários de veículos antigos, óleo lubrificante com base mineral, adequados a motores com com projetos erados, apareceu no mercado. É o Total Moto 4 Cruise 20W-50.
Oba ! – Coluna indagou à Mobil se o lubrificante para motos seria aplicável a tais engenhos e recebeu confirmação. Um alento. Os antigos são desprezados no fornecimento de insumos para sua manutenção, como os óleos e em especial pneus.
Mineirice – Quase todos os estados do país isentam os veículos antigos do pagamento de IPVA. Conquista do Museu Nacional do Automóvel junto à Secretaria de Fazenda do DF, a lógica permeou – exceto para Minas e sua herança cartorária.
Solução – O AMA, clube mineiro, faz movimento com patrocínio do deputado estadual Duarte Bechir para conseguir isenção. Audiência 2ª feira, 14h30 na Assembleia Legislativa. Tens antigo ? Vá jogar o jogo democrático, fazer presença e pressão.
Gente – Raj Nair, engenheiro, 31 anos de Ford, presidente da empresa nos EUA, demitido. OOOO Causas opacas ditas como comportamento inaceitável. OOOO
Abílio: Turbos Chegando
Mercado: Indústria comemora resultados
Indústria comemora resultados
Venda de veículos novos apresenta crescimento no primeiro mês do ano. As exportações continuam em alta e auxiliam no aumento da produção
O ano de 2018 inicia com 181,3 mil veículos comercializados, o que representa alta de 23,1% sobre as 147,2 mil unidades alcançadas em 2017. Os dados foram divulgados dia 06/02 pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
A alta nas exportações continua, nos primeiros 31 dias do ano, saíram dos portos brasileiros 47 mil unidades, aumento de 23,6% na comparação com as 38,5 mil do mesmo período do ano passado. Ao comparar com dezembro, ocorreu queda de 23,1%.
A produção também cresceu neste início do ano com 216,8 mil unidades fabricadas, expansão de 24,6% sobre as 174,1 mil de janeiro de 2017. Na análise com dezembro a alta foi de 1,5% na comparação com as 213,7 mil unidades daquele mês.
Eletricidade: Esquema do arrefecimento da família Gol G4

Confira todo o esquema elétrico do sistema de arrefecimento com ar condicionado para VW Gol, Parati e Saveiro da Geração IV somente com motores TotalFlex
Em 2005, a VW lançou a quarta geração da linha Gol, com desenho externo mais limpo, em que se destacava o desenho em “V” na frente. Todas as versões do hatch já tinham motores bicombustível (Total Flex). Seu lançamento foi acompanhado mais tarde da nova geração da Parati, também com novos para-choques e traseira com lanternas e vidros maiores. Em 2006, todas as versões da perua passaram a ser equipadas com motor Total Flex e direção hidráulica de série. Na mesma época, surgiu a Saveiro de quarta geração. Nesta matéria você encontra o circuito elétrico do sistema de arrefecimento com ar-condicionado para os três modelos dessa família de automóveis, válido para as unidades produzidas a partir de julho de 2005 e equipadas com motor Total Flex.

SISTEMA DE ARREFECIMENTO COM AR CONDICIONADO (SOMENTE MOTORES TOTALFLEX – GERAÇÃO IV)

BATERIA, MOTOR DE PARTIDA, GERADOR (ALTERNADOR), REGULADOR DE TENSÃO
A – BATERIA
B – MOTOR DE PARTIDA
C – GERADOR (ALTERNADOR)
C1 – REGULADOR DE TENSÃO
K – INSTRUMENTO COMBINADO
T1AG – CONECTOR DE ENCAIXE, SIMPLES, NO MOTOR DE PARTIDA
T2BO – CONECTOR DE ENCAIXE, DUPLO, NO GERADOR (ALTERNADOR)
T2V – CONECTOR DE ENCAIXE, DUPLO, PRÓX. À BATERIA
T16C – CONECTOR DE ENCAIXE, 16 PÓLOS, (AMARELO) AO LADO DA PLACA DO RELÉS
T32A – CONECTOR DE ENCAIXE, 32 PÓLOS, NO INSTRUMENTO COMBINADO
1 – CABO-MASSA, BATERIA – CARROCERIA
49 – CONEXÃO À MASSA, PRÓXIMO À BATERIA
D26 – LIGAÇÃO POSITIVA (B+) NO CHICOTE DO ALTERNADOR
P1 – LIGAÇÃO POSITIVA (30) NO PORTA-FUSÍVEIS DA BATERIA
WS = BRANCO
SW = PRETO
RO = VERMELHO
BR = MARROM
GN = VERDE
BL = AZUL
GR = CINZA
LI = LILÁS
GE = AMARELO
OR = LARANJA

COMUTADOR DE IGNIÇÃO, LIGAÇÃO DE CABOS P/ TERMINAL 30
D – COMUTADOR DE IGNIÇÃO
E1 – INTERRUPTOR DAS LUZES
J59 – RELÉ ALIVIADOR P/ CONTATO X
J623 – UNIDADE DE CONTROLE DO MOTOR
SA5 – FUSÍVEL 5 DO PORTA-FUSÍVEIS A
SA23 – FUSÍVEL 23 DO PORTA-FUSÍVEIS A
T6A – CONECTOR DE ENCAIXE, SÊXTUPLO, NO RELÉ ALIVIADOR PARA CONTATO X
T7C – CONECTOR DE ENCAIXE, SÉTUPLO, NO COMUTADOR DE IGNIÇÃO
T16C – CONECTOR DE ENCAIXE, 16 PÓLOS, (AMARELO) AO LADO DA PLACA DO RELÉS
T16G – CONECTOR DE ENCAIXE, 16 PÓLOS, (VERMELHO) ATRÁS DO PORTA-LUVAS
T17A – CONECTOR DE ENCAIXE, 17 PÓLOS, NO INTERRUPTOR DAS LUZES
TV2 – LIGAÇÃO DE CABOS P/ TERMINAL 30
A2 – LIGAÇÃO POSITIVA (15) NO CHICOTE DO PAINEL DE INSTRUMENTOS
A40 – LIGAÇÃO POSITIVA 1 (30) NO CHICOTE DO PAINEL DE INSTRUMENTOS
A49 – LIGAÇÃO 1 NO CHICOTE DO PAINEL DE INSTRUMENTOS
A52 – LIGAÇÃO POSITIVA 2 (30) NO CHICOTE DO PAINEL DE INSTRUMENTOS
WS = BRANCO
SW = PRETO
RO = VERMELHO
BR = MARROM
GN = VERDE
BL = AZUL
GR = CINZA
LI = LILÁS
GE = AMARELO
OR = LARANJA

RELÉ DA 2A VEL. DO VENTILADOR DO RADIADOR, RELÉ P/ VENTILADOR DE AR NATURAL E VENTILADOR DO RADIADOR
J101 – RELÉ DA 2A VEL. DO VENTILADOR DO RADIADOR
J209 – RELÉ P/ VENTILADOR DE AR NATURAL E VENTILADOR DO RADIADOR
SA6 – FUSÍVEL 6 DO PORTA-FUSÍVEIS A
T9F – CONECTOR DE ENCAIXE, NÔNUPLO, NO RELÉ PARA VENTILADOR DE AR NATURAL E VENTILADOR DO RADIADOR
T9G – CONECTOR DE ENCAIXE, NÔNUPLO, NO RELÉ DA 2A VELOCIDADE DO VENTILADOR DO RADIADOR
T16E – CONECTOR DE ENCAIXE, 16 PÓLOS, (MARRON) AO LADO
DA PLACA DOS RELÉS
135 – LIGAÇÃO À MASSA 2 NO CHICOTE DO PAINEL
B135 – LIGAÇÃO AO POSITIVO 1 (30A) NO CHICOTE PRINCIPAL
WS = BRANCO
SW = PRETO
RO = VERMELHO
BR = MARROM
GN = VERDE
BL = AZUL
GR = CINZA
LI = LILÁS
GE = AMARELO
OR = LARANJA

INTERRUPTOR TÉRMICO DO VENTILADOR DO RADIADOR, VENTILADOR DIR. DO RADIADOR
F18 – INTERRUPTOR TÉRMICO DO VENTILADOR DO RADIADOR
L2 – LÂMPADA DE FILAMENTOS DUPLO P/ FAROL DIR. SELADO
R – RÁDIO
SA32 – FUSÍVEL 32 DO PORTA-FUSÍVEIS A
T3M – CONECTOR DE ENCAIXE, TRIPLO, VENTILADOR DIR. DO RADIADOR
T3N – CONECTOR DE ENCAIXE, TRIPLO, NO INTERRUPTOR TÉRMICO DO VENTILADOR DO RADIADOR
T3X – CONECTOR DE ENCAIXE, TRIPLO, NA LÂMPADA DE FILAMENTOS DUPLO PARA FAROL DIREITO SELADO
T8H – CONECTOR DE ENCAIXE, ÓCTUPLO, NO RÁDIO
T16E – CONECTOR DE ENCAIXE, 16 PÓLOS, (MARRON) AO LADO DA PLACA DOS RELÉS
V35 – VENTILADOR DIR. DO RADIADOR
44 – CONEXÃO À MASSA, NA REGIÃO INFERIOR DA COLUNA A ESQ.
108 – LIGAÇÃO À MASSA 2 NO CHICOTE DIANT. ESQ.
A166 – LIGAÇÃO (VELOCIDADE DO VENTILADOR) NO CHICOTE DO PAINEL DE INSTRUMENTOS
WS = BRANCO
SW = PRETO
RO = VERMELHO
BR = MARROM
GN = VERDE
BL = AZUL
GR = CINZA
LI = LILÁS
GE = AMARELO
OR = LARANJA