A Changan celebra a produção de 30 milhões de veículos em sua operação global. O marco, registrado na última terça-feira na China, reflete a escala, a velocidade de engenharia e a maturidade tecnológica da empresa que será um dos pilares da aliança CAOA Changan no Brasil. O modelo que simbolizou esse feito foi um Avatr 12.
Crescimento
A Changan levou 30 anos para alcançar seus primeiros 10 milhões de veículos, mais sete anos para chegar aos 20 milhões e apenas quatro para atingir os atuais 30 milhões. Esse avanço acelerado confirma o desenvolvimento proprietário de tecnologias-chave, plataformas eletrificadas, aplicações avançadas de IA automotiva e uma das maiores estruturas globais de P&D do setor.
A montadora possui mais de 2,3 milhões de veículos produzidos por ano, 20 mil engenheiros, centros de pesquisa na China, Japão, Reino Unido e EUA e presença industrial em mais de 12 bases de produção.
Empresa quer ampliar a participação de materiais renováveis na fabricação do componente
A Continental anunciou a expansão no uso de materiais renováveis e reciclados em sua linha de pneus, com a meta de elevar o índice atual de 26% para cerca de 40% nos próximos cinco anos.
Para alcançar essa meta, a empresa já anunciou o aumento do emprego de aço reciclado, o uso de fios de poliéster produzidos a partir de garrafas PET reaproveitadas e a aplicação da tecnologia de adesão “Cokoon” em toda a linha de produtos.
Uma das tecnologias que possibilita o aumento do uso de materiais recicláveis é a ContiRe.Tex, um processo que converte garrafas PET descartadas em fios de poliéster para a carcaça dos pneus. De acordo com a medida, cada pneu pode receber material equivalente a até 15 garrafas recicladas.
Outra tecnologia usada é “Cokoon”, um processo que permite a adesão entre materiais têxteis de reforço e compostos de borracha de forma mais sustentável, mantendo o desempenho e durabilidade do pneu.
Por fim, a Continental destacou também outras soluções que estão sendo introduzidas na fabricação de pneus, como borracha sintética produzida a partir de óleo de cozinha usado, resinas derivadas de resíduos biológicos e sílica obtida de cinzas de casca de arroz.
Ao longo de 2025, as previsões de um ano razoavelmente forte na comercialização de veículos leves e pesados foram se esvaziando, tanto nas avaliações da Anfavea quanto da Fenabrave. Não chegou a apontar uma surpresa, pois a economia aquecida sem a devida cautela levou à subida da inflação e dos juros. Estes continuam em patamares altos e só devem começar a recuar no primeiro trimestre de 2026.
Fato que novembro teve quatro dias úteis a menos que outubro. Contudo, nos 11 primeiros meses deste ano o acumulado nas vendas de automóveis, comerciais leves e pesados atingiu 2,410 milhões de unidades, alta de apenas de 1,4%. Veículos leves, especificamente, cresceram só um pouco mais, 1,8%. Quantos aos importados, o resultado foi um pouco melhor no acumulado do ano: 7,6%. Se comparado com outubro as vendas de veículos do exterior se retraíram 10%.
As previsões do começo de 2025 não se confirmaram. Agora em dezembro o ritmo pode se recuperar, mas sem salvar o ano. A Fenabrave se aproximou com maior precisão em termos de previsões por conseguir respostas imediatas das concessionárias afiliadas. Anfavea admitiu que o programa Carro Sustentável ajudou muito. De fato, houve um aumento de 14,5% dos modelos elegíveis.
Para Igor Calvet, presidente da Anfavea, a crise de fornecimento de chips já amainou e o Marco de Garantias que, um dia, pode levar a taxas de financiamentos menores, quase não avançou.
Pelo segundo mês consecutivo os veículos elétricos mostraram curva de vendas descendente. Há impressão de que já está perto do arrefecer o movimento natural dos early adopters, expressão em inglês para identificar consumidores abertos a adotar ou experimentar novas tecnologias ou produtos. A escalada deverá continuar, contudo o ritmo é difícil de prever. Mesmo fenômeno acontece no exterior. Na China, por exemplo, maior mercado do mundo para eletrificados, os híbridos plugáveis e elétricos de alcance estendido (alguns os identificam como híbridos em série, termo inadequado) têm avançado na preferência dos consumidores locais.
No mercado brasileiro, a repartição entre as diferentes possibilidades, no acumulado dos primeiros 11 meses do ano, é a seguinte: gasolina, 4,6%; elétrico, 3%; híbrido, 4,2%; híbrido plugável, 3,6%; diesel, 10%; flex, 74,6%.
Marcas da Stellantis terão mais híbridos em 2026
No total haverá 16 lançamentos sob a égide da Stellantis no próximo ano, particularmente importante para a Fiat. Além de comemorar meio século de produção em Betim (MG), a marca italiana terá um produto inteiramente novo, não revelado obviamente. As apostas concentram-se na versão nacional do Grande Panda, já à venda na Europa.
O conglomerado vai ampliar bastante a sua oferta de híbridos com seis veículos divididos entre as cinco marcas. A Leapmotor, sócia de origem chinesa da Stellantis, também terá produção nacional, contudo em menor escala, no regime SKD (semidesmontado) ou CKD (totalmente desmontado), a se anunciar em breve.
Segundo Herlander Zola, presidente da Stellantis América do Sul, o polo automobilístico de Goiana (PE) terá quatro novidades todos com o sistema híbrido básico/semi-híbrido (MHEV, na sigla em inglês). Porém, a produção dos modelos chineses só se iniciaria no final de 2026. Os outros dois MHEV estão reservados para Betim (MG) e Porto Real (RJ). O novo SUV compacto para a fábrica fluminense, o Avenger, deverá ser um híbrido básico.
O conglomerado franco-ítalo-americano também tem no radar a oferta de um híbrido pleno (como a Toyota já oferece). Todavia ainda não sinalizou em que modelo vai estrear, em qual de suas três fábricas brasileiras ou mesmo da Argentina, onde estão duas outras unidades fabris (Buenos Aires e Córdoba), nem o ano do lançamento.
Lamborghini Temerario: audacioso até no nome
Se você já ouviu falar que os automóveis modernos, especialmente os híbridos, estão ficando cada vez mais complexos, tem toda e absoluta razão. Um exemplo é o novo modelo superesporte da Lamborghini, o Temerario. Chega ao Brasil como sucessor do Huracán e entrega nada menos que 920 cv combinados entre 9.000 e 9.750 rpm e 74,5 kgf·m. Para acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,7 s e alcançar velocidade máxima de 343 km/h, o interessado deve desembolsar a partir de R$ 5,8 milhões, segundo o importador paulistano oficial Via Itália.
Seu estilo arrebatador vai desde a frente em acentuada cunha, faróis estreitos, DRL estilosas, rodas bem elaboradas em preto e até uma traseira que deixa visível parte das rodas quando vistas de trás. Aerofólio fixo é até discreto, assim como as saídas de escapamento. O carro da apresentação tinha pintura fosca. No interior, motorista se sente como piloto e manteve a tradição do seu icônico botão de partida, além da opção por bancos-concha.
Mais complexo é o trem de força: três motores elétricos com 150 cv cada, sendo que dois deles acionam o eixo dianteiro por demanda e garantem tração 4×4. Cada motor elétrico pesa apenas 15,5 kg. Diferentemente dos sistemas convencionais, a nova vetorização de torque atua nos freios apenas quando necessário para garantir um comportamento de condução mais natural e nível de desempenho ainda maior.
Durante as frenagens, o eixo dianteiro elétrico e o motor elétrico traseiro contribuem para a desaceleração. Além de reduzir o esforço sobre os freios, ajudam a recarregar a bateria.
Espaço interno aumentou e acomoda motorista e acompanhante de até dois metros de altura (chega em boa hora para as novas gerações). Oferece 13 experiências de condução e pela primeira um pacote de alívio de peso de até 25 kg.
Picape Triton mostra marcante evolução
O mercado está cada vez mais disputado neste segmento de picapes médias caras e grande variedade de marcas e modelos. Mitsubishi já tinha a L200, um produto respeitado, contudo sem alguns recursos que outras ofereciam, além de um desenho que pouco evoluiu ao longo dos anos.
A Triton 2026, lançada no começo do ano, mudou esse quadro. Carroceria chama atenção, em especial a versão topo de linha avaliada, Katana, que à primeira vista parece ter porte de picape grande.
Na realidade, suas dimensões são quase iguais à líder Hilux, inclusive altura e ângulo de entrada coincidentes. Comprimento, 5.360 mm; entre-eixos, 3.130 mm, largura, 1.930 mm; altura, 1.815 mm; ângulo de entrada, 29°; ângulo de saída, 23°; altura livre do solo, 222 mm.
Chassi e carroceria novos nesta sexta geração demonstram nítida evolução em relação à anterior, lançada em 2016. Motor Diesel, agora biturbo, de 2,4 L também ganhou potência e torque: 205 cv (mais 15 cv) e 47,9 kgf·m (mais 4 kgf·m). Câmbio automático, seis marchas.
Grade retangular avantajada, faróis bipartidos (LED), arco de proteção bem desenhado e lanternas traseiras volumosas (LED) chamam atenção. A cor preta no lugar de cromados tradicionais também ajuda no visual desta versão topo de linha. No interior, materiais são de boa qualidade, mas multimídia tem tela de apenas 9 pol. embora com espelhamento sem fio e GPS. Há alguns botões físicos iguais aos utilizados na Nissan Frontier, marca do mesmo grupo.
A picape confirmou seus atributos de robustez e desempenho tanto no asfalto quanto fora de estrada. Mesmo em subidas mais íngremes, pisos escorregadios e trechos com erosão mostrou reações previsíveis. O controle de tração foi aperfeiçoado e em conjunto com o HDC (sigla em inglês para Controle de Descidas) transmite segurança para quem aprecia explorar ou precisa rodar nessas circunstâncias.
Assistência elétrica da direção chegou em boa hora, em especial para viagens longas e manobras de estacionamento. As suspensões melhoraram e suportam pisos irregulares sem levar a intervenções frequentes no volante.
Ruídos metálicos anormais e falhas de funcionamento podem indicar desgaste
A corrente de sincronismo tem a função de manter o comando de válvulas e o virabrequim em sincronia, permitindo que as válvulas abram e fechem no tempo correto. Dessa forma, quando há desgaste excessivo nesse componente podem surgir problemas. Pensando nisso, a revista O Mecânico mostra os principais sinais de que a corrente está com folga excessiva.
Um dos principais indícios dessa situação é um ruído metálico anormal que surge na parte dianteira do motor, principalmente em marcha-lenta ou logo após a partida. Normalmente, esse som ocorre quando a corrente vibra excessivamente contra a guia ou o tensionador, indicando que o sistema já não está com a tensão correta.
Outro sintoma possível é a perda de desempenho em acelerações ou retomadas, visto que uma folga incorreta pode alterar o ponto de abertura e fechamento das válvulas, afetando a quantidade de ar e combustível admitidos.
Uma marcha-lenta irregular também pode indicar folga excessiva na corrente, pois quando o sincronismo fica instável o motor pode apresentar excesso de vibrações, oscilações de rotação e até falhas. Em alguns casos, pode ser gerado um código de falha (DTC) relacionado ao sensor de fase ou ao sensor de rotação.
Por fim, quando houver indícios de folga excessiva na corrente, o mecânico deve efetuar o diagnóstico para evitar que o problema se agrave. Em casos extremos, pode ocorrer a perda do sincronismo causada por um dente pulado, por exemplo, que pode gerar danos nas válvulas ou pistões.
A bproauto, marca da Stellantis de peças, acessórios e lubrificantes direcionada ao mercado automotivo de reposição, lança uma nova linha de acessórios, ampliando sua atuação no mercado sul-americano. Ao todo, são 50 acessórios, distribuídos em 9 famílias.
A nova gama de acessórios inclui sistemas de segurança, como alarmes automotivos universais com varredura interna e acionamento imediato em caso de invasão, até soluções de entretenimento e conectividade.Entre os destaques, estão multimídias universais com tela de 6,86 polegadas com entrada 1 Din, que oferecem recursos como CarPlay e Android Auto sem fio, além do novo adaptador CarPlay wireless, que leva conectividade sem cabos para modelos zero quilômetro.
Além dos itens de conectividade e segurança, a bproauto também disponibiliza um portfólio que engloba estética, proteção e conforto, com bancos de couro, itens Car Care, películas térmicas, antivandalismo e PPF para proteção da pintura, além de frisos, calotas, calhas de chuva, áudio e som automotivo. Entre os novos itens, destacam-se ainda câmera de ré; sensor de estacionamento; rádios; parabarro e barras de teto.
Estratégia de pós-vendas
Presente no Brasil desde 2023, a bproauto atua como pilar fundamental da estratégia de expansão da Stellantis no pós-vendas multimarcas, com o objetivo de complementar os serviços da companhia e oferecer produtos ao mecânico independente.
A marca atende veículos de diferentes modelos nacionais e importados e reúne mais de 3.000 SKUs distribuídos em mais de 40 famílias de produtos, incluindo suspensão, freios, filtros, motor, elétrica, lubrificantes, acessórios, iluminação e outros.
Os pneus, principal elo entre o veículo e o solo, são responsáveis diretamente pela aderência, frenagem e estabilidade do veículo, por isso, deve-se ter atenção nas verificações para garantir que o componente esteja em condições de rodagem.
Para Roberto Ayala, Gerente de Engenharia de Vendas da Bridgestone, trocar os pneus no momento adequado vai muito além do conforto, é uma questão de prevenção.
O especialista destaca que existem sinais claros de que a substituição é necessária e, em alguns casos, urgente. “O primeiro ponto de atenção é a profundidade dos sulcos da banda de rodagem. Quando ela chega a 3 mm ou menos, o pneu já perde parte da capacidade de drenagem e a segurança fica comprometida, especialmente em pista molhada. O limite legal estabelecido é de 1,6 mm”, explica Ayala.
Ele complementa que esse limite pode ser identificado no próprio pneu. “É possível encontrar marcações indicando esse desgaste, conhecidas como TWI (Tread Wear Indicator). São ressaltos localizados nos sulcos que indicam o limite legal para substituição. Se, em qualquer ponto, o TWI estiver no mesmo nível da banda de rodagem, significa que o limite já foi ultrapassado. Além disso, cortes, bolhas, rasgos ou qualquer dano estrutural também exigem substituição imediata, sem exceção”, alerta.
Outro indicador importante, segundo o especialista, é o desgaste irregular. “Se o pneu apresenta desgaste diferente entre os lados ou entre as rodas, isso pode ser reflexo de problemas de alinhamento, calibragem inadequada ou falhas na suspensão. Nesses casos, além de trocar o pneu, é essencial investigar a causa para que o problema não volte a acontecer”, afirma Ayala.
Projeto Geração BMW oferece treinamento profissional gratuito para jovens de 17 a 19 anos
A BMW, em parceria com o Espro (Ensino Social Profissionalizante), anuncia que as inscrições para a quarta edição do Geração BMW, programa gratuito de capacitação profissional para jovens de 17 a 19 anos residentes em Araquari estão abertas. As aulas começarão no dia 2 de fevereiro de 2026, e as inscrições vão até o dia 16 de janeiro de 2026, nosite do Espro.
Nesta edição, o programa irá contemplar 30 jovens, divididos em duas turmas, no período da manhã ou da tarde. A formação terá duração aproximada de cinco meses, totalizando 380 horas de treinamentos. As aulas ocorrerão de segunda-feira a sexta-feira no Centro Social do BMW Group Brasil, anexo à Planta Araquari.
O conteúdo do Geração BMW foi desenvolvido a partir do programa de Formação para o Mundo do Trabalho (FMT) do Espro e abrange tanto habilidades comportamentais quanto competências técnicas essenciais ao mercado atual.
Suspensão, freios, filtros, pneus e outros sistemas precisam ser avaliados para garantir segurança e evitar imprevistos nas férias
Com a chegada das festas de fim de ano e o aumento das viagens, a manutenção preventiva torna-se essencial para assegurar que o veículo esteja em condições ideais antes de pegar a estrada. Itens como suspensão, freios, filtros, pneus e sistema de arrefecimento devem passar por uma checagem completa na oficina, reduzindo riscos de falhas, aumentando a segurança e prevenindo gastos maiores com manutenções corretivas.
Oriente o cliente e execute estas verificações na oficina:
Suspensão
• Avalie todo o sistema de suspensão.
• Inspecione amortecedores, molas, bandejas, barra estabilizadora, buchas, pivôs, coxins, bieletas e o kit dos amortecedores.
• Garanta que esses componentes estejam em boas condições, pois influenciam diretamente na dirigibilidade, estabilidade, segurança e conforto do veículo.
Itens básicos de manutenção
• Verifique todos os filtros: óleo, combustível, ar e cabine.
• Confira o nível e a condição do óleo lubrificante.
• Avalie pneus, calibragem, alinhamento e balanceamento.
• Cheque tensão e validade da bateria.
• Inspecione o sistema de arrefecimento: aditivo do radiador e demais componentes.
• Verifique o estado das palhetas do limpador.
Sistema de freio
• Avalie pastilhas, discos, tambores, sapatas, fluido de freio, cilindro de roda, cilindro mestre, servo freio, mangueiras e pinças.
Outros itens importantes
• Cheque velas de ignição.
• Inspecione as correias dentada e do alternador.
Encontro em Joinville reforça formação técnica, troca de experiências e adesão ao Selo Oficina Amiga da Mulher
O 5º Encontro da Rede Oficina Amiga da Mulher (OAM) ocorreu em Joinville (SC) e reuniu 60 gestores e parceiros. A programação incluiu imersão técnica no Instituto SENAI SC sobre eletrificação, almoço oferecido pela @mtethomson e atividades de integração no Parque Malwee. O evento buscou fortalecer práticas de gestão, ampliar conhecimento técnico e apoiar ações da rede em oficinas de diferentes regiões.
O encerramento aconteceu na Escola do Teatro Bolshoi do Brasil, com atividade de gestão conduzida por @celia.campos e apresentação da Cia Jovem do Bolshoi. A iniciativa reforçou reflexões sobre diversidade e alinhou o encontro aos valores da OAM no atendimento e na gestão de oficinas mecânicas.
As metas do encontro envolveram capacitação de profissionais, incentivo ao networking, estímulo à inovação no segmento e ampliação da adesão ao Selo Oficina Amiga da Mulher. A rede reúne mais de 100 oficinas certificadas no país, todas comprometidas com práticas de atendimento que priorizam respeito, inclusão e equidade às consumidoras.
A realização do encontro contou com apoio de @bateriaspioneiro, @dr.farol, @molasfama, @mtethomson, @valvolineglobalbr, @schaeffler_repexpert, @monroebrasil, @delphi.brasil, @corteco_amsul, @motorservice_brasil, @hipperfreiosdiscos, @schererautopecas e @tekbond_oficial. “Cada gesto, apoio e presença no evento reforça nosso propósito de levar acolhimento, respeito e diversidade às oficinas. Estamos transformando o setor juntos, com cada passo e parceria firmada”, afirma Bárbara Brier, idealizadora e fundadora do selo OAM. Para mais informações sobre adesão ao selo, acesse @oficinamigadamulher.
A limpeza prévia dos componentes é essencial para avaliar corretamente o sistema de freio
O sistema de frenagem do veículo, formado por vários itens de segurança, exige manutenção cuidadosa para garantir desempenho e durabilidade.
Na traseira, o freio pode ser a disco ou a tambor. No freio a disco, há pastilhas e pinça; no tambor, lonas, sapatas e cilindro de roda. A perda de eficiência no freio traseiro sobrecarrega o dianteiro, acelera o desgaste de discos e pastilhas e reduz a capacidade de frenagem, alerta Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Fremax. Por isso, a avaliação periódica é fundamental.
Limpeza antes da inspeção
Para evitar erros na manutenção, Leite recomenda remover as rodas traseiras, desmontar o sistema e retirar o tambor. Em seguida, fazer a limpeza com produto adequado, sem derivados de petróleo. Só depois disso devem ser verificadas as condições das lonas, sapatas, molas de retorno, cilindro de roda e a medida do tambor.
Avaliação de disco, tambor e cilindro
O disco deve estar sem riscos, sem empeno e dentro da espessura mínima recomendada; abaixo disso, o sistema perde segurança. O tambor deve estar sem sulcos e não pode ultrapassar o diâmetro máximo especificado. As dimensões precisam manter a circularidade correta, sem ovalização.
Para o cilindro de roda, é necessário verificar se não há vazamentos e se os êmbolos não estão travados.
Depois da inspeção, substituem-se as peças em mau estado e o sistema de freio traseiro é montado novamente.
Regulagem do freio do estacionamento
Após a montagem, é fundamental a regulagem do freio traseiro e do freio de estacionamento. Em média, a catraca deve ser acionada de 4 a 5 dentes para o travamento da roda. Já com a alavanca solta, as rodas devem girar livremente.
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