Mercedes-Benz ajuda no combate à Covid-19 produzindo respiradores

Mercedes-Benz contra a Covid-19

A iniciativa é uma ação conjunta com Bosch, Toyota, GM, Flex, ABB e equipes da Caoa Chery

 

A Mercedes-Benz do Brasil inicia sua ajuda na produção de respiradores no Brasil. Juntamente com Bosch, Toyota, GM, Flex, ABB e equipes da Caoa Chery, a empresa participa do projeto que envolve consultoria, desenvolvimento de linha de produção e fabricação de respiradores na KTK Indústria e Comércio de Equipamentos Hospitalares, de São Paulo, que, entre vários produtos, fabrica aparelhos de respiração assistida.

Segundo a empresa, um grupo de 50 colaboradores voluntários da Mercedes-Benz está atuando fortemente nessa inciativa, oferecendo vários tipos de ajuda à KTK, com destaque para o apoio na linha de montagem final e na cadeia de fornecedores.

“O objetivo desse trabalho em conjunto é contribuir para a elevação da capacidade de produção da KTK, atendendo ao aumento de demanda por respiradores mecânicos nesse momento crítico de pandemia”, diz Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina. “Alcançamos um ganho expressivo de produtividade, saltando para 70 unidades produzidas por dia. Apoiamos assim a KTK na maior capacidade de atendimento à demanda dos setores de saúde”.

Schiemer relembra que a Mercedes-Benz está atuando em diversas outras frentes de combate à Covid-19, como a reparação de respiradores em ação nacional coordenada pelo SENAI; a fabricação de respiradores com peças da indústria automotiva, desenvolvido em parceria com Instituto Mauá de Tecnologia e que deve começar após aprovação da Anvisa, na fábrica de São Bernardo do Campo (SP); além de doações de máscaras e itens médicos e de higiene, entre outras iniciativas.

O Mecânico Ao Vivo – Cuidados na oficina

 

 

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Cuidados pessoais na oficina, realizada em 18 de maio

 

 

 

BRP Automotive lança cilindros-mestres Wonkru no mercado

Cilindros-mestre Wonkru

Novidades atendem sistemas de freio com
e sem ABS para veículos leves 

 

Em parceria com a BRP Automotive, a marca de autopeças Wonkru lança no Brasil sua linha de cilindros-mestres para sistemas de freio com e sem ABS para veículos leves e, também, cilindros-mestres de embreagem para pesados. A marca traz para o mercado de reposição nacional produtos fabricados em ferro fundido e em alumínio. Através de parceria com um fabricante internacional, os cilindros-mestres Wonkru são montados e testados em Indaiatuba/SP.

Atualmente, a linha para freios é composta por 30 códigos e para acionamento de embreagem em pesados, 26 códigos. O catálogo pode ser acessado no link: https://www.brp-automotive.com/

Hipper Freios entrega 8 mil máscaras contra a Covid-19

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[et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Text”]Hipper Freios

Empresa entrega máscaras aos clientes, junto com os pedidos, em uma ação para combater a expansão do novo coronavírus no Brasil

 

A Hipper Freios anuncia a distribuição de 8 mil máscaras de algodão, laváveis e feitas conforme as especificações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A ação visa contribuir no combate à pandemia do novo coronavírus, com as máscaras enviadas junto com o caminhão que leva o pedido do cliente.

“Se precisamos usar máscaras para cuidarmos de nós e dos outros, queremos proporcionar um momento em que o sorriso estará nos olhos, na esperança de que dias melhores virão”, desejou o diretor-presidente da Hipper Freios, Gilson João da Silva.[/et_pb_text][/et_pb_column]
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O Mecânico Ao Vivo – Hengst

 

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Filtros para veículos diesel

com a Hengst, realizada em 15 de maio

 

 

Mobil lança lubrificante para motocicletas Honda

Mobil Super Moto 20W-50 Authentic

Novidade, que celebra parceria entre as duas empresas, atende modelos fabricados até 2010

 

A Mobil e a Honda, celebrando a parceria de mais de 40 anos no Brasil, lançam o lubrificante Mobil Super Moto 20W-50 Authentic, recomendado para utilização em motos produzidas até 2010.  Mobil Super Moto 20W-50 Authentic, recomendado para utilização em motos produzidas até 2010.

Este lançamento chega para ampliar a linha Mobil Super Moto Authentic, que agora conta com duas viscosidades: 10W-30 e 20W-50. Ambos têm as especificações mais avançadas do mercado: API SL e JASO MA2.

Segundo a fabricante, os lubrificantes da linha buscam atender a demanda dos consumidores que não abrem mão da recomendação da montadora. Desde 2015, a Mobil possui em seu portfólio o Mobil Super Moto 10W-30 Authentic, produto de tecnologia semissintética, recomendado para motos Honda mais novas, produzidas a partir de 2010.

Fernando Calmon | Indústria tem maior tombo da história

vendas de veículos

A situação da indústria automobilística é uma das mais difíceis entre todos os setores da economia brasileira. A paralisação em abril de 63 das 65 empresas instaladas aqui (incluindo tratores e máquinas rodoviárias) levou a números incrivelmente baixos: apenas 1.847 veículos leves e pesados produzidos. Um número próximo a fevereiro de 1957 (63 anos atrás) quando o parque produtor mal tinha sido montado e contava apenas com sete fabricantes: Vemag (DKW), FNM, Ford, GM, Mercedes-Benz, Scania e Willys. Havia ainda a Romi (Isetta), fora dos números da Anfavea, por não ser filiada.

Enquanto a produção caiu 99%, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) novos registraram apenas 55,7 mil unidades ou 77% inferiores a abril de 2019. Os números reais, no entanto, são um pouco melhores em razão das vendas feitas via internet. Como os carros não puderam ser emplacados pelo fechamento de quase todos os Detrans em razão da pandemia de Covid-19, ficaram excluídos das estatísticas, embora possam circular portando apenas a nota fiscal de compra.

Alguns analistas estimam que as vendas reais possam ter sido até 40% maiores ou 70.000 unidades no mês passado. Este fenômeno está acontecendo também em maio e quando os emplacamentos forem regularizados haverá um crescimento artificial ao computar as vendas represadas.

Os estoques totais em fábricas e concessionárias passaram de 35 dias para 128 dias (mais de quatro meses) e haverá dificuldade em escoá-los porque deve haver um desbalanceamento do mix de produtos já fabricados. Com menos dinheiro no bolso talvez quem comprava as versões de topo, prefira as intermediárias e entre estes alguns talvez optem pelas básicas.

Fernando CalmonNos depressivos anos de 1980, o Monza, um modelo médio, foi por três vezes seguidas o mais vendido no País. A explicação: grande parte dos compradores perdeu poder aquisitivo e se retirou do mercado. Atualmente, com muitas opções de modelos pequenos, inclusive SUVs compactos, os financiamentos e as ofertas, aquele fenômeno não deve se repetir. A procura por seminovos certamente aumentará e versões de entrada atrairiam mais apenas na base da pirâmide de vendas.

A indústria e as concessionárias enfrentam os mesmos problemas de falta de liquidez e prejuízos se acumulam. As concessionárias estão sufocadas e pedem abertura para vendas presenciais com os devidos cuidados de higienização (oficinas estão abertas, com pouca procura). A Anfavea reconhece como necessário o rodízio ampliado na cidade de São Paulo que retira de circulação diária 50% da frota (com algumas exceções). Iniciado no último dia 11, vai até 31 de maio.

Essa decisão da prefeitura da maior cidade do País, que responde por 20% de todas as vendas de carros, apresenta prós e contras. A ideia é estimular a utilização do transporte coletivo, onde existe grande aglomeração de pessoas, mas todas são obrigadas a usar máscaras. São Paulo acumula o maior número de casos e de mortes pela pandemia. A alternativa, segundo a prefeitura, seria o lockdown, isolamento em grau máximo, com consequências ainda maiores nas atividades econômicas.

A Anfavea subiu o tom em relação à crise política que assola o Brasil, relacionando-a à disparada da cotação do dólar frente ao real. Isso vai impactar nos preços dos veículos, pois na média 40% dos custos são dolarizados e em alguns modelos recentes até mais.

 

DIFERENTES ESTRATÉGIAS

 

Todos os fabricantes de veículos estão empenhados em criar estratégias para enfrentar seus pátios lotados e também os das concessionárias. Será uma verdadeira guerra de promoções e ofertas, tendo ao mesmo tempo de lidar com o inevitável aumento de preços. A condição mais oferecida é adiar ao máximo o vencimento das primeiras parcelas de financiamento, em alguns casos até janeiro de 2021. Quem der uma entrada de 50%, fica isento das sete primeiras prestações (caso da Jeep) ou pagar amortizações simbólicas iniciais de R$ 99 (caso da VW).

A Hyundai começou a vender o SUV Creta para locadora pela primeira vez. Antes só o HB20 era oferecido como meio de escoar a produção com grandes descontos. A Ford criou um serviço de desinfecção veicular inédito para modelos de sua marca por preço acessível (R$ 129).

Espera-se que bônus na compra de um modelo novo e supervalorização do usado na troca transformem-se em regra geral.

Já a GM abrirá, na segunda quinzena de maio, a primeira loja virtual em parceria com o Mercado Livre focada no novo Tracker. Todo o processo de compra será digital, envolverá suas 546 concessionárias e até entrega do veículo na casa do comprador neste período de distanciamento social.

Enfrentar o segundo trimestre será um desafio enorme. Apenas em junho surgiria um alívio nas restrições ao comércio tradicional, dependendo da decisão de cada estado e município. Mesmo com ajuda da internet, não adianta produzir, sem ter para quem vender. Até lá, ficar em casa é a alternativa correta.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O Mecânico Ao Vivo – Monroe Axios

 

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Tecnologia que garante a segurança,

com a Monroe Axios, realizada em 14 de maio

 

 

 

 

NGK lança tabela de aplicação 2020 com novos produtos

tabela de aplicação NGK

Novidades incluem 31 novas aplicações de bobinas, 36 novas aplicações de velas de ignição, cinco de cabos e seis de sensores de oxigênio

 

A NGK apresenta a sua tabela de aplicação 2020, incluindo 31 novas aplicações de bobinas, 36 novas aplicações de velas de ignição, cinco de cabos e seis de sensores de oxigênio. O manual possibilita consultar os produtos por fabricantes, atendendo às especificações dos veículos de maior demanda do mercado de reposição.

Dessa forma, o profissional poderá encontrar informações sobre todos os componentes do sistema de ignição, além das aplicações de sensores NTK em um único lugar.

“O material desenvolvido pela Assistência Técnica e Engenharia da NGK proporciona mais facilidade e comodidade ao profissional. Além disso, permite obter informações sobre o sistema completo de ignição, sensores de oxigênio, troca de componentes, aplicação, instalação, manuseio de produtos e testes de forma rápida e eficiente”, afirma Hiromori Mori, consultor técnico da NGK do Brasil.

Os clientes podem consultar as aplicações e fazer download do catálogo eletrônico no site da empresa. Em caso de dúvidas ou sugestões, a empresa disponibiliza o SAC 0800197112.

Continental destaca diferenças entre o tacógrafo digital e o analógico

Tacógrafos Continental

Enquanto as informações digitais podem ser hospedadas em uma nuvem sem necessidade de investimento, as fitas precisam de um local físico para conservação

 

A Continental esclarece quais são as diferenças entre tacógrafos digitais e analógicos. Com a função de monitorar informações essenciais, como velocidade, distância percorrida e tempo ao volante, o item é obrigatório no Brasil para veículos de carga com PBT (Peso Bruto Total) a partir de 4.536 kg, de transporte escolar e de passageiros acima de 10 lugares.

Lançado no Brasil em 2012, o tacógrafo digital BVDR, da Continental, possui armazenamento digital dos dados criptografados em sua memória interna, com precisão segundo a segundo. As informações tacográficas são descarregadas através do VDO On Board, plataforma de gestão de frotas a partir da qual é possível optar pelo envio das informações via pen drive ou automaticamente por meio de um módulo de telemetria, também fabricado pela Continental.

Já com o tacógrafo analógico é necessário a impressão diária da fita diagrama com as informações das últimas 24 horas. Esse processo requer um complexo esquema logístico para armazenamento, já que há a necessidade de armazenar as informações por longos períodos.

Para os frotistas, principalmente, o custo operacional pode ser reduzido com o uso do tacógrafo digital, pois dispensa espaço físico para conservação e registro dos dados. As informações são armazenadas em nuvem sem a necessidade de investimento, além do dispositivo digital dispensar gastos menores com manutenção periódica. Os analógicos requerem revisões periódicas em intervalos menores devido à maior quantidade de componentes em sua estrutura, quando comparado com o tacógrafo digital.

Outro diferencial do aparelho digital BVDR são os métodos de identificação de motoristas, processo que pode ser realizado por meio do menu ou da solução de chave de motorista. Além disso, o tacógrafo digital tem a capacidade de apresentar mais detalhamento dos dados registrados. Enquanto nos dados analógicos, a análise é visual e efetuada em disco diagrama de papel, nos digitais há a possibilidade de emitir relatórios detalhados por meio de plataformas de gestão de frota, que podem contemplar desde a análise da condução do veículo segundo a segundo até um ranking de motoristas.

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