Cobreq dá dicas importantes para os mecânicos no processo de montagem e desmontagem da pastilha de freio nos modelos da Chevrolet
A Cobreq lista três dicas para ajudar os mecânicos na montagem e desmontagem da pastilha de freio nos modelos Chevrolet Onix e Onix Plus, atualizados recentemente no mercado brasileiro. O jogo de pastilhas N-2092 que equipa estes veículos é dotada de placas isoladoras antirruído (4x) e indicadores de desgaste mecânico (2x).
A empresa explica que as pastilhas têm uma espessura de 17,0mm (-0,5mm) quando novas, sendo necessário substituí-las quando o material de fricção atingir 2mm.
“As pastilhas do novo Onix são feitas com tecnologia e matérias-primas de alta qualidade. Para que elas garantam alta eficiência é essencial ficar atento aos detalhes do material e seus diferenciais, a montagem e desmontagem de forma correta e segura, proporciona uma ótima experiência ao condutor”, afirma Raulincom Borges da Silva, coordenador de assistência técnica da TMD Friction.
Veja as dicas abaixo:
1 – Slippers
A Cobreq esclarece que as pinças de freio da pastilha possuem 4 slippers montados no suporte de freio. No processo de montagem e desmontagem, é importante que eles sejam observados e preservados para manter a eficiência e segurança do sistema.
2 – Desmontagem
Ao fazer a desmontagem das pastilhas, a empresa alerta que é preciso incliná-las para os lados externos da pinça e puxá-las com habilidade. Isso permitirá encontrar o ângulo correto para retirá-las sem desmontar ou amassar os slippers.
3 – Montagem
A Cobreq explica que, antes da montagem das novas pastilhas, o mecânico deve fazer uma avaliação das condições gerais dos freios, incluindo limpeza, lubrificação, pinos e borrachas, além de checar as características dos slippers, que não podem estar torcidos, amassados nem desencaixados do suporte do freio. Somente quando tudo estiver em ordem, é necessário procurar o ângulo correto para introduzir as pastilhas, simultaneamente nos slippers e levá-las à posição correta.
Motor turbo diesel foi desenvolvido nos Estados Unidos em parceria com o time de engenharia brasileira
A Cummins destaca todas as melhorias desenvolvidas no motor turbo diesel de 6,7 litros, que equipa a picape Ram 2500. Dotado de seis cilindros em linha, o novo bloco passou a ser feito de ferro fundido vermicular, material que apresenta maior resistência estrutural e menores níveis de ruído, vibração e aspereza, além de contribuir consideravelmente na redução de peso do propulsor em 28 kg.
Outras mudanças incluem o cabeçote, as válvulas de escape e os balancins, guiados por um eixo de comando oco. Também são novos bielas, bronzinas, anéis com redução de atrito e pistões, agora mais leves e resistentes, redesenhados para otimizar a combustão.
Já a turbina HE300 de geometria variável (VGT) foi aperfeiçoada, conectada a um coletor de escape inteiramente novo, além de todo o sistema de alimentação ter sido reprojetado, desde a flauta dos injetores de alta pressão (que aumentou de 1800 para 2000 bar), passando pela bomba, filtro e linha de combustível.
Os números finais têm 35 cv a mais de potência e 6,7 kgfm de torque em relação ao antecessor, totalizando 365 cv e 110,7 kgfm. No caso da Ram 2500 Laramie, há ainda o emprego de aletas ativas logo atrás da grade dianteira, que se abrem e fecham automaticamente para controlar o fluxo de ar para o motor, reduzindo o arrasto aerodinâmico quando possível e contribuindo para um menor consumo de combustível.
Cabos automotivos têm funcionalidades semelhantes aos cabos de energia residenciais
Os cabos elétricos automotivos são essenciais para o funcionamento e existência do sistema do veículo como um todo. Os cabos automotivos têm funcionalidades semelhantes aos cabos de energia residenciais: conectar dispositivos que proporcionam conforto e segurança para os usuários.
“Tanto os circuitos residenciais quanto os automotivos trabalham em baixa tensão, mas nos veículos a tensão é ainda menor, pois estamos falando em algo entre 24 e 12V em corrente contínua (DC), enquanto nas instalações domésticas temos 127 e 220V em corrente alternada (AC)”, explica Rubens Campos, Gerente Comercial do Grupo Prysmian. “A seção e o peso dos cabos automotivos também são bem menores, podendo chegar até a 0,13 mm². Você vai encontrar cabos mais grossos, de 10 até 16 mm², somente em circuitos como o da bateria, pois essa é a principal fonte de alimentação do veículo”, completa.
Chicoteiros
Os chicoteiros são responsáveis pela montagem dos ‘chicotes’, um conjunto formato por fios, cabos, terminais e conectores que passam por todo o veículo transmitindo energia, informações e dados. “Cada chicote pode ter inúmeros cabos, cuja quantidade vai variar conforme a sofisticação do carro. Um modelo popular pode ter algo entre 800 m a 1 km de cabos, mas um modelo de alto padrão pode facilmente passar dos 3 km de cabos”, explica Rodnei Ancilotto, Engenheiro de Produto Sênior do Grupo Prysmian.
Essa diferença se deve à quantidade de itens adicionais que um carro de alto padrão possui, como sensores traseiros e dianteiros, câmera de ré, airbags, central multimídia, aquecimento de banco e muitos outros.
Outra diferença significativa em relação à instalação residencial está na mobilidade. Embora estejam fixados nas estruturas do carro, ao se movimentar pelas ruas e estradas, os circuitos vibram intensamente e por isso precisam ser mais resistentes à abrasão. A construção dos cabos costuma ser simétrica (A) e assimétrica (B e C) em relação à disposição dos condutores dentro da proteção isolante. A principal finalidade do cabo automotivo tipo A é ter uma espessura de isolamento mais constante, porém, é mais rígido.
Já os cabos B e C possuem condutores em maior quantidade, tornando-se mais flexíveis. A flexibilidade é importante em cabos com seções maiores, que exigem mais em termos de potência e corrente como os da bateria, que precisam ser maleáveis para serem ajustados nos concorridos espaços do carro.
O avanço dos carros autônomos parece depender mais de regulamentações exigentes do que pesquisas e testes no mundo real. Além dos grandes grupos automobilísticos, gigantes da tecnologia digital (Waymo-Google, Cruise, Uber e outros) continuam investindo no desenvolvimento e avaliações em ruas e estradas.
Há poucos dias a Honda homologou no Japão o nível 3 de automação, porém restrito a vias expressas e aplicação de adesivo de identificação na traseira. A fabricante, em parceria com a Cruise, lançará o primeiro modelo, o Legend, no primeiro trimestre de 2021. No nível 2 já oferecido em vários mercados, inclusive o Brasil, o motorista deve tocar o volante obrigatoriamente a intervalos regulares. No nível 3 ou autonomia condicional, só é preciso assumir a direção se o sistema assim julgar necessário.
Audi A8 foi o primeiro modelo a disponibilizar o nível 3 em 2018. Mas até hoje permanece desativado no carro porque o governo alemão exige vias adaptadas.
Nos EUA cada Estado ou cidade tem a sua legislação para avaliações em vias públicas. San Francisco, Las Vegas, Phoenix, Pittsburgh e recentemente o arquipélago-estado do Havaí estão entre os que autorizam. Os testes se concentram no nível 4 (sem intervenção do motorista, mas este ainda precisa estar presente) e no nível 5, quando volante e pedais deixam de existir. Testes sem motorista são autorizados e há até serviços no nível 5 oferecidos ao público em trajetos fixos, caso de Las Vegas.
O Fórum Econômico Mundial divulgou relatório estimulando a criação de política de segurança para veículos autônomos. Segundo a Automotive News, as abordagens atuais estabeleceram uma complicada colcha de retalhos de regulamentação. Nos EUA, observa o relatório, a ausência de estrutura federal pode levar a coalizões regionais com objetivos ou geografias semelhantes para definir padrões ou requisitos.
Entre os grandes fabricantes de veículos, preço alto é um dos desafios. Mesmo uma marca premium, como Mercedes-Benz, mostra cautela acima do nível 3. Além do custo, há ainda dúvidas se os clientes vão mesmo pagar e abrir mão de dirigir.
Achei interessante a opinião de Luc Julia, especialista em interface homem-máquina e coinventor da Siri (Apple):
“Duvido que veículo autônomo no nível 5 já exista porque o grau de atenção de um motorista humano nunca será alcançado por uma máquina. Por exemplo, um carro em meio a um congestionamento pode não se mover, porque seguirá as regras. Os humanos, pelo contrário, sabem alternativas para o seu caminho.”
FORD PREVÊ MERCADO PRÉ-PANDEMIA SÓ EM 2023
Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul, espera que os números de vendas de veículos leves e pesados do ano passado (em torno de 2,8 milhões de unidades) só se repitam em 2023. Portanto, três anos para voltar aos níveis pré-pandemia. A empresa confirmou o lançamento, em 2021, da Ranger Black e importação do Mustang Mach 1 e do SUV Bronco (sem antecipar se incluirá as três versões). Admitiu a possibilidade do elétrico Mustang Mach-E, a ser produzido no México, também chegar ao Brasil.
Na Argentina está confirmado o investimento de US$ 580 milhões (R$ 3 bilhões) para produzir a nova Ranger, a partir de 2023, com 70% da produção destinada à exportação, principalmente para o Brasil.
O executivo irlandês afirmou que a saúde financeira da empresa sobrepõe-se à participação de mercado (este ano passou da quarta para a sexta posição no Brasil). Vendas diretas, em especial para locadoras, vêm sendo repensadas. Outras fabricantes também assumem essa estratégia. As locadoras se desfizeram de muitos carros devido à pandemia e não conseguirão repor as frotas.
ALTA RODA
TALVEZ os ânimos estejam mais alterados com os problemas causados pela pandemia. Mas duas “brigas” envolvem grupos mundiais. Divisão Polestar da Volvo está proibida de atuar na França porque a PSA alega que a logomarca DS foi copiada. E a Jaguar Land Rover acusa, nos EUA, de plágio do seu sistema de tração patenteado Terrain Response por parte de três marcas do Grupo VW.
BMW anunciou 15 lançamentos para 2021 da marca principal, MINI e motocicletas. Destaques: M3 com a polêmica grade frontal e o endiabrado cupê compacto M2 CS, série especial (450 cv). A empresa, ao comemorar 25 anos de atuação direta no País, desenvolveu a plataforma na internet www.bmwgroupnext.com.br.
Espaço será inaugurado em 2021 e ficará localizado em São Paulo, desenvolvido em parceria com o SENAI
Junto com os lançamentos de Bronco, Ranger Black e Mustang Mach 1, a Ford informou que terá um centro de treinamento desenvolvido junto com o SENAI, parceiro da fabricante há mais de 40 anos. Chamado Ford Academy, o espaço ficará localizado em São Paulo e estará conectado com a Ford Academy Argentina e a Digital Academy.
A inauguração deve acontecer em 2021, oferecendo treinamento e desenvolvimento para todas as operações e parceiros da Ford América do Sul.
“A Ford Academy é um centro multifuncional de aprendizagem e treinamento para impulsionar a mudança cultural em um mundo em rápida mudança, atendendo ao nosso desejo de nos tornarmos uma empresa centrada no consumidor, promovendo a tecnologia e a inovação com o objetivo de tornar a vida dos consumidores melhor”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul e Grupo de Mercados Internacionais.
Empresa disponibiliza 18 códigos de amortecedores monoshock para modelos das marcas Honda, Yamaha e Dafra
A Cofap oferece ao todo 18 códigos de amortecedores monoshock para motocicletas de média e alta cilindradas, incluindo modelos das marcas Honda, Yamaha e Dafra.
A empresa lembra que os amortecedores monoshock recebem esse nome porque essas motos utilizam apenas uma peça, normalmente instalada inclinada, abaixo do banco. Entre suas características está o fato de serem maiores e mais resistentes que os amortecedores utilizados em motos de baixa cilindrada, na grande maioria dos casos, aos pares.
Destinados ao mercado de reposição, esses produtos seguem os mesmos parâmetros das peças originais, inclusive as mesmas configurações internas dos modelos vendidos às montadoras em termos de quantidade e qualidade de componentes internos, como válvulas, molas, anéis de vedação etc.
Confira a seguir os códigos e suas respectivas aplicações:
A Cofap disponibiliza ainda amortecedores convencionais para motocicletas de alta cilindrada como Honda CB 400/450 (CR22533M), Honda Shadow 750 (CR22612M/CR22613M), Honda CB500 (CR22617M) e Harley-Davidson 883 (CR22619M). Incluindo os modelos de baixa, média e alta cilindrada, o catálogo soma 47 códigos de amortecedores.
Preço médio do combustível no Brasil fechou o mês de novembro em
R$ 3,629 por litro, alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2019
O preço do etanol subiu 3% no fechamento de novembro na comparação com outubro, segundo os dados do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). O combustível já vinha apresentando alta desde maio e, neste mês, atingiu os mesmos patamares vistos no começo do ano, antes da pandemia.
Pelo levantamento, com preço médio de R$ 3,629 por litro, o etanol também está 1,5% mais caro quando comparado ao mesmo período de 2019, quando registrou média de R$ 3,577.
“No acumulado do ano, o etanol registrou variação de 17%, tendo o seu valor mais baixo em maio, a R$ 3,206, e o mais alto ficou por conta de fevereiro, quando foi encontrado a R$ 3.757”, lembra Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.
O maior valor registrado foi na região Sul, com média de R$ 3,788 o litro, enquanto o valor mais barato foi na Região Centro-Oeste, de R$ 3,405. Na comparação dos Estados brasileiros, o custo mais alto está no Rio Grande do Sul (média de R$ 4,323) e o o mais baixo em São Paulo (média de R$ 2,993).
Qual compensa mais: etanol ou gasolina?
O levantamento aponta que, nesse momento, o etanol é mais vantajoso frente à gasolina em apenas cinco estados brasileiros: Paraíba, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.
Empresa alerta para a manutenção preventiva do componente e destaca as qualidades do seu produto frente aos concorrentes
A Delphi Technologies alerta sobre a importância do compressor, componente fundamental para o sistema de ar-condicionado. Sua função é comprimir e aumentar a pressão do fluido refrigerante R134a antes deste passar pelo condensador, onde ocorre a troca de calor, transformando o líquido em gás.
A empresa explica que seus compressores passam por testes rigorosos, incluindo análises de desempenho, durabilidade, vazamento, vibração, ruído e montagem. Nesses testes, foi constatado menos de 1lb, o equivalente a 0,45kg, de vazamentos em 40 anos, além de oferecer economia de combustível de até 0,5 MPG, ou 0,212 km/l.
Comparando com os concorrentes, a Delphi revela que seus produtos mostraram mais de 15% de capacidade de refrigeração e eficiência volumétrica, significativamente menos torque e níveis de ruído mais baixos, sem perda de desempenho ou sinais de desgaste anormal.
É importante também fazer a manutenção preventiva do componente em uma oficina especializada. Só ela terá as ferramentas e os equipamentos de manutenção corretos para realizar recuperação, recarga, vácuo e limpeza do sistema, verificando condensador, filtro secador ou acumulador, e válvula de expansão ou tubo de orifício.
“A recomendação é checar o sistema de ar-condicionado uma vez por ano em uma oficina especializada. Se for necessária a limpeza do sistema, é essencial utilizar equipamentos corretos e peças com a tecnologia original, no caso de uma possível necessidade de troca”, afirma Pedro Valencio, da Delphi Technologies.
Nessa revisão, o mecânico deve checar se há falta de fluido refrigerante, problemas em filtros e outros fatores que podem atrapalhar o funcionamento do sistema. É fundamental utilizar fluido refrigerante de boa qualidade e na quantidade adequada, de acordo com o manual do fabricante.
“O design dos compressores da Delphi reduz o peso e o atrito da peça, trazendo mais longevidade, economia de combustível e menos ruído. Além disso, possuem a quantidade necessária de óleo para a utilização do sistema. É sempre importante verificar as informações dentro da caixa do compressor referentes às quantidades e processo de equalização do óleo”, completa.
Produto está disponível nas embalagens de 20 litros, 200 litros e
1.000 litros
A Valvoline lança o lubrificante mineral turbo diesel E700 15W40 para motores da linha pesada. O produto é aprovado pelo Instituto Americano de Petróleo (API) como API CI-4/SL, retrocompatível com os níveis de desempenho anteriores como CH-4.
Segundo a empresa, o lançamento possui elevada lubricidade e retenção alcalina para oferecer proteção contra oxidação e evitar formação de resíduos, atendendo a vários modelos de veículos pesados. O lubrificante E700 está disponível nas embalagens de 20 litros, 200 litros e 1.000 litros.
A Valvoline comenta que oferece portfólio de produtos que atendem as mais diferentes necessidades e especificações dos veículos em circulação, com tecnologia e padrão de qualidade atestados pelos órgãos nacionais e internacionais.
Empresa foca na comunicação digital para se aproximar dos profissionais do setor
A Nakata amplia suas ações com profissionais de vendas do setor automotivo, incluindo balconistas que atuam no varejo, além de representantes, telemarketings e vendedores externos. No dia 26 de novembro, quando foi comemorado o Dia do Balconista de Autopeças, a fabricante destacou as recentes iniciativas realizadas para esta categoria que possui papel de destaque no mercado de reposição. Agora, existem canais de comunicação digitais dedicados exclusivamente aos profissionais de vendas: podcast no Spotify e no SoundCloud, Instagram e blog, além dos conteúdos no YouTube e Facebook.
A série de podcast Feras da Venda contém depoimentos dos próprios profissionais de mercado que revelam as suas experiências. Cada episódio vem com três testemunhos de profissionais que relatam estratégias que deram certo e que podem ser adotadas por outros vendedores. “É uma forma de mostrar boas práticas e novos modelos de condutas”, afirma Sabrina Carbone, gerente de marketing da Nakata.
Além do podcast, há também o Instagram Feras da Venda e o blog da Nakata que agora conta com novo espaço para os vendedores de autopeças. Os conteúdos dos dois canais são baseados em informações sobre crescimento profissional, peças e manutenção, práticas de vendas e vendas agregadas.
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