Distribuidor Original Lubrificantes, que faz parte da rede, triplica vendas, após início da distribuição, com projeção de expansão da parceria
Desde o início do ano, a marca de lubrificantes Valvoline adotou uma forma integrada de trabalho junto a distribuidores para oferecer todo o suporte com equipe voltada ao atendimento e treinamento para os profissionais das empresas de distribuição, visando garantir conhecimento técnico sobre os produtos. Desta forma, a fabricante conta com rede de distribuidores dedicada à comercialização de seu portfólio de todas as linhas de lubrificantes no estado de São Paulo.
O resultado dessa parceria que consiste em um trabalho integrado com a rede de distribuidores para oferecer uma venda técnica começa a ser sentido. É o caso da Distribuidora Original Lubrificantes, que atende algumas regiões do estado de São Paulo, está operando com a Valvoline há cinco meses e já conseguiu triplicar as vendas da marca.
Segundo o diretor comercial da Valvoline, Wilson Carlos Iglecias, a parceria está tão promissora que pretende expandir a experiência para outras regiões onde a distribuidora está presente. “Há muita interação, a Valvoline oferece serviços e todo o suporte para a nossa equipe, promovendo treinamentos, colocam um técnico à nossa disposição, além de promoções e campanhas para nossos clientes. A integração é tão grande que nos tornamos um braço da própria companhia para garantir atendimento diferenciado. Isso é positivo para todos os elos da cadeia: fábrica, distribuidor e os clientes que atendemos de autopeças, indústrias, postos de combustíveis, transportadoras, entre outros”, revela.
O trabalho cooperado, na visão de Iglecias, é fundamental para o bom atendimento ao mercado e gera satisfação na ponta com o cliente. Hoje, a distribuidora conta com uma equipe de 10 profissionais dedicados às linhas de produtos da Valvoline “A proximidade com o cliente reflete diretamente no aumento das vendas”, destaca.
Á frente de todas as mudanças recentes na rede de distribuidores no estado de São Paulo, a gerente de vendas da Valvoline, Kellen Cristina, explica que o modelo de distribuição foi planejado para aumentar as perspectivas de vendas na linha de produtos da marca junto aos clientes e garantir mais disponibilidade, visibilidade, de forma ágil, e, a iniciativa vem gerando resultados positivos.
Além de atendimento diferenciado, os distribuidores possuem uma rota de entrega que possibilita atender com competitividade, de forma personalizada, de acordo com a necessidade dos clientes. Desta forma, a marca consegue ter maior alcance em todo o estado de São Paulo.
Com portfólio em constante ampliação, com linhas dedicadas a veículos leves, duas rodas, pesados e produtos industriais, a Valvoline também continua atendendo diretamente alguns clientes com demandas específicas, como os fabricantes LiuGong, Cummins e Scania, entre outros.
Saiba o que os profissionais disseram da edição de 2022 do CBM, o maior evento do Brasil voltado ao mecânico independente
No último sábado, dia 22 de outubro, aconteceu no Expo Center Norte em São Paulo/SP o 5º Congresso Brasileiro do Mecânico, o maior evento do Brasil feito para o mecânico automotivo independente. Organizado pela Revista O Mecânico, o CBM reuniu milhares de profissionais oferecendo conhecimento técnico, contato direto com fabricantes, montadoras e especialistas do setor.
Tudo foi pensado para que o evento fosse um momento de aprendizado e valorização da profissão, levando não só conteúdo técnico, mas também uma visão ampla do negócio, incluindo gestão, marketing e posicionamento de mercado.
A preocupação com o público começou com o planejamento para facilitar a chegada ao local, colocando à disposição uma van que levava do ponto de encontro próximo ao Metrô Portuguesa-Tietê até o Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, onde aconteceu o Congresso.
Na chegada, o participante fazia seu credenciamento recebendo uma sacola com Kit lanche, panfleto com o cronograma das palestras e boxes técnicos junto com a distribuição dos fones garantindo a qualidade do áudio.
A troca foi intensa entre todos os participantes surpreendendo inclusive especialistas reconhecidos de outros segmentos, apaixonados por mecânica automotiva. A oportunidade de assistir e conversar com ídolos do YouTube e absorver ainda mais informações e aprendizado, foi um dos pontos altos, assim como a chance de pilotar veículos elétricos de diversas montadoras.
As experiências vividas neste dia foram relatadas com muita emoção e entusiasmo pelos profissionais que compareceram ao evento. Aline Santos, da Coruja Centro Automotivo registrou cada momento e nos enviou seu vídeo. Ela mostrou todo trajeto aproveitando nossa van, a etapa do credenciamento, participações nas ações, palestras, test drive de veículos híbridos e elétricos e o networking que fez com outros grupos de mecânicos.
Confira as entrevistas com alguns participantes do Congresso:
Entrevistamos alguns participantes como Giulia, assistente da Loja do Mecânico de Sorocaba, que nos contou que participar do Congresso foi muito bom para entender melhor o funcionamento do mercado, quais são as demandas e necessidades dos clientes e o que eles estão buscando e querendo inovar.
O pessoal da oficina DK Monteiro, do bairro São Matheus em São Paulo/SP, contou: “Visitamos muitos estandes e o que chamou a nossa atenção foi o treinamento da linha premium pois, agrega muito para o mercado automobilístico porque traz inovação pro nosso setor que é uma grande potência, além de ter a novidade dos carros elétricos e híbridos o que reforça nosso conhecimento”.
Já o Daniel, mecânico da Continental Serviços Automotivos em Osasco/SP, disse: “É muito boa essa interação entre profissionais e fabricantes. O mecânico vem atrás de informações e parcerias e isso é muito importante para nós”.
Wendell, que participou de algumas ações promovidas pelos estandes, comenta: “Não conhecia o Congresso e gostei bastante por isso vou voltar nas próximas edições. Sou mecânico há 20 anos e trabalho na oficina The Brothers em Ferraz de Vasconcelos, fui em algumas palestras e fui passeando no evento pegando alguns brindes e participando das brincadeiras. Estou curtindo”.
Douglas Aparecido, da oficina São Cristóvão de Vargem Grande Paulista/SP, disse durante o evento: “Estou gostando muito pois, tem muitas opções em tecnologia que ajuda bastante na área. E o Gustavo, que trabalha junto com Douglas, completa: Tem muita informação e conhecimento que dá para agregar bastante. Eu não conhecia e pretendo vir mais vezes.”
Fique atento nas novidades para a próxima edição!
A Revista O Mecânico já está preparando a próxima edição do CBM que, com certeza, terá ainda mais novidades. A meta é fomentar o mercado e preparar o profissional iniciante ou proprietário de oficina para uma jornada de crescimento contínuo. Desta maneira, o setor da mecânica automobilística terá cada vez mais visibilidade e credibilidade.
A Cummins Brasil apresentará na Fenatran, entre os dias 7 e 11 de novembro, um ambicioso projeto que visa transformar sua linha de motores nas próximas décadas
Com investimentos em pesquisas e tecnologias em torno de um bilhão de dólares por ano, a Cummins quer seguir a tendência mundial de utilização de energias renováveis, reforçando seu posicionamento sustentável e liderando uma transição energética no mercado. Para isso, definiu um plano para diminuir as emissões de gás carbônico em seus motores de combustão interna e investir em novos produtos com emissão zero até 2050.
Localizado em uma região com grande potencial para a produção de energias renováveis, o Brasil será um dos primeiros países do mundo a receber os investimentos da empresa. Batizado de “Destino ao zero”, o projeto prevê uma redução gradual de emissões de gás carbônico em seus motores, desenvolvendo uma linha movida por combustíveis menos nocivos ao meio ambiente, como diesel, hidrogênio, GNV e biometano.
Segundo Adriano Rishi, presidente da Cummins Brasil, esse é o investimento certo não apenas pensando nos negócios, mas também se preocupando com o planeta como um todo.
“Investimos em uma ampla gama de tecnologias para alimentar a descarbonização da indústria. Essa não é apenas a abordagem certa para nossos negócios, mas é fundamental para nosso planeta e para as gerações futuras que enfrentam desafios à medida que reconhecemos as realidades das mudanças climáticas”, diz o executivo.
Motores que serão apresentados na Fenatran
A Cummins apresentará na edição 2022 da Fenatran as seguintes soluções voltadas para a redução da emissão de gás carbônico:
Motor B6.7 Single Module Euro VI:
Motorização B6.7 com pós-tratamento Single, integrante da plataforma de motores eletrônicos Euro VI, e sistemas para redução de emissões de escape Single e U Module, desenvolvido para caminhões de alta potência.
X15H:
Novidade que será apresentada na Fenatran 2022, o motor Cummins X15H leva a energia de hidrogênio para caminhões de até 44 toneladas, oferecendo uma potência máxima de 530 hp (395 KW) e um pico de torque de 2.600 Nm. A empresa estima que um caminhão pesado, equipado com o motor X15H e um sistema de armazenamento de combustível de hidrogênio de alta capacidade pode oferecer um alcance operacional potencial de mais de 1000 km.
Motor L9 com TWC:
Motor a gás Euro VI (6.7, 9 e 15 litros) que opera com GNV e biometano, reduz em até 70% a emissão de gases do efeito estufa, comparado com modelos a Diesel Euro V. O motor será apresentado com o sistema de pós-tratamento dedicado chamado Three Way Catalyst (TWC), que possui as configurações horizontal e vertical, se adequando de uma forma melhor aos projetos dos clientes.
Eixos elétricos Cummins Meritor 14Xe e 17Xe:
Com um design inovador, o modelo 14Xe está preparado para equipar caminhões com o peso bruto total (PBT) entre 12 e 24 toneladas, proporcionando eficiência, desempenho e economia de peso. O 17Xe , ainda em fase de testes, suporta até 44 toneladas de peso bruto combinado na versão solo. Esse modelo foi projetado para proporcionar alta densidade de energia, oferecendo 430 KW de potência contínua.
Plataforma agnóstica de combustível:
A plataforma agnóstica de combustível está em fase de desenvolvimento pela Unidade de Negócios da Cummins para fabricar motores que utilizam combustíveis com baixo ou zero emissão de carbonos. Dentre as inovações dessa plataforma, podemos destacar um motor 6.7 que permitirá a utilização de cinco combustíveis diferentes (Diesel, gás, hidrogênio, propano e gasolina). Essa novidade está prevista para chegar ao mercado entre 2026 e 2027.
Cummins + Mertitor:
A Cummins também anunciou a aquisição da Meritor, o que permitirá um avanço mais acelerado no desenvolvimento de soluções de powertrain. Com a fusão, a empresa passa a contar com 3000 colaboradores, faturamento de 5,5 bilhões de reais e uma rede de distribuição com mais de 500 pontos de atendimento.
Para garantir a segurança do veículo, motorista deve saber reconhecer os sinais de desgaste dos discos de freio
De máxima importância para garantir a segurança do automóvel, o sistema de freios deve ser mantido sempre em bom estado de funcionamento e fazer parte das manutenções periódicas na oficina mecânica, a fim de evitar acidentes e prejuízos ao motorista.
A durabilidade do sistema de freios pode variar, pois está, principalmente, ligada às condições de uso do automóvel e, por isso, o dono do veículo deve ficar atento ao desempenho dos componentes. A Fremax preparou algumas dicas para identificar os sinais de desgaste nos discos, peças essenciais para o funcionamento do mecanismo.
No sistema de freio a disco, após o acionamento do pedal, uma pressão hidráulica é gerada no fluído de freio impulsionando-o para dentro das pinças, o que faz mover o pistão. Essa ação faz com que as pastilhas, que estão conectadas ao pistão, pressionem o disco de freio, criando o atrito necessário para frear as rodas do veículo.
O desgaste dos discos de freio compromete a correta frenagem do veículo, conforto e segurança do motorista e ocupantes. Nesse caso, a sua troca deve ser feita por produto similar com procedência e qualidade certificadas.
O desgaste de outras peças do sistema, como pastilhas, pode contribuir para a redução da vida útil do componente. Por isso, é tão importante revisar o estado de conservação de todas as peças do sistema de freio. Quanto à vida útil do disco de freio, depende das condições de uso a que o automóvel é submetido, além do hábito de direção do condutor. Evitar terrenos com muitos detritos e freadas bruscas, garantem um prazo de validade maior a esse componente.
As vibrações são um dos principais sinais de que algo está errado. Quando elas ocorrem ao frear o veículo, isso pode indicar problemas no disco de freio. Isso porque, com o passar do tempo, o contato intenso com as pastilhas vai consumindo a superfície do disco, podendo ocorrer de forma irregular. A consequência disso é a formação de ondulações que causam tremores e ruídos quando o freio é acionado.
Caso você identifique esse tipo de problema, faça a manutenção imediata do conjunto.
Outro sinal importante que demonstra algum tipo de problema no disco de freio é a dificuldade para frear. Na prática, o uso intenso do freio ou oxidação elevada (não superficial) sofrida também pode gerar áreas porosas na superfície do disco. Essa condição prejudica a funcionalidade da peça, já que o contato entre o disco e a pastilha não é feito de forma efetiva. Para compensar essa ineficiência, o motorista acaba tendo que exercer uma força maior no pedal, pois se torna mais difícil reduzir a velocidade do veículo.
O pedal duro demais já indica falhas no mecanismo de assistência. Também conhecido como hidrovácuo, ele cumpre a função de tornar o acionamento dos freios mais leve. No entanto, ele pode perder eficiência devido a desgastes no disco de freio.
Ademais, não podemos descartar a hipótese de o pedal duro estar relacionado com a baixa qualidade das peças do sistema. Desse modo, realizar a manutenção substituindo itens com marcas confiáveis é um cuidado bastante recomendado.
Manter-se atento a esses sinais do disco de freio é fundamental para garantir a segurança e evitar prejuízos.
Eaton foca em soluções para veículos à combustão e mira no mercado de eletrificação
A Eaton está comemorando 65 anos no Brasil com uma estratégia focada em três importantes macrotendências: transição energética, sustentabilidade e digitalização. Estas frentes estão norteando os negócios da multinacional a nível global e local com o objetivo de ampliar a presença da empresa nos mercados em que atua e expandir o fornecimento de suas soluções para novos segmentos.
Até 2030, cerca de 95% do mercado da América do Sul de veículos comerciais leves e carros de passageiro ainda devem ser equipados com motorização à combustão, considerando a aplicação em veículos híbridos que necessitam desses mesmos componentes. Enquanto apenas cerca de 5% serão puramente elétricos. Para isso, a Eaton mira no mercado futuro, mas mantem os investimentos e suporte aos clientes nesta fase de transição da indústria. Além disso, uma estratégia de transformação digital a nível global contempla novos modelos de negócio, experiência digital do cliente, fábrica do futuro (Indústria 4.0) e produtividade funcional.
“Acreditamos que o movimento de hibridização é uma realidade mais próxima do Brasil, por isso, a perspectiva é manter um crescimento contínuo no mercado de motores à combustão ao longo dos próximos anos e introduzir soluções híbridas a esse cenário. Ao mesmo tempo que prevemos crescer nesse segmento, nosso know-how profundo em eletrificação com soluções que já rodam em outros países, nos permite seguir com investimentos robustos para atender as demandas futuras de veículos movidos 100% à bateria. Trabalhamos focados em resultados nas áreas de sustentabilidade e digitalização para atender as necessidades da transição energética e também do futuro”, comenta o presidente do grupo Veículos e Corporativo da Eaton para a América do Sul.
Nesse sentido, a Eaton oferece em seu portfólio soluções mais limpas que equipam motores à combustão e suportam a transformação da mobilidade, como as válvulas do sistema ORVR, que são utilizadas nos tanques de combustíveis de veículos de passeio e reduzem até 98% de emissões evaporativas, as válvulas ocas (hollow) de motor, pump actuator, atuador de válvula variável e engine break que propiciam uma queima de combustível otimizada para cada condição de uso e podem ser equipados em caminhões e carros. Além disso, como solução pós-tratamento, o eHeater trabalha para elevar a temperatura dos gases de combustão enquanto o motor opera em regime frio e melhora a eficiência do sistema de pós-tratamento.
Com um share relevante e em crescimento para os câmbios automatizados, as transmissões da Eaton estão presentes nos principais caminhões e ônibus de veículos comerciais leves da América do Sul (6 a 13 toneladas), enquanto a transmissão automatizada Ultrashift Plus MHD está no segmento de médios e semipesados (14 a 35 toneladas). Já no portfólio eMobility, a multinacional está preparada para novos negócios com uma infraestrutura de soluções que inclui sistemas de distribuição e eletrônica de potência e conectores de rede. Em janeiro 2022, a aquisição global da Royal Power Solutions ampliou a oferta de uma gama de soluções de conectores que já atendem veículos à combustão, híbridos e elétricos.
No segmento de reposição, a projeção para 2023 é manter um crescimento na casa dos dois dígitos e lançar no mercado 12 produtos, sendo que uma das novidades está para ser lançada ainda neste ano, reforçando a estratégia em alcançar novos mercados e ir além dos produtos convencionais: será a embreagem centrífuga que atua como acoplamento para transferir o torque do motor a diesel do equipamento de refrigeração para o compressor e é aplicada em transporte refrigerado.
Site Mercado Livre registrou aumento de 31% na intenção de compra quando os usuários entram em contato efetivo com o vendedor para iniciar a negociação
O Mercado Livre, registrou um aumento de 77% na procura por carros elétricos e híbridos seminovos na plataforma em 2022, frente ao mesmo período do ano anterior. Os modelos híbridos mais buscados são Toyota Corolla, Ford Fusion e Porsche Panamera. Já o top 3 entre os elétricos é formado por automóveis do segmento de luxo, como o Porsche Taycan, BMW i3 e o Tesla Model S.
“A oferta de automóveis elétricos e híbridos é algo ainda muito recente, principalmente no mercado nacional, e que está em constante expansão. Antes, somente as montadoras e marcas de luxo ofereciam opções, vide o alto custo dos modelos. Isso explica esse top 3 entre os elétricos seminovos. Já entre os híbridos, observamos modelos com valores mais acessíveis, como Toyota e Ford”, conta o head de motors no Mercado Livre, Luciano Avila.
“Ao passo que o interesse nesse tipo de modelo cresce, a tendência é que cada vez mais montadoras ofereçam automóveis nesse segmento e isso se transmita em uma queda nos preços”, completa.
No mesmo período, a intenção de compra, ou seja, quando o comprador entra em contato com o vendedor para iniciar negociações, cresceu 31%. Os meses de procura mais alta no ano até aqui foram janeiro, março, abril e junho, com janeiro apresentando a maior média de contatos dos últimos dois anos.
Segundo dados da plataforma, entre os zero-km, a demanda se manteve estável, com uma variação negativa nas visitas de 4%. A intenção de compra, por sua vez, teve uma queda de 20%. Os modelos elétricos novos mais visitados foram o Audi e-tron, o Tesla Model e o Nissan Leaf. Já, entre os automóveis híbridos, foram Toyota Corolla Cross, Toyota Corolla e o Volvo XC60.
Gabriela Pavanelli assume a coordenação do Aftermarket da divisão ContiTech em 1º de novembro
A Continental anuncia nova Coordenadora de Vendas do departamento Comercial, Gabriela Pavanelli. Depois de oito anos liderando o setor de marketing da companhia, a profissional terá sob sua responsabilidade administrar as áreas de vendas, clientes e representantes regionais do Aftermarket da divisão ContiTech, comandada pelo Sales Manager Automotive Aftermarket South America, Paulo Lira. A profissional Gabriela está na companhia há 19 anos e é graduada em Administração de Empresas pela Universidade Paulista e tem MBA em Marketing e Vendas pela Faculdade Anhanguera.
“Ter a oportunidade de contribuir com o setor comercial é uma oportunidade ímpar. Estou bem animada para desenhar estratégias e impulsionar ainda mais os resultados. Eu também agradeço a todos os profissionais da Continental pela parceria desses 8 anos na área, o quanto sou grata por tudo o que conseguimos realizar com a marca Continental Contitech. Encaro a mudança com tranquilidade porque sei que o marketing estará muito bem servido com a Mariana Bassoni”, declarou Pavanelli.
Ganho de musculatura decorrente da fusão entre PSA e FCA que agregou 14 marcas (Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram e Vauxhall) animou o Grupo Stellantis, hoje o quarto maior fabricante de veículos do mundo (Toyota, VW e Aliança Renault Nissan Mitsubishi são os três maiores), a focar com maior empenho cada uma delas. Exceção é a Vauxhall que é como se chama a Opel na Grã-Bretanha.
No Brasil o movimento começou pela valorização da Abarth que estará numa versão do SUV Pulse e deve estrear em novembro. A Fiat nem terá seu logotipo no Pulse Abarth para que a grife esportiva fique mais conhecida.
Os rumores apontam uma expansão em direção a outras marcas do grupo, após encontro recente em Paris entre executivos da Stellantis e representantes de redes de concessionárias brasileiras. Nessas reuniões sempre há os mais entusiasmados que consideram sondagens como algo já definido. Veja o que foi discutido:
· Volta da DS. Essa marca de luxo inicialmente com base em modelos Citroën foi comercializada no Brasil entre 2012 e 2016. Houve grande evolução na Europa e desde 2015 tem atuação independente voltada para o mercado premium.
· Retorno da Alfa Romeo. A tradição de 112 anos não foi suficiente para se consolidar no Brasil. Esteve no início da indústria automobilística brasileira com o FNM 2000 JK em 1960. Depois o Alfa Romeo 2300 fabricado em Duque de Caxias (RJ) e Betim (MG) de 1974 a 1986. Em 1991 voltou com o modelo importado 164. Apesar dos esforços da Fiat (dona da marca desde 1986), a Alfa Romeo deixou o País em 2006. A força e as sinergias da Stellantis poderiam transformar rumores em fatos.
· Início dos trabalhos para importar Opel. Já foi desmentido mais de uma vez e agora os estudos estariam começando. A marca alemã era da GM que a vendeu para a PSA em 2017. Carros da Opel produzidos aqui como Chevrolet foram a base do Opala (1968) e pelo menos outros 10 modelos durante meio século, mas a GM não divulgou e nem importou qualquer produto co o nome Opel. Está aí um bom desafio para a Stellantis.
· Importação de modelos Maserati. O importador oficial ainda é a Via Itália que trabalha também com Ferrari, Lamborghini e Rolls-Royce. A Stellantis teria condições de assumir a operação, em caso de interesse.
· Expansão nas vendas de elétricos e eletrificados Peugeot e Citroën. A partir de 2023 todas as concessionárias no Brasil poderiam comercializar estes modelos e não apenas em algumas capitais. Isso é factível e a assistência técnica poderia atender os clientes por regiões.
Salão do Automóvel de Paris perdeu força
Anos de ouro da exposição francesa bienal aconteceram na primeira década deste século. Corredores ficavam superlotados e a média de visitantes era de quase 1,5 milhão ao longo quase duas semanas. Só de fabricantes de veículos eram mais de 60, além de produtores de autopeças e empresas de serviço. Com o avanço da cobertura pela internet e estratégia de fabricantes em antecipar novidades antes dos salões, o público ao vivo foi encolhendo. Na última edição, em 2018, os visitantes já haviam diminuído para um milhão.
Em 2020 a covid-19 obrigou o cancelamento. Em 2022 a exposição está aberta por apenas seis dias até o próximo dia 23. Claro sinal do esvaziamento que atingirá não apenas Paris como outros grandes salões (o de Genebra, por exemplo, vai migrar para Doha, no Catar). Este ano há apenas 19 expositores, sendo três chinesas e uma vietnamita. Marcas que sempre atraem os olhares como Ferrari, Lamborghini, Porsche e o trio de ferro alemão (Audi, BMW e Mercedes-Benz) desistiram. Até mesmo a Citroën não se apresentou este ano.
Os carros-conceito, atrações em todos salões por projetarem o futuro, continuam em evidência, além dos show cars. A Renault domina a cena com quatro produtos elétricos: 4EVER Trophy, R5 TURBO 3E, R5 Prototype e Kangoo Hippie Caviar Hotel. Kangoo E-Tech elétrico e o SUV Austral híbrido (talvez seja produzido no Brasil) completam as novidades Renault.
Jeep Avenger, menor que o Renegade, tem versões elétrica e híbrida, sendo esta uma possível opção para produção aqui.
Audi lança híbrido plugável para dirigir sem ansiedade
Para quem deseja entrar na era da eletrificação pode ser desconfortável não vislumbrar a possibilidade de viajar por qualquer rodovia sem planejamento prévio. Por isso os híbridos plugáveis aparecem como aliados. Eles independem de uma rede de recarga e preferencialmente com carregadores rápidos ou ultrarrápidos ainda pouco comuns no Brasil.
O Audi Q5 Sportback TFSIe tem um motor 2 L turbo a gasolina de 252 cv e 37,7 kgf.m e um elétrico de 143 cv e 35,7 kgf.m. A potência e o torque combinados são, respectivamente, de 367 cv e 50,9 kgf.m. Garantia de desempenho bem marcante (0 a 100 km/h em 5,3 s). A velocidade máxima só com o motor elétrico é de 135 km/h (210 km/h com os dois motores).
Pode ser dirigido com o silêncio e a resposta instantânea do motor elétrico por cerca de 60 km. São condições ideais de uso urbano nas grandes cidades. A recarga domiciliar é feita em tomadas comuns ou por meio de um sistema de carregamento compacto para garagem que vem de série. Regeneração durante as frenagens ajuda a recarregar a bateria de 17,9 kWh e 381 V.
Além de muito espaço interno, inclusive no banco traseiro apesar da curvatura no teto, o SUV cupê médio-grande oferece posição de guiar perfeita. No quadro de instrumentos reconfigurável de 12,3 pol. o conta-giros não tem ponteiro. Foi substituído por uma estreita barra horizontal que se desloca da esquerda para a direita.
Em uma viagem entre São Paulo (SP) e Holambra (SP), com pouco uso dos freios, o motor a combustão só entrou em ação de forma permanente com 51 km percorridos em trechos de velocidade máxima permitida entre 100 e 120 km/h. A qualquer momento durante uma ultrapassagem foi só pisar mais fundo no acelerador e os dois motores trabalharam em conjunto instantaneamente.
A tração quattro ultra sob demanda transfere potência das rodas dianteiras para as traseiras conforme a necessidade e de forma automática, o que ajuda na economia de combustível. Nesta viagem o computador de bordo apontou média de 18 km/l.
Strada tem maior valor de revenda
Como já ocorreu anteriormente veículos usados vêm-se valorizando em vez da normal depreciação. A escassez de componentes, em especial chips semicondutores, diminuiu a oferta de produtos novos (370.000 unidades em 2021 e 170.000 até o mês passado). O Selo Maior Valor de Revenda (SMVR), da agência Autoinforme, entre 18 categorias apontou a Strada como vencedora com 9,8% de valorização, seguida muito de perto pela S10 com 9,6% e o Macan, 9%.
Chevrolet teve quatro modelos apontados na pesquisa SMVR. Fiat, Renault Toyota e VW alcançaram duas indicações cada. O estudo é feito anualmente.
Estalos em arrancadas e ao trocar marchas, bem como vibração na transmissão em altas velocidades, podem ser indícios de cruzetas danificadas
Localizadas nas extremidades do eixo cardã, as cruzetas têm a função de transmitir a força gerada pelo motor em diferentes ângulos até o diferencial do veículo. “As cruzetas são peças fundamentais, pois sem elas não haveria a movimentação do eixo traseiro, são elas que permitem a alternância de ângulo de trabalho do eixo cardã”, afirma o Gerente de Produtos e Engenharia da Nakata, Jefferson Credidio. Por isso, requerem alguns cuidados básicos na hora da manutenção. “Caso a cruzeta quebre, o veículo perderá tração e ocorrerá parada inesperada, além de danos nos componentes como garfo, terminal, flange e ao próprio tubo”, adverte.
Segundo Credidio, é preciso ficar atento a estalos em arrancadas e ao trocar marchas, além de vibração na transmissão em altas velocidades, pois podem ser indícios de comprometimento das cruzetas.
O gerente alerta para a falta de manutenção adequada das cruzetas. “O bom funcionamento depende da lubrificação e do uso da graxa correta, pois, caso contrário, pode ocorrer um superaquecimento entre o munhão e a capa da cruzeta chegando a fundir uma parte na outra”, conclui.
A lubrificação das cruzetas deve ser realizada em intervalos recomendados pela montadora e de acordo com a aplicação do veículo. Segundo a Nakata, a graxa utilizada deve ser a base de sabão de lítio com grau de consistência EP2.
Ao sinal de qualquer avaria, a recomendação é levar o veículo a uma oficina especializada para fazer o diagnóstico adequado.
Aparelho inversor de potência da Multi permite transformar a tomada de 12 Volts em uma tomada de 3 pinos para carregar eletrônicos e outros aparelhos elétricos de 110 ou 220 Volts
O Grupo Multi apresenta seu inversor de potência automotivo, que transforma a tomada de 12 V do veículo em uma tomada de 3 pinos de 110 ou 220 V. Segunso a empresa, com este aparelho, fica possível usar aparelhos elétricos dentro do automóvel enquanto o veículo está em tráfego.
O inversor de potência da Multi é um aparelho multifuncional que, ao se conectar na saída 12V do veículo, transforma-se em uma tomada comum, ideal para carregar ou ligar notebooks, tablets, celulares, caixinhas de som, aquecedor de alimento gourmet, chapinha de cabelo, vídeo games, impressoras, entre outros dispositivos, com potência de até 150 Watts.
O modelo conta com duas versões: AU900 (transforma 12V para 110/127V) e AU901 (transforma 12V em 220V/240V), atendendo todas as tensões e regiões do país. O inversor de potência também conta com uma saída USB de 5 Volts, compatível com a maioria dos eletrônicos comercializados, e um cooler para controle de temperatura.
Os inversores de potência Multi têm preço sugerido a partir de R$ 200.
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