Veículos idênticos podem apresentar bombas d’água diferentes, afirma Nakata

De acordo com a empresa, visualmente, a bomba d’água pode parecer igual à outra e, no entanto, pode haver diferenças na construção devido a diferença no projeto 

 

Um dos principais componentes do sistema de arrefecimento, a bomba d’água é responsável por fazer com que o líquido de arrefecimento circule pelas galerias do motor, desempenhando, assim, papel fundamental no motor do veículo, pois é através do líquido de arrefecimento que ocorre a troca de calor e controle da temperatura de trabalho do motor.

“A bomba d’água requer atenção especial do mecânico na hora da manutenção, pois, visualmente, a bomba d’água pode parecer igual a outra, no entanto, pode haver diferenças na construção”, alerta o Assistente Técnico da Nakata, Edson Vieira.

Para exemplificar, a Nakata cita as bombas d’água Fiat com correia V e poli V. Por exigir mais do conjunto as bombas com correia poli V tem rolamento reforçado.

Outro exemplo é a bomba d´água dos motores Volkswagen AP: aqui também a diferença nas correias demanda uma bomba com rolamento reforçado. “Se usar a bomba d’água para polia V num sistema de polia poli-V, que exige mais da bomba, ocorrerá sobrecarga da bomba e consequentemente afetará a vida útil da peça”, ressalta.

Para não cometer este equívoco, a Nakata recomenda consultar sempre o catálogo eletrônico para aplicar o produto especificado para o modelo: www.catalogonakata.com.br

Calmon | Vendas devem crescer no mínimo 5% em 2023

 

Projeções iniciais para o mercado interno de veículos em 2023 são positivas para automóveis e comerciais leves. No primeiro dia do Congresso Autodata Perspectivas 2023 (24 a 28 de outubro), o presidente da Anfavea, Márcio Leite, previu crescimento mínimo de 5% com base no desempenho muito fraco do primeiro trimestre deste ano que não deve se repetir em 2023. Essa previsão parte da premissa que o desabastecimento mundial de chips seja paulatinamente resolvido ao longo do próximo ano. Se isso ocorrer, as vendas podem crescer até 10% sobre 2022.

Leite afirmou que o aumento dos preços deslocou a demanda de carros novos para o mercado de usados e de motocicletas. “Considero um desafio trazer este consumidor de volta e a solução é uma mobilidade a custo mais baixo”, reconheceu. A interpretação plausível: haverá muitas promoções ao longo de 2023 e o tíquete médio de venda deverá ficará menor do que as tabelas de preço sugerem. É uma forma indireta de baixar os preços.

Nessa mesma linha seguiu Mauro Correia, presidente da Caoa, que previu crescimento do mercado entre 5% e 10%. A empresa produzirá um novo modelo da Hyundai na fábrica de Anápolis (GO) no próximo ano, certamente mais um SUV.

Pablo Di Si, ex-CEO da VW América Latina e agora na mesma posição na América do Norte, reafirmou que cada região tem que se adaptar à sua realidade rumo à eletrificação da mobilidade. Nos EUA há subsídios estaduais e federal de até US$ 15.000 e os carros elétricos ocupam 6% do mercado. Para o Brasil ele vê um híbrido flex a etanol mais plausível, quando se calculam emissões de CO2 do poço à roda, sem requerer megainvestimentos. Di Si observou que é possível colocar os grandes recursos atuais de digitalização também nos híbridos. Neste ponto o País tem que avançar e a engenharia brasileira está capacitada para isso.

A GWM confirmou a importação do SUV H6 com atualizações de estilo e suspensões recalibradas que serão apresentadas ainda este ano e vendas em 2023. Trata-se de um híbrido plugável de porte do Toyota SW4 e pode alcançar até 200 km no modo elétrico. Oswaldo Ramos, diretor comercial, adiantou que o motor flex etanol/gasolina deve estar disponível em 2024, quando se iniciará a produção em Iracemápolis (SP) de uma picape média e depois um SUV. A estratégia é cobrir o mercado com entregas e retiradas para manutenção de veículos em qualquer município brasileiro, além das 133 concessionárias. A empresa estimulará comercialização por assinaturas.

 

Motor 1,5 turbo flex vai muito bem no HR-V

A Honda estabeleceu uma estratégia de atender a dois públicos no disputado mercado de SUVs compactos. Primeiramente, em julho, com motor aspirado de 1,5 L (EX e EXL) e agora a versão turbo flex (Advance e Touring). Ambos têm a mesma cilindrada e o mais potente passa a ser montado no Brasil.

Há algumas diferenças externas nas duas versões mais caras do HR-V (R$ 176.680 e R$ 184.500, respectivamente). Grade dianteira em formato de colmeia, rodas de liga leve de aro 17 pol. e desenho exclusivo, retoques nos para-choques dianteiro e traseiro e ponteiras de escapamento individuais (uma em cada lado), o que fez o porta-malas perder 39 litros de volume (agora, 354 litros).

No interior o banco do motorista tem regulagens elétricas (só na Touring) e o volante recebeu aplique preto brilhante no raio central. A Honda estreia seu aplicativo de conectividade para telefone celular agora recarregável por indução e 15 funções como cerca geográfica, partida remota do motor, ligar o ar-condicionado a distância, notificação de colisão e encontrar o carro, entre outras. A versão mais cara inclui agora sensor dianteiro de estacionamento, ausente nas outras três.

O motor 1,5 L turbo entrega 177 cv e 24,5 kgf.m com etanol ou gasolina, enquanto em outras fabricantes potência e torque são maiores ao abastecer com o combustível de origem vegetal. Consumo no parâmetro PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular): cidade 8,8/12,7 km/l (E/G) e na estrada, de 9,8/13,9 km/l (E/G). São bons números.

Embora exista uma diferença de R$ 42.000 entre a versão de entrada e a de topo, o HR-V Touring mostra desempenho realmente bem melhor. Suspensões ficaram mais firmes. O SUV arranca vigorosamente em especial quando se seleciona o modo Sport que atua na programação do câmbio automático CVT de sete marchas. Relação peso-potência de 8 kg/cv permite estimar a aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 9 s (a fabricante não informa esse dado). A direção tem respostas melhores no modo Sport.

Nesta primeira avaliação, pelas bem pavimentadas estradas de Santa Catarina, as ultrapassagens foram feitas com previsibilidade e segurança. Já no modo Econ, que há apenas no motor turbo, o computador de bordo indicou 13,5 km/l de gasolina, adequado ao ritmo imposto na viagem.

 

Pacote de segurança ativa nos Caoa Chery

Cada fabricante escolhe um nome – no caso da Caoa Chery, Max Drive. Mais uma demonstração de que os modelos produzidos no Brasil têm avançado em segurança ativa para evitar ou mitigar acidentes. Marcas de origem chinesa não ficaram para trás e ainda oferecem preços competitivos.

O Tiggo 7 Pro (cinco lugares) e o Tiggo 8 (sete lugares) chegam ao mercado por R$ 199.990,00 e R$ 214.990,00, respectivamente. SUVs são sempre mais pesados, o que aumenta os riscos pessoais e materiais em terceiros nas colisões contra veículos de menor porte. O pacote Max Drive inclui no primeiro modelo 14 itens entre alertas, frenagem automática de emergência e assistências ao motorista (desde comutação automática dos faróis aos controles de velocidade de cruzeiro). No Tiggo 8 são 12 itens: não são oferecidos alertas de abertura de porta e de colisão traseira.

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Magneti Marelli lança códigos de kits de distribuição para 11 marcas

Fabricante amplia gama de kits de distribuição com mais 20 códigos 

 

A Magneti Marelli acaba de agregar 20 códigos de kits de distribuição que atendem modelos das montadoras Citroën, Fiat, Ford, GM, Hyundai, Kia, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault e Volkswagen.

Os kits de distribuição são compostos de correia, rolamento esticador da correia (tensionador) e rolamento auxiliar. A Magneti Marelli recomenda que esses componentes sejam avaliados a cada revisão afim de apurar a real necessidade da troca.

Pensando em facilitar a vida do mecânico, a Magneti Marelli dispõe de um arquivo com todos os diagramas de montagem das correias para o mecânico consultar em casos de dúvidas sobre o posicionamento da correia entre todos os componentes que ela deve movimentar. Esse material técnico também auxilia na agilidade e assertividade da manutenção.

Para produção das correias dos kits de distribuição é utilizada Borracha Nitrílica Hidrogenada (HNBR). Segundo a Magneti Marelli, esse material proporciona maior durabilidade entre os materiais utilizados na fabricação de correias e permite que os componentes apresentem melhor performance, resistência e durabilidade.

A fabricante ressalta que o mau funcionamento do kit de distribuição pode afetar a vida útil de outros componentes e, por isso, é necessário a verificação periódica. Essa revisão é determinada pelo fabricante do veículo ou quando se detectam sinais de que algo não está funcionando adequadamente, como ruídos excessivos, vibrações e algum tipo de vazamento no motor. Nesses casos, o mecânico deve ser acionado imediatamente.

Nova rede de distribuidores amplia participação da Valvoline

Distribuidor Original Lubrificantes, que faz parte da rede, triplica vendas, após início da distribuição, com projeção de expansão da parceria

 

Desde o início do ano, a marca de lubrificantes Valvoline adotou uma forma integrada de trabalho junto a distribuidores para oferecer todo o suporte com equipe voltada ao atendimento e treinamento para os profissionais das empresas de distribuição, visando garantir conhecimento técnico sobre os produtos. Desta forma, a fabricante conta com rede de distribuidores dedicada à comercialização de seu portfólio de todas as linhas de lubrificantes no estado de São Paulo.

O resultado dessa parceria que consiste em um trabalho integrado com a rede de distribuidores para oferecer uma venda técnica começa a ser sentido. É o caso da Distribuidora Original Lubrificantes, que atende algumas regiões do estado de São Paulo, está operando com a Valvoline há cinco meses e já conseguiu triplicar as vendas da marca.

Segundo o diretor comercial da Valvoline, Wilson Carlos Iglecias, a parceria está tão promissora que pretende expandir a experiência para outras regiões onde a distribuidora está presente. “Há muita interação, a Valvoline oferece serviços e todo o suporte para a nossa equipe, promovendo treinamentos, colocam um técnico à nossa disposição, além de promoções e campanhas para nossos clientes. A integração é tão grande que nos tornamos um braço da própria companhia para garantir atendimento diferenciado. Isso é positivo para todos os elos da cadeia: fábrica, distribuidor e os clientes que atendemos de autopeças, indústrias, postos de combustíveis, transportadoras, entre outros”, revela.

O trabalho cooperado, na visão de Iglecias, é fundamental para o bom atendimento ao mercado e gera satisfação na ponta com o cliente. Hoje, a distribuidora conta com uma equipe de 10 profissionais dedicados às linhas de produtos da Valvoline “A proximidade com o cliente reflete diretamente no aumento das vendas”, destaca.

Á frente de todas as mudanças recentes na rede de distribuidores no estado de São Paulo, a gerente de vendas da Valvoline, Kellen Cristina, explica que o modelo de distribuição foi planejado para aumentar as perspectivas de vendas na linha de produtos da marca junto aos clientes e garantir mais disponibilidade, visibilidade, de forma ágil, e, a iniciativa vem gerando resultados positivos.

Além de atendimento diferenciado, os distribuidores possuem uma rota de entrega que possibilita atender com competitividade, de forma personalizada, de acordo com a necessidade dos clientes. Desta forma, a marca consegue ter maior alcance em todo o estado de São Paulo.

Com portfólio em constante ampliação, com linhas dedicadas a veículos leves, duas rodas, pesados e produtos industriais, a Valvoline também continua atendendo diretamente alguns clientes com demandas específicas, como os fabricantes LiuGong, Cummins e Scania, entre outros.

Sucesso de público! O que os mecânicos acharam do 5CBM

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Saiba o que os profissionais disseram da edição de 2022 do CBM, o maior evento do Brasil voltado ao mecânico independente 

No último sábado, dia 22 de outubro, aconteceu no Expo Center Norte em São Paulo/SP o 5º Congresso Brasileiro do Mecânico, o maior evento do Brasil feito para o mecânico automotivo independente. Organizado pela Revista O Mecânico, o CBM reuniu milhares de profissionais oferecendo conhecimento técnico, contato direto com fabricantes, montadoras e especialistas do setor.  

Tudo foi pensado para que o evento fosse um momento de aprendizado e valorização da profissão, levando não só conteúdo técnico, mas também uma visão ampla do negócio, incluindo gestão, marketing e posicionamento de mercado. 

A preocupação com o público começou com o planejamento para facilitar a chegada ao local, colocando à disposição uma van que levava do ponto de encontro próximo ao Metrô Portuguesa-Tietê até o Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, onde aconteceu o Congresso

Na chegada, o participante fazia seu credenciamento recebendo uma sacola com Kit lanche, panfleto com o cronograma das palestras e boxes técnicos junto com a distribuição dos fones garantindo a qualidade do áudio. 

Quais foram as novidades do 5º Congresso Brasileiro do Mecânico? 

A troca foi intensa entre todos os participantes surpreendendo inclusive especialistas reconhecidos de outros segmentos, apaixonados por mecânica automotiva. A oportunidade de assistir e conversar com ídolos do YouTube e absorver ainda mais informações e aprendizado, foi um dos pontos altos, assim como a chance de pilotar veículos elétricos de diversas montadoras. 

5CBM-Palestras

As experiências vividas neste dia foram relatadas com muita emoção e entusiasmo pelos profissionais que compareceram ao evento. Aline Santos, da Coruja Centro Automotivo registrou cada momento e nos enviou seu vídeo. Ela mostrou todo trajeto aproveitando nossa van, a etapa do credenciamento, participações nas ações, palestras, test drive de veículos híbridos e elétricos e o networking que fez com outros grupos de mecânicos. 

Confira as entrevistas com alguns participantes do Congresso:

Entrevistamos alguns participantes como Giulia, assistente da Loja do Mecânico de Sorocaba, que nos contou que participar do Congresso foi muito bom para entender melhor o funcionamento do mercado, quais são as demandas e necessidades dos clientes e o que eles estão buscando e querendo inovar. 

O pessoal da oficina DK Monteiro, do bairro São Matheus em São Paulo/SP, contou: “Visitamos muitos estandes e o que chamou a nossa atenção foi o treinamento da linha premium pois, agrega muito para o mercado automobilístico porque traz inovação pro nosso setor que é uma grande potência, além de ter a novidade dos carros elétricos e híbridos o que reforça nosso conhecimento”. 

Já o Daniel, mecânico da Continental Serviços Automotivos em Osasco/SP, disse: “É muito boa essa interação entre profissionais e fabricantes. O mecânico vem atrás de informações e parcerias e isso é muito importante para nós”. 

Wendell, que participou de algumas ações promovidas pelos estandes, comenta: “Não conhecia o Congresso e gostei bastante por isso vou voltar nas próximas edições. Sou mecânico há 20 anos e trabalho na oficina The Brothers em Ferraz de Vasconcelos, fui em algumas palestras e fui passeando no evento pegando alguns brindes e participando das brincadeiras. Estou curtindo”. 

Douglas Aparecido, da oficina São Cristóvão de Vargem Grande Paulista/SP, disse durante o evento: “Estou gostando muito pois, tem muitas opções em tecnologia que ajuda bastante na área. E o Gustavo, que trabalha junto com Douglas, completa: Tem muita informação e conhecimento que dá para agregar bastante. Eu não conhecia e pretendo vir mais vezes.” 

Fique atento nas novidades para a próxima edição!

A Revista O Mecânico já está preparando a próxima edição do CBM que, com certeza, terá ainda mais novidades. A meta é fomentar o mercado e preparar o profissional iniciante ou proprietário de oficina para uma jornada de crescimento contínuo. Desta maneira, o setor da mecânica automobilística terá cada vez mais visibilidade e credibilidade. 

Texto por: Patrícia Pugliese 25/10/22 

Fotos: Douglas Crepaldi e Lucas Porto

Cummins apresenta plano para reduzir emissão de gás carbônico em seus motores

A Cummins Brasil apresentará na Fenatran, entre os dias 7 e 11 de novembro, um ambicioso projeto que visa transformar sua linha de motores nas próximas décadas

 

Com investimentos em pesquisas e tecnologias em torno de um bilhão de dólares por ano, a Cummins quer seguir a tendência mundial de utilização de energias renováveis, reforçando seu posicionamento sustentável e liderando uma transição energética no mercado. Para isso, definiu um plano para diminuir as emissões de gás carbônico em seus motores de combustão interna e investir em novos produtos com emissão zero até 2050.

Localizado em uma região com grande potencial para a produção de energias renováveis, o Brasil será um dos primeiros países do mundo a receber os investimentos da empresa. Batizado de “Destino ao zero”, o projeto prevê uma redução gradual de emissões de gás carbônico em seus motores, desenvolvendo uma linha movida por combustíveis menos nocivos ao meio ambiente, como diesel, hidrogênio, GNV e biometano.

Segundo Adriano Rishi, presidente da Cummins Brasil, esse é o investimento certo não apenas pensando nos negócios, mas também se preocupando com o planeta como um todo.

“Investimos em uma ampla gama de tecnologias para alimentar a descarbonização da indústria. Essa não é apenas a abordagem certa para nossos negócios, mas é fundamental para nosso planeta e para as gerações futuras que enfrentam desafios à medida que reconhecemos as realidades das mudanças climáticas”, diz o executivo.

Motores que serão apresentados na Fenatran

A Cummins apresentará na edição 2022 da Fenatran as seguintes soluções voltadas para a redução da emissão de gás carbônico:

Motor B6.7 Single Module Euro VI:

Motorização B6.7 com pós-tratamento Single, integrante da plataforma de motores eletrônicos Euro VI, e sistemas para redução de emissões de escape Single e U Module, desenvolvido para caminhões de alta potência.

X15H:

Novidade que será apresentada na Fenatran 2022, o motor Cummins X15H leva a energia de hidrogênio para caminhões de até 44 toneladas, oferecendo uma potência máxima de 530 hp (395 KW) e um pico de torque de 2.600 Nm. A empresa estima que um caminhão pesado, equipado com o motor X15H e um sistema de armazenamento de combustível de hidrogênio de alta capacidade pode oferecer um alcance operacional potencial de mais de 1000 km.

Motor L9 com TWC:

Motor a gás Euro VI (6.7, 9 e 15 litros) que opera com GNV e biometano, reduz em até 70% a emissão de gases do efeito estufa, comparado com modelos a Diesel Euro V. O motor será apresentado com o sistema de pós-tratamento dedicado chamado Three Way Catalyst (TWC), que possui as configurações horizontal e vertical, se adequando de uma forma melhor aos projetos dos clientes.

Eixos elétricos Cummins Meritor 14Xe e 17Xe:

Com um design inovador, o modelo 14Xe está preparado para equipar caminhões com o peso bruto total (PBT) entre 12 e 24 toneladas, proporcionando eficiência, desempenho e economia de peso. O 17Xe , ainda em fase de testes, suporta até 44 toneladas de peso bruto combinado na versão solo. Esse modelo foi projetado para proporcionar alta densidade de energia, oferecendo 430 KW de potência contínua.

Plataforma agnóstica de combustível:

A plataforma agnóstica de combustível está em fase de desenvolvimento pela Unidade de Negócios da Cummins para fabricar motores que utilizam combustíveis com baixo ou zero emissão de carbonos. Dentre as inovações dessa plataforma, podemos destacar um motor 6.7 que permitirá a utilização de cinco combustíveis diferentes (Diesel, gás, hidrogênio, propano e gasolina). Essa novidade está prevista para chegar ao mercado entre 2026 e 2027.

Cummins + Mertitor:

A Cummins também anunciou a aquisição da Meritor, o que permitirá um avanço mais acelerado no desenvolvimento de soluções de powertrain. Com a fusão, a empresa passa a contar com 3000 colaboradores, faturamento de 5,5 bilhões de reais e uma rede de distribuição com mais de 500 pontos de atendimento.

Fremax dá dicas para identificar sinais de desgaste do disco de freio

Para garantir a segurança do veículo, motorista deve saber reconhecer os sinais de desgaste dos discos de freio 

 

De máxima importância para garantir a segurança do automóvel, o sistema de freios deve ser mantido sempre em bom estado de funcionamento e fazer parte das manutenções periódicas na oficina mecânica, a fim de evitar acidentes e prejuízos ao motorista.

A durabilidade do sistema de freios pode variar, pois está, principalmente, ligada às condições de uso do automóvel e, por isso, o dono do veículo deve ficar atento ao desempenho dos componentes. A Fremax preparou algumas dicas para identificar os sinais de desgaste nos discos, peças essenciais para o funcionamento do mecanismo.

No sistema de freio a disco, após o acionamento do pedal, uma pressão hidráulica é gerada no fluído de freio impulsionando-o para dentro das pinças, o que faz mover o pistão. Essa ação faz com que as pastilhas, que estão conectadas ao pistão, pressionem o disco de freio, criando o atrito necessário para frear as rodas do veículo.

O desgaste dos discos de freio compromete a correta frenagem do veículo, conforto e segurança do motorista e ocupantes. Nesse caso, a sua troca deve ser feita por produto similar com procedência e qualidade certificadas.

O desgaste de outras peças do sistema, como pastilhas, pode contribuir para a redução da vida útil do componente. Por isso, é tão importante revisar o estado de conservação de todas as peças do sistema de freio. Quanto à vida útil do disco de freio, depende das condições de uso a que o automóvel é submetido, além do hábito de direção do condutor. Evitar terrenos com muitos detritos e freadas bruscas, garantem um prazo de validade maior a esse componente.

As vibrações são um dos principais sinais de que algo está errado. Quando elas ocorrem ao frear o veículo, isso pode indicar problemas no disco de freio. Isso porque, com o passar do tempo, o contato intenso com as pastilhas vai consumindo a superfície do disco, podendo ocorrer de forma irregular. A consequência disso é a formação de ondulações que causam tremores e ruídos quando o freio é acionado.

Caso você identifique esse tipo de problema, faça a manutenção imediata do conjunto.

Outro sinal importante que demonstra algum tipo de problema no disco de freio é a dificuldade para frear. Na prática, o uso intenso do freio ou oxidação elevada (não superficial) sofrida também pode gerar áreas porosas na superfície do disco. Essa condição prejudica a funcionalidade da peça, já que o contato entre o disco e a pastilha não é feito de forma efetiva. Para compensar essa ineficiência, o motorista acaba tendo que exercer uma força maior no pedal, pois se torna mais difícil reduzir a velocidade do veículo.

O pedal duro demais já indica falhas no mecanismo de assistência. Também conhecido como hidrovácuo, ele cumpre a função de tornar o acionamento dos freios mais leve. No entanto, ele pode perder eficiência devido a desgastes no disco de freio.

Ademais, não podemos descartar a hipótese de o pedal duro estar relacionado com a baixa qualidade das peças do sistema. Desse modo, realizar a manutenção substituindo itens com marcas confiáveis é um cuidado bastante recomendado.

Manter-se atento a esses sinais do disco de freio é fundamental para garantir a segurança e evitar prejuízos.

Eaton celebra 65 anos no Brasil

Eaton foca em soluções para veículos à combustão e mira no mercado de eletrificação 

 

A Eaton está comemorando 65 anos no Brasil com uma estratégia focada em três importantes macrotendências: transição energética, sustentabilidade e digitalização. Estas frentes estão norteando os negócios da multinacional a nível global e local com o objetivo de ampliar a presença da empresa nos mercados em que atua e expandir o fornecimento de suas soluções para novos segmentos.

Até 2030, cerca de 95% do mercado da América do Sul de veículos comerciais leves e carros de passageiro ainda devem ser equipados com motorização à combustão, considerando a aplicação em veículos híbridos que necessitam desses mesmos componentes. Enquanto apenas cerca de 5% serão puramente elétricos. Para isso, a Eaton mira no mercado futuro, mas mantem os investimentos e suporte aos clientes nesta fase de transição da indústria. Além disso, uma estratégia de transformação digital a nível global contempla novos modelos de negócio, experiência digital do cliente, fábrica do futuro (Indústria 4.0) e produtividade funcional.

“Acreditamos que o movimento de hibridização é uma realidade mais próxima do Brasil, por isso, a perspectiva é manter um crescimento contínuo no mercado de motores à combustão ao longo dos próximos anos e introduzir soluções híbridas a esse cenário. Ao mesmo tempo que prevemos crescer nesse segmento, nosso know-how profundo em eletrificação com soluções que já rodam em outros países, nos permite seguir com investimentos robustos para atender as demandas futuras de veículos movidos 100% à bateria. Trabalhamos focados em resultados nas áreas de sustentabilidade e digitalização para atender as necessidades da transição energética e também do futuro”, comenta o presidente do grupo Veículos e Corporativo da Eaton para a América do Sul.

Nesse sentido, a Eaton oferece em seu portfólio soluções mais limpas que equipam motores à combustão e suportam a transformação da mobilidade, como as válvulas do sistema ORVR, que são utilizadas nos tanques de combustíveis de veículos de passeio e reduzem até 98% de emissões evaporativas, as válvulas ocas (hollow) de motor, pump actuator, atuador de válvula variável e engine break que propiciam uma queima de combustível otimizada para cada condição de uso e podem ser equipados em caminhões e carros. Além disso, como solução pós-tratamento, o eHeater trabalha para elevar a temperatura dos gases de combustão enquanto o motor opera em regime frio e melhora a eficiência do sistema de pós-tratamento.

Com um share relevante e em crescimento para os câmbios automatizados, as transmissões da Eaton estão presentes nos principais caminhões e ônibus de veículos comerciais leves da América do Sul (6 a 13 toneladas), enquanto a transmissão automatizada Ultrashift Plus MHD está no segmento de médios e semipesados (14 a 35 toneladas). Já no portfólio eMobility, a multinacional está preparada para novos negócios com uma infraestrutura de soluções que inclui sistemas de distribuição e eletrônica de potência e conectores de rede. Em janeiro 2022, a aquisição global da Royal Power Solutions ampliou a oferta de uma gama de soluções de conectores que já atendem veículos à combustão, híbridos e elétricos.

No segmento de reposição, a projeção para 2023 é manter um crescimento na casa dos dois dígitos e lançar no mercado 12 produtos, sendo que uma das novidades está para ser lançada ainda neste ano, reforçando a estratégia em alcançar novos mercados e ir além dos produtos convencionais: será a embreagem centrífuga que atua como acoplamento para transferir o torque do motor a diesel do equipamento de refrigeração para o compressor e é aplicada em transporte refrigerado.

Cresce em 77% a procura por carros elétricos e híbridos usados em 2022

Carros elétricos

Site Mercado Livre registrou aumento de 31% na intenção de compra quando os usuários entram em contato efetivo com o vendedor para iniciar a negociação 

 

O Mercado Livre, registrou um aumento de 77% na procura por carros elétricos e híbridos seminovos na plataforma em 2022, frente ao mesmo período do ano anterior. Os modelos híbridos mais buscados são Toyota Corolla, Ford Fusion e Porsche Panamera. Já o top 3 entre os elétricos é formado por automóveis do segmento de luxo, como o Porsche Taycan, BMW i3 e o Tesla Model S.

“A oferta de automóveis elétricos e híbridos é algo ainda muito recente, principalmente no mercado nacional, e que está em constante expansão. Antes, somente as montadoras e marcas de luxo ofereciam opções, vide o alto custo dos modelos. Isso explica esse top 3 entre os elétricos seminovos. Já entre os híbridos, observamos modelos com valores mais acessíveis, como Toyota e Ford”, conta o head de motors no Mercado Livre, Luciano Avila.

“Ao passo que o interesse nesse tipo de modelo cresce, a tendência é que cada vez mais montadoras ofereçam automóveis nesse segmento e isso se transmita em uma queda nos preços”, completa.

No mesmo período, a intenção de compra, ou seja, quando o comprador entra em contato com o vendedor para iniciar negociações, cresceu 31%. Os meses de procura mais alta no ano até aqui foram janeiro, março, abril e junho, com janeiro apresentando a maior média de contatos dos últimos dois anos.

Segundo dados da plataforma, entre os zero-km, a demanda se manteve estável, com uma variação negativa nas visitas de 4%. A intenção de compra, por sua vez, teve uma queda de 20%. Os modelos elétricos novos mais visitados foram o Audi e-tron, o Tesla Model e o Nissan Leaf. Já, entre os automóveis híbridos, foram Toyota Corolla Cross, Toyota Corolla e o Volvo XC60.

Continental tem nova Coordenadora de Vendas

Gabriela Pavanelli assume a coordenação do Aftermarket da divisão ContiTech em 1º de novembro
 

A Continental anuncia nova Coordenadora de Vendas do departamento Comercial, Gabriela Pavanelli. Depois de oito anos liderando o setor de marketing da companhia, a profissional  terá sob sua responsabilidade administrar as áreas de vendas, clientes e representantes regionais do Aftermarket da divisão ContiTech, comandada pelo Sales Manager Automotive Aftermarket South America, Paulo Lira. A profissional Gabriela está na companhia há 19 anos e é graduada em Administração de Empresas pela Universidade Paulista e tem MBA em Marketing e Vendas pela Faculdade Anhanguera. 

“Ter a oportunidade de contribuir com o setor comercial é uma oportunidade ímpar. Estou bem animada para desenhar estratégias e impulsionar ainda mais os resultados. Eu também agradeço a todos os profissionais da Continental pela parceria desses 8 anos na área, o quanto sou grata por tudo o que conseguimos realizar com a marca Continental Contitech. Encaro a mudança com tranquilidade porque sei que o marketing estará muito bem servido com a Mariana Bassoni”, declarou Pavanelli. 

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