Programa da Abrafiltros recicla mais de 30 milhões de filtros de óleo usados em SP

O programa Descarte Consciente Abrafiltros ultrapassou a marca de 32,4 milhões de filtros de óleo lubrificante automotivo reciclados no estado de São Paulo entre 2012 e dezembro de 2025. O volume é mais que o dobro da frota circulante paulista, estimada em 13,6 milhões de veículos, segundo o Sindipeças.

Criado pela Abrafiltros após a publicação da Resolução SMA 024/2010, que incluiu filtros de óleo na lista de produtos obrigatórios para reciclagem no estado, o programa atende à legislação ambiental e reforça a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010).

Resultados de 2025

Somente entre janeiro e dezembro de 2025, foram coletados e reciclados 4.172.137 filtros, em 3.379 pontos de coleta, distribuídos por 246 municípios paulistas.

Os filtros usados contêm OLUC (Óleo Lubrificante Usado Contaminado), classificado como resíduo Classe I pela ABNT NBR 10.004. Segundo a AMBIOLUC, a queima irregular do OLUC libera metais pesados; dados da CETESB indicam que a queima de 10 litros pode gerar 20 gramas de metais.

Logística reversa estruturada

A coleta e destinação são realizadas pelo Grupo Supply Service, especializado no tratamento de resíduos oleosos. O recolhimento ocorre diretamente nos geradores (oficinas, postos, concessionárias e centros automotivos) que armazenam os filtros em tambores, big bags ou containers identificados com o selo do programa.

Nenhum resíduo é destinado a aterros:

  • O metal segue para reprocessamento em siderúrgicas
  • O óleo contaminado é encaminhado para rerrefino
  • Demais materiais são destinados ao coprocessamento em cimenteiras

O programa é financiado por 39 empresas associadas, de forma proporcional ao volume comercializado e conforme metas firmadas com órgãos ambientais estaduais.

Expansão para outros estados

Além de São Paulo, o Descarte Consciente Abrafiltros opera no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. O Amazonas deve ser o próximo estado a exigir a reciclagem de filtros usados.

De 2012 a dezembro de 2025, o programa já reciclou 53,2 milhões de filtros nos estados onde está implantado, com perspectiva de expansão à medida que novas legislações estaduais forem implementadas.

Librelato inaugura Box Libreparts em Rio Grande (RS)

A Librelato ampliou sua rede de pós-venda com a inauguração de um Box Libreparts em Rio Grande (RS), no dia 30 de janeiro. A unidade, operada pela Rodokurtz, está localizada na BR-392, próxima ao Porto do Rio Grande e a importantes corredores logísticos do Estado.

O modelo Box tem formato compacto, foco em peças de alta rotatividade e pronta entrega, garantindo agilidade no atendimento a transportadores e frotistas em regiões de grande fluxo de caminhões.

Instalada ao lado de um posto com intenso movimento de veículos pesados e próxima a transportadoras, a unidade inicia as atividades com equipe dedicada e atuação integrada à concessionária Librelato de Pelotas.

Com a nova operação, a empresa chega ao 10º Box Libreparts no país e reforça a estratégia de ampliar a capilaridade e a eficiência no fornecimento de peças originais.

Combustível adulterado aumenta risco de panes e sobrecarga nas oficinas após Carnaval

Instituto Combustível Legal aponta crescimento das fraudes em períodos de maior consumo e reforça que irregularidades afetam diretamente sistemas de injeção, desempenho e durabilidade dos motores

O aumento do fluxo de veículos durante o Carnaval também eleva a incidência de problemas relacionados à qualidade e à quantidade dos combustíveis comercializados no país. O Instituto Combustível Legal – ICL alerta que as fraudes ainda são recorrentes no mercado brasileiro e podem provocar falhas mecânicas, contaminação de sistemas e até a paralisação completa do veículo, cenário que deve impactar diretamente o volume de atendimentos nas oficinas na conhecida quarta-feira de cinzas.

Irregularidades atingem qualidade e quantidade

Dados recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que entre 15% e 20% dos postos fiscalizados apresentaram algum tipo de irregularidade relacionada à qualidade e/ou à quantidade dos combustíveis.

Entre os principais problemas identificados estão gasolina adulterada com solventes, excesso de etanol anidro acima do limite legal, etanol hidratado com alto teor de água e diesel contaminado ou fora do padrão de destilação. Também foram registradas fraudes de quantidade, com uso de dispositivos eletrônicos (“chips”) instalados nas bombas para fornecer volume inferior ao indicado.

Em alguns casos, segundo o setor, as fraudes podem chegar a 10% do volume abastecido, o equivalente a 5 litros a menos em um tanque de 50 litros.

Impacto direto nas oficinas

Para o mecânico, os reflexos aparecem rapidamente: falhas de combustão, aumento de consumo, perda de potência, contaminação de bicos injetores, danos à bomba de combustível e comprometimento do sistema de pós-tratamento. Além disso, o ICL também destaca que irregularidades geram concorrência desleal no setor e prejuízos fiscais, além de impactar diretamente o consumidor final.

gasolina Petrobras

“O Carnaval é um período crítico porque o motorista muitas vezes abastece em postos que não frequenta no dia a dia, em rodovias ou cidades turísticas, e nem sempre tem referências sobre a procedência do combustível e a idoneidade do posto”, afirma Emerson Kapaz, presidente do Instituto Combustível Legal. “Combustível adulterado pode provocar falhas no motor, perda de potência, aumento de consumo e até a parada total do veículo, transformando um momento de lazer em um grande problema.”

Orientação técnica e prevenção

A entidade recomenda que motoristas priorizem postos conhecidos, desconfiem de preços muito abaixo da média regional, acompanhem o abastecimento, verifiquem se a bomba foi zerada e guardem o comprovante fiscal.

gasolina

“O planejamento e conhecimento do seu veículo são essenciais. Revisão do veículo, abastecer com antecedência, observar o histórico do posto e desconfiar de vantagens excessivas são atitudes que protegem o bolso e o veículo”, reforça Kapaz. “O consumidor atento é um aliado importante no combate às fraudes.”

Caso o veículo apresente sintomas como dificuldade de partida, engasgos, perda de desempenho ou aumento anormal de consumo após o abastecimento, a recomendação é interromper o uso, realizar diagnóstico técnico e registrar denúncia junto à ANP ou aos órgãos de defesa do consumidor.

Petrobras gasolina

Em períodos de alta demanda como o Carnaval, a atenção à procedência do combustível pode evitar panes, retrabalho nas oficinas e danos mais severos aos sistemas de alimentação e injeção eletrônica.

ZF Aftermarket passa a fornecer compressores WABCO sem engrenagem para Mercedes-Benz

Mudança segue padrão da linha Mercedes e impacta aplicações monocilíndricas e bicilíndricas

A ZF Aftermarket anuncia que os compressores de ar WABCO destinados a veículos Mercedes-Benz passam a ser comercializados no mercado de reposição sem engrenagem, seguindo o mesmo padrão adotado pela montadora na linha de produção.

Monocilíndricos: mudança a partir da semana 51/25

Nos compressores monocilíndricos, a atualização vale para veículos fabricados a partir da semana 51/25. Estão incluídos os códigos:

9122100020 e 9122100020:009

4123520250 e 4123520250:009

Nesses casos, a orientação é reutilizar a engrenagem do compressor substituído, desde que a peça esteja em boas condições após avaliação técnica.

Bicilíndricos: aplicação a partir da semana 01/26

Para os modelos bicilíndricos, a mudança se aplica a veículos produzidos a partir da semana 01/26. Os códigos contemplados são:

9125100200 e 9125100200:009

9125100210 e 9125100210:009

9125100250 e 9125100250:009

9125101030 e 9125101030:009

9125101040 e 9125101040:009

Assim como nos monocilíndricos, os compressores passam a ser fornecidos sem engrenagem no aftermarket.

Orientações técnicas

Antes de reutilizar a engrenagem, a ZF recomenda inspeção criteriosa para verificar desgaste. Caso seja necessária a substituição, a peça deve ser adquirida em concessionárias Mercedes-Benz, pelos seguintes códigos:

A 906 132 03 05 (monocilíndricos)

A 457 132 09 05 (bicilíndricos)

A empresa também reforça que o torque da porca flangeada que fixa a engrenagem ao compressor deve ficar entre 25,4 e 29,5 kgf, garantindo segurança, durabilidade e desempenho adequado do sistema pneumático.

Barra de direção: sinais de desgaste e critérios para substituição

Componente liga volante às rodas e exige inspeção periódica para evitar folgas e desgaste irregular dos pneus

A barra de direção é responsável por transmitir o movimento do volante às rodas, a barra de direção integra o sistema de direção e influencia a estabilidade e a dirigibilidade do veículo. A identificação de sinais de desgaste e a substituição correta da peça evitam falhas no sistema e danos a outros componentes.

Segundo o especialista, caso a barra de direção necessite de substituição, é necessário utilizar peças novas e compatíveis com as especificações do veículo. “Somente peças novas e de fabricantes reconhecidos no mercado devem ser utilizadas na reposição”.  Folgas na direção também interferem na geometria do sistema, o que pode provocar desgaste irregular dos pneus.

Leite explica que o tempo de uso, solventes aplicados na lavagem do veículo e o atrito com materiais da via podem danificar a coifa. Quando há rompimento, ocorre perda de graxa lubrificante e entrada de impurezas, acelerando o desgaste do terminal de direção.

A orientação é realizar revisões periódicas nos sistemas de direção e suspensão e substituir os componentes, quando necessário, por peças novas com as mesmas especificações das originais.

Hyundai i30 2.0: procedimento correto para verificação do nível da transmissão A6MF1

Câmbio automático de seis marchas exige controle de temperatura, sequência de engates e aplicação correta do fluido SP-IV ATF para garantir medição precisa do nível

O Hyundai i30 equipado com motor 2.0 de até 145 cv, produzido entre 2011 e 2016, utiliza a transmissão automática A6MF1, que tem o procedimento de verificação de nível de fluido diferente dos sistemas convencionais com vareta. Dessa forma, a conferência correta depende do controle da temperatura do fluido, da sequência de engates e do tipo de tampa do corpo de válvulas instalada no conjunto.

O procedimento tem início com a remoção do parafuso de enchimento do ATF localizado na parte superior da tampa do corpo de válvulas. Pelo bujão de abastecimento devem ser adicionados pelo menos cinco litros do fluido especificado SP-IV ATF. A capacidade total da transmissão é de aproximadamente sete litros, considerando o conjunto completo.

Após o abastecimento inicial, é necessário aquecer a transmissão até que o fluido atinja temperatura entre 50 °C e 60 °C. Essa verificação deve ser feita com o auxílio de scanner automotivo, monitorando o parâmetro de temperatura do fluido da transmissão. O controle térmico é fundamental, pois o volume do ATF varia conforme a dilatação, influenciando diretamente na aferição do nível.

Com a temperatura estabilizada, deve-se realizar a sequência de engates P-R-N-D-N-R-P, mantendo cada posição por pelo menos dez segundos. Esse procedimento garante o preenchimento completo dos circuitos hidráulicos e dos corpos internos da transmissão.

Na etapa seguinte, remove-se o bujão de verificação de nível localizado na tampa do corpo de válvulas. A condição considerada normal é quando uma pequena quantidade de fluido escorre pelo orifício, indicando que o nível está correto. Ausência de escoamento indica nível baixo, enquanto fluxo excessivo pode apontar sobreenchimento.

O torque de aperto do bujão varia conforme o tipo de tampa do conjunto de válvulas. Nas transmissões com tampa metálica, o aperto deve ficar entre 3,5 e 7,7 kgf. Já nas versões com tampa fabricada em material plástico, o aperto é realizado até o travamento do bujão, o que corresponde aproximadamente a meia volta após o encosto.

O respeito ao fluido especificado e ao procedimento completo evita falhas de lubrificação, patinação, superaquecimento e desgaste prematuro dos componentes internos. Em transmissões automáticas modernas como a A6MF1, a verificação incorreta do nível pode comprometer o funcionamento do sistema hidráulico e gerar custos elevados de reparo.

Citroën C3 1.2 PureTech: veja tabela de torques de aperto do motor

Motor 1.2 PureTech, aplicado no C3 a partir de 2016, utiliza amplamente o método torque mais ângulo e requer atenção redobrada nos procedimentos de montagem

O motor 1.2 PureTech, que equipa o Citroën C3 modelo 2016, exige precisão na aplicação dos torques de aperto durante intervenções como retífica, substituição de junta de cabeçote ou reparos na parte inferior. O uso correto de torquímetro calibrado e medidor angular é indispensável para garantir vedação adequada, alinhamento estrutural e durabilidade do conjunto. Portanto, a Revista O Mecânico traz o guia completo para esse conjunto mecânico.

Tabela de torque

No cabeçote, o aperto deve seguir a sequência recomendada pelo fabricante, respeitando os estágios progressivos. Os parafusos numerados de 1 a 8 devem receber 10 Nm, depois 30 Nm e, por fim, um aperto angular de 230 graus. Já os parafusos 9 e 10 seguem o mesmo início, com 10 Nm mais 30 Nm, finalizando com 180 graus. O parafuso 11 recebe 10 Nm e, na sequência, 20 Nm. Como se trata de aperto com grande aplicação angular, é fundamental verificar a especificação quanto à reutilização dos parafusos, pois muitos trabalham com regime de alongamento controlado.

Na parte inferior do motor, as capas de biela exigem 5 Nm, mais 15 Nm e posteriormente 115 graus. Os mancais do virabrequim recebem 20 Nm acrescidos de 140 graus. Qualquer variação nesses valores pode comprometer as folgas de trabalho, afetar a lubrificação e reduzir a vida útil do conjunto móvel.

No comando de válvulas, os mancais trabalham com torque inicial de 5 Nm seguido de 10 Nm. As polias dos comandos recebem 20 Nm mais 120 graus. O parafuso da engrenagem do virabrequim exige 50 Nm mais 180 graus, enquanto os parafusos da polia do virabrequim recebem 30 Nm. A tampa da distribuição trabalha com 8 Nm. Nessa região, a precisão é essencial para evitar desalinhamento do sincronismo e possíveis falhas de funcionamento.
Em relação às tampas e elementos de vedação, a tampa de válvulas recebe 8 Nm, assim como o cárter de óleo superior e o cárter de óleo inferior. O bujão do cárter exige 42 Nm. A flange do retentor traseiro e a tampa do eixo de balanceamento também trabalham com 8 Nm. O controle adequado evita empenamentos em superfícies de alumínio e vazamentos recorrentes.

Nos componentes auxiliares, os parafusos de fixação da bomba de óleo e da bomba d’água recebem 8 Nm. O sensor de detonação deve ser apertado com 20 Nm, valor fundamental para garantir a leitura correta das vibrações do bloco. Já o volante do motor segue sequência de 8 Nm, depois 30 Nm e finalização com 90 graus.

Lembrando, trabalhar fora das especificações pode resultar em falhas de vedação, ruídos, perda de desempenho e até danos estruturais. O respeito aos valores determinados pelo fabricante é parte essencial da qualidade e da confiabilidade do serviço prestado na oficina.

Tramontina PRO supera 4 mil itens, cresce 120% desde 2019 e estreia nova identidade visual

A Tramontina PRO chega a 2026 com mais de 4 mil itens no portfólio e uma nova identidade visual. Criada em 2000 para atender o mercado profissional, a submarca atua nos setores industrial, automotivo, elétrico, agrícola, offshore e aeronáutico, com presença no Brasil e em mais de 60 países.

A linha é organizada em 15 famílias de produtos. Cinco categorias concentram cerca de 80% do faturamento e o maior volume de vendas: chaves de aperto, alicates (ferramentas articuladas), martelos e marretas, chaves de fenda e organizadores metálicos. No mercado externo, a Bolívia lidera como principal destino das exportações, especialmente nessas categorias.

Entre 2019 e 2025, a Tramontina PRO ampliou seu portfólio em mais de 120%, impulsionada por investimentos estratégicos e pelo lançamento de organizadores. Desde a criação da linha, o faturamento acumulou alta de 3.500%, representando atualmente 66% da produção da unidade fabril responsável.

Segundo Felisberto F. Moraes, diretor comercial da Tramontina, o crescimento reflete a estratégia de inovação contínua e o foco no atendimento técnico especializado aos diferentes segmentos profissionais.

Nova identidade visual reforça foco em performance

A nova identidade visual apresentada em 2026 tem como proposta valorizar atributos como segurança certificada, precisão e confiabilidade, alinhando a comunicação da linha às demais submarcas do grupo.

No setor automotivo, a Tramontina PRO mantém parcerias com o piloto Ulysses Bertholdo e com Anderson Dick, fundador e CEO da FuelTech. A nova identidade foi apresentada oficialmente durante a inauguração do Autódromo FuelTech Velopark, em Nova Santa Rita (RS).

O portfólio automotivo inclui ferramentas manuais e sistemas de organização voltados a oficinas, concessionárias e centros de manutenção, incluindo aplicações em veículos híbridos e elétricos.

Koube cresce 40% em um ano e anuncia lançamentos de aditivos para veículos híbridos e elétricos

A Koube Química do Brasil registrou crescimento de 40% no faturamento e anuncia novidades para a linha 2026. A empresa atua no segmento de soluções químicas para o setor automotivo e mantém um portfólio com mais de 150 produtos, distribuídos em oito famílias: Admissão/Combustão, Lubrificação, Limpeza, Sistema de Arrefecimento, Manutenção de Veículos, Condicionador de Metais, Freios e Linha Moto.

Para 2026, a Koube anunciou dois lançamentos voltados ao sistema de arrefecimento: o Aditivo Pronto Uso Híbridos e Elétricos Koube e o Aditivo Concentrado Orgânico Plus Koube. Segundo a empresa, os novos produtos ampliam a atuação em veículos eletrificados e motores de combustão.

O Aditivo Pronto Uso Híbridos e Elétricos foi desenvolvido para aplicações em veículos híbridos e elétricos. A formulação prioriza baixa condutividade elétrica, requisito para sistemas que envolvem baterias, inversores e motores elétricos. O produto é comercializado pronto para uso e direcionado ao controle térmico e à proteção de componentes metálicos do sistema de arrefecimento.

Já o Aditivo Concentrado Orgânico Plus utiliza tecnologia híbrida à base de glicol. De acordo com a fabricante, o composto atua na redução do ponto de congelamento, elevação do ponto de ebulição e proteção contra corrosão, cavitação e oxidação. O produto é indicado para motores a gasolina, etanol, flex, GNV e utilitários leves a diesel.

Fundada há 23 anos por Raimundo Queiroz, mecânico de formação, a Koube mantém distribuição em todos os estados brasileiros. A empresa informa que desenvolve os produtos em laboratórios próprios e submete os lançamentos a testes práticos com mecânicos antes da liberação para produção.

Além do segmento de veículos leves, a companhia afirma ampliar a atuação para motos, veículos eletrificados, pesados e aplicações no setor agro. A estratégia para 2026 envolve expansão de portfólio e consolidação da rede de distribuição.

Carnaval na estrada: Yamaha reforça orientações de segurança para motociclistas

O aumento do fluxo nas rodovias e o maior consumo de álcool tornam o período de Carnaval um dos mais críticos para quem vai viajar de motocicleta. Diante desse cenário, a Yamaha reúne recomendações para reduzir riscos e evitar acidentes durante o feriado.

Segundo Cintia Faccin, gerente da Universidade Yamaha, pilotar com atenção e manter a motocicleta em boas condições são medidas essenciais para uma viagem segura.

Checklist antes de sair

Antes de pegar a estrada, é fundamental realizar uma checagem completa da motocicleta:

  • Verificar pressão e estado dos pneus (desgastes ou cortes)
  • Conferir funcionamento de freios, manetes, pedal, acelerador e embreagem
  • Testar farol, lanterna, setas e buzina
  • Checar nível de óleo e demais fluidos, observando possíveis vazamentos
  • Avaliar corrente, chassi e suspensão (lubrificação, tensão e fixações)
  • Consultar o manual do proprietário para seguir as especificações do modelo

Conduta segura na rodovia

Durante a viagem, o comportamento do piloto é decisivo, especialmente em períodos de tráfego intenso.

A Yamaha recomenda:

  • Uso completo de equipamentos de proteção (capacete certificado, jaqueta, luvas, calça, botas e protetor de coluna)
  • Pilotagem defensiva e atenção constante ao entorno
  • Uso correto dos retrovisores e farol aceso, inclusive durante o dia
  • Cautela redobrada ao circular próximo a veículos pesados, devido aos pontos cegos
  • Respeito aos limites de velocidade e distância segura para frenagens

A principal orientação é clara: não pilotar após o consumo de álcool, já que a combinação compromete reflexos, percepção de risco e tomada de decisão.

Com revisão em dia e condução responsável, o motociclista reduz significativamente os riscos e garante mais segurança no feriado.

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