Novo centro logístico atenderá mais rápido o mercado interno a partir de Itupeva/SP
A Mercedes-Benz do Brasil iniciou as operações de sua nova Central de Distribuição e Logística de Peças. A partir de agora, a unidade passa a ocupar um galpão do condomínio logístico da HGLG na cidade paulista de Itupeva, em localização privilegiada, a cerca de 80km de capital paulista e próximo de aeroportos como o de Viracopos.
A Central de Distribuição e Logística de Peças da Mercedes-Benz do Brasil, instalada antes em Campinas (SP), foi totalmente transferida para o novo endereço: Estrada Joaquim Bueno Neto, 9.835, bairro Jardim Alegre, em Itupeva. A operação da nova Central passa a ser feita em parceria com a Penske Logistics.
Estrutura
O galpão da HGLG que abriga a nova Central recebeu duas certificações muito importantes: “Empreendimento Classe AAA” e “LEED” (Leadership in Energy and Environmental Design).
A área útil da Central de Distribuição e Logística de Peças da Mercedes-Benz do Brasil é de aproximadamente 45.000 metros quadrados. A área total do condomínio da HGLG é de mais de 234.000 metros quadrados, contando com um total de cerca de 90.000 metros quadrados locáveis de galpões, o que permite futuras expansões.
São 12 módulos de armazéns, 126 docas e 4 rampas de acesso para empilhadeiras. As docas possuem nivelamento eletrohidráulico, otimizando o ajuste da plataforma à altura da carroçaria do veículo para as operações de carregamento e descarregamento. O pé direito chega a 12 metros e a capacidade do piso é de 6 toneladas por metro quadrado.
Atualmente, fábrica de Gravataí produz o Onix e Onix Plus
A General Motors anunciou um investimento de R$ 1,2 bilhão na fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul. Atualmente, a linha de produção gaúcha, que produz o Onix e Onix Plus, irá receber um novo modelo, que deve ser um SUV compacto derivado do hatchback. Contudo, a montadora ainda não informou qual será o veículo, bem como nem o nome e dados mecânicos.
Vale ressaltar que a linha de produção de Gravataí já teve mais de 4,7 milhões de unidades produzidas desde quando foi inaugurada em julho de 2000, há 24 anos. No complexo industrial foi produzido o Chevrolet Celta.
De acordo com Santiago Chamorro, Presidente General Motors América do Sul, o novo modelo entrará em um segmento inédito para marca. Com isso, é possível que a novidade chegue seja posicionada abaixo do Tracker, sendo rival do Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Nivus, por exemplo. Ademais, diferentes dos Onix e Onix Plus, que foram desenvolvidos com chineses, esse modelo será um projeto desenvolvido no Brasil.
Ainda não é possível saber qual será o desenho do modelo, mas deve seguir a tendência da marca com ampla grade frontal e interior com duas amplas telas como a Spin, S10 e Trailblazer.
Por fim, esse capital também irá contribuir para modernização da fábrica de Gravataí. A General Motors não informou sobre atualização da linha Onix, lançada em 2019, e nem sobre a eletrificação de modelos produzidos no Brasil. É importante ressaltar que esse R$ 1,2 bilhão faz parte dos R$ 7 bilhões anunciados no começo deste ano.
Novos códigos são destinados aos veículos da Chevrolet, Honda, Hyundai e Toyota
A Marelli Cofap Aftermarket lançou mais 12 códigos de bandejas de suspensão Cofap para modelos das marcas Chevrolet, Honda, Hyundai e Toyota. Com a ampliação do portfólio, a Cofap passa a oferecer mais de 380 códigos para os veículos de passeio.
A bandeja tem a função de ser um ponto de ligação direta entre os conjuntos das rodas (que incluem sistema de freio, mola e amortecedor) e o chassi do veículo. Além disso, é elo fundamental para permitir ao motorista controlar o veículo, ajustando a direção conforme necessário, ao mesmo tempo em que facilita a oscilação vertical das rodas em resposta às condições da superfície da estrada.
Troca das bandejas
Ao longo do tempo os elementos contidos nas bandejas, como buchas e pivôs, podem sofrer desgastes devido à constante exposição a esforços provenientes de obstáculos na pista, acelerações e frenagens. Por isso, é importante alertar que bandejas com folgas nas buchas ou nos pivôs podem causar ruídos indesejados além de representar uma ameaça à dirigibilidade do veículo, já que as folgas comprometem o correto alinhamento das rodas, além de ocasionar o desgaste prematuro dos pneus e interferir na vida útil de outros componentes da suspensão.
Por isso, a Cofap recomenda a troca da bandeja caso a estrutura da peça apresente deformações como empenamento, desalinhamento, amassados ou trincas. Também é indicado fazer a substituição das buchas e pivôs caso apresentem folgas ou qualquer deformação no alojamento das buchas.
Picape utiliza mesma plataforma do Tracker e, também, tem motor 1.2 Turbo Flex com 133 cv que equipa o SUV
Lançada em julho de 2023, a Chevrolet Montana RS chegou ao mercado brasileiro com visual apimentado e mantendo a plataforma GEM do Tracker, que também é a do Onix e Onix Plus. Com isso, a picape também vem equipada com motor 1.2 Turbo Flex com 133 cv.
Nova Chevrolet Montana RS: avaliação completa, consumo e preços
Claro, a Revista O Mecânico fez um Raio X com Chevrolet Montana RS, que é de fácil manutenção, só que a correia dentada banhada a óleo requer atenção. Inclusive, já desmontamos e montamos essa correia sincronizadora em um Chevrolet Onix 2024.
Em relação à motorização, a Chevrolet Montana RS vem equipada com motor 1.2 Turbo Flex com 133 cv. De acordo com a fabricante, a picape faz de zero a 100 km/h em apenas 10,1 segundos. O consumo é de 13,3 km/l na estrada e 11,1 km/l abastecido a gasolina, e 9,3 km/l e 7,7 km/l no etanol.
SUV compacto vem equipado com motor 1.2 litro turbo, que entrega até 133 cv
Em 2020, o Chevrolet Tracker ganhou nova geração e, também, novo motor 1.2 turbo três cilindros flexível com injeção indireta de combustível, que rende 132 cv e 19,4 kgfm de torque com gasolina. Já com etanol entrega 133 cv e 21,4 kgfm de torque. A transmissão é automática de seis marchas. Assim como já trazemos a tabela de torque e a sequência de aperto do Kicks, mostramos a do Chevrolet Tracker.
SUV compacto vem equipado com motor HR16DE, que entrega até 113 cv e 15,3 de torque
Lançado em 2016 no Brasil, o Nissan Kicks é um dos SUVs compactos mais vendidos do país, uma vez que é visto pelos clientes como um crossover confiável. O modelo vem equipado com motor 1.6 aspirado HR16DE, que entrega 113 cv e 15,3 kgfm de torque com etanol e 110 cv e 15,2 kgfm com gasolina. Portanto, seguindo os guias de tabela de torque e sequência de aperto, trazemos os dados do Nissan Kicks fabricado a partir de 2016.
SUV compacto vem equipado com motor 1.0 turbo de até 120 cv
Após trazermos o Guia de sinais elétricos da bomba de combustível do Volkswagen T-Cross, apresentamos os dados do Hyundai Creta, que figura entre os três SUVs compactos mais vendidos do país. O modelo vem equipado com motor 1.0 TGDi turbo, que entrega até 120 cv com torque de até 17,5 kgfm. A transmissão é automática de seis velocidades. Veja os parâmetros dos sinais elétricos da bomba de combustível.
SUV compacto mais vendido do Brasil vem equipado com motor 1.0 turbo de até 128 cv
Seguindo a sequência de matérias e guias técnicos, a Revista O Mecânico traz desta vez os sinais elétricos da bomba de combustível do Volkswagen T-Cross, que é o SUV compacto mais vendido do Brasil. O crossover vem equipado com motor 1.0 TSi, que entrega 128 cv com etanol e 116 cv com gasolina, com torque de 20,4 kgfm para ambos os combustíveis.
Veja os parâmetros dos sinais elétricos da bomba de combustível
Sistema de referência é baseado em nuvem com dados de objetos e estradas para o desenvolvimento do sistema ADAS e AD
Para avançar no desenvolvimento das soluções ADAS e AD, a ZF desenvolveu o serviço de validação baseado em nuvem e habilitado para IA – Inteligência Artificial, o ZF Annotate.
Câmeras, radares ou sensores ultrassônicos fornecem continuamente informações a partir das quais o veículo cria uma imagem tridimensional de seu ambiente. Os sistemas devem reconhecer uma grande variedade de objetos em tempo real, incluindo veículos, pessoas, faixas e sinais de trânsito, por exemplo.
Esses dados do sensor devem ser processados digitalmente de maneira correta para que o veículo sempre receba a “verdade absoluta” – conhecida na indústria como “verdade básica” – para calcular e implementar uma função de direção baseada nela.
Comparar as informações coletadas do sensor com um conjunto de sensores de referência, aumenta a acuracidade.
IA – Inteligência Artificial
Com base nos dados do veículo do próprio cliente e nos registros adicionais de dados dos sensores da ZF – a medição de referência – a solução de serviço baseada em nuvem fornece a “verdade básica”.
O ZF Annotate atua como uma configuração redundante que é independente do conjunto de sensores a ser verificado e é confrontado com as mesmas informações durante a condução na estrada.
Os dados registrados são então carregados na nuvem e analisados. Graças à inteligência artificial, todos os objetos relevantes são marcados, classificados e atribuídos com precisão, associados a números de identificação exclusivos e os objetos em movimento são rastreados.
Essas informações do objeto fazem parte da descrição completa do modelo ambiental – a verdade básica. Após esta “anotação”, o software fornece uma medição comparativa. Isso torna o ZF Annotate uma solução de validação com suporte de IA para testar e treinar sistemas ADAS/AD modernos do Nível 2+ ao Nível 5.
“O ZF Annotate combina as vantagens de um conjunto de sensores de referência robusto e independente com um serviço de nuvem escalável que utiliza algoritmos inteligentes de rastreamento 2D e 3D”, informa o Dr. Holger Klein, CEO do Grupo ZF.
Os sistemas comparáveis anteriores dependiam principalmente da anotação 2D para a validação de dados de referência e, assim, mapear o ambiente em distância e ângulo horizontal. O ZF Annotate com capacidade 3D adiciona informações de altura aos dados.
Velocidade de processamento e custos
Os dados de medições de referência do ZF Annotate podem acelerar o desenvolvimento e o ajuste fino de sistemas ADAS e AD complexos. Até agora, a validação de tais sistemas envolvia muito trabalho e era demorada, uma vez que os dados de referência eram tradicionalmente anotados manualmente por humanos.
“Graças à inteligência artificial, podemos acelerar o processo de validação em até 10 vezes e, assim, reduzir uma anotação de doze para dois meses. Isso economiza tempo e dinheiro dos nossos clientes”, explica Klein. “Com o ZF Annotate, somos capazes de gerar uma ‘verdade básica’ no menor tempo possível”, afirma Klaus Hofmockel, Head de Pesquisa e Desenvolvimento da Divisão de Sistemas de Assistência ao Motorista e Eletrônicos. “Com a capacidade de trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, nosso serviço baseado em nuvem completa a validação dos dados de referência em um tempo notavelmente curto em comparação ao mercado, sem qualquer perda de qualidade”, conclui.
Possibilidade de implementação variada
Dependendo dos requisitos do cliente, os sensores de referência são usados no próprio veículo de teste ou no modo “Pursuit”. Este é um conjunto de sensores montado em um veículo de dados de referência separado. O modo Pursuit pode ser usado sem grandes ajustes no veículo que está sendo testado.
Essa flexibilidade na aplicação torna o ZF Annotate independente de fabricantes específicos de sensores. A modificação dos veículos de teste de alta tecnologia dos clientes também não é mais necessária. Assim, os clientes também podem incluir o serviço em projetos de desenvolvimento já iniciados.
Além disso, os dados de referência registrados não se limitam apenas a uma vista frontal. Dependendo dos requisitos do cliente, o conjunto de sensores de referência pode fornecer uma visão abrangente de 360 graus, proporcionando uma representação detalhada e precisa do entorno do veículo.
Popularmente conhecido como “escorvamento”, o procedimento equaliza a atuação do gás no interior do amortecedor
Os amortecedores são projetados para funcionar verticalmente, porém, seu armazenamento geralmente é horizontal. Essa condição faz com que o gás instalado em seu interior se desloque para o tubo interno, chamado de tubo de pressão, o que pode acarretar em mal funcionamento do componente.
Essa situação de armazenagem é normal e pode ser facilmente resolvida com um procedimento, conhecido como equalização ou “escorvamento” do amortecedor.
Ao retirar o amortecedor da embalagem, é recomendado preparar a peça antes da instalação no veículo. O processo de equalização tem como objetivo retirar o gás comprimido do tubo de pressão e colocá-lo de volta no tubo reservatório.
“Caso o procedimento não seja realizado antes da instalação, a performance e a eficiência do amortecedor ficarão comprometidas, com perda de desempenho e ocorrências de ruídos. E isso poderá ser interpretado como um defeito de instalação ou fabricação”, explica Juliano Caretta, supervisor de treinamento técnico da Monroe.
A equalização pode ser dividida em três etapas:
1. Posicione o amortecedor na posição vertical e de instalação, certifique que a haste esteja plenamente aberta.
2. Comprima a haste, empurrando-o até fechá-la totalmente.
3. Solte a haste e deixe-a se estender sozinha.
Obs: esse processo deve ser feito entre três a quatro vezes seguidas.
Após o procedimento, os amortecedores poderão ser instalados no veículo e funcionarão de maneira correta, desde os primeiros movimentos da suspensão.
Vale lembrar o uso de uma bancada apropriada e devidamente preparada, com uma base emborrachada para evitar que o amortecedor escorregue, além do uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção Industrial), incluindo luvas e óculos de proteção, são recomendações do profissional para que a equalização do amortecedor ocorra sem incidentes.
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