Litens amplia programa de capacitação com treinamentos no Brasil

A Litens intensifica sua atuação no mercado de reposição com a ampliação do programa de treinamentos técnicos voltado a mecânicos automotivos. A iniciativa inclui uma nova agenda de capacitações em diferentes regiões do país, com foco em tecnologias de transmissão de potência e sistemas de powertrain.

Os treinamentos abordam conteúdos atualizados sobre sistemas de sincronismo e acionamento de acessórios, além de tecnologias aplicadas a veículos híbridos, combinando apresentações técnicas com demonstrações práticas voltadas às rotinas de manutenção no aftermarket.

Outro destaque do programa são os workshops e visitas técnicas à unidade da empresa em Atibaia. Durante a visita à fábrica, os participantes têm contato direto com os processos produtivos, padrões de qualidade e soluções desenvolvidas pela companhia para o fornecimento OEM e para o mercado de reposição.

Segundo a empresa, o objetivo é ampliar o acesso dos profissionais às informações técnicas mais recentes, contribuindo para a melhoria da eficiência, desempenho e controle de emissões nos sistemas automotivos modernos.

Diante da crescente demanda por capacitação especializada, a Litens já prevê expandir o calendário de treinamentos em 2026, ampliando a presença da marca junto a reparadores em diferentes regiões do Brasil.

Paralelamente, a companhia também avança em sua estratégia de expansão no mercado nacional, fortalecendo parcerias com distribuidores e ampliando o portfólio de polias e tensionadores voltados ao aftermarket.

Fremax amplia portfólio com novos discos de freio para veículos premium, comerciais leves e elétricos

Os lançamentos atendem à veículos das marcas BYD, Ford, Mercedes‑Benz e Toyota

A Fremax amplia seu portfólio de discos de freio no mercado de reposição com novas aplicações voltadas a veículos premium, comerciais leves e elétricos. Os lançamentos atendem modelos das marcas Mercedes‑Benz, Toyota, BYD e Ford, reforçando a estratégia da empresa de ampliar rapidamente a cobertura da frota circulante.

Para a linha de alta performance da Mercedes-Benz, a marca lança os discos de freio BD0508 (dianteiro direito) e BD0509 (dianteiro esquerdo), aplicados nos modelos Mercedes‑AMG SL43, Mercedes‑AMG SL55, Mercedes‑AMG SL63, Mercedes‑AMG GT 55 e Mercedes‑AMG GLC63 S E Performance. Complementando a linha para a marca, o disco BD0510 (traseiro) atende os modelos Mercedes‑AMG C63 S E Performance e Mercedes‑AMG GLC63 S E Performance.

No segmento de comerciais leves, a Fremax amplia a cobertura para a Toyota com os discos BD4148 (dianteiro) e BD4146 (traseiro) destinados ao Toyota Hiace. Já para a linha Ford Transit, nas versões Chassi, Minibus e Furgão, a empresa disponibiliza os discos BD5658 (traseiro) e BD5831 (dianteiro).

De olho no crescimento da eletrificação da frota, a Fremax também inclui em seu catálogo o disco BD5832 (traseiro) para o BYD Dolphin Mini.

Moto ficou muito tempo parada? Veja o checklist para voltar a rodar

Freepik

Deixar a motocicleta parada por longos períodos pode gerar diversos problemas mecânicos se o retorno ao uso for feito sem uma verificação prévia. Bateria descarregada, combustível degradado, corrente ressecada, pneus deformados e ruídos nos freios são algumas das falhas mais comuns em motos que ficaram “hibernando”.

Para evitar danos e garantir segurança na retomada do uso, a Motul preparou um checklist com oito etapas básicas de verificação antes de voltar às ruas.

1. Faça uma inspeção visual

Antes de ligar a moto, verifique possíveis vazamentos de óleo, combustível ou fluido de freio no chão ou no motor. Analise também o estado de mangueiras, abraçadeiras, cabos de embreagem e acelerador, além de parafusos, carenagens e suportes. Caso encontre qualquer irregularidade, o ideal é corrigir o problema antes da partida.

2. Avalie o combustível

Combustível que permanece meses no tanque pode perder propriedades e causar dificuldade de partida ou falhas no funcionamento. Em alguns casos, é recomendada a renovação do combustível conforme orientação do manual ou de um mecânico.

3. Verifique o óleo do motor

Após muito tempo parada, parte do óleo retorna ao cárter, o que torna a primeira partida mais crítica. Cheque o nível e o aspecto do lubrificante no visor ou na vareta. Se a troca estiver próxima do prazo por tempo, pode ser recomendável substituir o óleo antes de voltar a utilizar a moto.

4. Atenção à bateria

Baterias tendem a se degradar quando ficam muito tempo descarregadas. Durante o armazenamento, o ideal é utilizar um carregador inteligente para manter a carga. Se a moto ficou parada por meses, observe se há dificuldade na partida ou queda de energia no painel ao dar o start, sinais comuns de bateria fraca.

5. Confira os pneus

Pneus que permanecem muito tempo apoiados no mesmo ponto podem perder pressão e desenvolver deformações, conhecidas como flat spot. Antes de rodar, calibre os pneus conforme a especificação do fabricante e verifique sinais de ressecamento, rachaduras ou bolhas.

6. Verifique o sistema de freios

É comum aparecer uma leve oxidação nos discos após longos períodos de inatividade, além de ruídos ou sensação de manete e pedal “borrachudos”. Produtos específicos podem ajudar na limpeza do sistema.

7. Limpe e lubrifique a corrente

Correntes podem acumular sujeira e perder lubrificação quando a moto fica parada. Antes de rodar, faça a limpeza adequada e aplique lubrificante específico, além de verificar a folga correta do conjunto.

8. Faça uma limpeza geral

A sujeira acumulada durante o período parado pode acelerar o desgaste e esconder possíveis falhas. A limpeza externa também ajuda a preservar o acabamento da motocicleta.

NTN oferece linha de rolamentos de roda para motocicletas

Fabricante conta em seu portfólio com aplicações para modelos Kawasaki, Suzuki e Honda

A NTN Corporation amplia seu portfólio para o mercado de reposição com rolamentos de roda voltados a motocicletas. Entre as aplicações disponíveis estão os modelos 6301LLUC3/2AS, 62/22C3 e 6003.

Componentes essenciais para a segurança e a eficiência do conjunto de rodas, os rolamentos da marca contam com aplicações para motocicletas de fabricantes como Kawasaki, Suzuki e Honda, atendendo à demanda do mercado de reposição.

Fiat Toro 2.0 Multijet: código P0703 pode limitar rotação do motor

Falha no interruptor do pedal de freio pode manter redução de torque ativa no sistema eletrônico da picape equipada com motor 2.0 turbo diesel

Unidades da Fiat Toro com motor 2.0 16V turbo diesel podem apresentar limitação de rotação e perda de desempenho associadas ao código de falha P0703. O diagnóstico aponta relação direta com o circuito do interruptor do pedal de freio, componente monitorado pela central eletrônica para estratégias de gerenciamento de torque. As informações técnicas foram divulgadas pela Revista O Mecânico por meio da plataforma Mecânico Pro, ferramenta de suporte técnico voltada ao diagnóstico e consulta de dados em veículos presentes na frota nacional.

Produzida a partir de 2016, a Toro equipada com o motor 2.0 Multijet utiliza um propulsor turbodiesel de quatro cilindros com 170 cv de potência e 35,7 kgfm de torque. Nesse conjunto, o gerenciamento eletrônico do motor trabalha integrado a diversos sinais de entrada, entre eles o interruptor do pedal de freio.

Em casos registrados na plataforma técnica da Revista O Mecânico, veículos apresentaram rotação limitada acompanhada de redução perceptível de potência. Durante a leitura com scanner, a unidade de comando registrou o código de diagnóstico P0703, relacionado ao sinal do interruptor do pedal de freio.

A análise do sistema indicou que o interruptor permanece travado na posição acionada. Com esse sinal permanente, a central eletrônica manteve ativa a estratégia de redução de torque, o que acabou limitando a rotação do motor mesmo sem a atuação do pedal.

A verificação elétrica do componente indicou alteração nos valores de resistência. Com o pedal de freio em repouso, o circuito deve apresentar resistência inferior a 1,0 ohm. Já com o pedal acionado, o valor esperado ultrapassa 1,0 megaohm. Diante da falha identificada, a substituição do interruptor restabeleceu o funcionamento normal do sistema e eliminou a limitação de rotação do motor.

Volvo C30 T5: veja os dados de torque e montagem do motor 2.5 turbo

Especificações de aperto do cinco-cilindros turbo utilizado no modelo sueco incluem valores para cabeçote, virabrequim, comandos e componentes do conjunto inferior

O Volvo C30 equipado com motor T5 utilizou um propulsor 2.5 turbo de cinco cilindros em linha produzido entre 2007 e 2011. Em intervenções que exigem desmontagem do conjunto, como serviços em cabeçote ou parte inferior do motor, o controle das sequências e dos torques de aperto é fundamental para manter alinhamento estrutural e vedação. As informações técnicas foram divulgadas pela Revista O Mecânico por meio da plataforma Mecânico Pro, ferramenta de suporte técnico voltada às oficinas.

Potência e torque do motor

O C30 T5 vem equipado com motor 2.5 litros turbo com cinco cilindros em linha, conjunto conhecido dentro da linha da Volvo por equipar diferentes modelos da marca no mesmo período. Nesse caso, a configuração entrega 220 cv de potência e 32,6 kgfm de torque, exigindo atenção aos parâmetros de montagem quando o motor passa por desmontagem.

Dados de torque e montagem

No cabeçote, os parafusos devem ser apertados em três etapas, iniciando com 20 Nm, passando para 60 Nm e finalizando com um ângulo adicional de 120 graus. Já os mancais dos comandos de válvulas utilizam torque de 17 Nm, valor que também se aplica à tampa de válvulas.

No conjunto de acionamento dos comandos, o parafuso central do comando de válvulas variável trabalha com torque de 120 Nm, enquanto o bujão central desse mesmo comando utiliza 35 Nm.
A parte inferior do motor exige atenção especial à sequência de aperto dos mancais do virabrequim. O processo começa com os parafusos de 1 a 12 apertados a 20 Nm. Em seguida, esses mesmos parafusos passam para 40 Nm. Depois, os parafusos de 13 a 24 recebem torque de 24 Nm, enquanto os parafusos de 25 a 29 utilizam 17 Nm. A etapa final consiste em aplicar um aperto angular de 90 graus novamente nos parafusos de 1 a 12.

Nas bielas, o aperto das capas utiliza 30 Nm seguidos de mais 90 graus. O parafuso central da engrenagem do virabrequim trabalha com torque de 180 Nm. Já os parafusos da polia amortecedora do virabrequim devem ser apertados inicialmente com 25 Nm e depois receber acréscimo de 60 graus.

No conjunto ligado à transmissão, o volante do motor utiliza parâmetros diferentes conforme o tipo de câmbio. Nas versões com transmissão manual o torque é de 45 Nm seguido de 65 graus, enquanto nas configurações com transmissão automática o aperto permanece em 45 Nm, mas com acréscimo de 50 graus. O platô de embreagem trabalha com torque de 24 Nm.
Entre os componentes auxiliares do motor, a fixação da bomba de óleo ao bloco utiliza 10 Nm, enquanto os parafusos do cárter recebem torque de 17 Nm.

Mecânico: veja como a parceria entre PHINIA e Alpine pode influenciar a tecnologia dos motores

Colaboração entre as empresas envolve desenvolvimento de sistemas de combustível e testes com motores a hidrogênio que podem impactar tecnologias presentes nos veículos de rua

O trabalho conjunto entre a PHINIA e a equipe BWT Alpine Formula One Team vai além das pistas. A cooperação utiliza o automobilismo como plataforma de desenvolvimento de sistemas de combustível, eletrônica embarcada e novas soluções de propulsão que, no futuro, podem influenciar componentes e tecnologias presentes na mecânica automotiva.

O projeto

Projetos ligados ao esporte a motor continuam sendo utilizados pela indústria automotiva como campo de testes para novas soluções de engenharia. Na parceria com a Alpine, a PHINIA participa do desenvolvimento e da validação de tecnologias aplicadas a sistemas de combustível e gerenciamento de energia.

Esse tipo de trabalho tem reflexo direto na evolução dos veículos de produção. Tecnologias desenvolvidas em ambientes de competição frequentemente servem de base para novos componentes e sistemas utilizados posteriormente em carros comercializados no mercado.

Segundo Todd Anderson, diretor de tecnologia da PHINIA, o ambiente das pistas permite acelerar o desenvolvimento de novas soluções. “O automobilismo sempre foi um ambiente fundamental para acelerar a inovação, e nossa parceria com a Alpine reflete uma crença compartilhada no valor do progresso impulsionado pela engenharia”, afirma Todd Anderson, CTO da PHINIA. “Esses programas nos permitem desenvolver e validar tecnologias avançadas de sistemas de combustível sob as condições mais exigentes, dando suporte tanto às aplicações de alta performance atuais quanto à evolução das tecnologias de propulsão do futuro”.

Testes com motores a hidrogênio

Outro ponto da cooperação envolve o programa Alpenglow, da Alpine, voltado ao desenvolvimento de motores de combustão interna movidos a hidrogênio. O projeto utiliza um sistema de injeção direta desenvolvido pela PHINIA para aplicações experimentais de alto desempenho.

A tecnologia foi aplicada no conceito Alpenglow Hy6, equipado com motor de seis cilindros alimentado por hidrogênio. O protótipo participou de demonstrações durante etapas do FIA World Endurance Championship e no evento 24 Horas de Le Mans de 2025, onde registrou velocidade superior a 300 km/h.

A equipe francesa destaca que a colaboração com a PHINIA contribui para o avanço de soluções ligadas aos sistemas de combustível utilizados nesses projetos. “O automobilismo está evoluindo rapidamente e nossa busca contínua por inovação exige parceiros capazes de acompanhar esse ritmo, combinando visão de longo prazo com sólida experiência em engenharia. A PHINIA é uma parceira técnica de confiança para a Alpine, e essa colaboração reflete nossa confiança em sua capacidade de fornecer soluções avançadas em sistemas de combustível, pioneiras no desenvolvimento de motores de combustão interna a hidrogênio.”

De acordo com Anderson, os testes realizados nas pistas ajudam a ampliar o conhecimento sobre novas tecnologias de propulsão. “Esta parceria destaca o potencial da tecnologia de motores a combustão interna a hidrogênio (H2ICE) para suprir as demandas do esporte a motor de alto nível e as metas futuras de descarbonização. Ao testar nosso domínio em injeção direta de hidrogênio nas pistas, demonstramos que o H2ICE oferece performance, eficiência e controle em larga escala. Esses aprendizados são cruciais em um momento em que o setor automotivo avalia diversas rotas para a propulsão com baixa emissão de carbono.”

SEG Automotive lança alternador para o Kicks

Alternador também atende aos modelos March e Versa com motor 1.6 HR16DE

O alternador F000BL04L7, da SEG Automotive, é indicado para veículos da Nissan equipados com motor 1.6 HR16DE 16V DOHC Flex. O componente integra o sistema elétrico do veículo, responsável por gerar energia para os sistemas eletrônicos e manter a bateria carregada durante o funcionamento do motor.

O alternador F000BL04L7 opera com tensão de 14 V e corrente entre 50 e 90 A, além de rotação no sentido horário (CW) e polia integrada. A aplicação equivalente informada é Nissan/Renault 231005RF0A.

Função do alternador

No funcionamento do veículo, o alternador fornece energia para sistemas como injeção eletrônica, iluminação, ar-condicionado e equipamentos eletrônicos. O componente atua em conjunto com a bateria, mantendo o fornecimento elétrico durante a operação do motor.

Atende aos modelos da Nissan

O alternador é indicado para veículos da Nissan equipados com o motor 1.6 HR16DE. Entre os modelos compatíveis estão o Nissan Kicks, em versões como S, SV, SL, Sense, Advance, Exclusive, XPlay e Active, em unidades produzidas a partir de 2016. Também há aplicação no Nissan March, nas versões S, SV, SL e SR, em veículos produzidos entre 2011 e 2021 com motor 1.6. Outro modelo compatível é o Nissan Versa, incluindo versões como S, SV, SL, Unique, V-Drive, Advance, Exclusive e Sense, equipadas com motor 1.6 16V Flex em diferentes anos de fabricação.

Raio X do Mitsubishi Outlander PHEV: especialista analisa SUV híbrido de três motores

Consultor técnico da Revista O Mecânico detalha conjunto híbrido plug-in com motor 2.4 a combustão e dois motores elétricos

O Mitsubishi Outlander PHEV passou por uma análise técnica no quadro Raio X da Revista O Mecânico no YouTube. No vídeo, o consultor técnico Cleyton André mostra os principais pontos de manutenção do SUV híbrido plug-in e explica como funciona o conjunto formado por três motores. Veja o vídeo.

O utilitário utiliza um motor 2.4 a combustão de 136 cv combinado com dois motores elétricos, um dianteiro de 116 cv e outro traseiro de 136 cv. A bateria tem capacidade de 20 kWh e permite rodar até 58 km apenas no modo elétrico, enquanto a autonomia total declarada pode chegar a cerca de 680 km. O modelo também conta com tração integral elétrica, já que o motor traseiro é responsável por impulsionar o eixo posterior. Durante a análise, Cleyton André destaca que parte das manutenções ainda segue padrões conhecidos pelos reparadores, principalmente no motor a combustão e em sistemas como suspensão e freios. “Na parte de combustão dá para mexer de modo geral, as manutenções periódicas ali, tranquilo. Pode sim, com certeza, ser feito por uma oficina”, explica o consultor técnico.

O especialista também chama atenção para os cuidados com o sistema de alta tensão presente nos veículos eletrificados. “O problema não é a tecnologia que está nos veículos, mas sim a falta de respeito com ela. Quando eu falo falta de respeito, normalmente é pela ignorância e a falta de conhecimento”, afirma.

Fras-le lança curso EAD gratuito de gestão financeira para oficinas

A Fras-le anunciou o lançamento do Curso Fácil de Finanças para Oficinas, treinamento EAD gratuito voltado à profissionalização da gestão financeira em oficinas mecânicas.

O curso apresenta estratégias práticas para organizar as finanças do negócio, contribuindo para maior controle administrativo, melhoria da rentabilidade e crescimento sustentável das oficinas.

Entre os temas abordados estão separação entre finanças pessoais e empresariais, organização da rotina administrativa, definição de prazos, precificação de serviços, condições de pagamento, controle de fluxo de caixa, análise de resultados por meio do DRE (Demonstrativo de Resultados) e estratégias de relacionamento com clientes e fornecedores.

Segundo Sabrina Carbone, gerente de marketing global da empresa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento do setor de reparação automotiva.

De acordo com a executiva, a competitividade do mercado exige que oficinas adotem uma visão mais empresarial, com acompanhamento de indicadores de desempenho, foco em rentabilidade e estratégias de fidelização de clientes para garantir crescimento consistente no longo prazo.

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