O aumento do fluxo nas rodovias e o maior consumo de álcool tornam o período de Carnaval um dos mais críticos para quem vai viajar de motocicleta. Diante desse cenário, a Yamaha reúne recomendações para reduzir riscos e evitar acidentes durante o feriado.
Segundo Cintia Faccin, gerente da Universidade Yamaha, pilotar com atenção e manter a motocicleta em boas condições são medidas essenciais para uma viagem segura.
Checklist antes de sair
Antes de pegar a estrada, é fundamental realizar uma checagem completa da motocicleta:
Verificar pressão e estado dos pneus (desgastes ou cortes)
Conferir funcionamento de freios, manetes, pedal, acelerador e embreagem
Testar farol, lanterna, setas e buzina
Checar nível de óleo e demais fluidos, observando possíveis vazamentos
Avaliar corrente, chassi e suspensão (lubrificação, tensão e fixações)
Consultar o manual do proprietário para seguir as especificações do modelo
Conduta segura na rodovia
Durante a viagem, o comportamento do piloto é decisivo, especialmente em períodos de tráfego intenso.
A Yamaha recomenda:
Uso completo de equipamentos de proteção (capacete certificado, jaqueta, luvas, calça, botas e protetor de coluna)
Pilotagem defensiva e atenção constante ao entorno
Uso correto dos retrovisores e farol aceso, inclusive durante o dia
Cautela redobrada ao circular próximo a veículos pesados, devido aos pontos cegos
Respeito aos limites de velocidade e distância segura para frenagens
A principal orientação é clara: não pilotar após o consumo de álcool, já que a combinação compromete reflexos, percepção de risco e tomada de decisão.
Com revisão em dia e condução responsável, o motociclista reduz significativamente os riscos e garante mais segurança no feriado.
Raio X da Revista O Mecânico mostra pontos de manutenção, segurança e diagnóstico do SUV elétrico chinês
No Raio X da Revista O Mecânico, o GAC Aion V foi analisado com foco na reparação independente. Ainda em fase de lançamento, esse é mais um veículo que estará no futuro na rede de oficinas. Mas como será a manutenção no futuro? O modelo elétrico apresenta acesso físico facilitado aos componentes, mas impõe desafios em codificação, diagnóstico e acesso a dados das montadoras, segundo o especialista entrevistado. Vídeo completo está no canal do nosso YouTube.
RAIO-X com GAC AYON V: SUV elétrico chinês quer impressionar mas tem qualidade de fato? VEJA O VÍDEO!
O mecânico afirmou que a maior parte dos elétricos que chegam às oficinas ainda vem de sinistros e leilões, com manutenção corretiva. “A maioria das manutenções que a gente pega é mais corretiva do que preventiva em elétricos”, disse Rodrigo Pereira, proprietário e técnico da Infinity Tecnologia em Autos. Segundo Pereira, há falhas recorrentes em baterias e compressores de ar-condicionado, semelhantes a problemas crônicos de veículos a combustão.
Sobre a reparação, o destaque é a parte eletrônica. “A maior dificuldade hoje está sendo a programação de módulos e codificação”, afirmou, citando limitações de acesso a servidores de montadoras e a necessidade de equipamentos genéricos. Já a troca de componentes físicos, como compressor, motor elétrico e remoção de bateria, foi comparada a procedimentos comuns: “É como se fosse tirar um pneu de qualquer carro, desde que tenha ferramenta e conhecimento”.
O sistema térmico do Aion V integra ar-condicionado, bateria, inversor e motor elétrico em um circuito de arrefecimento com aditivo específico. O mecânico explicou que o compressor de alta tensão atua tanto na climatização quanto no controle térmico da bateria e eletrônica. O freio é eletrônico, sem hidrovácuo, com módulo que gera assistência ao pedal. A bateria auxiliar de 12V é convencional e não exige codificação.
Na parte estrutural, suspensão, freios e transmissão seguem arquitetura convencional, com manutenção possível sem desenergizar a alta tensão, exceto em solda ou funilaria. O especialista reforçou os procedimentos de segurança em alta tensão: “Todo carro tem chave de serviço para desenergizar, e é preciso isolar a área e usar técnico capacitado”. Para ele, o Aion V tende a ser simples na parte mecânica, mas exige preparo técnico: “Esperar chegar na oficina para aprender já é estar atrasado”.
A XV edição do Salão Nacional e Internacional das Motopeças deve movimentar R$ 300 milhões em negócios entre os dias 10 e 13 de março de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O valor representa crescimento de 7% sobre os R$ 280 milhões registrados em 2025.
Promovido pela ANFAMOTO, o evento é considerado o maior do setor na América Latina e reúne fabricantes, atacadistas, lojistas, oficinas e representantes comerciais para negociações que estruturam o calendário anual do segmento.
Estrutura e lançamentos
A edição 2026 contará com:
140 expositores
Mais de 300 marcas representadas
Cerca de 2 mil lançamentos
A expectativa de crescimento é sustentada pelo aumento da frota de motocicletas no Brasil, pela consolidação da moto como ferramenta de mobilidade e trabalho, e pelo aquecimento do mercado de reposição e customização.
Evento exclusivo para profissionais
Voltado apenas a empresas do setor, o Salão oferece credenciamento gratuito mediante CNPJ. A organização também firmou parcerias para facilitar logística, com tarifas diferenciadas em passagens, hospedagem e transporte até o pavilhão.
SERVIÇO – XV SALÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DAS MOTOPEÇAS Data: 10 a 13 de março de 2026 (terça, quarta, quinta e sexta-feira) Horário: 14h às 20h Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo (SP) Visitação: Gratuita para profissionais do setor mediante credenciamento; não aberto ao consumidor final Realização: ANFAMOTO Informações e credenciamento:www.salaodasmotopecas.com.br
Grupo amplia participação em lubrificantes, avança em Arla e expande atuação no segmento químico
A Usiquímica encerrou 2025 com crescimento de 85% no faturamento em relação a 2024 e projeta avanço de 20% em 2026. O resultado foi impulsionado pela expansão no segmento de lubrificantes, pelo aumento das vendas de Arla 32 e pela ampliação das operações na área química, com diversificação de portfólio e ganho de escala.
PROBLEMAS DO BIODIESEL B15: como resolver na oficina? VEJA O VÍDEO!
No segmento de lubrificantes, o desempenho foi influenciado pela aquisição das operações da YPF Lubrificantes no Brasil, incluindo a planta de Diadema, na Grande São Paulo, que passou por reestruturação industrial. A unidade opera como plataforma multimarcas sob a marca Usiblend e absorveu 100% da produção nacional da Valvoline, da qual a empresa é representante desde 2018.
Segundo Osvane Lazarone, diretor comercial da Usiquímica, “o processo de modernização industrial, reorganização de layout, automação e investimentos anunciados de R$ 120 milhões no início de 2025, prevê triplicar a capacidade produtiva da planta ainda em 2026, elevando o volume em até 6 milhões de litros mensais”. De acordo com o executivo, “a aquisição das operações da YPF Lubrificantes no Brasil teve papel relevante, ao elevar nossa participação no mercado de 1% para 3% do market share nacional e consolidar nossa companhia entre as seis maiores do setor de lubrificantes no país”. O segmento registrou crescimento de 17% no ano.
No pilar Arla, a empresa reportou alta de 18% nas vendas do Arla 32 Ecotec, utilizado em sistemas de Redução Catalítica Seletiva (SCR) para controle de emissões de óxidos de nitrogênio (NOx). “Ao longo de 2025, os investimentos estiveram concentrados principalmente na ampliação da capacidade de armazenagem, com foco no aumento dos estoques e na maior eficiência logística”, afirma Lazarone. A companhia também iniciou a produção do AUS 40, solução com maior concentração de ureia voltada a aplicações industriais e marítimas. A projeção de crescimento do segmento para 2026 é de 15%.
A área química avançou 20% em 2025, com destaque para a ampliação da atuação em amônia para controle de emissões industriais. “Ao ampliarmos nossa atuação em amônia, assumimos um papel ativo na redução de emissões industriais. Trata-se de um agente que atua diretamente na origem dos poluentes e gera benefícios ambientais concretos, com impacto direto na qualidade do ar e na sociedade”, diz Lazarone. “Esse mercado passou a ganhar tração no fim de 2025, com projetos que começaram a demandar volumes relevantes. Para 2026, o potencial é de multiplicação em novos clientes”.
O grupo também lançou os adjuvantes da linha FortFix, voltados ao agronegócio, e estruturou uma operação dedicada ao fornecimento de matérias-primas para lubrificantes, incluindo óleos básicos, aditivos, componentes para formulação e polímeros. A companhia estima crescimento de 17% no segmento químico em 2026, apoiado na diversificação de portfólio e na integração entre as áreas de atuação.
Iniciativa reforça autonomia e avanço industrial da planta de Osasco (SP)
A Cummins Brasil anunciou a nacionalização do diferencial MD-160, aplicado em eixos estradeiros para caminhões pesados on-highway com até 80 toneladas de Capacidade Máxima de Tração (CMT). A iniciativa amplia o conteúdo local do produto e fortalece a base industrial da empresa na planta de Osasco (SP).
Com o processo industrial estruturado e a linha em fase final de preparação, o MD-160 passa a ser fabricado localmente, reduzindo a dependência de importações e ampliando a participação da engenharia brasileira no desenvolvimento e validação do componente para o mercado nacional.
Para viabilizar o projeto, a unidade de Osasco recebeu uma nova linha de produção com padrão tecnológico alinhado às plantas globais da Cummins. A linha conta com automação inédita na fábrica, incluindo o primeiro robô dedicado à montagem de diferenciais, além de integração total ao sistema digital de rastreabilidade, que monitora todas as etapas do processo produtivo.
A nova arquitetura industrial também foi projetada para permitir futuras expansões do portfólio de eixos, aumentando a flexibilidade produtiva da planta.
A nacionalização envolve os principais conjuntos do diferencial. Atualmente, a carcaça já é totalmente usinada no Brasil, enquanto o conjunto coroa e pinhão está em fase de nacionalização, com ajustes de engenharia, materiais e tratamento térmico para futura produção local.
A produção seriada do diferencial MD-160 está prevista para o primeiro semestre de 2026, com fornecimento às montadoras conforme o cronograma de industrialização. A capacidade produtiva estimada é de até 9.500 diferenciais por ano.
Scanner desenvolvido e fabricado no Brasil foca na simplicidade de utilização para facilitar a rotina do mecânico
O MultiMEC X3 é um scanner de diagnóstico automotivo profissional desenvolvido e fabricado no Brasil, em Itajubá (MG), voltado para a frota em circulação no mercado nacional. Portátil e de operação independente, o equipamento dispensa o uso de computador, tablet ou conexão com internet, sendo alimentado diretamente pelo veículo.
O scanner possui tela ampla, interface totalmente em português e navegação simplificada. Permite a leitura de parâmetros em quatro formatos: lista, gráfico de barras com valores mínimos e máximos, gráfico de tendência temporal e o modo H25, que possibilita a visualização simultânea de até 25 parâmetros. Conta ainda com botão de ajuda integrado em todas as telas, estrutura resistente a quedas e respingos e compatibilidade com a tecnologia CAN FD diretamente pelo cabo OBD, sem necessidade de adaptadores, atendendo veículos mais recentes, como Chevrolet Onix e Tracker.
O MultiMEC X3 atende veículos nacionais e importados fabricados entre 1992 e 2025, com suporte a motores a gasolina, álcool, flex, GNV e diesel leve, aplicável a veículos de passeio, SUVs, utilitários, vans e caminhonetes. A cobertura inclui marcas como Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Ford e Renault, além de fabricantes importados e premium como BMW, Mercedes-Benz, Audi, Land Rover, Volvo, Jeep, Honda, Toyota, Mitsubishi e Hyundai, assim como utilitários e modelos diesel leve de marcas como Iveco e Troller.
O equipamento permite acesso e diagnóstico de diversos sistemas eletrônicos do veículo, incluindo injeção eletrônica, ABS, airbag, transmissão, carroceria, painel de instrumentos, direção elétrica e climatização. Entre as funções e serviços disponíveis estão a sangria eletrônica do sistema de freios ABS, alinhamento de PROXY, reset de parâmetros adaptativos, programação de transmissões automatizadas como Dualogic, I-Motion, Free Choice, EasyTronic e PowerShift, regeneração do filtro de partículas (DPF) em veículos diesel leve, aprendizado do sensor de rotação, ajuste do ângulo do volante, programação de bicos injetores e testes de atuadores em tempo real, como ventoinhas, relés da bomba de combustível e indicadores do painel.
O Scanner MultiMec X3 pode ser encontrado diretamente no site da Loja do Mecânico nas opções Categorias >> Injeção eletrônica e motor >> Scanners Automotivo. Para acessar diretamente, clique aqui para abrir a página do MultiMec X3 na Loja do Mecânico.
Modelo utiliza sistema EDC 17CP52 no motor 3.0 16V diesel, com recomendações específicas para medições e segurança em veículos Euro 5
O Iveco Daily 35S14, fabricada entre 2012 e 2018, utiliza motor 3.0 16V diesel com sistema de injeção EDC 17CP52, padrão Euro 5, com protocolos FTP e FIC. Para procedimentos de diagnóstico e medições, é necessário respeitar a tensão nominal do veículo e confirmar que o sistema esteja em temperatura normal de funcionamento. Em veículos equipados com airbag ou sistemas de alta tensão, os procedimentos de segurança devem ser seguidos antes de qualquer intervenção técnica. Veja análise completa do sistema.
Com o aumento do fluxo de veículos nas rodovias durante o Carnaval, a demanda sobre os sistemas do veículo cresce, especialmente sobre a suspensão, que tem influência direta na estabilidade, no controle e na segurança. Para o mecânico, esse período é estratégico para reforçar a importância da manutenção preventiva junto ao cliente.
Antes de viagens longas, a suspensão deve estar em perfeitas condições para garantir resposta adequada em curvas, frenagens e desvios, além de absorver irregularidades do piso. Segundo Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Nakata, a revisão prévia permite identificar componentes com desgaste avançado, evitando falhas mais graves e manutenções de maior custo após a viagem.
Amortecedores com vazamento ou perda de eficiência comprometem o contato dos pneus com o solo, aumentam a distância de frenagem e geram instabilidade. Molas danificadas podem alterar a altura do veículo e afetar a geometria da suspensão. Já itens como buchas, coxins, batentes, bieletas e bandejas, quando apresentam folgas ou deformações, provocam ruídos e prejudicam o funcionamento do conjunto.
Outro ponto de atenção é o impacto da suspensão desgastada sobre outros sistemas, especialmente os pneus, que passam a apresentar desgaste irregular, reduzindo sua vida útil e elevando o custo de manutenção para o cliente.
A Nakata orienta que o mecânico recomende uma checagem completa antes de viagens, incluindo suspensão, freios, pneus, nível de óleo, bateria, palhetas do limpador, sistema de iluminação e parte elétrica, além da conferência da documentação. A manutenção preventiva é uma aliada importante para reduzir riscos, aumentar a segurança nas estradas e fortalecer a confiança do cliente no serviço prestado.
A Volkswagen do Brasil alcançou a marca de 15 milhões de veículos produzidos na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Inaugurada em 1959, a unidade foi a primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha e responde por 57% de toda a produção da marca no Brasil, que soma 26,3 milhões de veículos ao longo de 72 anos.
Além de complexo industrial completo, a Anchieta atua como centro de pesquisa, desenvolvimento e engenharia, reunindo áreas como Design, Engenharia, Produção e o Way to Zero Center. A planta terá papel estratégico na nova fase da marca: a partir de 2026, todo novo Volkswagen desenvolvido e produzido na América do Sul contará com versões eletrificadas. O primeiro modelo baseado na plataforma MQB37, com sistema HEV flex, será produzido justamente em São Bernardo do Campo.
Segundo Leandro Oliveira, Plant Manager da unidade, o marco reforça a importância do time e da trajetória da fábrica, que completa 67 anos em novembro de 2026.
Modelos produzidos na Anchieta lideram vendas
Atualmente, a fábrica Anchieta produz Polo Track, Novo Nivus, Nivus GTS, Virtus e Saveiro, todos com forte desempenho comercial. Em 2025, a Volkswagen vendeu 436.336 veículos no Brasil, alcançando 17,1% de participação no mercado de automóveis de passeio.
Três modelos da marca figuraram entre os 10 mais vendidos do País em 2025: Polo, T-Cross e Saveiro. O Polo, produzido na Anchieta e em Taubaté, foi o carro de passeio mais vendido do Brasil pelo terceiro ano consecutivo (2023 a 2025), com 122.677 unidades emplacadas no último ano.
No mercado externo, o Polo também se destacou como o modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil em 2025, com 32.579 unidades, atendendo 11 países da América Latina, com destaque para Argentina, México, Colômbia e Uruguai.
SUVs e Saveiro reforçam desempenho da marca
O Novo Nivus e o Nivus GTS são peças-chave na liderança da Volkswagen no segmento de SUVs. Em 2025, a marca comercializou 204.899 unidades de seus SUVs, incluindo T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4. O Novo T-Cross segue como o SUV mais vendido do Brasil pelo terceiro ano consecutivo, com 92.842 unidades no último ano.
Já a Saveiro, com 44 anos de produção contínua, soma mais de 1,8 milhão de unidades fabricadas e foi um dos veículos mais vendidos do País em 2025, mantendo-se relevante no segmento de picapes compactas.
Eletrificação: híbridos em todas as frentes
A Volkswagen confirmou que, a partir de 2026, seu portfólio regional contará com híbridos leves, híbridos convencionais e híbridos plug-in, desenvolvidos para o mercado sul-americano e compatíveis com biocombustíveis, incluindo etanol. Os modelos Total Flex seguirão no portfólio.
O primeiro Volkswagen com plataforma MQB37 e sistema HEV flex será produzido na fábrica Anchieta.
Volkswagen lidera a produção automotiva no Brasil
Dos mais de 100 milhões de veículos produzidos no Brasil, 26,3 milhões são da Volkswagen, que mantém três fábricas de automóveis no País: Anchieta (SP), Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR), além da unidade de motores em São Carlos (SP).
Mais de 200 mil colaboradores participaram da trajetória da marca no Brasil ao longo de sete décadas.
Produção por unidade:
Anchieta: 15 milhões de veículos
Taubaté: 8 milhões de veículos
São José dos Pinhais: 3,2 milhões de veículos
São Carlos: 14,6 milhões de motores
Investimentos e novos lançamentos
A Volkswagen está investindo R$ 20 bilhões na América do Sul até 2028, com 21 novos veículos previstos, dos quais 10 já foram lançados. No Brasil, o aporte é de R$ 16 bilhões, com 17 lançamentos, incluindo Novo T-Cross, Nova Amarok, Novo Nivus, Nivus GTS, Tera, Golf GTI, Jetta GLI e Novo Taos. A chegada dos híbridos é um dos principais destaques da estratégia.
Linha de produção histórica
Desde sua inauguração, a fábrica Anchieta produziu modelos que marcaram a história da indústria nacional, como Fusca, Kombi, Brasília, Passat, Gol, Santana, Parati, Saveiro e Polo, além de veículos exportados para mais de 100 países.
Novo componente segue as especificações técnicas dos produtos fornecidos pela marca às montadoras
A NTN-SNR anunciou a ampliação de seu portfólio no Brasil com o lançamento de um rolamento de roda dianteira para os modelos Honda HR-V e CR-V. A iniciativa acompanha o crescimento do segmento de SUVs, que respondeu por cerca de 54,5% das vendas de veículos novos no país em 2025, segundo dados da Fenabrave.
O componente chega ao mercado com o código XGB42562T01 e segue as especificações técnicas dos produtos fornecidos pela marca às montadoras. A expansão do portfólio acompanha a demanda da frota em circulação e a participação crescente do segmento de SUVs.
Além do novo rolamento, a NTN-SNR oferece sensores de ABS, kits de rolamentos de roda, rolamentos de cubo, rolamentos da linha 6000 e componentes para transmissão e suspensão, com aplicações para diferentes montadoras.
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