GWM inicia produção em Iracemápolis dia 15 de agosto com 500 funcionários

Fábrica de Iracemápolis irá adotar regime CKD para produção do Haval H6 e Poer ainda este ano

 

 

A GWM anunciou hoje em São Paulo que a montagem de veículos em Iracemápolis começa dia 15 de agosto. Ao inaugurar uma área técnica no Senai Ipiranga, em São Paulo, a GWM deu mais detalhes sobre os próximos passos da marca no mercado brasileiro. O Haval H6 será o primeiro produto da marca a sair da linha de montagem em Iracemápolis a partir de kits completamente desmontados e montados na planta brasileira. Até o final do ano a GWM prometeu que terá seis lançamentos incluindo a picape diesel Poer, o elétrico Wey, Tank 400 e o Haval H9. Ao todo são seis lançamentos mas a marca não trouxe todos os detalhes dos novos produtos.

 

 

Para Iracemápolis, a GWM confirmou a montagem local do  Haval H6 (nas versões HEV, PHEV 19 e 34 e GT), a GWM irá começar a produção da picape Poer e por fim, do SUV grande H9, em versão diesel de 184cv.

A meta da GWM é alcançar 30 mil unidades anuais até o final de 2026, com capacidade para 50 mil unidades nos próximos anos. Na primeira fase da fábrica a empresa terá 500 funcionários trabalhando em um turno com expectativa de ampliação para dois turnos em 2026.

 

 

Em julho a GWM vendeu 3.930 veículos, o maior volume mensal desde o início das operações da marca no país, em abril de 2023. O número supera as 3.217 unidades comercializadas em maio, impulsionado pelas vendas da linha Haval que superaram 3,2 mil unidades no mês passado.

“O H6 HEV One foi um catalisador de vendas em julho. A combinação de exclusividade, preço competitivo e a já conhecida eficiência do conjunto híbrido atraiu novos consumidores para a nossa rede e fortaleceu ainda mais a imagem da GWM como referência em tecnologia e inovação no mercado brasileiro”, afirma Alexandre Oliveira, Diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM Brasil.

A GWM também naugurou o centro técnico da GWM Academy dentro da unidade do SENAI-SP no Ipiranga, com investimento total de R$ 13,7 milhões em capacitação e pós-venda. A parceria prevê treinamentos técnicos voltados à eletrificação e manutenção da linha de veículos da marca. Do valor total, R$ 1,5 milhão foi destinado à infraestrutura do espaço e R$ 4,5 milhões aplicados na formação de 641 profissionais da rede de concessionárias. A empresa prevê ainda novos investimentos de R$ 7,7 milhões nos próximos anos.

 

 

Eaton abre mais de 80 vagas em Programa de Estágio 2026; veja como se inscrever

Processo seletivo será realizado por meio de currículo às cegas

A Eaton está com inscrições abertas, de 4 a 31 de agosto, para o Programa de Estágio 2026. A iniciativa oferece mais de 80 vagas para estudantes de cursos técnicos e superiores com formação prevista entre 2026 e 2027. As oportunidades estão distribuídas nas unidades da empresa em Caxias do Sul (RS), Mogi Mirim (SP), Porto Feliz (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Valinhos (SP). Além disso, o processo seletivo será realizado por meio de currículo às cegas, sem exibição de dados como nome, idade, sexo e raça.

 

De acordo com a empresa, a carga horária prevista é de cerca de 30 horas semanais, com duração de até dois anos. Entre os requisitos, estão conhecimentos em Pacote Office e inglês em nível básico avançado, conforme a vaga. Podem se candidatar estudantes no penúltimo ou último ano dos cursos técnicos de Eletroeletrônica, Eletrônica, Enfermagem, Automação, Mecânica, Mecatrônica, Química e Segurança do Trabalho. Para nível superior, são aceitos os cursos de Administração, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Direito, Economia, Engenharias, Marketing, Psicologia, Recursos Humanos, Relações Internacionais, Relações Públicas e Sistemas da Informação.

 

O processo inclui testes online, dinâmica em grupo e entrevista com gestores. A Eaton oferece bolsa-auxílio, convênio médico e odontológico, seguro de vida, transporte e restaurante no local. As inscrições devem ser feitas pelo site www.programadeestagios.com.br/eaton.

 

NTN vai apresentar portfólio e soluções técnicas na Autonor 2025

Fabricante levará ao evento os mais recentes componentes das marcas NTN e SNR

A NTN participará da Autonor 2025, entre os dias 17 e 20 de setembro, no Recife, em Pernambuco. A fabricante levará ao evento os mais recentes componentes das marcas NTN e SNR, além de estrutura técnica para demonstrações práticas voltadas ao mecânico.

Com 25 anos de atuação no Brasil, a empresa abastece o mercado de reposição com rolamentos para veículos da frota circulante. Na feira, a NTN exibirá sua linha de rolamentos de roda, sensores ABS, kits de rolamentos, rolamentos de cubo, linha 6000 e rolamentos de câmbio e suspensão.

Durante a Autonor, a empresa também demonstrará o uso do kit Clas, ferramenta desenvolvida para facilitar a montagem e desmontagem de rolamentos de roda de primeira e segunda gerações. Outro destaque é o cartão ASB, que auxilia na verificação de falhas no sensor de rolamento de roda e no sistema ABS.

 

Stellantis oferece 700 vagas para Jovem Aprendiz em 2025; veja como se inscrever

Candidatos devem ter entre 18 e 21 anos, ensino médio completo e residir nas cidades onde há vagas

A Stellantis  abriu 700 vagas para o Programa Estelar Jovem Aprendiz 2025. As oportunidades estão distribuídas entre as unidades de Betim, Contagem e Itaúna (MG) e Goiana (PE), com início das atividades entre agosto e novembro. Os candidatos devem ter entre 18 e 21 anos, ensino médio completo e residir nas cidades onde há vagas.

 

O programa combina formação prática na empresa e curso técnico no Senai. A duração é de até dois anos, com jornada de 4 a 6 horas diárias, conforme a área de atuação. Em jornadas de 4 horas, o jovem participa apenas da parte teórica no Senai. Além disso, os benefícios incluem bolsa-auxílio, vale-transporte ou fretado, alimentação, seguro de vida, plano de saúde, acesso ao Gympass/Wellhub, Clube Mais Stellantis e apoio psicossocial por meio do Programa Conte Comigo.

 

Segundo Massimo Cavallo, vice-presidente sênior de Recursos Humanos da Stellantis para a América do Sul, “os jovens que ingressam no programa recebem suporte qualificado para sua formação, além da orientação de profissionais experientes da Stellantis”. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site: https://programaestelar.com.br/.

 

Como diagnosticar os sensores de fase e rotação – Motor PSA 1.6 EC5JP4

Componentes permitem o correto ajuste de parâmetros pela ECU

 

 

Para que a ECU possa calcular o tempo de injeção e o ponto de ignição é preciso que haja a informação da fase e da rotação do motor. Dessa forma, para ajudar na análise do funcionamento dos sensores que fornecem esses dados, a revista O Mecânico mostra o diagnóstico desses componentes para o motor 1.6 EC5JP4.

Esse motor, desenvolvido pelo antigo grupo PSA, chegou a desenvolver 122 cv e torque de 16,4 kgfm, números no etanol. Com quatro cilindros e 16 válvulas, o propulsor equipou modelos como Peugeot 208, 2008, Citroen C3 e C4, além de outros.

Para iniciar o diagnóstico do sensor de fase, o primeiro passo será medir a tensão do pino 1 do componente com o motor em marcha lenta e aquecido, que deverá estar entre 0 e 5 V. Depois, é possível analisar os pinos de conexão do componente à ECU.

 

 

Já para o sensor de rotação, o valor de tensão nos pinos 1 e 2 deve ficar acima de 2,5 V, também na condição de motor em marcha lenta e aquecido. Além disso, é fundamental verificar também a conexão do componente na ECU do veículo testado.

 

 

Mecânico Pro

 

Stellantis cresce 18% na produção e quase dobra exportações no primeiro semestre de 2025

No mesmo intervalo, a empresa exportou 87.732 unidades, crescimento de 93% na comparação anual

A Stellantis produziu 403.711 veículos no Brasil entre janeiro e junho de 2025, resultado 18% superior ao registrado no mesmo período de 2024. No mesmo intervalo, a empresa exportou 87.732 unidades, crescimento de 93% na comparação anual — o melhor desempenho em exportações desde a formação do grupo em 2021.

A Fiat Strada liderou os embarques no semestre, com 20.180 unidades exportadas, alta de 118% em relação ao ano anterior. Também se destacaram o SUV médio Jeep Compass (8.827 unidades) e o Citroën Aircross (5.647 unidades).

Produção de veículos aumentou 4,7% em novembro, segundo a Anfavea

O Polo Automotivo de Betim (MG) foi responsável por 248.935 veículos produzidos no semestre, com avanço de 16%. A unidade também liderou as exportações, com 43.357 unidades enviadas ao exterior (alta de 107%). Em junho, a planta superou os marcos de 2,3 milhões de motores Firefly e 1,8 milhão de motores GSE Turbo produzidos.

Em Goiana (PE), onde são produzidos modelos de maior porte como Jeep Renegade, Compass, Commander, Fiat Toro e Ram Rampage, a produção somou 119.131 veículos no semestre, crescimento de 12%. As exportações da planta totalizaram 28.656 unidades, alta de 65%.

Já o Polo Automotivo de Porto Real (RJ) registrou 35.645 veículos produzidos entre janeiro e junho de 2025, aumento de 60%. As exportações alcançaram 15.719 unidades, crescimento de 122% sobre o mesmo período do ano anterior. Em maio, a fábrica atingiu o marco de 1 milhão de veículos produzidos.

Troca dos amortecedores da Yamaha NMAX: Veja o passo a passo

Peça em bom estado auxilia na estabilidade e conforto

 

texto Murilo Marciano Santos   fotos Alexandre Villela / Yamaha Divulgação 

 

Com 10.539 unidades vendidas de janeiro a maio de 2025, a Yamaha NMAX é um scooter que faz muito sucesso no segmento, embora venda menos que sua concorrente direta Honda PCX. Lançada no Brasil em 2016, o modelo da Yamaha atualmente está em sua terceira geração, que foi recentemente lançada em 2024. 

O procedimento de troca dos amortecedores traseiros foi feito em um veículo fabricado em 2019, que estava com cerca de 55 mil km rodados. O seu motor tem 160 centímetros cúbicos de cilindrada, entregando 15,1 cv de potência e 1,47 kgfm de torque. A suspensão dianteira é do tipo telescópica com 100 mm de curso, enquanto a suspensão traseira conta com dois conjuntos de mola e amortecedor de 86 mm de curso em cada lado da motocicleta. 

Ao longo dos anos, a NMAX passou por algumas atualizações em seu conjunto de suspensão, o que pode fazer com que o procedimento de substituição varie dependendo da versão ou do ano do veículo em que o serviço está sendo realizado. 

A troca preventiva dos amortecedores traseiros é recomendada a cada 45 mil quilômetros. Além disso, de acordo com Ulisses Miguel, coordenador técnico da Revista O Mecânico e proprietário da oficina Mecânica de Autos Prof Xará, localizada em São Caetano do Sul, SP, para verificar a condição do componente é preciso checar se existem oscilações em excesso ao subir e descer a traseira da moto, o que indica que o amortecedor perdeu sua função e não dissipa a energia mecânica da mola corretamente. O profissional também alerta que indícios de vazamento sinalizam necessidade de troca da peça. 

 

Passo a passo da troca dos amortecedores 

 

1) Com a moto no cavalete central, solte as duas porcas sextavadas de 12 mm de conexão do escapamento.

 

2) Solte mais três parafusos sextavados de 14 mm do suporte do escapamento na lateral da scooter, para ter acesso a base do amortecedor direito. Os parafusos inferiores são mais curtos do que o superior. 

 

3) Remova o escapamento com  cuidado. 

4) Solte o parafuso de 12 mm que conecta a base do amortecer no chassi da moto. 

 

5) Remova a porca de 14 mm que conecta o amortecedor na parte superior. Para soltar o amortecedor, empurre e gire a peça para desencaixar do suporte. 

6) Monte o novo amortecedor. É importante alinhar o furo da base do componente com a rosca, para não a danificar na hora de aplicar o torque. 

7) Aplique o torque de 21 Nm (2,14 kgfm) no parafuso inferior e na porca superior. 

8) Monte o escapamento, apertando as duas porcas sextavadas de 12 mm de conexão do escapamento e os três parafusos sextavados de 14 mm de suporte do escapamento. 

9) Do lado esquerdo da scooter, para ter acesso ao parafuso da base do amortecedor é preciso soltar os dois parafusos de 10 mm da caixa do filtro de ar. 

10) Solte a mangueira da caixa do filtro de ar. 

11) Suspenda a caixa do filtro de ar e remova o parafuso da base do amortecedor. 

12) Solte a porca superior do amortecedor e remova o componente. 

13) Monte o amortecedor novo, aplicando o torque de 21 Nm (2,14 kgfm) na porca superior e no parafuso inferior, verificando o alinhamento deste último com a rosca para evitar danos. 

14) Prenda a mangueira e monte os dois parafusos de 10 mm da caixa do filtro de ar. 

15) Desça a scooter do cavalete e realize um teste subindo e descendo a traseira da moto para verificar o funcionamento dos novos amortecedores. 

Por fim, Ulisses também pontua a importância da troca preventiva dos amortecedores, pois em caso de vazamento do fluido pode haver contaminação das pastilhas de freio, o que pode afetar a força de frenagem e trazer riscos à segurança do piloto. 

Nissan vai fechar fábrica no México inaugurada em 1966

 

A Nissan confirmou nesta semana que vai fechar a fábrica de Cuernavaca no México que opera desde 1966. A Nissan começou a produzir o Datsun Bluebird nos anos 1960 para atender principalmente o mercado norteamericano e foi fundamental para a estratégia de crescimento da marca. Ao longo do tempo foram seis milhões de veículos montados na unidade que agora vai ser fechada até março de 2026.

 

 

A fábrica de Cuernavaca produz atualmente a picape Frontier e o Versa. A produção de ambos será transferida para Aguascalientes tanto para o mercado de exportação (caso da picape) quanto para o mercado interno e também exportação (caso do Versa).

A unidade de Cuernavaca chamada inicialmente de CIVAC foi erguida em um momento áureo da Nissan. Na época a empresa havia se fundido com a Prince e começou a experimentar outros segmentos. Quando o governo norteamericano criou uma lei de taxação de 25% a Nissan decidiu investir no México para ampliar as vendas nos Estados Unidos. 

 

 

A Nissan sempre produziu modelos como o Sunny, de porte compacto, e ampliou a presença na América do Norte nos anos 1980 com a produção de caminhões em Smyrna, no Tenessee, Estados Unidos. Também produziu o Altima, Maxima, Rogue, Pathfinder, Infinity QX60 e o elétrico Leaf nessa unidade. O crescimento da produção norteamericana levou a uma obsolescência das fábricas mexicanas e a Nissan decidiu focar sua produção em Aguascalientes.

 

 

A Nissan passa por um processo de reestruturação global que inclui o corte de 20 mil empregos e fechamento de vagas. Para se reeguer, a matriz no Japão anunciou a captação de aproximadamente 860 bilhões de ienes — o equivalente a R$ 32 bilhões — por meio da emissão de títulos de dívida. Os recursos serão destinados a fortalecer a liquidez da divisão automotiva e apoiar as estratégias de médio e longo prazo da montadora, dentro do plano batizado de Re:Nissan.

 

Troca da correia de sincronismo Volvo S40 1.8 B4184S

Primeira geração do modelo utilizava plataforma Mitsubishi  

artigo por Murilo Marciano Santos   fotos Arquivo Bosch 

 

Para que haja uma correta sincronização entre o tempo de abertura das válvulas do cabeçote e do movimento dos pistões, se faz necessária a existência de uma correia sincronizadora, que faz a transmissão do movimento do virabrequim ao conjunto de válvulas. Dessa forma, a Revista O Mecânico traz o passo a passo de troca desse importante componente para o motor 1.8 do Volvo S40. 

Produzido mundialmente entre 1995 e 1999, essa geração do S40 utilizava a plataforma do Mitsubishi Carisma. Com diferentes motores, a versão 1.8 consiste em um propulsor quatro cilindros aspirado de código B4184S, que entregava 115 cv a 5500 rpm e 16,8 kgfm de torque a 4100 rpm. Esse motor já possuía tecnologias interessantes para a época, como bloco e cabeçote em alumínio e duplo comando de válvulas. 

 

Ferramentas necessárias 

Antes de iniciar o procedimento, será preciso tem algumas ferramentas listadas abaixo, para executar o serviço da maneira preconizada pela fabricante. 

Manômetro de tensão do tensor – peça Volvo n° 998 8500. 

Ferramenta de bloqueio da polia do virabrequim – peça Volvo n° 999 5433. 

Prensa para tensor automático – peça Volvo n° 999 5456. 

 

Cuidados necessários 

É importante tomar alguns cuidados básicos antes e durante a intervenção mecânica para assegurar que não haja danos no motor ou outros componentes, conforme os listados a seguir. 

  • Desligue o cabo de massa da bateria. 
  • Nunca gire o virabrequim nem o eixo do comando de válvulas com a correia de distribuição desmontada, para evitar danos e perda de sincronismo. 
  • Remova as velas de ignição para facilitar a rotação do motor. 
  • Sempre gire o motor no sentido normal de funcionamento, salvo indicação contrária. 
  • Não gire o motor pelo eixo do comando de válvulas ou outras polias. 
  • Respeite os valores de torque indicados. 

 

 

Desmontagem 

  1. A) Para iniciar o processo de desmontagem, remova os seguintes itens:
  • Tampa superior do motor. 
  • Tampa lateral direita do compartimento do motor. 
  • Correia de acessórios (não reutilizar). 
  • Polia-guia da correia de acessórios. 
  • Tampa superior da distribuição (1)

 

  1. B) Eleve o motor com um suporte e o apoie com segurança.

 

  1. C) Desmonte o suporte direito do motor.

 

  1. D) Remove o tubo rígido do ar-condicionado.

 

  1. E) Eleve e apoie a parte dianteira do veículo.

 

  1. F) Remova:
  • Roda dianteira direita. 
  • Tampa inferior da distribuição (2)
  • Os quatro parafusos da polia do virabrequim (3)

 

G) Trave a polia do virabrequim utilizando a ferramenta nº 999 5433.

 

  1. H) Remova a porca central da polia do virabrequim. Se necessário, baixe levemente o motor.

 

  1. I) Remova:
  • Ferramenta de bloqueio. 
  • Polia do virabrequim (5)

  1. J) Coloque de maneira provisória a porca central da polia do virabrequim (4).

 

  1. L) Gire o virabrequim no sentido horário até alinhar as marcas (6) e (7) de sincronismo.

 

  1. M) Fixe o manômetro de tensão à correia no ponto indicado (8), utilizando a ferramenta nº 998 8500 (9).

 

  1. N) A leitura do manômetro deve estar entre 2,5 e 4,0 unidades no aparelho. Se o valor estiver fora do especificado, substitua o tensor automático. Os valores de referência se aplicam apenas a correias usadas, ou seja, essa medição deve ser feita na etapa de desmontagem da correia de sincronismo atual.

 

  1. O) Remova o manômetro de tensão (9).

 

  1. P) Remova o parafuso superior do tensor automático (10).

 

  1. Q) Quebre o aperto do parafuso inferior do tensor automático (11), girando um pouco o componente.

 

  1. R) Remova:
  • Parafuso inferior do tensor automático (11)
  • Tensor automático (12)
  • Correia de distribuição. 

 

 

 

Montagem 

 

  1. A) Verifique se há danos ou vazamentos no corpo do tensor automático (12). Substitua, se necessário.

 

  1. B) Lubrifique o eixo do braço da polia tensora (13).

 

  1. C) Remova a anilha plástica do tensor automático (14).

 

  1. D) Com a ferramenta nº 999 5456, comprima lentamente o tirante do tensor até alinhar os orifícios (15).

 

  1. E) Introduza uma cavilha de 2 mm no orifício do corpo do tensor (16) para reter o tirante.

 

 

  1. F) Instale:
  • Tensor automático (12)
  • Parafusos do tensor automático (11) e (12) com torque de 25 Nm. 

  1. G) Confirme o alinhamento das marcas de sincronismo (6) e (7).

 

  1. H) Instale a nova correia de sincronismo começando pela polia do virabrequim e seguindo para a esquerda, mantendo a correia esticada entre as polias.

 

  1. I) Remova a cavilha do tirante do tensor (16).

 

  1. J) Pressione firmemente a correia com o polegar no ponto (17) e depois no ponto (8).

 

  1. L) Instale uma nova anilha plástica no tensor automático (14). O lado rebaixado deve ficar voltado para cima.

 

  1. M) Gire o virabrequim duas voltas completas no sentido horário.

 

  1. N) Reconfirme o alinhamento das marcas de ponto do sincronismo (6) e (7).

 

  1. O) Remova a porca central da polia do virabrequim (4).

 

  1. P) Instale:
  • Polia do virabrequim (5)
  • Ferramenta de bloqueio da polia do virabrequim. 
  • Parafusos da polia do virabrequim (3) com torque de 25 Nm + 30°. É necessário utilizar parafusos novos. 
  • Porca central da polia do virabrequim (4) com torque de 180 Nm. 

 

  1. Q) Remova a ferramenta de bloqueio da polia do virabrequim.

 

  1. R) Monte todos os demais componentes na ordem inversa à da desmontagem, finalizando o procedimento.

 

Por fim, o mecânico deve seguir as demais recomendações e instruções preconizadas pela montadora. Também, é fundamental a utilização de componentes de qualidade e atenção quanto ao prazo de troca da correia de sincronismo, pois sua ruptura pode ocasionar choque entre as válvulas e os pistões, causando danos de custos consideráveis. 

Valeo desenvolve novo módulo de controle para veículos elétricos

Componente é mais compacto e reduz massa em relação a soluções atuais

 

 

A Valeo anunciou seu novo módulo 5-em-1 para controle de sistemas de veículos elétricos, que une cinco funções, a de inversor, carregador embarcado, conversor DC/DC, unidade de distribuição de potência e fusível eletrônico (eFuse) em uma única central, o que torna o sistema mais compacto.

Segundo a fabricante, a arquitetura permite a redução de latência na transmissão de sinais e consumo energético. O módulo também pode entregar corrente alternada contínua de 600 A RMS em uma plataforma de 400 V, com potência de pico de até 170 kW.

Para o sistema de carregador embarcado, o módulo suporta configurações de 7 kW e 11 kW, enquanto o conversor DC/DC é configurado para até 3 kW.

Xavier Dupont, CEO da Valeo Power Division, disse: “Nossas equipes conseguiram desenvolver este novo Módulo de Eletrônica de Potência 5 em 1 com Integração Profunda, reunindo nossa expertise em eletrônica de potência e integração de sistemas. Sua arquitetura compacta e custo-benefício atendem às necessidades de nossos clientes na China e no exterior e contribuirão para a missão da Valeo de tornar a mobilidade mais sustentável.”

A Valeo informou que o novo módulo 5-em-1 de controle, que terá produção iniciada em 2026, será usado por uma grande fabricante chinesa.

 

css.php