Renault Kardian 1.0 TCe: sinais elétricos da bomba de alta pressão no sistema EMS 3162
Procedimento orienta medição de sinais da bomba de alta pressão no diagnóstico do sistema de injeção direta
O Renault Kardian 1.0 TCe, a partir de 2024, utiliza o sistema de gerenciamento EMS 3162 com bomba de alta pressão controlada pela ECU. A análise dos sinais elétricos do componente é necessária para diagnóstico do sistema de injeção direta e verificação do funcionamento da alimentação de combustível.

No procedimento de diagnóstico, a medição dos sinais da bomba de alta pressão deve ser realizada respeitando a tensão nominal do veículo e com o motor em temperatura normal de funcionamento. Em veículos equipados com airbag ou sistemas de alta tensão, devem ser seguidos os procedimentos de segurança definidos pelo fabricante.

A leitura do sinal deve ser executada com o motor aquecido e durante aceleração rápida, com medição direta nos pinos correspondentes aos sinais do componente. Para diagnóstico completo, é necessário medir os dois pinos da bomba de alta pressão, avaliando o sinal positivo e o retorno controlado pela ECU.
A verificação simultânea dos sinais permite identificar falhas de comando, alimentação elétrica e resposta do componente às condições de carga do motor, contribuindo para o diagnóstico de falhas de pressão no sistema de injeção direta. Veja os dados.
Toyota Etios 1.3 2018: sequência de torque do motor
Valores de aperto do cabeçote, componentes internos e periféricos orientam montagem e manutenção do motor
O Toyota Etios 1.3, ano 2018, exige aplicação de sequência e valores de torque definidos pelo fabricante durante a montagem do cabeçote, conjunto inferior do motor e componentes periféricos. O uso de torquímetro e a aplicação dos ângulos de aperto especificados são necessários para garantir vedação, alinhamento estrutural e funcionamento do conjunto mecânico.
No procedimento de manutenção, os parafusos do cabeçote devem ser apertados em três etapas: 32 Nm, seguido de dois apertos angulares de 90°. Componentes do conjunto interno também possuem valores definidos, como a engrenagem do eixo comando (54 Nm), volante do motor (78 Nm), parafusos dos mancais principais (30 Nm + 90°) e parafusos das bielas (15 Nm + 90°).
Entre os periféricos, a capa do comando de válvulas deve ser apertada a 16 Nm, a tampa inferior do motor a 5 Nm, o cárter de óleo a 21 Nm e o bujão de drenagem do cárter a 30 Nm. A bomba d’água utiliza torque de 21 Nm, enquanto guia da corrente e bico de óleo utilizam 10 Nm.
Os componentes de suporte e fixação do conjunto motriz também seguem valores específicos, como suspensor do motor (32 Nm), haste de controle de movimentação do motor (100 Nm), isolador do coxim do motor (52 Nm) e transmissão manual (52 Nm). Elementos elétricos e de fixação da bateria possuem torques menores, como aterramento na carroceria (8,4 Nm), suporte da bateria (17 Nm) e terminal positivo (5,4 Nm). O filtro de óleo deve ser apertado a 34 Nm.
BorgWarner firma acordo e entra no mercado de energia para data centers
Contrato com a TurboCell prevê fornecimento de sistema de turbogerador modular para atender demanda impulsionada por IA
A BorgWarner anunciou a assinatura de um Contrato de Fornecimento Master com a TurboCell, subsidiária da Endeavour, para fornecer um sistema de turbogerador modular voltado à geração de energia para data centers. A iniciativa marca a entrada estratégica da companhia em um segmento impulsionado pela expansão da inteligência artificial e de aplicações de microrredes.
Desenvolvido ao longo de três anos em parceria com a TurboCell, o sistema foi projetado para operar como fonte principal ou de reserva, com controles avançados e resposta dinâmica para gerenciar picos e transientes de energia. A solução poderá utilizar diferentes combustíveis, como gás natural, propano, diesel e hidrogênio, e foi concebida para atender a padrões ambientais mais rigorosos, incluindo os da CARB. A BorgWarner estima controlar cerca de 65% do conteúdo do sistema, apoiada em sua base industrial e cadeia global de suprimentos.
“Acreditamos que essa inovação de produto representa de forma poderosa a proatividade da equipe da BorgWarner em identificar e aproveitar oportunidades de crescimento”, afirma Joseph Fadool, presidente e CEO da companhia. “Prevemos que o sistema de turbogerador abrirá caminhos para um crescimento ainda mais lucrativo. Acreditamos que essa solução oferece muitas vantagens em relação às soluções de energia convencionais, incluindo resposta transiente superior e flexibilidade de combustível, além de uma menor pegada de carbono”.
Para Jakob Carnemark, fundador e CEO da Endeavour, a parceria amplia a capacidade de atendimento ao setor de tecnologia. “Nossa parceria com a BorgWarner tem sido incrivelmente gratificante. Desenvolvemos o sistema TurboCell para fornecer a energia dinâmica e sob demanda necessária para acelerar o desenvolvimento da infraestrutura de IA. Com a cadeia de suprimentos global e as comprovadas capacidades técnicas da BorgWarner, esperamos fornecer a próxima geração de energia local necessária para liberar todo o potencial da computação de IA”.
A produção está prevista para começar em 2027, na unidade de Hendersonville, Carolina do Norte, com capacidade inicial instalada de 2 GW. O sistema TurboCell será comercializado exclusivamente pela divisão Edged Infrastructure, da Endeavour.
Tramontina orienta sobre instalação segura de carregadores para veículos elétricos
Com o avanço da frota de veículos elétricos no Brasil, cresce também a procura por estações de recarga em residências, condomínios e estabelecimentos comerciais. A Tramontina reforça que a instalação deve ser precedida por avaliação técnica realizada por eletricista ou profissional habilitado.
Avaliação técnica é etapa obrigatória
Segundo a empresa, a estação de recarga não pode ser tratada como um ponto elétrico convencional. O profissional responsável deve analisar:
- Capacidade da rede elétrica
- Dimensionamento de cabos e disjuntores
- Dispositivos de proteção
- Sistema de aterramento
- Condições do quadro elétrico
As estações podem operar entre 7,4 kW e 22 kW, com correntes de até 32 A, exigindo verificação prévia da infraestrutura para evitar sobrecargas e riscos.
Em redes trifásicas 220 V, por exemplo, pode ser necessário o uso de transformador elevador para 380 V caso o objetivo seja atingir a potência máxima de carregamento.
Planejamento em condomínios e comércios
Em ambientes compartilhados, a Tramontina recomenda planejamento da distribuição de carga entre múltiplos pontos de recarga, além da previsão de expansão futura da infraestrutura elétrica.
Normas técnicas e dispositivos de proteção
A instalação deve seguir a ABNT NBR 17019, que estabelece requisitos para projeto, execução e comissionamento de estações de recarga, em complemento à NBR 5410, voltada às instalações elétricas de baixa tensão.
Entre os itens de segurança, destaca-se o uso de DR Tipo B, capaz de identificar correntes residuais alternadas (AC) e contínuas (DC), prevenindo choques elétricos e falhas por fuga de corrente. Nos modelos da marca, o dispositivo pode vir integrado ao equipamento.
O sistema de proteção também inclui:
- Monitoramento de aterramento
Proteção contra sobrecorrente
Sobretensão e subtensão
Sobretemperatura
Fiat Argo 1.3 Firefly: veja sequência de torque do motor
Guia técnico reúne valores de aperto do cabeçote, sub-bloco, distribuição e periféricos do Firefly 1.3
O Fiat Argo 1.3 Firefly, produzido a partir de 2017, utiliza sequência de torque definida pelo fabricante para montagem do cabeçote, bloco, conjunto de distribuição e componentes periféricos.
No procedimento de manutenção, os parafusos do cabeçote seguem quatro etapas de aperto: 15 Nm, 30 Nm, 90° e 90°. Os parafusos do sub-bloco possuem sequência dividida por grupos, com etapas de 12 Nm, 25 Nm, 30 Nm + 40° e 25 Nm, conforme posição dos parafusos.
No sistema de ignição, a bobina utiliza torque de 9 Nm e as velas de ignição 12 Nm. O sistema de escapamento inclui prisioneiros do catalisador ao cabeçote e porcas da abraçadeira da tubulação com 25 Nm, além do coletor de escapamento com 34 Nm. Sensores de rotação, detonação e fase do eixo-comando utilizam torques de 9 Nm, 25 Nm e 8 Nm, respectivamente. O interruptor de pressão do óleo deve ser apertado a 32 Nm e o filtro de óleo a 15 Nm.
No conjunto inferior, a polia da árvore de manivelas utiliza 20 Nm + 150°, as capas de bielas 20 Nm + 40° e o bujão de drenagem do cárter 27 Nm. O sistema de distribuição por corrente inclui guia fixa, tensor e guia móvel com torques entre 9 Nm e 20 Nm. A polia do comando variável VVT utiliza 25 Nm + 40°, e a válvula do comando variável 9 Nm.
O sistema de arrefecimento inclui entrada da bomba d’água com 9 Nm, caixa de saída com 10 Nm e válvula termostática com 9 Nm. No sistema de admissão, o corpo de borboleta utiliza 15 Nm e o jet-cooler 12 Nm.
Entre os periféricos, o tensionador da correia dos acessórios e o compressor do ar-condicionado utilizam 25 Nm, o alternador 50 Nm, a linha de alimentação do alternador 9 Nm, o motor de partida 25 Nm e sua linha de alimentação 10 Nm. A fixação da transmissão ao motor utiliza 80 Nm, com cabo de aterramento da caixa a 15 Nm. O pescador de óleo utiliza 9 Nm e a embreagem 14 Nm.
Os suportes do conjunto motriz incluem coxim do motor do lado da distribuição com 60 Nm + 45° e porcas do suporte rígido com 55 Nm. A sonda lambda utiliza 45 Nm e a tampa de válvulas com separador de óleo integrado 16 Nm.
Yaris Cross tem no híbrido flex boa vantagem competitiva
POR FERNANDO CALMON
O SUV compacto da Toyota completa a gama de produtos da marca no Brasil e preenche o vácuo deixado pelos hatch e sedã Yaris que saíram de linha sem obter muito sucesso (continua sendo exportado para América do Sul). Yaris Cross sofreu atraso de cerca de quatro meses em razão do quase furacão que praticamente destruiu a fábrica de motores em Porto Feliz (SP). Este desastre natural chegou a afetar a posição de mercado da marca.
Contudo, o novo SUV chega com credenciais para impulsionar a Toyota no segmento de preço mais baixo em que não participava. Um dos seus trunfos são as dimensões (mm), bem próximas ao modelo maior Corolla Cross: comprimento, 4.310; entre-eixos, 2.620; largura, 1.770; altura, 1.665; porta-malas, 400 L (391 L, no híbrido). Apenas 20 mm a menos de entre-eixos sobre o SUV maior. Diferença na largura um pouco maior (55 mm) é sentida apenas com três passageiros no banco traseiro.
Motor flex de aspiração natural tem 110 cv/14,3 kgf·m (G); 122 cv/15,3 (E). No caso do híbrido pleno flex (primeiro SUV compacto no mercado com esta motorização): 91 cv/12,3 kgf·m (G/E); motor elétrico, 80 cv/14,4 kgf·m; potência combinada, 111 cv (torque combinado não pode ser medido). Por estes parâmetros, o híbrido flex deverá apresentar desempenho um pouco menor do que o flex convencional (11 cv a mais). Todavia, a diferença de apenas 1 s de 0 a 100 km/h (na ficha técnica oficial) quase não será sentida.
A maior vantagem surge na economia de combustível declarada (padrão Inmetro), em especial no ciclo urbano: híbrido flex, 30% (G); em estrada, 6,5% (G). Se utilizar etanol, ganho de 33% (urbano) e 4,7% (estrada).
Yaris Cross tem escala de preços mantida, apesar do atraso: R$ 149.990 (táxi e PCD) a R$ 189.990.
Janeiro começou morno em vendas no mercado interno
Segundo balanço da Anfavea, foram comercializados 170,5 mil veículos leves e pesados no primeiro mês do ano ou 0,4% a menos que janeiro de 2025. Resultado representou uma queda pequena, embora janeiro de 2026 tivesse um dia útil a menos sobre o mesmo mês do ano passado. Automóveis cresceram 1,4% e comerciais leves (basicamente picapes) avançaram um pouco mais, 3%. Em um ano de eleições nacionais a comercialização desses dois segmentos (95% do total) é mais difícil de prever, embora a entidade que representa a indústria automobilística pretenda fazer revisões trimestrais.
Média diária de vendas, 8.100 unidades, subiu quase 4% em relação a janeiro de 2025, resultado um pouco acima do que tanto Anfavea (mais 2,6%) quanto Fenabrave (mais 3%) preveem para 2026. Assim, ao longo dos próximos meses deverá haver uma acomodação. Os níveis de estoques subiram de 37 dias em dezembro para 57 dias em janeiro. No entanto, os veículos de fabricação nacional têm apenas 29 dias de estoque, enquanto os importados nada menos que 172 dias.
É fácil explicar esta enorme diferença. Ao cruzar os registros de importações com os emplacamentos a distorção aparece em razão de uma única empresa, a BYD. No ano passado importou milhares de carros elétricos em navios ro-ro de última geração para aproveitar o imposto de importação mais baixo que os 35% em vigor desde janeiro de 1995. Tardiamente o Governo Federal deu-se conta da manobra e ficou por isso mesmo. A benesse, entretanto, já acabou. Todavia seus feitos vão se estender ainda ao longo de 2026.
Apesar dos acordos do Mercosul, a Argentina (13.400 veículos) perdeu pela primeira vez para a China (16.400 unidades) como principal fornecedor externo para o mercado brasileiro, em janeiro último. O vizinho do Sul recebe muito mais carros do Brasil do que envia para cá. No caso da China nenhum carro brasileiro segue para lá, obviamente, mas portas continuam abertas aqui para 14 marcas chinesas. Essa situação de desequilíbrio começa a melhorar este ano, porém com índice de conteúdo local extremamente baixo. GWM saiu na frente, mas a BYD vai mudar o cenário em 2026 (no início com unidades importadas semidesmontadas).
Em janeiro, esta foi a repartição das vendas: gasolina, 3,8%; elétrico, 5,1%; híbrido, 6,7%; híbrido plugável, 5,1%; diesel, 11,7%; flex, 67,7%.
IPVA atrasado soma R$ 36 bilhões, só em São Paulo
Pode parecer estranho, porém apenas no ano passado 664,4 mil motoristas tiveram o IPVA protestado em cartório, após não pagarem no prazo, o que resultou na negativação do CPF. Informação é do IEPTB – Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil. Desde 2012, mais de 4,6 milhões de dívidas deste imposto acabaram protestados apenas em cartórios da cidade de São Paulo.
Além do valor exorbitante, parte dessas pendências já poderia estar solucionada. Cerca de 350.000 dívidas (mais de R$ 1 bilhão) foram quitadas, contudo permanecem registradas nos cartórios da cidade. A explicação vai desde o esquecimento até evitar pagar novas taxas de regularização nada módicas, além da demora de cinco dias úteis.
Outra ameaça envolve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Três anos atrás o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a suspensão ou apreensão da CNH pode se adotar como medida coercitiva excepcional a fim de estimular a quitação de dívidas de qualquer natureza, desde que observados critérios rigorosos de proporcionalidade e razoabilidade.
Entretanto, o juiz deve respeitar direitos fundamentais como saúde e segurança financeira. Se o motorista comprovar que a CNH o ajuda no seu sustento, por exemplo, será poupado. Segundo resposta de I.A., a decisão do STJ aplica-se a dívidas cíveis e, com maior frequência, em casos de alto valor em que o devedor esconde patrimônio.
Curiosidades: Contran liberou, uma quinzena atrás, exame prático com carros de câmbio automático (veículos elétricos nem câmbio têm, por exemplo). Prova de baliza também foi dispensada. Automóveis modernos possuem câmeras que facilitam bastante manobras de estacionamento e a tendência é sua adoção aumentar ao caírem de preço. Enquanto isso não acontecer, prepare-se para ver muitos novatos ao volante penarem para estacionar e até ouvir buzinadas nervosas…
Equinox RS: desempenho poderia ser melhor
SUV médio-grande da Chevrolet continua vindo do México e por isenção de imposto de importação oferece preço competitivo para seu porte. Entre os destaques estão a lista de equipamentos de série como teto solar panorâmico, chave presencial, abertura elétrica da tampa do porta-malas, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sensor de chuva e até banco traseiro aquecido (menos para o ocupante da posição central).
Seu estilo é marcante pela grade do radiador pintada de preto e personalidade própria. Já as lanternas traseiras não são interligadas, como está na moda. O conjunto, entretanto, agrada. Dimensões (mm): comprimento, 4.657; entre-eixos, 2.730 (coincidentemente idêntico ao sedã Omega, de 1992); largura, 1.902 e altura, 1.713. Massa em ordem de marcha: 1.678 kg. Porta-malas, 469 L, perde para alguns concorrentes, mas o assoalho está alinhado ao batente da tampa, o que facilita manuseio da bagagem. Espaço bom para ombros dos três passageiros no banco traseiro, além do assoalho plano.
Quadro de instrumentos tem 11 pol. mas a tela multimídia 11,3 pol. o deixa em desvantagem frente aos concorrentes chineses. Há espelhamento do celular sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, em todos os modelos com motor a combustão, mas a GM decidiu utilizar um sistema próprio que vai onerar futuros clientes (de imediato, os elétricos).
Motor 1,5 L turbo, gasolina, entrega 177 cv/28 kgf·m. Consumo padrão Inmetro de 9 e 10,7 km/l, cidade e estrada, está dentro da média dos SUVs deste porte. Tanque de 59 L permite alcance de 531 km (cidade) a 631 km (estrada). Câmbio automático convencional epicíclico de 8 marchas (antes eram seis) e tração 4×4 sob demanda.
Durante a avaliação, chamou atenção o silêncio a bordo. Suspensões (traseira do tipo multibraço) atuam muito bem até em uso leve fora de estrada. Sistema de frenagem autônoma de emergência é algo brusco para as condições comuns aqui nas cidades. Configuração do quadro de instrumentos pouco intuitiva. Motor apresenta boas respostas, todavia não empolga, pois a massa de quase 1.700 kg limita a aceleração: 0 a 100 km, 9,4 s (declarada).
Preço: R$ 291.190.
Subaru Ascent 2.4: saiba como verificar do nível do fluido da transmissão CVT TR690
Procedimento define temperatura, sequência de operação da alavanca e ponto de nível do fluido CVTF
O Subaru Ascent 2.4, fabricado a partir de 2018, utiliza transmissão CVT TR690 com controle de nível do fluido dependente da temperatura. A verificação deve seguir procedimento específico com monitoramento por scanner e aplicação do fluido homologado pelo fabricante.
No procedimento de manutenção, o nível do fluido da transmissão CVT (CVTF) deve ser verificado com o motor em marcha lenta e temperatura do fluido entre 35 °C e 45 °C. O monitoramento da temperatura deve ser realizado por meio de scanner de diagnóstico. O uso de fluido fora da especificação pode causar falhas no funcionamento da transmissão.
Com o motor em marcha lenta, a alavanca seletora deve ser operada na sequência P > R > N > D e D > N > R > P para circulação do fluido no sistema. Em seguida, com o veículo suspenso e o motor em funcionamento, o bujão de abastecimento deve ser removido. O nível está correto quando o fluido atinge a seção inferior do orifício do bujão.
Caso não haja vazamento de fluido no ponto de verificação, o fluido especificado deve ser adicionado até atingir a seção inferior do orifício do bujão de abastecimento. Após o ajuste, o bujão deve ser reinstalado com junta nova, aplicando torque de 50 Nm.
OMODA & JAECOO abre mais de 30 vagas de emprego no Brasil
A OMODA & JAECOO anunciou a abertura de mais de 30 novas vagas de emprego no Brasil. As contratações estão ligadas à expansão da operação local e ao aumento do volume de vendas da marca no país, o que levou à necessidade de reforçar a estrutura organizacional para sustentar os planos estratégicos no mercado nacional.
Desde o início das atividades no Brasil, a montadora vem ampliando sua presença comercial, apoiada na expansão da rede de concessionárias — atualmente com mais de 70 lojas distribuídas em 24 estados — e na consolidação do portfólio de modelos. A ampliação do quadro de funcionários acompanha esse movimento e faz parte do processo de estruturação da operação.
Segundo Alessandra Santos, diretora executiva de Recursos Humanos da empresa no Brasil, as novas vagas refletem o atual estágio da marca no país. De acordo com a executiva, o reforço do time está alinhado aos objetivos de crescimento, à expansão do portfólio e à construção de uma operação voltada para o longo prazo, envolvendo clientes, parceiros e colaboradores.
As oportunidades estão distribuídas por diferentes áreas da companhia, como marketing, produto, vendas, pós-vendas, logística, recursos humanos e finanças, abrangendo cargos de liderança, especialistas e analistas. As informações sobre as vagas estão disponíveis no site oficial da marca, na seção “Trabalhe Conosco”.
“A velocidade faz parte do nosso DNA, mas sempre acompanhada de consistência e propósito. Queremos ver o Brasil no topo entre as operações de sucesso da O&J no mundo, assim como aconteceu na Europa, onde crescemos de forma estruturada e sustentável”, explica a diretora executiva de RH.
Planejamento diário na oficina: como organizar tarefas e aumentar a produtividade
Dividir atividades entre urgente, importante e necessário ajuda mecânicos a estruturar a rotina e cumprir prazos
Começar o dia na oficina sem saber por onde iniciar as atividades é uma situação comum entre mecânicos. Entre atendimento a clientes, veículos em manutenção, entregas e contato com fornecedores, a rotina pode se tornar desorganizada e comprometer prazos e resultados.
Uma estratégia simples pode resolver parte desse problema: o uso de uma agenda para planejar o dia de trabalho. Sem depender de sistemas de gestão ou ferramentas digitais, a organização manual das tarefas permite visualizar prioridades e distribuir melhor o tempo ao longo do expediente.
O uso da agenda de papel apresenta três pontos centrais. Primeiro, é uma ferramenta que não depende de conexão ou armazenamento digital. Segundo, o ato de escrever contribui para a memorização das tarefas. Terceiro, o registro manual auxilia no processo de tomada de decisão, pois exige que o profissional organize mentalmente as informações antes de colocá-las no papel.
Separação por prioridade
O planejamento diário pode ser estruturado a partir de três categorias: urgente, importante e necessário.
Urgente: é tudo o que precisa ser resolvido no próprio dia, preferencialmente nas primeiras horas. Enquadram-se nessa categoria situações como contato com cliente que aguarda retorno, verificação de veículo parado há muito tempo na oficina ou pagamento com prazo limite. São tarefas com risco de atraso ou que impactam diretamente a entrega do serviço.
Importante: envolve atividades que dependem diretamente da ação do mecânico responsável pela oficina. Assinatura de documentos, conversas internas sobre procedimentos, definição de estratégias e decisões administrativas entram nesse grupo. São tarefas que exigem atenção direta e acompanhamento próximo.
Necessário: corresponde ao que precisa ser feito, mas pode ser distribuído ao longo da semana ou delegado à equipe. São atividades que podem ser divididas em etapas e inseridas no planejamento produtivo da oficina sem comprometer prazos imediatos.
Detalhamento das tarefas
Além da classificação por prioridade, incluir informações como horário, local e pessoas envolvidas em cada atividade contribui para uma visão mais clara da rotina. Quanto mais detalhado o registro, maior a facilidade para organizar o fluxo de trabalho e evitar esquecimentos.
Para o mecânico que busca mais controle sobre a operação diária, o planejamento básico pode ser suficiente para reduzir atrasos, melhorar a comunicação com clientes e estruturar a produtividade da equipe.

























