O que acontece ao rodar com coxins desgastados?

Propaganda de coxins da GPS Gueparts

GPS Gueparts alerta que a falta de manutenção pode comprometer motor, câmbio e segurança de caminhões e ônibus

Embora muitas vezes passem despercebidos durante as revisões, os coxins do motor e do câmbio desempenham um papel fundamental na durabilidade e na segurança dos veículos pesados. Responsáveis por sustentar esses conjuntos no chassi e absorver vibrações constantes, esses componentes ajudam a preservar o sistema de transmissão e garantem maior estabilidade durante a operação.

Quando apresentam desgaste, porém, os prejuízos podem ir muito além do desconforto ao dirigir. Segundo a GPS Gueparts, negligenciar a substituição dos coxins pode provocar danos em componentes de alto custo e aumentar o risco de falhas mecânicas. Em casos extremos, compromete até a segurança de caminhões e ônibus nas estradas.

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Desgaste dos coxins pode afetar diversos componentes

Os coxins trabalham continuamente para absorver os impactos gerados pelo funcionamento do motor e pelas irregularidades do piso. Ao reduzir a transmissão das vibrações para o chassi, eles contribuem para preservar o conjunto mecânico e aumentar a vida útil de outros componentes.

Entretanto, quando a peça perde sua capacidade de absorção, o excesso de vibração passa a atingir diretamente motor, câmbio e demais sistemas do veículo.

Entre os problemas apontados pela GPS Gueparts estão trincas no bloco do motor, danos na carcaça do câmbio, rompimento de mangueiras e fiações elétricas. Inclusive, o desalinhamento do conjunto de transmissão pode até dificultar o engate das marchas.

Outro efeito é o aumento do ruído e da trepidação na cabine. Além de reduzir o conforto, essa condição pode acelerar a fadiga do motorista durante longas jornadas, prejudicando a atenção ao volante. A fabricante também alerta que, em casos mais graves, o desgaste excessivo dos coxins pode provocar o desprendimento parcial do motor ou do câmbio do chassi.

Manutenção preventiva evita prejuízos maiores

De acordo com Junior Tenório, diretor comercial da GPS Gueparts, o coxim ainda é um componente subestimado por muitos profissionais, apesar de sua importância para o funcionamento do veículo.

Segundo o executivo, negligenciar a substituição pode desencadear uma sequência de falhas mecânicas que aumenta significativamente o custo de manutenção das frotas, tornando a prevenção muito mais econômica do que o reparo de componentes danificados.

Além do alerta sobre a manutenção preventiva, a empresa anunciou a ampliação do portfólio de coxins para veículos pesados. A nova linha contempla aplicações para caminhões e ônibus das marcas Scania, Mercedes-Benz, Volvo, Volkswagen e Iveco incluindo modelos destinados aos conjuntos de motor e câmbio. Os componentes foram desenvolvidos em ferro fundido e são destinados ao mercado de reposição, atendendo diferentes aplicações da linha pesada.

Para oficinas especializadas e gestores de frota, a inspeção periódica dos coxins deve fazer parte da manutenção preventiva. Identificar folgas, rachaduras, deformações ou excesso de vibração pode evitar danos em outros componentes do trem de força, reduzir o tempo de veículo parado e contribuir para operações mais seguras e econômicas.

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