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Monroe dá dicas para rodar em estradas com piso irregular

A Monroe, fabricante de amortecedores, divulgou dicas para trafegar em estradas com pavimento irregular, que o mecânico deve passar ao motorista para cuidar melhor de seu veículo. A preocupação vem ao encontro de dados recentes divulgados pela Confederação Nacional de Transportes (CNT), os quais mostram que, dos mais de 1,6 milhão de quilômetros de rodovias que o Brasil possui, apenas 12% são asfaltados e 62,1% possuem algum tipo de problema no pavimento.

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O coordenador de Treinamento Técnico da Monroe, Juliano Caretta, recomenda ser cuidadoso ao dirigir em estradas mal pavimentadas. “O ideal é reduzir a velocidade e ter muita cautela ao passar por buracos e imperfeições, exigindo menos esforço dos componentes da suspensão”, explica Juliano.

O especialista ressalta que a duração do conjunto da suspensão, principalmente a do amortecedor, será proporcional às condições de uso do veículo. Desnivelamentos, buracos e ondulações desgastam peças como amortecedores, molas, buchas e peças de borracha em geral, diminuindo o desempenho do veículo. Consequentemente, segundo Juliano, a vida útil das peças é reduzida por conta do trabalho excessivo.

A checagem do amortecedor deve ser feita a cada 10 mil quilômetros ou conforme orientação da montadora. A Monroe aconselha a troca preventiva quando o veículo atingir 40 mil quilômetros rodados ou quando o motorista notar problemas de dirigibilidade. Ruídos na suspensão, solavancos, balanços excessivos, falta de contato dos pneus com o solo são alguns sinais de desgaste. Quando houver a necessidade de troca do amortecedor, recomenda-se também a substituição do kit, composto pelo coxim, batente e coifa.

Ainda segundo a Monroe, os dados da Confederação Nacional de Transportes também revelam que trafegar por estradas ruins aumenta os riscos de acidentes e o consumo de combustíveis e conclui que as condições das rodovias impactam no custo de manutenção dos carros. A Monroe avalia que as más condições das estradas nacionais prejudicam a suspensão do veículo, aumentando em até 26% os gastos com manutenção corretiva.

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