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A Monroe Axios alerta para manutenção correta das bieletas. Os itens são hastes que ligam a barra estabilizadora à suspensão do veículo e, quando apresentam desgaste, exibem sinais como barulhos e instabilidade na direção. Outros problemas para se atentar é quando a haste se mostra torta ou empenada, a coifa rasgada ou folgas nas fixações.

A Monroe Axios recomenda realizar revisões periódicas no sistema, no máximo, a cada 10.000 quilômetros, ou quando notar sinais de desgaste, seguindo sempre as especificações do fabricante. A substituição imediata será necessária quando forem constatados defeitos na peça: “Antes da instalação, o primeiro passo é averiguar qual a bieleta indicada para cada tipo de veículo, uma vez que a peça é desenvolvida de acordo com as características do carro e da suspensão. Elas podem parecer iguais, mas há diferenças no tamanho, no sistema de fixação e no ângulo de encaixe”, alerta o Supervisor de Treinamento Técnico da Tenneco, Juliano Caretta.

Durante a montagem, recomenda-se girar o pino esférico para seus primeiros movimentos e lubrificação com graxa aditivada. Esse procedimento garante uma melhor movimentação do equipamento logo nos primeiros minutos de uso. Em seguida, quando for encaixá-las na barra estabilizadora e no amortecedor, o mecânico deve utilizar porcas autotravantes, ou aplicar a trava química (cola) nos filetes para assegurar a fixação das bieletas e evitar que elas não se soltem durante as trepidações da carroceria.

Ao final do processo, a empresa alerta que é fundamental o mecânico observar os dois lados das bieletas ao fixá-las na barra estabilizadora. Em alguns modelos de veículos, a barra se movimenta lateralmente, podendo causar seu travamento. Nesse caso, será necessário trocar as bieletas, verificar todos os pontos de fixação da barra estabilizadora – especialmente a condição das buchas da barra – e o aperto dos suportes.

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