Linha de molas pneumáticas para veículos pesados

Linha de molas pneumáticas para veículos pesados - Foto: divulgação/Marelli Cofap
Linha de molas pneumáticas para veículos pesados – Foto: divulgação/Marelli Cofap

 

A Marelli Cofap Aftermarket também atua no segmento de molas pneumáticas para caminhões e ônibus. Investindo no lançamento de 11 novos itens, conta agora com 35 códigos que atendem os modelos da Iveco, Mercedes-Benz, Scania, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volvo. A gama também oferece kits de reparos para molas pneumáticas compostos por foles (estruturas de borracha que contêm o ar comprimido dentro da mola), além de tampas e bases. Vale destacar que não se trata de kits de transformação de suspensão com molas metálicas para suspensão pneumática, mas kits de reparo para veículos que já contam com esse tipo de suspensão.

A mola pneumática é o principal elemento elástico da “suspensão a ar” e tem como principal função absorver as vibrações, controlar a altura e nivelar diferentes condições e pesos de cargas de modo automático, garantindo o alinhamento e o equilíbrio do chassi.

A mola pneumática trabalha em conjunto com o amortecedor e, juntos, proporcionam um sistema de suspensão eficaz, enquanto as molas pneumáticas sustentam o peso e absorvem os impactos, os amortecedores controlam a velocidade e a extensão do movimento da mola, proporcionando uma dirigibilidade suave, estável e mais segura.

 

Quando trocar as molas pneumáticas?

A troca das molas pneumáticas deve ocorrer conforme as especificações do fabricante do caminhão ou ônibus, porém, isso também depende do tipo de utilização do veículo. Caminhões ou ônibus com aplicações mais severas, por exemplo, podem apresentar necessidade de troca com quilometragem menor do que a recomendada. Seja como for, para saber se chegou o momento da troca, é necessário ficar atento aos sinais de fadiga das molas pneumáticas, eventuais desgastes irregulares, trincas ao redor da borda ou deformações nos componentes de fixação.

O ideal é que as molas sejam substituídas preferencialmente aos pares no sentido de manter o equilíbrio no eixo. Além disso, é preciso assegurar que não haja contato com linhas de ar, pois o atrito entre as mangueiras do sistema de ar comprimido e o fole da mola pneumática pode acelerar o desgaste e, consequentemente, gerar furos no fole.

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