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Beleza, conforto e requinte são características de impacto no novo carro da Ford, um sedan de luxo que traz no design as tendências da marca para o futuro.


Carolina Vilanova

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Experiência e know how no segmento de sedans grandes de luxo a Ford tem há tempos, já construiu modelos glamourosos como o Galaxy, o Landau e o Mondeo. Depois de um salto no tempo e muito investimento em tecnologia e engenharia, a marca apresenta o Fusion, um carro de alto luxo, trazido do México com preço bem atrativo e ótima relação custo-benefício. sua missão é conquistar o mercado onde competem o Chevrolet Vectra Elite, VW Passat, Peugeot 407 e Toyota Camry.

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O porte do Fusion é único, tanto em design quanto em desempenho e conforto. O conjunto óptico marcante, é elegante e agressivo ao mesmo tempo, o que garante ao modelo o status característicos do segmento. A tecnologia é refletida desde os dispositivos do painel de instrumentos até os sistemas de segurança ativa e passiva

Com visual arrojado, o Fusion chama atenção pelo tamanho, de acordo com a Ford, o maior do segmento. As linhas são harmoniosas entre a frente e a traseira, que é mais alta, favorecendo à aerodinânica. Entre os detalhes de acabamento, o destaque é a grade dianteira cromada com três barras horizontais grossas e a nova logomarca. Os faróis têm formas trapezoidais com células independentes. Em volta das lanternas foi desenhada uma moldura cromada. As rodas são de liga leve de 17 polegadas, com pneus P225x50 R17.

Internamente o veículo é confortável e prático, decorado com bancos de couro com pespontos prateados e um painel de instrumentos funcional e moderno, dotado de computador de bordo e quatro mostradores redondos com ponteiros vermelhos, iluminados por LEDs, que a noite proporcionam um belo efeito visual de movimento na cor vermelha. No volante estão os comandos mais importantes como ar-condicionado, rádio e piloto automático.

Sob o capô

O novo carro da Ford é equipado com o motor Duratec 2.3 L 16 válvulas, a gasolina, um conjunto com quatro cilindros, bloco de alumínio, duplo comando de válvulas variável i-VCT e coletor de admissão de dutos variáveis. O resultado dessa fórmula é a potência máxima de 162 cv a 6.500 rpm e torque de 20,7 kgfm a 4.500 rpm.

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De acordo com a montadora, em termos de desempenho, a velocidade final do Fusion chega aos 180km/h, limitados eletronicamente, enquanto a aceleração é de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos, enquanto o consumo médio é de 9,8 km/l na cidade e 14,6 km/l na estrada.

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A transmissão automática de cinco velocidades tem redução controlada eletronicamente, na alavanca destacada como “Low”, um dispositivo que ao ser acionado funciona como um freio-motor. O modelo conta ainda com direção assistida com sistema de pinhão e cremalheira, montada no subchassi frontal para reduzir ruídos e vibrações.

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Segurança é uma das prioridades no projeto do sedã, cuja plataforma foi baseada no Mazda 6, com um chassi com rigidez torsional elevada, de modo a otimizar estabilidade e o conforto dos passageiros. A suspensão é independente, dotada do conceito “braços duplos de comprimentos desiguais”, já a traseira é do tipo Multilink, construída em subchassi. O sistema de freios a disco nas quatro rodas é auxiliado pelo ABS de quatro canais e sistema eletrônico de distribuição de frenagem (EBD).

Para complementar o pacote da segurança, a carroceria possui uma célula de sobrevivência e áreas de deformação programada para absorver os impactos. O acionamento dos air bags frontais de duplo estágio tem quatro sensores de comando, que analisa informações como peso e posição do assento, além dos air bags de cortina laterais, que caem junto as janelas em caso de colisão lateral.

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Uma lista de equipamentos de última geração foi incorporada no Fusion, que chega ao Brasil apenas na versão SEL. As cores disponíveis são preto Chamonix e prata Bernesse e o único opcional para o modelo é o teto solar elétrico.

O novo automóvel de luxo da Ford passa a ser comercializado em junho, mas as encomendas já podem ser feitas nas concessionárias. “O segmento tem projeção de alcançar um volume de 42.000 unidades este ano e pode crescer mais com o Fusion. A Ford adotou uma estratégia que oferece o melhor preço do segmento, de R$ 79.990,00 ou R$ 84.890,00 com a opção do teto solar”, diz Antonio Baltar, gerente geral de Marketing da Ford.

Ficha Técnica

Motor Duratec 2.3L DOHC EFI I-4
Cilindros 4 em linha com 4 válvulas por cilindros
Diâmetro do cilindro 87,4 mm
Curso dos êmbolos 94 mm
Potência 162 cv @ 6.500 rpm
Torque 20,7 kgmf @ 4.500 rpm
Cilindrada 2.294 cm3
Taxa de compressão 9,7:1
Transmissão Automática, com 5 marchas à frente, ré e redução eletrônica
Suspensão
Dianteira Independente, com braços desiguais e barra estabilizadora
de 24 mm
Traseira Multilink, independente, com barra estabilizadora de 16 mm
Rodas Liga leve, 7,0J x 17″
Pneus P225/50 R17
Freios a disco ventilados de 299 x 25 mm na frente e sólidos
de 279 x 10mm na traseira, com ABS e EBD
Tanque de combustível 66,24 litros

VW SpaceFox: a perua Fox está no Brasil

Seguindo o mesmo conceito do projeto inicial do Fox – Designed Around the Passenger (desenhado ao redor do passageiro), a Volkswagen apresentou ao mercado nacional a perua SpaceFox. O modelo é um “sportvan”, que combina dirigibilidade, espaço interno e design esportivo num único station wagon.

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Equipado com o motor EA-111 1.6 litro 8V Total Flex, o SpaceFox é capaz de gerar a potência máxima de 101 cv quando abastecido com gasolina e 103 cv com uso exclusivo de álcool, enquanto o torque é de 14,3 kgfm (gasolina) e 14,5 kgmf (álcool) a 3.250 rpm. A taxa de compressão é de 10,8:1 e a transmissão utilizada é a do tipo MQ-200.

O resultado dessa equação revela a velocidade máxima de 173 km/h, com gasolina, e acelera de 0 a 100 km/h em 11,1 segundos, enquanto que, abastecido com álcool, chega a 175 Km/h e leva 10,8 segundos para ir de 0 a 100 km/h.

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Apesar de ser totalmente projetado pela mesma equipe de engenheiros brasileiros que desenhou o Fox, o SpaceFox é fabricado na fábrica argentina de General Pacheco, sob a mesma plataforma. O veículo está disponível em duas versões de acabamento: Plus e Comfortline, e o preço sugerido está a partir de R$ 45.650,00.

Golf Flex marca três anos de bicombustíveis da VW

A Volkswagen do Brasil apresentou mais uma opção bicombustível entre sua gama de veículos: o Golf Total Flex 1.6 L. O lançamento marca exatamente os três anos de tecnologia bicombustível da montadora, já que o seu primeiro modelo Flex Fuel, o Gol Total Flex 1.6, foi introduzido no mercado em 24 de março de 2003, ocasião do cinqüentenário da Volkswagen no País.

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O novo Golf Total Flex será oferecido em duas versões: 1.6 Total Flex e Flash. O motor que utilizado é de 1.6 litros bicombustível, com capacidade para alcançar potência máxima de 101 cv com gasolina e 103 cv com uso exclusivo do álcool, enquanto o torque é de 14,3 kfgm com gasolina e 14,5 kfgm quando abastecido com álcool. A velocidade máxima atingida é de 187 km/h (gasolina) e 188 km/h (álcool). O preço sugerido para o consumidor é a partir de R$ 51.490,00.

Entre outros modelos oferecidos estão as linhas Gol (1.0, 1.6, 1.8), Parati e Saveiro (1.6, 1.8), Fox (1.0, 1.6), CrossFox (1.6), Polo e Polo Sedan (1.6), Kombi (1.4). “A participação dos veículos bicombustíveis na produção de motores nacionais alcança os 99% e até o final do ano será de 100%”, diz Paulo Kaknoff, diretor de vendas e marketing da Volkswagen do Brasil. De acordo com ele, a montadora conta com 35,5% de participação no segmento de bicombustíveis, ou seja, das 1.429.640 unidades comercializadas até fevereiro de 2006, 508.027 são Volkswagen.

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Para a Volkswagen, os veículos flex fuel têm muitas vantagens como baixo índice de emissão de poluentes, economia de combustível, liberdade de escolha por parte do motorista e tecnologia totalmente desenvolvida no Brasil. “Muitos imprevistos aconteceram, mas ao longo do tempo fomos desenvolvendo melhorias e aperfeiçoando o sistema”, explica João Alvarez Filho, gerente de desenvolvimento de motores da Volkswagen do Brasil, destacando o combustível adulterado como um grande problema para o mercado.

Novo Celta chega com visual remodelado

A General Motors acaba de lançar o Celta Nova Geração 2007, com visual totalmente remodelado, que o deixou ainda mais moderno e arrojado. A parte dianteira foi a mudança mais aparente do carro, com destaque para a nova grade, pára-choque, faróis e a logomarca Chevrolet na cor dourada. O design da traseira também foi remodelado com novas lanternas e pára-choque. O interior do habitáculo ganhou novidades, como novo acabamento e textura dos materiais e tecidos.

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Em termos de motorização, o Novo Celta conta com o 1.0 VHC Flexpower e o 1.4 litro a gasolina. O modelo 1.0 é capaz de gerar a potência máxima de 70 cavalos com o uso do álcool e/ou gasolina a 6.400 rpm, enquanto o torque é de 9,0 kgfm com o álcool e de 8,8 kgfm com gasolina, e a taxa de compressão é de 12,6:1. É equipado com o sistema de injeção eletrônica bicombustível MultiFuelÒ, desenvolvido em parceria com a Delphi. O motor 1.4 litro, movido exclusivamente com gasolina, atinge a potência de 85 cavalos a 5.800 rpm e torque de 11,8 kgfm a 3.000 rpm. A taxa de compressão é de 9,8:1.

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A gama 2007 do Novo Celta oferece três versões de acabamento: Life, Spirit e Super, nas cores azul Quiron, preto Liszt, branco Mahler e vermelho Lyra (lisas), além da metálica prata Polaris.

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