Fórum promovido por Sincopeças-SP e Sindirepa-SP reúne empresários na Automec

Fórum realizado pelo Sincopeças-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo) e Sindirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios de São Paulo) dentro da Automec Pesados & Comerciais, no Anhembi, em São Paulo/SP, reuniu empresários do varejo de autopeças e do setor de reparação de veículos para falar do SAT (Sistema Autenticador e Transmissor da Nota Fiscal – Cupom Fiscal Eletrônico).

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O evento ainda contou com o apoio da Andap (Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças) e Sicap (Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes para Indústria e para Veículos no Estado de São Paulo).

A proposta do SAT é simplificar a operação, permitir a massificação e abaixar o custo para os contribuintes, segundo o supervisor de fiscalização de documentos digitais da Secretaria da Fazenda de São Paulo, Marcelo Fernandez, que falou no evento. “A ideia é acabar com o cupom fiscal e transformá-lo em eletrônico”, disse Fernandez. As vantagens para o fisco são melhorar a capacidade de acompanhamento e controle das operações, enquanto os consumidores ganharão com a redução do prazo do registro das operações.

O supervisor explicou que o processo é simples: na realização da compra, o aplicativo comercial do contribuinte formata os dados, enquanto o SAT complementa o arquivo, assina digitalmente, armazena o CF-e (cupom fiscal eletrônico) e devolve para o aplicativo comercial. Em seguida, imprime o extrato para o consumidor. A Secretaria da Fazenda recebe e armazena os dados e disponibiliza para a consulta do consumidor na internet.

O especialista ressaltou que será necessário um SAT por caixa, mas apenas uma impressora compartilhada poderá imprimir o extrato. A impressão é obrigatória do extrato, mas o consumidor tem o direito de escolher se quer os dados resumidos da compra ou completos. O cronograma da Secretaria da Fazenda determina a implantação do SAT a partir de 2013 pelos maiores contribuintes, podendo se estender pelos cinco anos seguintes.

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