Expedição Chevrolet vai percorrer cidades históricas mineiras

2194A “Chevrolet Flexpedition Caminho do Ouro” é mais recente expedição da General Motors e irá percorrer este mês as cidades coloniais do caminho do ouro, entre Paraty/RJ e Diamantina/MG, passando por cidades históricas mineiras. Ao todo, serão seis carros Chevrolet (Vectra Elegance, Astra Elegance, Meriva Premium, Classic Spirit, Prisma Max e S10 Advantage) e 30 jornalistas de todo o Brasil, em duas etapas de viagem, num percurso de 3.300 quilômetros, com duração prevista para 11 dias.

A largada será realizada em Guararema/RJ, amanhã (16/05), às 9 h, seguindo até Paraty, local onde se inicia a estrada Caminho do Ouro. A partir daí, a viagem seguirá em direção a Belo Horizonte e depois Diamantina, passando pelas cidades de Passa Quatro, Caxambu, Tiradentes, Ouro Branco e Ouro Preto.

Além de proporcionar mais um teste para os carros flexpower da General Motors do Brasil, o objetivo da expedição é mostrar o que o Brasil tem de melhor em cidades históricas, visto da janela de um veículo Chevrolet.

A Unimed, com mais de 103 mil médicos cooperados e 376 cooperativas,  patrocina o evento juntamente com a General Motors do Brasil. Para o vice-presidente da montadora, José Carlos Pinheiro Neto, que participou da expedição anterior do Chuí ao Oiapoque no ano passado, a nova Chevrolet Flexpedition é mais uma oportunidade dos jornalistas comprovarem a qualidade dos carros que rodam com gasolina ou álcool em qualquer proporção e resistem às mais duras provas em todo tipo de estrada por esse Brasil.

O Caminho do Ouro, ou Estrada Real, foi criado pela Coroa portuguesa no século XVII com a intenção de fiscalizar a circulação das riquezas (ouro e diamente) e mercadorias que transitavam entre Minas Gerais e o litoral do Rio de Janeiro, capital da colônia por onde saíam os navios para Portugal. Como era proibido fazer o trajeto por outra via, o caminho foi usado por imperadores, soldados, mercadores, músicos, aventureiros e intelectuais, que além de produtos, carregavam ideais, como o de se transformar o Brasil em uma república independente. Foi por esse motivo, e para servir de exemplo para a o resto da população que partes do corpo de Tiradentes foram expostas em pontos estratégicos da estrada após seu esquartejamento.

A grande movimentação e importância desse caminho fizeram nascer ao longo dos seus 1.200 km, inúmeras vilas, povoados e cidades. Mas com o fim desse ciclo econômico e com a industrialização, o caminho ficou por muito tempo adormecido, o que ajudou na sua conservação e possibilitou o surgimento de vários projetos de recuperação para explorar seu potencial turístico.

Atualmente, a estrada é corta 177 municípios, sendo 162 em Minas Gerais, oito no Rio de Janeiro e sete em São Paulo. A união desses destinos reuniu atrativos de sobra para uma longa viagem, como construções coloniais, igrejas, museus, reservas ecológicas, esportes de aventura, estações de águas minerais, culinária mineira e, principalmente, nossa história. A estrada nasceu da união de três caminhos surgidos em momentos diferentes que deram origem ao que ela é hoje, como o Caminho Velho, o Caminho Novo e a Rota dos Diamantes.

A Chevrolet Flexpedition Caminho do Ouro é organizada por Luiz Cezar Fanfa, que já liderou duas grandes expedições. A primeira, intitulada Old Way Expedition, levou em 2005 três carros antigos (duas Chevrolets Brasil anos 1960 e 1963 e uma Veraneio 1980) do Brasil para o museu da GM, em Detroit, nos EUA; e, no ano passado, a Chevrolet Flexpedition-ABS Experience, que percorreu o Brasil do Chuí ao Oiapoque.

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