Advertisement




As férias estão chegando e é importante não se esquecer de fazer uma revisão no veículo para evitar problemas na estrada. Além de conferir itens como sistema de iluminação e os itens obrigatórios que incluem chave de roda, macaco e triângulo, vale a pena conferir freios, pneus e estepe, nível do óleo do motor e do líquido do radiador, o estado de conservação das palhetas do limpador do para-brisa e os amortecedores.

A Monroe, por exemplo, alerta que os amortecedores devem ser revisados seguindo a recomendação no manual do fabricante. “De maneira geral, recomendamos verificar os amortecedores a cada 10 mil quilômetros, aproximadamente, além de revisar o sistema quando notar problemas de dirigibilidade, ruído, solavanco, balanço excessivo ou falta de contato dos pneus com o solo. Afinal, rodar com o componente em situação de desgaste excessivo pode acarretar em graves acidentes, colocando os ocupantes em risco”, afirma Juliano Caretta, supervisor de treinamentos da Monroe.

Sua substituição é indicada quando o veículo apresentar problemas. E junto com a troca dos amortecedores, recomenda-se a substituição do coxim, batente e coifa. A empresa destaca que a manutenção preventiva custa menos que a corretiva, gerando economia de até 30% do valor. Caso estejam danificados ou desgastados, os amortecedores podem comprometer a capacidade de frenagem do veículo, exigindo até 2,5 metros a mais de distância para a realização da frenagem completa estando a uma velocidade de 80 km/h.

Além de ser um dos principais equipamentos de segurança do veículo, os amortecedores ajudam no conforto a bordo, evitando trepidações na carroceria e, consequentemente, minimizando o cansaço do motorista. Para ajudar, a Monroe oferece um check-list que pode ser baixado no link https://materiais.monroe.com.br/checkup-exclusivo-monroe.

A NGK, por sua vez, alerta para a checagem das velas de ignição, já que o trânsito intenso pode fazer com que sofrem desgastes independente da quilometragem rodada. Isso ocorre porque, embora o carro esteja parado no congestionamento, o motor continua funcionando e em condições que não são adequadas, como baixa rotação e baixa temperatura na câmara de combustão.

O recomendado seguir o manual do proprietário quanto às instruções de troca das velas. “Para os veículos que encaram congestionamento, é ideal antecipar pela metade a manutenção preventiva. Por exemplo, quando o manual indicar 20.000 quilômetros para a inspeção das velas, você deve consultar um especialista aos 10.000 quilômetros”, explica Hiromori Mori, consultor Técnico da NGK do Brasil.

O desgaste pode passar despercebido, pois uma falha significa que o problema já persiste há algum tempo. Além disso, é muito importante fazer a inspeção de outros componentes do sistema de ignição, como as bobinas e cabos de ignição.