195 novos códigos atendem modelos da Porsche, Audi, BMW, Mercedes-Benz, Land Rover, Jaguar e Volvo; peças já estão disponíveis no mercado
A Delphi ampliou seu catálogo de peças de reposição no Brasil com o lançamento de 195 novos códigos de componentes de direção e suspensão voltados a veículos premium. A novidade contempla modelos de marcas como Porsche, Audi, BMW, Mercedes-Benz, Land Rover, Jaguar e Volvo, e os produtos já estão disponíveis por meio de distribuidores autorizados. A expansão atende a diferentes necessidades de manutenção dos veículos, incluindo componentes que sofrem desgaste ao longo do uso.
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Novos códigos atendem diferentes sistemas de direção e suspensão
O lançamento reúne braços de controle, bieletas, braços de suspensão, buchas, pivôs e barras de direção. Entre as aplicações citadas pela empresa estão Porsche Cayenne e Macan, Audi Q5 e Q7, BMW Série 1 e Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Classe E. Além disso, atendem também Land Rover Discovery e Range Rover Sport, Jaguar XF e Volvo S60, entre outros modelos.
A ampliação do catálogo acompanha a demanda por peças de reposição para uma frota diversificada, que inclui veículos de diferentes marcas, gerações e faixas de idade. Segundo levantamento do Sindipeças, o Brasil encerrou 2025 com cerca de 46,1 milhões de automóveis e comerciais leves em circulação. Desse total, 39,5 milhões eram automóveis, com idade média de 11 anos e cinco meses.
De acordo com David Angelo, gerente de marketing para aftermarket da PHINIA América do Sul, a ampliação busca aumentar a cobertura da marca no mercado brasileiro e faz parte da estratégia de diversificação do portfólio da Delphi na região.
Componentes passam por testes de resistência e durabilidade
Além da ampliação das aplicações, a Delphi destaca a experiência da marca no desenvolvimento de componentes com especificações de equipamento original (OEM). Segundo a empresa, os produtos de direção e suspensão passam por processos de validação voltados à avaliação de resistência, durabilidade e desempenho em diferentes condições de operação.
Entre os procedimentos informados estão testes em temperaturas de -40°C a 60°C, exposição à névoa salina por até 720 horas para verificar a resistência à corrosão e ensaios de durabilidade mecânica que chegam a 250 mil ciclos em três eixos. Por fim, a fabricante também informa que os itens são desenvolvidos e produzidos em países como Inglaterra, Polônia e Turquia.

