Alta Roda | Equinox equilibrado em tudo

Por Fernando Calmon


A participação dos SUVs no mercado brasileiro subiu de 6,8% em 2012 para nada menos de 17,4% em 2017. Do alto desses números nenhum fabricante pode deixar de atacar com mais e mais produtos. Foi exatamente o que a GM fez. Para defender sua liderança fechou a lacuna existente entre o Tracker e Trailblazer ao decidir importar do México o médio Chevrolet Equinox em sua versão de topo, a Premier.

Esse segmento inclui mais de 15 competidores, desde os nacionais Jeep Compass (este o líder em vendas destacado), Hyundai ix35 e New Tucson e até modelos mais caros da Volvo e Land Rover. No entanto, a marca americana mirou na faixa central de preço médio ponderado por vendas, que representa 50% do mercado.

A primeira surpresa é justamente o preço único de R$ 149.900. Substitui com vantagem o descontinuado Captiva por oferecer nível de equipamentos bem superior. Mesmo isento de imposto de importação, seu preço parece subsidiado pelo fabricante. Para se ter ideia o mesmo modelo, com todos os opcionais, é vendido nos EUA por cerca de R$ 120.000 (em conversão direta). Com a carga fiscal muito maior no Brasil, preço sugerido deveria superar R$ 160.000.



Seu estilo atrai, mesmo sem ousadias. A cabine tem acabamento similar ao do Cruze, com o qual partilha arquitetura. Por isso, à exceção dos bancos de couro mais requintados, há plásticos duros em excesso, porém a “pobreza” para por aí. Oferece teto solar panorâmico com abertura até o banco de trás, controle de ruído via de cancelamento por ondas sonoras, duas memórias de regulagem elétrica do banco do motorista, vedação tripla das portas, central multimídia de oito pol. com Android Auto e Apple Car Play, além de carregamento de celulares (compatíveis) por indução. Tampa do porta-malas pode ser aberta ao passar o pé por baixo do para-choque.

Apresenta um bom pacote de itens de segurança. Além de seis airbags e assistência de frenagem de emergência, há alertas de colisão frontal, ponto cego, esquecimento de pessoas ou objetos no banco traseiro e de tráfego transversal ao dar ré. Interessante é o assoalho traseiro plano, apesar de vir com tração integral. Este sistema acionado por botão pode variar de 0 a 100% a distribuição de torque não só entre os eixos, como também entre os lados direito e esquerdo.

Motor 2-litros turbo com injeção direta de gasolina entrega 262 cv, 37 kgfm e se integra de forma perfeita a um câmbio automático de nove marchas. Esse conjunto permite acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 s, mais rápido que a maioria dos concorrentes. A potência flui de forma contínua, com troca de marchas pouco perceptíveis. A 120 km/h, o motor quase sussurra a apenas 1.600 rpm. Por isso, o ótimo consumo anunciado de 10,1 km/l na estrada e 8,4 km/l na cidade.

Direção e suspensões muito bem calibradas conseguem lidar bem com 1.693 kg de massa total e 4,65 m de comprimento. O Equinox, apesar de altura típica de um SUV, tem dirigibilidade próxima a de um automóvel. Pena o freio de estacionamento elétrico não ter acionamento automático nas paradas, muito útil no trânsito.

RODA VIVA
APESAR de nova rodada de pressões das concessionárias Fiat para lançamento de um SUV de maior porte com base na picape Toro, está difícil a marca italiana ceder. Alega que no Grupo FCA cabe à Jeep os utilitários esporte e não haveria razão para dividir mercado com o Compass. Na Itália, porém, Jeep Renegade e Fiat 500 X saem da mesma linha de montagem.

DURANTE Fórum Brasil-Alemanha de Mobilidade Elétrica, semana passada em São Paulo, afloraram novas dificuldades para implantação no país: custo alto das estações de recarga rápida (R$ 200.000), legislação para permitir “varejo” de abastecimento em eletropostos, falta de padronização dos plugues de recarga e transição para veículos elétricos lenta demais.

DESTAQUE para o motor Booster Jet do Suzuki Vitara e sua integração com câmbio automático tradicional de seis marchas. Trata-se de um 1,4-L turbo de 146 cv e 23,5 kgfm que assegura grande agilidade ao garantir relação peso-potência de 8 kg/cv. Pareamento de telefones via wi-fi é muito prático, sem fios para atrapalhar e ótima tela multimídia central de 10 pol.

PRIMEIRO Congresso Brasileiro do Mecânico, organizado pela Infini Mídia (revistas O Mecânico e Carro), em São Paulo, mostrou público-alvo bastante interessado em novas tecnologias e de se aproximar do corpo técnico dos fabricantes de autopeças. Palestrantes abordaram todo o setor e houve até “desentendimentos” em certos aspectos mais polêmicos.

INAUGURADO em São Paulo o Museu da Imprensa Automobilística (Miau), de responsabilidade do jornalista Marcos Rozen. Ambiente aconchegante e de muito cuidado com detalhes, inclusive cafeteria temática, promove verdadeira viagem no tempo sobre a história do setor pelo lado da comunicação especializada. Entrada a R$ 15, por tempo limitado. Contato: miau.museu@gmail.com.

____________________________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2




Nakata explica os cuidados que a barra de direção exige para não comprometer a segurança dos caminhões



A barra de direção é um item fundamental na segurança dos veículos e merece alguns cuidados na hora da manutenção, como ser inspecionada regularmente e substituída sempre que apresentar indícios de desgaste. “As paradas em oficina para efetuar a manutenção preventiva não devem ser adiadas, pois deixar o veículo quebrar para só então fazer a manutenção corretiva pode sair bem mais caro”, afirma o gerente de qualidade e serviços da Nakata Jair Silva. Ele destaca que a inspeção preventiva é importante não só por questões econômicas, mas, especialmente, para garantir a segurança no trânsito.

Segundo Silva, sem inspeção adequada na barra de direção, o componente poderá até se romper, e com isso, há perda da dirigibilidade, o que pode provocar acidentes.

A recomendação é verificar se não há folgas nos terminais e nenhuma coifa rasgada a cada 10 mil km. “É preciso ficar atento a folgas, pois, além do risco de provocar acidentes, pode causar interferência na geometria da direção e desgaste dos pneus”, adverte.

Ele explica que tempo de uso, pedras e até linha de pipas podem danificar a coifa. Caso a coifa rasgue, ocorrerá perda da graxa lubrificante, além de entrar impurezas e, consequentemente, desgastar o terminal de direção.

Ele alerta: “O sistema é blindado não dá para trocar somente a coifa, mas sim o terminal ou a barra de direção”. Não é aconselhável recondicionar os componentes de direção.




Zen dá dicas de cuidados com o tensor da correia para evitar parada do motor



O tensor é responsável por garantir que a correia mantenha o sincronismo entre a abertura e o fechamento das válvulas, com o movimento dos pistões, não dá sinais de desgaste perceptíveis ao motorista e, em caso de quebra, pode provocar uma parada repentina do propulsor. Por isso, prevenir é o melhor remédio.

Além disso, ele ainda cuida da transmissão do movimento da árvore de manivelas aos acessórios do motor (alternador, ar-condicionado, direção hidráulida e bomba d’água) e absorve a vibração da correia. Para evitar transtornos, os técnicos da ZEN, recomendam fazer a manutenção preventiva a cada 10 mil quilômetros e a troca, de acordo com a quilometragem indicada no manual do proprietário do veículo.

Segundo a marca, um tensor com problemas pode afetar todos os componentes do sistema, causando, desde rigidez na direção hidráulica, passando pelo desempenho irregular do motor, até a sua parada imediata.




Hyundai fará inspeção veicular gratuita em todo o país dia 28



A Hyundai vai inspecionar gratuitamente veículos de todas as marcas dia 28 de outubro, sábado. A ação, “Dia do Hyundai Before Service Nacional”, que está em sua oitava edição, contará com a participação das mais de 200 concessionárias da marca no Brasil.

O “Hyundai Before Service” é uma iniciativa na qual a montadora reforça a importância da manutenção preventiva. Neste ano, já foram inspecionados mais de quatro mil veículos de diferentes marcas.

Durante todo o processo de inspeção, 10 itens são avaliados por técnicos profissionais, incluindo o nível do óleo do motor e dos freios, as lâmpadas, a carga da bateria, a pressão dos pneus e os limpadores de para-brisas.

Ao final, todos os motoristas participantes da ação recebem um check-list com o resultado completo da vistoria, além de orientações sobre a manutenção necessária do veículo e brindes da Hyundai. A inspeção é totalmente gratuita e válida para carros de todas as marcas e modelos, nacionais ou importados.

“Este é um dia em que a rede de concessionárias da Hyundai une esforços para ajudar clientes de todas as marcas a entender melhor as questões de manutenção e segurança que envolvem seus veículos, contribuindo assim para um trânsito mais seguro”, afirma o gerente geral de Pós-venda da Hyundai Motor Brasil, Fernando Espírito Santo.

Para consultar a lista completa de concessionárias participantes, acesse: www.hyundai.com.br.
SERVIÇO
Dia do Hyundai Before Service Nacional
Data: 28 de outubro de 2017
Horário: 9h às 17h




Volkswagen lança Tractor 4×2 sem Arla 32



A Volkswagen, em busca de inovação para manter a competitividade no mercado, apresenta Constellation 17.280 Tractor, que proporciona diversas vantagens ao cliente, sendo a principal o motor MAN D08 que dispensa o uso do Arla 32, único cavalo mecânico do mercado com essa característica. Com 280 cv de potência, o propulsor traz sistema de injeção Common-rail, o mais moderno, preciso e mais simples, com maior facilidade na manutenção.

Segundo a marca, o elevado torque máximo numa ampla faixa de rotações proporciona menos trocas de marchas e maior capacidade de manutenção da velocidade em rampa. A transmissão manual de 9 velocidades sincronizadas garante as melhores condições para encontrar a marcha mais adequada para cada situação de operação e eleva a economia de combustível.

O freio de cabeçote EVB é outro destaque, reduzindo a necessidade de utilização dos freios de serviço, os custos de manutenção e, ao mesmo tempo, ampliando a segurança na operação e a durabilidade dos componentes do freio de serviço. A tara do veículo é reduzida, com a vantagem de aumentar a capacidade de carga transportada por viagem e diminuir o custo por tonelada transportada.




De Carro Por Aí | Supresa boa. Citroën entrará no mercado de comerciais

Por Roberto Nasser*


Jornalistas presentes à apresentação do furgão médio Citroën Jumpy se surpreenderam. Estavam preparados para ouvir usual torrente de elogios, descrição da fórmula de imbatividade, explicações sobre a superioridade do produto. Coisas usuais. Afinal, tais colocações fazem parte das repetitivas apresentações de novos produtos. Leitores da Coluna já conheciam o Jumpy, nela divulgado desde a decisão da PSA, a holding reunindo Peugeot-Citroën-Dongfeng em montá-lo e a seu espelho Peugeot Partner no Uruguai.

Ve-lo foi interessante, conduzi-lo instigante pois as sensações são automobilísticas – fácil entender, é a plataforma do Peugeot 3008 esticada, reforçada e adequada ao novo trabalho. Curiosidade estava no pacote de providências já tomadas para a holding aumentar substancialmente sua participação no mercado de comerciais. PSA e Citroën apostam no torcer do parafuso da ecologia, restringindo circulação dos atuais VUC – veículos urbanos de carga, representados por Mercedes Sprinter, Renaults Master, Kias e Hyundais – pelos VUL, veículos urbanos leves. São menores, mais baixos, mais confortáveis, mais camionetes e menos caminhões.

Citroën Jumpy quer liderança



Razões
Pretensões elevadas no caso da Citroën – a Peugeot não exibiu seu produto. Quer passar dos atuais 1,3% de participação nas vendas a 6% em 2018 e 12% – quase 10 vezes mais – até 2021. Comerciais leves tem previsão de representar 15% das vendas no país.

Mescla das marcas Peugeot e Citroën terá produtos equivalentes: grandes Boxer e Jumper; médios Expert e Jumpy, pequenos Partner e Berlingo. Produtos fazem uma liga das nações: maiores importados da Itália – são Iveco, empresa Fiat, mudada do Brasil; médios com material importado e montados no Uruguai; leves produzidos na Argentina. Como Peugeot haverá um picape médio – como Coluna também antecipou, projeto franco-chinês previsto para 2020. Na América Latina querem saltar de 200 mil unidades vendidas para 300 mil até 2021. Crescer 50%.

Citroën
Marca montou operação continental para distribuir produtos pela América Latina, e no mercado interno acertou o Jumpy para as condições nacionais, controlando preço inicial para ser o menor do mercado; revisões com preço prévio; seguro de assistência; garantia de atendimento rápido; carro reserva. Importações iniciadas com furgão, diferenciado pelas largas portas traseiras abrindo a 180 graus; porta lateral corrediça; arte para bascular para cima o banco lateral e permitir colocar carga comprida – como tábuas, escadas ou o que tiver até 4m. Transformadoras brasileiras já criaram ambulância, carro de presos, transporte escolar. Haverá versão passageiros em seis meses.

Iniciativa continental tem base europeia, onde as marcas vendem mais de 1/5 do mercado, e garantem ótima saúde financeira – o lucro para fazer e vender os comerciais supera o de automóveis com preço assemelhado.

Mecânica moderna. Monobloco, motor diesel 4 cilindros, 8 válvulas, turbo, bloco e cabeçote em alumínio. Produz 115 cv e 30 Nm de torque, transmitindo movimento às rodas dianteiras. Diz a Citroën ser o mais econômico do mercado – deve ser pela menor cilindrada -, 11,4 km/l na estrada e autonomia de 820 km. No preço inferior, no menor consumo, na prioridade nas oficinas, quer se vender a empresários de comércio e indústria.

Não tem refinamentos construtivos para barrar os preços: iniciais R$79.990 e após lançamento R$ 83.990. Com ar condicionado, faróis de neblina e o ModuWork – o basculamento do banco -, R$ 87.990 logo evoluídos a R$ 91.990.

—————————————————————————————————
Mercedes constata. Fundo do poço tem mola.
O ditado do interior parece ter inspirado o alemão Phillip Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da América Latina. Com vendas e produção caídas pela metade, funcionários sobrando, convenceu seus chefes na mesa diretora da matriz a realizar investimentos na operação brasileira. Aplicará R$ 2,4 bilhões para nova etapa de modernização de suas fábricas no país. Exceto a de Iracemápolis, SP, onde monta automóveis, a grande operação de São Bernardo do Campo, SP, base produtora de caminhões, e de Juiz de Fora, fabricante de cabines, merecerão investimentos para aumento de produtividade e incremento de operações automatizadas, incluindo o novo patamar operacional para indústrias, o revolucionário Indústria 4.0. Dedicar-se-á, também, a desenvolver novos veículos, tecnologia de serviços e conectividade.

Houvesse apenas visão do presente, Schiemer teria comprado caixas de lenços para enxugar as lágrimas advindas dos maus números. Atualmente os da Mercedes são desanimadores: queda de vendas e ociosidade de 50%; excesso de mão de obra. Na prática tem o operacional entre gente e máquinas, mas com produção contida para evitar fazer estoques.

Cruzamento de números de fim da queda econômica, expansão das exportações, crença no crescimento do mercado interno deram a chave para preparar-se a atender as novas demandas dos clientes. O investimento se incorpora aos atuais R$ 730M para modernizar as usinas de São Bernardo e, como lá se pronuncia, J’iz difora. Outros R$ 70M estão direcionados a construir um campo de provas para caminhões e ônibus no antigo canavial integrando a área de Iracemápolis, para ser o maior e mais completo do Hemistério Sul.

Schiemer. Depois da crise, a recuperação


Roda-a-Roda
Espaço – Volkswagen iniciou homeopática divulgação de seu próximo sedã, o Virtus. Sobre plataforma multi dimensionável, bons traços, terá vendas iniciadas em janeiro, com apresentação à imprensa nos próximos dias.

sedã compacto VW Virtus.



Mercado – Mercado dá sinais de recuperação – 24% de aumento relativamente a setembro de 2016. Motivos, melhora conjuntural da economia, queda de juros. JAC deu salto pontual. Dobrou vendas em setembro com vendas do SUV T40.
Fusão – Patrocinadora da carioca escola de samba Unidos de Vila Isabel, a Renault-Nissan-Mitsubishi levou o carnavalesco Paulo Barros a conhecer a área de design avançado da Renault, e direito a papo com o holandês Laurens Van Den Acker, seu designer maior.

Futuro – Foi no Technocentre, o centro de pesquisa e desenvolvimento da marca, perto de Paris. Ideia foi ajudar o carioca a moldar o desfile de Carnaval neste ano sob o tema Corra que o futuro vem aí.

Social – Ford Grã-Bretanha aceitou proposta da Strawberry Energy para instalar 20 bancos inteligentes nas ruas de Londres. Oferece graciosamente rede Wi-Fi e recarga de celulares e tablets .

Herança – Poucas motocicletas são tão referencias quanto as quase cinquentenárias Honda quadricilíndricas. Com base na CB 750 surgida em 1969 e derivações, retocou geração atual, CB e CBR 650F. Numeral indica cilindrada.

Ganhos – Potência ganhou 1,5 cv, passando a 88,5 cv, câmbio de seis velocidades encurtou 2a, 3a 4a privilegiando aceleração nas arrancadas e enfatizando característica auditiva: marcante som dos quatro cilindros DOHC.

Quanto – Duas versões: CB 650 F (R$ 33.900) e CBR 650 F (R$ 35.500); postos São Paulo, + frete e seguro. Diferença decorativa, com a versão R com carenagem sugerindo motos de corrida. Cores vermelho e azul metálicos.

Quase cinquentonas, inteiraças



Enfim – Ipiranga de Petróleo tem nova gasolina, a Octapro. Mantém a oxigenação pela adição de álcool, e série de aditivos para elevar a octanagem a 96 e outros para ajudar a limpar os resíduos e a porcariada provocada pela queima da mistura ar/gasálcool. Agora as maiores distribuidoras já tem a gasolina adequada aos veículos com elevadas taxas de compressão.

Direcionada – Não é para o motorista cuidadoso, mas a donos de automóveis com elevada taxa de compressão, de 10:1, por exemplo e, especial uso de turbo alimentador. Motores com reduzida taxa de compressão não aproveitarão sua capacidade anti detonante. Octapro suprimiu produção da Premium.

Lei – Subcomissão de Regulamentação do Recall, da Câmara dos Deputados redige Projeto de Lei para unificar chamadas de recall, as responsabilidades dos fabricantes de veículos, e as omissões legais.

Quem – Deputada Christiane Yared (PR-Pr) autora do requerimento, tem 29 propostas de legislação de trânsito, lidera o esforço. Desde 2015 4,5M de veículos foram chamados a correções, e em 2016, dentre os 130 havidos para produtos industrializados, 105 – 3/4 – eram de veículos.

Sugestões? dep.christianedesouzayared@camara.leg.br

Carona – Deputado Alexandre Valle (PR-RJ) propôs suspender a comercialização de veículos com re call anunciado. Entende ser a maneira de evitar a consequência das falhas motivadoras do re call.

Cheiro – Mercedes-Benz Parfums trouxe ao Brasil versão de sua água de colônia, marcada por cítricos – toronja, tangerina e laranja brasileira, mais pimenta rosa, gengibre, madeiras louras, vetiver e almíscar. Eau de Toilette vaporizador de 120 ml. Preço ? R$ 363,00. Coerente.

Pretensão – Empresários goianos liderados pelo deputado Alexandre Baldy (PODE), foram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sensibilizá-lo à proposta de implantar em Anápolis um polo industrial para materiais de Defesa Nacional.

Razão – Ancoram o pedido pela cidade ser a base aérea de apoio à Capital; de receber os futuros caças Gripen; de ter estrutura e mão de obra a atividades de metal mecânica; oferecer incentivos fiscais. Lá opera uma das fábricas Hyundai.

Remédio – Quem imagina o passar do tempo induzindo serenidade, Gazet Van Antwerpe relata multa aplicada a octogenária senhora belga. Para acabar com a insônia, em vez de chá e sessão da madrugada, foi dar uma volta em seu Porsche. Apreendida a 236 km/h, Juíza não relevou: US$ 4 mil de multa e suspensão do direito de dirigir por três meses.

Do meio do canavial para mercados interno e externo



Polo Jeep festeja 30 meses de produção, liderança e exportação
Trinta meses após ter transformado um canavial em fábrica de veículos, o Polo Automotivo Jeep festeja produção de 300 mil veículos – destes, 40 mil exportados desde Goiana, Pe, para a América Latina.

Fábrica introduziu o topo dos sistemas de administração e produção, o World Class Manufacturing (WCM), uma das especialidades de Stefan Ketter, presidente da FCA no Brasil e América Latina. Operação festeja a implantação em local de mão de obra despreparada; colocar três produtos na linha de produção – picape Fiat Toro, Jeeps Renegade e Compass; conseguir liderança setorial com o Toro, e alternância através dos produtos Jeep. Um recorde industrial.

Chamá-lo Polo indica o fato de reunir, além do negócio FCA, 16 fornecedores de auto peças em torno da operação industrial para obter rapidez e produtividade, melhor indicativo do sucesso do projeto.

O Polo não é apenas uma fábrica no meio do nada no nordeste de Pernambuco, mais próximo a João Pessoa, na Paraiba, que da capital pernambucana. Pela localização é uma usina para fornecimento mundial, iniciando com a América Latina, iniciando suprir o mercado mexicano, recém lançando o Compass na Argentina, maior mercado de exportações no Continente. Os negócios para venda a outros países coloca os veículos construídos em Goiana como os três produtos com maior volume de exportação pelo porto de Suape no primeiro semestre deste ano.




Honda completa 20 anos de produção no Brasil



Em 6 de outubro de 1997, a Honda deixou de ser uma importadora para se tornar fabricante local de automóveis no Brasil. A empresa expandiu suas operações no país com a inauguração de uma fábrica de automóveis na cidade de Sumaré/SP. O primeiro modelo a sair da linha de montagem foi o sedã Civic, então em sua sexta geração. Hoje, a fábrica faz 550 automóveis por dia entre os modelos Civic, Fit, City, HR-V e WR-V e a produção acumulada se aproxima de 1,7 milhão de unidades.




Mercedes-Benz investe R$ 2,4 bilhões na modernização da produção de pesados



A Mercedes-Benz do Brasil irá investir R$ 2,4 bilhões no País entre 2018 e 2022. Este valor será destinado à continuidade da modernização das fábricas de caminhões e chassis de ônibus de São Bernardo do Campo/SP e Juiz de Fora/MG, além da construção do Campo de Provas de caminhões e ônibus na cidade de Iracemápolis/SP. A empresa espera 20% de crescimento nas vendas de caminhões em 2018 puxadas pelo agronegócio, mineração, produtos frigorificados, transporte de gases e líquidos, entre outros.




Monroe comenta 5 sinais que indicam problemas no amortecedor



O amortecedor está principalmente ligado aos itens de segurança do veículo, por isso deve estar sempre em boas condições para garantir boa estabilidade e dirigibilidade. A Monroe, fabricante de amortecedores, aponta cinco sinais que indicam que o item deve ser checado:

Falta de estabilidade
Amortecedores desgastados reduzem o nível de aderência do veículo ao solo, provocando falta de estabilidade e controle de direção. De acordo com o coordenador de Treinamento Técnico da Monroe, Juliano Caretta, essa condição é ainda mais grave em pisos molhados. “Nestes casos, a ineficiência do componente pode causar, inclusive, aquaplanagens, aumentando consideravelmente o risco de acidentes”.

Barulhos e solavancos
Ao perceber a presença de ruídos em excesso, como sons metálicos e rangidos, por exemplo, é importante que o motorista fique atento. “Esses são os barulhos mais comuns quando os amortecedores apresentam problemas de funcionamento”, afirma Caretta que acrescenta: “Solavancos e movimentação brusca dos componentes da suspensão também são sinais de que os amortecedores precisam ser avaliados e substituídos, se necessário”.

Balanços excessivos
Amortecedores gastos provocam movimentação excessiva da carroceria como agachamentos e empinamentos. “Esses movimentos ocorrem principalmente em lombadas, valetas, buracos e desníveis do pavimento. É importante que o condutor fique atento ao comportamento do veículo nessas situações, que exigem mais da suspensão, para evitar danos maiores futuramente”, alerta o especialista da Monroe.

Pneus pulando e danificados
Os amortecedores controlam os movimentos das molas, maximizando o contato dos pneus com o solo. Quando desgastados, o mau funcionamento das peças provocam intensos pulos dos pneus no pavimento, prejudicando a dirigibilidade e provocando deformações na banda de rodagem dos pneus. “Marcas na região central podem significar problemas nos amortecedores, especialmente desgastes localizados, e em formato de ‘concha’”, diz Juliano Caretta.

Aumento na distância de frenagem
Amortecedores com 50% de desgaste aumentam em até 1,80m a distância de frenagem em uma velocidade de 60 km/h. “Quanto maior a velocidade, maior também será a distância de parada do veículo, colocando em risco motoristas e passageiros. Por isso, é extremamente importante que o condutor realize as revisões preventivas ou procure uma oficina de confiança assim que perceber essa dificuldade na hora de frear” comenta o coordenador de Treinamento Técnico da Monroe.

A Monroe alerta que a vida útil do amortecedor é proporcional às condições de uso do veículo. A fabricante recomenda revisar preventivamente as condições dos amortecedores a cada 10.000 quilômetros, ou conforme a orientação da fabricante do veículo.




Ford divulga informações técnicas do Fusion 2011 e 2012 no site da Motorcraft



A Ford publicou as informações técnicas de mais um veículo da sua linha no site Reparador Motorcraft, destinado aos mecânicos independentes de automóveis. Desta vez, é o sedã Fusion e as principais especificações dos modelos 2011 e 2012, como motor, semiárvores, sistema de direção, sistema elétrico, sistema de freio e suspensão. A consulta e download gratuitos podem ser feitos diretamente no site: https://www.reparadormotorcraft.com.br/informacoes-tecnicas.

O site já oferece também informações técnicas de modelos fora de linha como Fiesta Rocam, Courier, Ka e Focus.