Eaton traz para o Brasil tecnologia que reduz emissão de gases tóxicos em veículos de passeio



A Eaton é a primeira empresa a disponibilizar no mercado brasileiro a tecnologia ORVR (On Board Refueling Vapor Recovery), que reduz a emissão evaporativa de gases tóxicos em veículos de passeio flex. O ORVR é composto por pequenas atualizações de hardware e software no automóvel e já está disponível para novos projetos de veículos que venham a ser fabricados no Brasil.

O grande benefício da tecnologia é que ela contribui para mitigar emissões poluentes que muitas pessoas não fazem ideia que existem. Um veículo estacionado exposto ao sol, por exemplo, está emitindo gases tóxicos, uma vez que o combustível em seu tanque está evaporando gradativamente. O mesmo vale para um carro em abastecimento no posto de gasolina ou em trânsito. São as chamadas emissões evaporativas. “A tecnologia ORVR impede que os gases tóxicos saíam do tanque de combustível rumo à atmosfera, os convertendo em energia para o funcionamento do veículo”, explica o Gerente de Estratégia de Transmissões de Carros e Pickups da Eaton, Celso Fratta.

No ORVR, o diâmetro do bocal do enchimento do tanque do combustível é reduzido e uma válvula é adicionada. Além disso, o filtro de carbono existente é substituído por um filtro maior e adequado para capturar vários dias de emissões evaporativas diurnas e todas as outras fontes de emissões evaporativas. Ciente dos benefícios de toxicidade e qualidade do ar para a população que a tecnologia possibilita e da necessidade da sua implantação no país, a Eaton planeja localizar a fabricação das válvulas, já produzidas pela empresa no exterior, e entregar a solução ORVR para os fabricantes de tanques de combustível.




Hipper Freios fecha parceria com Cobra Rolamentos e Autopeças para distribuição de produtos



Agora os produtos da Hipper Freios podem ser encontrados também na Cobra Rolamentos e Autopeças. Pioneira em oferecer discos, tambores e cubos, a Hipper Freios já soma mais de 1.100 itens no mix.

Completando 30 anos em 2017, a Cobra Rolamentos e Autopeças possui atendimento nacional e suas filiais proporcionam maior proximidade com os clientes, garantindo qualidade e agilidade no atendimento e entrega.

A Hipper Freios conquistou o reconhecimento do mercado e dos consumidores pela tecnologia avançada e inovação aplicadas em seus produtos, as mesmas utilizadas pelas montadoras. Entre elas, destaca-se o Hipper Carbon, que integra um alto nível de carbono. Já o Hipper Grinding é a mais inovadora tecnologia de retifica na fabricação de discos de freio, que a Hipper Freios traz com exclusividade para o Brasil.




De Carro Por Aí | Fiat Cronos. Quanto?

Por Roberto Nasser*


Próximos dias Fiat iniciará vender seu mais novo produto, o sedã três volumes Cronos. Utiliza parte da base mecânica do Argo, itens de decoração já comuns à linha FCA, como Fiat Toro e Jeep Renegade, e será produzido na fábrica de Pacheco, Argentina, e da qual o Brasil representará projetados 50% do volume de vendas. Sedã com cuidado trabalho de desenho liderado por Peter Fassbender, substitui os sedãs Linea e Siena, objetivando ser um dos principais concorrentes do sub segmento dos três volumes de pequenas dimensões, concorrendo com Chevrolet Prisma, Honda City.

Motores 1,3, 8v, 99cv e E.torQ 1,8 16V, 130 cv. Caixa mecânica, 5 velocidades e automática Aisin com seis. Em 2019, motor 1,5 Turbo, atualização do 1,4 turbo pioneiro no segmento, e três versões de equipamentos, sendo a mais elevada a Precision, com motor 1,8 e transmissão automática. Intermediária, a Precision com caixa de marchas mecânica, e versão de entrada Drive, motor 1,3.
Para mercado brasileiro projetam-se preços entre R$ 55 mil e R$70 mil.

Surpresa
Na apresentação na Argentina, onde será produzido: ante a presença de Maurício Macri, presidente do país, Stefan Ketter, brasileiro, CEO da FCA para a América Latina, Vice Presidente mundial para construções e sistemas de manufatura, surpreendeu. Não leu seu discurso impresso em espanhol, idioma local, do presidente argentino, mandatória pelas regras de cerimonial.

Fez curiosa escolha. Desprezou o inglês, de trato universal, e adotou expressar-se em italiano, da origem da FCA e de Cristiano Rattazzi, presidente da FCA no país. O eng. Ketter é um homem de surpresas.

Fiat Cronos



Roda-a-Roda
Marcha a ré – Anos após assumir a Daewoo, aproveitar projetos, instalações e talentos para produzir carros com sua marca na Coréia do Norte, GM resolveu fechar uma das plantas. Razão, queda de 20% de demanda, produção e desequilíbrio nas contas.

Momento -Tempos atuais não permitem jogar prejuízos para compensações futuras. Por esta razão livrou-se de antigas associadas Vauxhall, inglesa, e Opel, alemã, passando-as à PSA – Peugeot-Citroën-DS.

Citroën – Argentino sedã C4 Lounge será mostrado à imprensa brasileira nas próximas semanas. Mudanças estéticas frontais, tipo intervenções padrão para marcar o segundo ciclo do modelo: grade, farois, para choques. Atrás, lanternas.

História – A nova feição não é novidade, pois foi desenvolvida para o modelo chinês, lançado há um ano. Carro injustiçado, bom conteúdo, bom preço, porém vendas inferiores às suas qualidades.

Citroën C4 Lounge



Ajuda – Ford incluiu versão especial no leque para o EcoSport 2019. Chama-a SE Direct 1,5 AT. Mistura alfa numérica quer dizer construção e equipamentos direcionados a clientes com necessidades ou proteção especial, ou frotistas. Preço pela isenção de impostos é de R$ 68.690.

E ? – Na porta da fábrica SE é interpretado como Sem Equipamentos, copiando versão pelada dos cupês Dodge Dart em 1973; ’74; e ’75. Econômico em equipamentos para incluir como itens de série direção assistida, ar condicionado, transmissão automática com seis velocidades e conversor de torque; controle de estabilidade, central multimídia.

Humor negro – Há, também, a Assistência de Emergência, fazendo ligação direta para o SAMU em caso de acidente com acionamento das bolsas de ar ou corte da bomba de combustível. Idéia boa em país desenvolvido e responsável, risível no Brasil.

EcoSport Direct, clientes especiais



Elétrico – Nunca identificada com tecnologia de ponta, e lembrada pela baixa autonomia de seu modelo híbrido Volt, Chevrolet mudou o foco: desenvolveu carro médio elétrico, o Bolt.

Caminho – Enquanto o Volt apresentava comportamento criticável, o Bolt muda a figura. Tem medida para competir no segmento norte-americano de entrada, 4,16m de comprimento, e 200 cv de potência, e 350 Nm de torque. Arranca aos 100 km/h em 7 s, atinge 156 km/h como velocidade de pico. Ponto principal, oferece autonomia em torno de 383 km.

Surpresa – Carlos Zarlenga, argentino, CEO da companhia para a América Latina, anunciou à conterrânea Agência Télam não se surpreender se antes do término da década a companhia anuncie produzir carros elétricos no Mercosul.

Onde – Se incentivos federais e estaduais forem idênticos aos obtíveis no Brasil, deve-se entender a Argentina como dotada de amplas chances para a iniciativa, por deter parcela importante na decisão, suas reservas de lítio. É o metal aplicado na nova tecnologia das baterias.

Aqui – Mercado brasileiro vê ampla liderança dos Toyota Prius, e assiste gestões da Toyota para incentivos à produção.

Ampliação – Não só de vender carros novos vive uma fábrica de carros novos. PSA, de Peugeot, Citroën, DS, adentrou no mercado de oficinas de reparos, e adquiriu a chinesa Jian Xin, distribuidora de peças.

Porte – Vende anualmente mais de 5 milhões de partes das principais marcas mundiais de veículos. Mercado chinês tem mais de 130 milhões de automóveis.

Tempo – Salão do automóvel de Genebra, março 07 – 12, um dos mais interessantes do mundo, terá estande da fabricante de relógios TAG Heuer. Nele, carros de corrida, a lembrança de ter sido a primeira do ramo a patrocinar piloto na Fórmula 1, no caso Jo Siffert, e re lançará o modelo Monaco e sua opção de botão de corda à esquerda.

Passeio – A fim de giro pela Itália, visitando a essência do espírito e do design de carros esportivos de estirpe? Agência organiza viagem de 11 dias, desde o Lago Como – onde se realiza o talvez mais elegante encontro de antigos -, e se encerra em Modena, terra da Ferrari e do mítico restaurante Cavallino Rampante.

$ ? – Ferrari, Lamborghini, Maserati, Pagani, Pininfarina, Zagato, Italdesign, Leonardo Fioravanti, fábrica de rodas Borrani, das malas Schedoni, coleções, oficinas de restauração. Programa intenso aos do ramo. Preços US$ 12.600 dupla. U$ 8.800 single, ônibus interno, chegada e saída do aeroporto de Malpensa, entre Turim e Milão. Mais? http://www.carguytour.com/sept-car-guy-tour-fca-edition/

Atividade – Á frente do negócio e como guia turístico, Frank Mandarano, agitador, criador do Maserati Club of America e organizador do Concorso Italiano, mostra de veículos da Itália, na Holly Week – terceira semana de agosto -, onde pontifica o Pebble Beach Concours d’Élegance. Um Car Guy.

Gente – André Molnár, 35, executivo, motociclista, ideal. OOOO Novo gerente de Marketing e Comunicação da Triumph, de motocicletas. OOOO Larga experiência, sólida base acadêmica, trabalhava na Audi. OOOO Trabalhar com o que gosta é diversão remunerada. OOOO




Alta Roda | O Futuro e a Realidade

Por Fernando Calmon*


A aceitação de novas tecnologias que vão sacudir a indústria automobilística mundial nas próximas décadas ainda é motivo de incerteza em vários mercados. Para aferir a evolução de como os motoristas encaram o cenário por vir de carros autônomos e meios de propulsão alternativos, a consultoria Delloite atualizou uma pesquisa com 22.000 consumidores de 17 países. Além do Brasil, África do Sul, Alemanha, Bélgica, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, México, Reino Unido e Tailândia.

O estudo chamado Consumidor Automobilístico Global 2018 apontou um aumento de confiança sobre o grau de segurança dos veículos que dispensam a atuação de um motorista para se locomoverem (nível 4 de automação) em relação à mesma pesquisa realizada em 2017. Deve-se notar que se trata apenas de percepção, pois a tecnologia não está pronta, nem se sabe quanto custará (consequentemente sua aceitação), como será aplicada (segregada ou aberta) e, acima de tudo, regulamentada por órgãos de trânsito e judiciais.




balanço geral apontou que, no ano passado, 67% dos participantes, em média, acreditam que automóveis totalmente autônomos não seriam seguros. Esse percentual recuou para 41% no relatório compilado este ano. No entanto, até 71% dos entrevistados disseram que a comprovação de um histórico de segurança na operação dos veículos é fator essencial para garantir a confiança. Em outras palavras, “quero ver, para crer”.

Na média, 45% dos participantes confiam nos fabricantes de veículos tradicionais para a direção autônoma, 30% apontam novas companhias dedicadas a essa tarefa e 25% acreditam nas empresas de tecnologia existentes (Waymo, Apple e outras). De acordo com Carlos Ayub, sócio da Deloitte especializado em indústria automobilística, “52% dos brasileiros (acima da média global) são mais confiantes nos produtores de veículos já conhecidos”.

O estudo também apontou algum conservadorismo quanto ao meio de propulsão nos veículos. Na média mundial, 64% dos entrevistados preferem os motores a combustão para os próximos anos. Outros 24% optariam por veículos híbridos ou híbridos plugáveis e 12% apostam em elétricos a bateria ou pilha a hidrogênio. No Brasil, 66% ainda escolheriam os combustíveis tradicionais, 13%, os híbridos e 21%, outras alternativas.

“Os preços de híbridos e elétricos ainda estão em patamar elevado, o que justificaria esse quadro em nível mundial. No Brasil, esta realidade torna-se mais marcante pela falta de infraestrutura e de uma rede para reabastecimento de carros elétricos em todo o país”, acrescentou Ayub.

Apesar de direção autônoma, mobilidade flexível e alternativa elétrica ocuparem todas as cabeças pensantes na indústria ao redor do mundo, sem ainda se saber se haverá dinheiro para financiar tudo isso ao mesmo tempo, uma enquete simples do Google nos EUA sobre o que os americanos querem nos carros de hoje foi divulgada pelo site Verge. Além do interesse pela vida a bordo dos cãezinhos de estimação, a busca frenética é por câmeras.
A procura inclui opções além de câmeras dianteira, traseira e de 360°. Agora, a demanda é grande pelas que gravam tudo à frente e atrás do veículo e mesmo o movimento periférico enquanto está rodando ou estacionado. Em caso de acidente, ajuda a descobrir os culpados, útil também para seguradoras. Tecnologia à mão e relativamente barata, pois muitos modelos já possuem telas no painel.

O futuro? Que fique para o futuro…

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2




Nakata apresenta novos itens de suspensão e direção para linha pesada



A Nakata, fabricante de autopeças com portfólio de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, lança diversos itens do segmento de suspensão e direção. São barras de reação, kits barras de reação e tirantes para caminhões das marcas Mercedes-Benz, Scania e Volvo, oferecendo ampla cobertura para mais de 60 modelos.

A fabricante vem investindo no aumento do portfólio para a linha pesada para oferecer soluções para os sistemas de direção e suspensão e transmissão.

Veja a tabela:





Heliar inaugura primeira franquia para o varejo



Atuando no Brasil desde 2012 com o modelo de franquias para o atacado, a Johnson Controls, fabricante das Baterias Heliar, inaugurou em janeiro de 2018 sua operação de franquias no varejo com lançamento da primeira loja em Sorocaba, no interior paulista.

“Decidimos expandir o modelo para o varejo, por identificarmos uma oportunidade de oferecer ao cliente um serviço diferenciado, em um local agradável que foge do convencional de uma loja de baterias”, diz o Vice-presidente e General Manager para o Cone Sul da Johnson Controls, Alex Pacheco. “Além disso, nossa loja foi pensada para ser um ponto de contato direto da Heliar com o consumidor final e para que ele tenha uma experiência otimizada, imbuída do DNA da nossa marca nos produtos e serviços oferecidos”, completa.

Para atuar no modelo de franquias de varejo com excelência, a empresa conta com a padronização de serviços e na referência em qualidade não só no mercado de reposição, mas também entre as montadoras. A meta inicial é ter cobertura nacional com a Heliar Service nos próximos cinco anos.




Ford apresenta nova versão esportiva off-road da Ranger na Ásia



A Ford apresenta a Ranger Raptor, nova versão off-road de performance da picape inspirada na F-150 Raptor, que será produzida na Tailândia para os mercados da Ásia-Pacífico. Além de estilo robusto, marcado pela grade dianteira com o nome Ford em letras grandes e porte elevado, o veículo tem chassi, motor, suspensão e freios desenvolvidos pela Ford Performance.

Projetada para oferecer alto desempenho e suportar as exigências da rodagem off-road em velocidade, a Ranger Raptor tem sob o capô um motor 2.0 diesel de duplo turbo e quatro cilindros, com potência de 213 cv e torque de 51 kgfm. Sua transmissão automática de 10 velocidades, robusta e avançada, é a mesma usada na F-150 Raptor .

A Ranger Raptor impressiona pelo porte maior em todos os ângulos, com 5,40 m de comprimento, 2,10 m de largura e 1,87 m de altura. Sua capacidade fora de estrada é reforçada também pela altura livre do solo 28,3 cm e pelos ângulos de entrada e saída de 32,5º e 24º, respectivamente. As rodas são de 17 polegadas com pneus todo-terreno 285/70 R17.

O chassi da picape é feito com ligas de aço de alta resistência e geometria especial para acomodar a suspensão reforçada, com amortecedores Fox exclusivos. Os freios poderosos têm pistões duplos na dianteira, com discos ventilados de 332 x 32 mm, e discos ventilados de 332 x 24 mm com booster na traseira.

Os para-choques feitos incorporam ganchos duplos para reboque com capacidade de 4,5 t na dianteira e de 3,8 t na traseira.

O sistema de gerenciamento de terreno da Ranger Raptor oferece seis modos de direção, sendo dois para estrada e quatro para fora de estrada, selecionados por comandos no volante. Os modos de estrada incluem a opção Normal, para conforto e economia, e Sport, com trocas rápidas.

Os modos off-road incluem: neve/grama/cascalho; lama/areia; pedra; e baja, que reduz a atuação do sistema de estabilidade e aumenta a resposta do acelerador para off-road em alta velocidade.




Renault acelera fabricação para entregar 10 mil Kwid



Para atender a demanda do Kwid, a Renault acelerou a produção no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, com o objetivo de entregar 10 mil unidades do veículo até o fim de fevereiro. Se antes era necessário esperar mais de 40 dias pelo modelo, o aumento da produção já reduziu o prazo de entrega. O cliente que entrar no site hoje e comprar o seu Kwid irá recebê-lo em menos de um mês. Este prazo é informado diretamente no site no momento da compra e varia em função da versão, opcionais e cores.

“O Kwid é um sucesso desde a campanha de pré-venda. Após o seu lançamento, toda a Renault estava empenhada em cumprir os compromissos assumidos com os nossos clientes no Brasil, além de garantir os volumes para a Argentina e Uruguai, países em que o Kwid também já foi lançado, com grande procura. Aceleramos a nossa produção para reduzir o tempo de entrega para quem quer adquirir o SUV dos compactos”, afirma Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil.

Com a grande procura pelo Kwid, a Renault contratou 1.300 colaboradores e passou a trabalhar em três turnos completos desde outubro do ano passado. O Renault Kwid pode ser adquirido a partir de R$ 29.990, com financiamento de 60 meses, com parcela de R$ 469 e taxa de 0,99%, diretamente pelo site.




Campanha de recall preventivo da Toyota convoca Hilux, SW4 e Prius



A Toyota do Brasil convoca os veículos dos modelos Hilux, SW4 e Prius para recall preventivo dos airbags. Existe a possibilidade de alguns dos sensores dos airbags apresentarem uma falha interna. Se isso ocorrer, a luz de advertência do airbag acenderá no painel do veículo e, na hipótese de um acidente que reúna as condições para a deflagração do dispositivo, os airbags frontais, laterais e/ou de cortina (se aplicável) não serão acionados.

A campanha começará a partir de 26 de março de 2018, em que a Toyota realizará a inspeção e, se necessário, a substituição preventiva dos sensores do airbag dos veículos envolvidos, independentemente da luz de advertência acesa no painel. O tempo de inspeção é de aproximadamente 30 minutos, e o tempo de reparo pode ser de até 7 horas.

Para atendimento, os proprietários deverão entrar em contato com a Rede de Concessionárias Autorizadas Toyota ou Lexus, para agendamento prévio ou, então, pelo site www.toyota.com.br/web-agenda.

A relação de concessionárias autorizadas para atendimento está disponível no site www.toyota.com.br

Veículos convocados:
Toyota Hilux, fabricado entre 21/10/2015 e 07/03/2016. Chassis envolvidos: Código alfanumérico 8AJBA3CD*, 8AJDA8CD*, 8AJFA8CB*, 8AJHA8CD*, 8AJKA8CD*; Últimos 8 dígitos do chassi G1560001, G1568025, G1870000, G1870013, G2000003, G2000064, G2570013, G2572911, G3160003, G3160389.

Toyota SW4, fabricado entre 04/12/2015 e 21/03/2016. Chassis envolvidos: Código alfanumérico 8AJBA3FS*, 8AJBU3FS*; Últimos 8 dígitos do chassi G0020002, G0020056, G3000137, G3502006.

Toyota Prius, fabricado entre 13/10/2015 e 16/12/2015. Chassis envolvidos: Código alfanumérico JTDKB3FU*; Últimos 8 dígitos do chassi G3000137, G3502006.




Sabó é eleita pela 4ª vez como melhor fornecedora da General Motors

Portfólio Sabó na reposição



No ano em que completa 75 anos, além de todas as comemorações da marca por seu aniversário, a Sabó comemora prêmios.

No final de outubro, a empresa foi contemplada pela 4ª vez pela General Motors mundial, como uma das melhores fornecedoras, na 5ª edição do prêmio Supplier Quality Excellence Award.

A Sabó já foi premiada por 27 vezes pela General Motors Brasil dentre os melhores fornecedores do ano e por 3 vezes o melhor fornecedor mundial do ano.

“Ser reconhecido como melhor fornecedor da General Motors pela 4ª vez, só nos mostra que estamos trilhando o caminho certo de qualidade e tecnologia aplicada às soluções exigidas de acordo com as necessidades do mercado mundial. Estamos orgulhosos de ser mais uma vez reconhecidos!”, completa o Diretor Geral Sabó Américas, Lourenço Oricchio.