Taranto lança linha de atuadores hidráulicos de embreagem

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A Taranto começou a venda da sua linha de atuadores hidráulicos de embreagem no mercado brasileiro de reposição. Segundo Jurandir Defani, gerente geral da Taranto, a linha de atuadores chega para complementar a linha de produtos já disponíveis da marca. “Estamos em uma crescente e detectamos a busca por esse produto pelos profissionais. É mais um produto com qualidade reconhecida Taranto que amplia nossa atuação no mercado”, explica.

Débora Prezotto, coordenadora de marketing da marca garante que a marca escuta diariamente as demandas vindas pelos profissionais, “isso ajuda a entender o que ele precisa na oficina. Os produtos da Taranto são reconhecidos pela qualidade e, por isso, somos bem aceitos em todo o Brasil”, ressalta.




Audi chega a 8 milhões de carros produzidos com a tecnologia quattro

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A Audi está celebrando a produção do carro de número 8 milhões com a tecnologia quattro drive de tração integral, que estreou no mercado em 1980 e hoje está disponível em mais de 100 modelos e versões. Em 2015, 44% de todos os clientes da Audi no mundo escolheram veículos equipados com a tecnologia.

Segundo a Audi, a tração quattro existe em diferentes versões adaptadas a cada modelo. Para os compactos de série com motores montados transversalmente, uma embreagem com múltiplos discos com acionamento hidráulico, controlada eletronicamente, é montada no eixo traseiro. No carro esportivo R8 com motor central, a embreagem de múltiplos discos é localizada no eixo frontal. De acordo com a situação de condução encontrada, esses sistemas ativos distribuem o torque da transmissão variavelmente entre ambos os eixos.

O diferencial central autoblocante é usado em diversos modelos da Audi, com um motor frontal montado longitudinalmente – ele é um conjunto com engrenagem planetária puramente mecânico. Normalmente, ele divide o torque da transmissão enviado às rodas frontais e traseiras com uma distribuição de 40% na frente e por 60% atrás.

Há ainda o diferencial esportivo instalado no eixo traseiro dos modelos com motores mais potentes. Ele distribui, de modo ativo, o torque entre as rodas traseiras por meio de dois conjuntos de engrenagens sobrepostos, cada um com uma embreagem de discos múltiplos acionada eletro-hidraulicamente. Em casos extremos, quase todo torque é enviado a uma única roda. Na verdade, o sistema empurra o carro para dentro da curva, eliminando chances de understeer (subesterçamento).

A última fase de desenvolvimento da Audi é a unidade quattro com tecnologia ultra. É também projetada para modelos com motor posicionado longitudinalmente. No caso, uma embreagem de múltiplos discos, controlada ativamente no final da transmissão, distribui variavelmente o torque entre os eixos de tração em uma operação do all-wheel drive. Um desacoplador no diferencial do eixo traseiro pode, adicionalmente, abrir a conexão às rodas traseiras. Ambas as embreagens ficam abertas durante o momento de condução quando o all-wheel drive não oferece nenhuma vantagem. Dessa forma, as peças do sistema de transmissão traseiro responsável pelo arrasto não são acionadas. A unidade de controle do sistema usa uma infinidade de dados a fim de produzir um modelo do estado do veículo, antecipando a atuação do sistema de tração integral em aproximadamente um segundo. Caso o sistema detecte, por exemplo, que a roda interna à curva está prestes a perder aderência, alterna para o all-wheel drive. Esse novo conceito aumenta consideravelmente a eficiência sem diminuir a tração ou a dinâmica de condução.

História
A tecnologia estreou em 1980 no Ur-quattro no Salão Internacional do Automóvel de Genebra. Em 1986, a Audi substituiu o diferencial central com bloqueio manual da primeira geração pelo diferencial Torsen (Torque sensitive; sensível a torque), que podia distribuir o torque da transmissão variavelmente entre o eixo dianteiro e o traseiro. Em seguida, em 2005, veio a unidade planetária com sua distribuição de força e torque assimétrica e dinâmica. O diferencial central autoblocante é continuamente melhorado pela Audi e é considerado um ponto de referência de dinâmicas de tração e transmissão, combinado com um peso muito leve.

A Audi também celebrou triunfos no automobilismo com a tecnologia quatro, tais como quatro títulos no Campeonato Mundial de Rally, seis vitórias na corrida Pikes Peak Hill Climb nos Estados Unidos, uma vitória da série TransAm, também nos Estados Unidos, dois títulos DTM (Campeonato alemão de turismo), 11 campeonatos da Super Touring Car e um campeonato mundial da Touring Car. A mais recente vitória da tecnologia quattro: no final de novembro, Mattias Ekström e sua equipe de rallycross particular EKS conquistaram os títulos Driver World Champion e Team World Champion com o Audi S1 EKS RX quattro no Campeonato Mundial de Rallycross da FIA.




General Motors da América do Sul reorganiza sua estrutura regional

Carlos Zarlenga é nomeado Presidente da GM Mercosul

Carlos Zarlenga é nomeado Presidente da GM Mercosul


A GM América do Sul está reorganizando sua estrutura regional com a criação de três unidades de negócios a partir de agora: GM Mercosul, GM Andina e GM Central. As operações da Argentina e Brasil serão consolidadas em uma unidade de negócios denominada GM Mercosul, sob a liderança de Carlos Zarlenga, atualmente presidente da GM do Brasil.

Já as operações na Colômbia, Equador e Venezuela serão integradas na GM Andina, sob a liderança de Paris Pavlou, atual presidente da GM Argentina. Por sua vez, as atividades nos países Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai serão consolidadas como GM Central, sob a liderança de Fernando Agudelo, atual presidente da GM Chile.

As três unidades de negócios continuarão a fazer parte da estrutura da GM América do Sul, reportando a Barry Engle, presidente da GM América do Sul. “Nosso foco principal com esta renovação em nossa estrutura na América do Sul é aumentar a eficiência, reduzindo a burocracia e acelerando o processo de tomada de decisões”, disse Barry Engle, presidente da GM América do Sul.




20 de janeiro é o Dia Nacional do Fusca

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Nesta sexta-feira, 20 de janeiro, a Volkswagen celebra o Dia Nacional do Fusca. Com mais de 21 milhões de unidades produzidas em todo o mundo, o Fusca começou a ser fabricado na Alemanha após o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e se tornou um dos automóveis mais populares do mundo.

Galpão na Rua do Manifesto no bairro do Ipiranga

Galpão na Rua do Manifesto no bairro do Ipiranga


O modelo começou a ser montado no país, com componentes importados, em 1953, num galpão no bairro do Ipiranga. Seu motor tinha 1.200 cm³. Entre 1959 e 1986, foi fabricado em São Bernardo do Campo/SP, na unidade Anchieta, na primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha. Sua produção foi retomada em 1993 e durou até 1996. No total, o Fusca teve mais de 3,1 milhões de unidades vendidas no Brasil.

Estande da Volkswagen no primeiro Salão do Automóvel de São Paulo (1960)

Estande da Volkswagen no primeiro Salão do Automóvel de São Paulo (1960)


Durante esse período, o Volkswagen Sedan, seu primeiro nome oficial, teve versões com motor traseiro refrigerado a ar com 1.300 cm³ (a partir de 1967, com 45 cv), 1.500 cm³ (introduzido em 1970, com 52 cv, o que lhe rendeu o apelido de Fuscão) e 1.600 cm³ (em 1974, com dupla carburação, que rendia 65 cv). O câmbio foi sempre manual de quatro marchas. O modelo teve também várias re-estilizações e séries especiais, como a Prata, de 1979.

Linha de montagem do Fusca na fábrica Anchieta

Linha de montagem do Fusca na fábrica Anchieta


O nome foi oficialmente substituído por Fusca em 1983. Em 1984, o modelo ganhou freios a disco na dianteira e passou a ser produzido apenas na versão 1.600 – no ano seguinte receberia versão 1.600 movida a etanol.

A Volkswagen atribui o sucesso do Fusca no Brasil à combinação de baixo custo de aquisição, baixo custo de manutenção e resistência mecânica. A história do modelo no Brasil tem uma particularidade: o retorno da fabricação em 1993, sete anos após sua paralisação, em 1986. A pedido do então presidente da República, Itamar Franco, o carro voltou a ser produzido, em uma versão movida exclusivamente a etanol, e parou de ser fabricado em 1996.

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O Fusca foi o carro mais vendido no Brasil por 24 anos consecutivos, marca que foi superada apenas em 2011, por outro modelo Volkswagen: o Gol. Internacionalmente, o Fusca continuou a ser fabricado no México (onde é conhecido como “Vocho”) até 2003.

A imagem do Fusca foi revivida pela Volkswagen em 1998, com o lançamento do New Beetle. Com linhas inspiradas pela versão original e construído sobre uma plataforma moderna, com tração dianteira e motor com refrigeração líquida, o New Beetle alcançou mais de 1 milhão de unidades vendidas até 2010. O sucessor do New Beetle ganhou no Brasil o nome de Fusca em 2012, e é fabricado com o motor 2.0 TSI de 211 cv e câmbio DSG de dupla embreagem.




Oficina automotiva certificada pelo IQA cita benefícios da qualidade

Oficina Nilson Auto Center, em Tangará da Serra/MT

Oficina Nilson Auto Center, em Tangará da Serra/MT


O IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), organismo acreditado pelo Inmetro, destaca os resultados da oficina Nilson Auto Center, em Tangará da Serra/MT, que é certificada pela entidade. Com mais de 10 anos de mercado, a oficina dobrou a capacidade produtiva em endereço recém-inaugurado, para 970 m².

A oficina foi certificada em 2015 e passou por recente auditoria de acompanhamento, que, segundo o IQA, atestou a oferta de produtos e serviços automotivos com elevada qualidade. “O IQA nos orientou em todo o processo a seguir padrões de excelência, o que gerou diversas melhorias”, diz Nilson Alberto Biaruz, proprietário da empresa, que já notou aumento de demanda no atual endereço.

A entidade ressalta pontos positivos, como a adoção de layout produtivo com ambiente de fácil movimentação, área de atendimento personalizada, área de desmontagem e montagem completa e área de alinhamento com equipamentos de última geração, além de sala de espera VIP com lanchonete e banheiros adaptados.

A oficina ainda dispõe de sistema de filtragem da água contaminada com óleo (decorrente da lavagem de peças), coleta de resíduos realizada por empresas que são credenciadas pelos órgãos ambientais e coleta de água de chuva para reaproveitamento. Além disso, todas as atividades são padronizadas por meio de processos e fluxogramas em cada área.

Segundo Sérgio Fabiano, gerente de Serviços Automotivos do IQA, a evolução da Nilson Auto Center comprova a importância da certificação para o segmento de reparação automotiva. “Oficinas que investem em qualidade possuem todos os requisitos para crescer e desenvolver negócios sustentáveis dos pontos de vista técnico, financeiro e ambiental”, avalia o engenheiro.

Os centros de reparação automotiva interessados em obter certificação podem contatar o IQA por meio do telefone (11) 5091-4545 ou do e-mail negocios@iqa.org.br




Shell premia melhores trocadores de óleo de revendas do país

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A Shell realizou no dia 08 de dezembro, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, a avaliação final da competição “Desafio de Mestres”, que recompensou os melhores trocadores de óleo das revendas de todo o país com uma viagem à capital fluminense. O “Desafio de Mestres” é uma competição anual que, segundo a Shell, tem como objetivo reconhecer os trocadores de óleo que possuem maior interação com a plataforma de incentivo e, consequentemente, estão mais preparados para oferecer um atendimento de qualidade.

Para concorrer aos prêmios, como videogames Xbox, os competidores participaram de um jogo de perguntas e respostas com questões relacionadas à troca de óleo, à tecnologia dos lubrificantes Shell e ao atendimento ao cliente. A ideia é fornecer informações e conhecimento para que os profissionais sejam verdadeiros embaixadores da linha Shell Helix.

Os quatro vencedores foram: Tiago de Souza Schemitc/SC, Arthur Jorge Shiba/SP, Givaldo Silva de Lima/DF e Francisco Geovanni Correia Linard/DF.

“A Shell acredita que essa plataforma é uma maneira de reconhecer os trocadores de óleos de revendas por todo o trabalho realizado durante o ano e também um modo de aperfeiçoar o atendimento e os serviços prestados por esses profissionais”, comenta Sérgio Perez, gerente de Marketing e Pricing para Lubrificantes Shell.




Coluna Alta Roda: SALÃO DO PROTECIONISMO

colunista-fernando-calmonPor Fernando Calmon

Até o próximo domingo, dia 22, o Salão do Automóvel Internacional da América do Norte (nome oficial) terá se transformado em um novo marco, pelo que o presidente do EUA, Donald Trump, quer colocar em prática. Mais conhecido como Salão de Detroit, poderá se tornar uma exposição centrada nos fabricantes americanos, sediados na região, que dominaram no passado a produção mundial de veículos.

O México sofrerá com esta política. Ford foi a primeira a interromper investimentos já em andamento, seguida pela FCA, que informou transferência de linhas de produtos. GM acaba de anunciar investimento de US$ 1 bilhão para criar 1.000 empregos nos EUA. Trump ameaça taxar as exportações mexicanas, apesar do acordo vigente de livre comércio.

Essa reviravolta pode aumentar o protecionismo no momento em que o Brasil admite abrir mais suas fronteiras e se integrar à cadeia mundial de manufatura. Ainda é cedo para analisar desdobramentos. O enfraquecimento industrial do México pode ser bom para o País em médio prazo, embora dispense comemoração. Interessa é progredir pelos próprios meios.

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Chevrolet Tracker teve lançamento para a imprensa brasileira na semana passada em Detroit, sinal dos tempos… O SUV compacto recebeu pequenas alterações de estilo e o mesmo motor 1,5 turboflex do Cruze, bem mais forte que o anterior. Sucessor do Captiva, o Equinox revitalizado estreou no salão e também virá do México. Chegará ainda esse semestre e, como o motor citado será produzido na Argentina, esse concorrente direto do Jeep Compass reúne condições de fabricação local.

Novo EcoSport (apresentado antes no Salão de Los Angeles, em novembro) pôde ser visto de perto, A Ford só no dia 17 liberou fotos do Mustang ano-modelo 2018 (à venda em julho nos EUA), mas não está exposto no salão. Essa versão é a que será exportada para cá no início de 2018, com novo capô 2 cm mais baixo e câmbio automático de 10 marchas (!) para o motor V-8 agora com injeção direta (potência ainda não anunciada).

Detroit também viu estreias mundiais. Destaque para o novo BMW Série 5, aliviado em 68 kg e direção semiautônoma aperfeiçoado para atuar a até 210 km/h. Mercedes-Benz apresentou o Classe E cupê e o retocado GLA que se estenderá ao modelo produzido aqui. Audi destacou o conceito Q8, praticamente pronto, crossover para desafiar BMW X6 e Mercedes GLE Coupé.

Automóvel mais vendido nos EUA, novo Toyota Camry tem frente ousada inspirada nos modelos de luxo Lexus. Volkswagen exibiu o que será a nova Kombi com traços próximos ao definitivo e tração elétrica. Roubaram atenções o sedã de tração traseira Kia Stinger (o melhor trabalho de estilo da marca) e Nissan VMotion indicador da forte guinada no desenho dos futuros sedãs japoneses.

Fato preocupante surgiu no Salão de Detroit, protagonizado pela EPA (Agência de Proteção ao Meio Ambiente, na sigla em inglês). Repetiu a mesma tática utilizada durante o Salão de Frankfurt de 2015 ao denunciar a Volkswagen por utilizar dispositivos ilegais no controle de emissões de motores Diesel. Agora, contra a FCA em picapes e SUVs a diesel. Se a agência usar o mesmo rigor, o impacto na empresa ítalo-americana pode ser incontrolável.

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RODA VIVA

FONTE da Coluna indica que novo hatch Fiat (projeto X6H), substituto de Punto, Bravo e versões superiores do Palio, tem início de produção em março próximo e vendas em abril. Mesma fonte detectou um atraso do sedã (X6S), sucessor do Linea e em parte do Grand Siena: vendas ficariam para 2018. Ambos terão arquitetura mista, do Palio e partes do Punto.

CONDIÇÕES atuais do mercado e limitações financeiras empurram para junho o início de fabricação da nova geração do EcoSport, em Camaçari (BA). SUV compacto, responsável pela onda atual de lançamentos de várias marcas, terá motor 3-cilindros de 1,5 litro, antecipado por esta Coluna. Peugeot e Citroën oferecem essa configuração, mas apenas de 1,2 litro.

UNO SPORTING ganhou vida graças ao motor Firefly 1,3 litro/109 cv. Na verdade, investe mais na aparência ao explorar aplicações da cor vermelha e pormenores como ponteira de escapamento dupla central. Ideal seria acerto de suspensão mais firme, como forma eficaz de melhorar a experiência e destacá-lo dos Uno comuns. Evolução também no câmbio automatizado.

HONDA e SoftBank (proprietário da empresa de chips ARM) trabalham em inteligência artificial para automóveis. Por meio de câmeras e sensores será possível “aprender” reações do motorista. Sistemas autônomos de direção dependerão do recurso para tomar decisões em situações emergenciais.

DESDE que exista sinalização, faróis baixos têm que ser ligados nas estradas durante o dia, sob pena de multa. Carros com iluminação DRL não devem usar faróis, pois estes são menos eficientes em especial nos dias de chuva por refletir no asfalto molhado. Deve-se atentar que assinatura luminosa não é DRL. Tudo resultado de lei desastrada e sem eficácia em países tropicais.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2




Mann-Filter lança filtro de ar do motor para veículos Ford

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A Mann-Filter coloca no mercado brasileiro de reposição o filtro de ar do motor com aplicação em veículos da Ford, atendendo aos modelos Novo Ka, New Fiesta e EcoSport. O filtro de código C 17 021 substitui o produto C 17 006.

Especificações
PRODUTO: C 17 021 – Elemento Filtrante do Ar
APLICAÇÃO: Ecosport 1.6 16V Flex Sigma (08/12-); New Fiesta 1.5 16V Sigma (07/13-); 1.6 16V Sigma Flex (07/10-); 1.6 8V SE Zetec Rocam Flex (01/11-); Novo KA 1.0 12V SE Plus (11/14-); 1.5 16V Sigma Novo Ka (SE/SE Plus/ SEL) (11/14-)




SENAI-Ipiranga forma quinta turma de curso superior na área automotiva

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Nesta quarta-feira, 18/01, a escola SENAI “Conde José Vicente de Azevedo”, localizada no bairro do Ipiranga em São Paulo/SP, promoveu a cerimônia de formatura de seus alunos do 2º semestre de 2016. Foram entregues os diplomas a duas turmas do Curso de Aprendizagem Industrial e seis do Curso Técnico, ambas as modalidades com turmas de mecânica automotiva e eletroeletrônica.

Na mesma cerimônia, o SENAI formou a quinta turma do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Automotivos. Segundo o diretor do SENAI-Ipiranga, Fábio Rocha, já são mais de 150 alunos formados pelo curso de 3º grau especializado no setor ministrado na unidade paulistana. O paraninfo das turmas foi o vice-presidente da divisão Automotive Aftermarket da Bosch, Delfim Calixto.




Lexus faz recall do airbag no modelo IS 300 2012

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A Lexus do Brasil começa o recall de 26 unidades do modelo IS 300, produzidas entre fevereiro e setembro de 2012. Segundo a fabricante, foi constatado que o deflagrador do airbag do passageiro dianteiro pode ter problemas com a degradação de um componente químico, após longos períodos de exposição do veículo a altas temperaturas e umidade do ar.

Essa degradação do componente químico contido no deflagrador, explica a Lexus, torna o airbag mais suscetível de romper-se inadequadamente, no caso de colisão do veículo, o que pode provocar a dispersão de fragmentos de metal da carcaça do deflagrador, juntamente com a bolsa do airbag.

A campanha consistirá em duas etapas. A primeira começa nesta quinta-feira, 19 de janeiro de 2017, para a desativação do airbag do lado do passageiro dianteiro e a fixação de etiqueta adesiva no painel do veículo, por meio da qual o consumidor será alertado sobre a desativação temporária do airbag do lado do passageiro. A 2ª etapa, com início em 03 de abril de 2017, fará a substituição do deflagrador, com a reativação do airbag do lado do passageiro e a remoção da etiqueta de alerta.

Confira os números de chassi envolvidos no recall:
Modelo: Lexus IS 300
Data de fabricação: 15/02/2012 a 14/09/2012
Chassis envolvidos
Código alfanumérico: JTHBG2626*
Últimos 8 dígitos do chassi: C5002916-C5003137 e D5003141-D5003379