Lançamentos: Ka Trail, o aventureiro urbano da Ford



Carro compacto recebe novas suspensões, calibração no ABS e direção elétrica. Além disso, ganhou novo visual para reforçar o apelo aventureiro

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


No final de março, a Ford mostrou para a imprensa especializada brasileira, no Guarujá/SP, o Ka Trail.

O modelo compacto fabricado em Camaçari/BA recebeu um novo conjunto de suspensões. A altura do solo foi ampliada em 31 mm. Para isso, as molas, amortecedores dianteiros, traseiros e batentes são novos. Os pneus são Pirelli Scorpion ATR 185/65 R15 de uso misto.

Outra modificação feita em relação ao Ka convencional ocorreu na barra estabilizadora dianteira, ela ficou maior. O eixo traseiro é mais rígido e os coxins do motor receberam amortecimento hidráulico. Os amortecedores cresceram em tamanho e carga, já os freios ABS e a direção elétrica foram recalibrados.



Com estas alterações, amortecedores e molas do Ka convencional encaixam no Trail, porém, se utilizados, comprometem a estabilidade do carro.



Com preço sugerido de R$ 47.690, o Ka Trail é oferecido com motor 3 cilindros 1.0L TiVCT Flex, o qual entrega 80 cv (G)/ 85 cv (E) de 6.300 até 6.500 rpm. Seu torque é de 10,2 kgfm a 3.500 rpm (G)/ 10,7 kgfm a 4.500 rpm (E).

O propulsor mais forte é o 1.5L Sigma Flex, o qual custa R$ 51.990. Sua potência é de 110 cv (E)/105 cv (G) a 5.500 rpm e torque de 14,9 kgfm (E)/14,6 kgfm (G) a 4.250 rpm.



Visual aventureiro
O Ka Trail vem com faixas esportivas nas laterais e traseira, rack decorativo no teto, molduras nas caixas de rodas, faróis de neblina, maçanetas e retrovisores na cor cinza Londres, apliques nos para-choques e lanternas traseiras fumê. O interior tem bancos especiais de couro sintético e tecido, pedais de alumínio, soleiras e tapetes personalizados. É disponível nas cores sólidas: vermelho arpoador, preto ebony e branco ártico, e na metálica prata dublin.



Itens de série
O Ka Trail, aventureiro urbano compacto da Ford vem de série com ar-condicionado, direção elétrica, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros, abertura elétrica do porta-malas e direção com ajuste de altura. Tem também som MyConnection com comando de voz e Bluetooth, compartimento para o celular no painel MyFord Dock, banco traseiro bipartido (60/40), cinto de segurança de três pontos e apoio de cabeça para os cinco ocupantes.





Lançamento: Toyota lança linha Corolla 2018



Novo visual, acabamento interno, controle de estabilidade e recalibragem das suspensões são algumas das novidades do sedã médio que completa 50 anos

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


Dia 17/03, em São Paulo/SP, a Toyota apresentou a linha 2018 de seu produto mais famoso no mundo o Corolla. A fabricante comemora 50 anos de produção do sedã. Esta geração teve o visual renovado, tanto na dianteira como traseira. O conjunto de faróis e grade foram re-estilizados, ficaram mais afilados. Os cantos do para-choque ganharam vincos aprofundados.

Corolla Altis


Os faróis de halogênio estão nas versões GLi e XEi, os de LED, com nivelamento automático, nas opções XRS e Altis. As lanternas com luzes diurnas (DRL –Daytime Running Lights) estão disponíveis a partir da versão XEi, e todas contam com lanternas dianteiras com luz de posicionamento em LED.



Na traseira, as mudanças se concentram nas lanternas, que agora são de LED em toda a linha e com nova disposição das luzes. As luzes traseira, de freio e de neblina estão na parte inferior, onde aparece uma barra cromada mais fina. As luzes de ré e de seta são em tom escurecido.



A lateral utiliza linha de cintura mais elevada e uniforme. A partir da versão XEi, o Corolla tem antena no estilo shark fin (barbatana de tubarão) e rodas de liga leve de 17”.

Por isso os amortecedores e molas receberam novas cargas o que deixou a suspensão mais macia. Isso significa que não compartilha estas peças com os modelos fabricados anteriormente.



Interior com nova central multimídia
Em todas as versões, o painel do Corolla 2018 mantém o tema horizontal. Desde a versão de entrada GLi, o acabamento tem partes revestidas de couro na cor preta, como no volante e detalhes da manopla de transmissão, e cinza, na parte anterior dos bancos dianteiros e traseiros.



As versões GLi Upper e XEi possuem acabamento em couro na cor cinza. A esportiva XRS, em couro exclusivo na cor preta e a topo de linha Altis, na nova cor linho claro.

A partir da XEi, todas têm acabamento cromado nos difusores do ar-condicionado, que ganharam formato arredondado. Além destes itens, o botão da alavanca do freio de estacionamento e as maçanetas das quatro portas do Corolla Altis também são cromados.

Os dois tipos de painel de instrumentos disponíveis no Corolla receberam alterações gráficas. Na versão GLi, a zona de informação é composta por um grande círculo central que indica a velocidade, ladeado por dois menores: conta-giros à esquerda, e indicador de combustível e temperatura à direita. Um display de cristal líquido, localizado abaixo do mostrador de velocidade, reúne as informações do computador de bordo.



Nas versões XEi, XRS e Altis, o painel de instrumentos mostra dois grandes círculos em suas extremidades: o esquerdo reúne o conta-giros e o termômetro do motor; o direito, o velocímetro e o indicador de combustível. No centro uma tela de TFT de 4,2”, agora colorida, exibe diversas informações sobre a condução, em projeção tridimensional.

O sistema multimídia Toyota Play ganhou tela de LCD de 7” sensível ao toque. A iluminação clear blue é comum a todas as versões, para os indicadores de velocidade e rotação do motor no painel de instrumentos, sistema de áudio, relógio e ar-condicionado, quando o farol está acionado. A intensidade da luz pode ser regulada conforme a preferência do motorista.

No Corolla GLi, os comandos do ar-condicionado são manuais, e o sistema de som, com conexão Bluetooth e entradas auxiliares tipo USB, para iPod e similares.

Corolla XRS 2018


A versão esportiva XRS tem aerofólio traseiro, saias esportivas (frontal, lateral e traseira), ponteira do escapamento cromado e o emblema XRS no canto inferior direito da tampa do porta-malas.



Mesma motorização e controle de estabilidade
Oferecido com motor 1.8L 144 cv (E)/139 cv (G) a 6000 rpm. O torque máximo é de 18,6 kgfm (E)/17,7 kgfm (G) a 4.800 rpm. E 2.0L com 154cv (E)/143 cv (G) a 5.800 rpm, o qual entrega 20,7 kgfm (E) a 4.800 rpm/19,4 kgfm (G) a 4000 rpm. Ambos utilizam Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas e corrente sincronizadora.

Todas as versões passam a contar com o Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Controle Eletrônico de Tração (TRC) e Assistente de Subida (HAC). Além disso, os dois airbags do tipo cortina, antes disponíveis apenas na Altis, tornaram-se itens de série em todas as versões. No total são 7 airbags, dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho para o motorista.



O câmbio manual de 6 marchas é oferecido na opção 1.8L e o automático CVT que simula 7 marchas nas opções 2.0L.

Corolla XEi


Os preços sugeridos da linha Corolla 2018 são:

Toyota Corolla 2018 1.8L GLi manual: R$ 69.690,00
Toyota Corolla 2018 1.8L GLi Multi-Drive: R$ 69.990,00
Toyota Corolla 2018 1.8L GLi Upper Multi-Drive: R$ 90.990,00
Toyota Corolla 2018 2.0L XEi Multi-Drive: R$ 99.990,00
Toyota Corolla 2018 2.0L XRS Multi-Drive: R$ 108.990,00
Toyota Corolla 2018 2.0L Altis Multi-Drive: R$ 114.990,00




Lançamento: Nissan Frontier recebe novo motor e câmbio



Propulsor menor com dois turbos, transmissão automática de 7 velocidades e suspensão traseira multilink são algumas das novidades incorporadas a picape média

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


Em Tuiuti/SP, dia 17/03, a Nissan mostrou para a imprensa brasileira a nova Frontier 2017. O propulsor movido a diesel passou por processo de downsizing. Deixou a configuração 2.5L e passou para 2.3L, ainda ganhou sistema biturbo. Eles atuam em regimes de rotação diferentes para permitir progressividade a aceleração. A cavalaria continua a mesma 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque. A pressão do óleo é otimizada por conta do controle elétrico, ele reduz possíveis perdas causadas por fricção.



O sincronismo é feito por corrente ao invés de correia. Traz ainda como novidade um botão que permite a regeneração do filtro particulado de diesel (DPF). Ele trabalha com a nova transmissão automática de sete velocidades.

Segundo a fabricante é 10 quilos mais leve e silencioso que o da geração anterior.



Nova suspensão traseira e chassi
O sistema de suspensão é robusto, na dianteira braço duplo com barra estabilizadora. Na parte traseira o feixe de molas foi substituído por braços Multilink, molas helicoidais, eixo rígido e barra estabilizadora. Ele foi elevado em relação a versão anterior.

A fabricante japonesa desenvolveu um novo chassi para a picape média. Segundo divulgado é mais leve e reforçado, de alta resistência, projetado para suportar uso intenso.



Moldado em uma peça de aço reforçado para aumentar a durabilidade, é quatro vezes mais resistente que o da geração anterior graças às mudanças estruturais. Com 8 barras transversais, o chassi conta com um outro sobreposto por dentro com soldas contínuas, solução chamada de “Duplo C”. O processo foi feito para melhorar a rigidez da carroceria e evitar danos causados por fontes externas e deixar mais resistente às tensões de torção normais para veículos deste segmento.



Nissan Frontier com novo visual
A Nissan Frontier 2017 traz design exterior novo, com aparência “musculosa”, as laterais do capô são mais altas. A assinatura da marca aparece em itens como a grade “V Motion” e os faróis em formato de bumerangue. Tem 5,25 m de comprimento, 1,75 m de altura e 1,85 m de largura total.



Interior ampliado e renovado
Em relação à geração anterior da Nissan Frontier, a altura do interior da cabine aumentou (874 milímetros), especialmente na segunda fila de bancos, e o espaço entre a cabeça e o teto cresceu, assim como a largura para os ombros.

Os bancos dianteiros trazem a tecnologia “Gravidade Zero”, desenvolvidos para evitar fadiga em longas distâncias, graças à posição do encosto, que distribui o peso de forma otimizada e equilibrada. Os assentos traseiros são dobráveis, oferece fácil acesso à parte inferior para acomodar ferramentas e o macaco para trocar as rodas. Outro conforto é o aquecimento em dois níveis de intensidade dos bancos de couro do motorista e do passageiro.



O painel de instrumentos com a tecnologia TFT (Thin Film Transitor) traz diversas funções. Além de poder visualizar as informações do tacômetro, por meio dos comandos localizados no volante, o motorista pode navegar entre 9 telas disponíveis, que mostram as informações de funções como computador de bordo, configurações do sistema de áudio e detalhes sobre economia de combustível. Eles também permitem a configuração do controle do chassi e dos sistemas de assistência ao motorista.

São três tomadas de 12V, entradas auxiliares USB, conexão para iPod, Bluetooth, cinco suportes para copos e onze compartimentos para acomodar objetos. Além disso, conta com confortos extras como cinco ajustes elétricos do banco do motorista (para frente, para trás, inclinação, ângulo e altura do assento e lombar) e ar-condicionado digital de duas zonas com saídas traseiras.



O sistema multimídia Nissan Multi-App, traz o conceito dos tablets para dentro do carro, em uma tela de 6,2 polegadas. Opera de forma independente, não necessita do espelhamento de um smartphone para levar os itens do aparelho para o carro.

Oferece a possibilidade de baixar aplicativos e transferir arquivos digitais de música e fotografia por conta dos 2 Gb (8 Gb built-in) de espaço disponíveis.

É possível acessar a internet (por meio da contratação do serviço à parte ou via smartphone como roteador), conectar o celular para atender ligações por viva-voz (via Bluetooth), ouvir música por meio da conexão com iPod, streaming, rádio ou arquivos digitais de mp3, tocar CDs e DVDs, ler arquivos em pendrives, cartão de memória (SD Card), além de visualizar fotos e vídeos, navegador por GPS, mostra as imagens da câmera de ré, rádio AM/FM, entre outras.



Tecnologias de segurança e auxilio ao motorista
A Nissan Frontier 2017 chega com equipamentos como o Controle Inteligente de Descida (HDC) e o Sistema Inteligente de Partida em Rampa (HSA). Ambos atuam automaticamente nos freios do veículo para controlar o carro em descidas íngremes e saídas da imobilidade em aclives. Além disso, a picape vem de série com sensor de estacionamento, luzes diurnas (DRL) nos faróis de LED e luz de freio de LED (CHMSL).

O sistema de ABS com assistência de frenagem (BA) garante a variação da força de frenagem para evitar a falta de aderência dos pneus ao chão, enquanto o controle eletrônico de frenagem (EBD) determina quanta força deve ser aplicada a cada roda para parar o veículo a uma distância segura e sem perder o controle. Além disso, o BA é capaz de detectar quando o motorista enfrenta uma situação de emergência e, se necessário, alcançar a máxima intensidade para garantir a segurança.

Conta ainda com o Vehicle Dinamic Control (VDC), que reúne os controles eletrônicos de estabilidade e de tração, áreas de deformação programada em caso de impacto, airbags frontais, cintos de segurança de três pontos, trava de segurança para crianças nas portas traseiras e alarme com imobilizador.



A tração utiliza sistema Shift On The Fly que evoluiu. Com opções de tração integral e reduzida, é acionado ao girar uma manopla no painel com o carro em movimento até 100 km/h (antes era até 80 km/h), em qualquer tipo de terreno.

A nova Nissan Frontier importada do México tem preço sugerido de R$ 166.700.




Lançamento: Renault Captur, o novo utilitário esportivo fabricado no Brasil

SUV chega com duas opções de motor e câmbio. As suspensões foram trabalhadas para o terreno brasileiro. O desenho da carroceria segue as linhas adotadas na Europa

Texto: Edison Ragassi

Fotos: Divulgação

A imprensa especializada brasileira conheceu em São Paulo, dia 15/02, o SUV Renault Captur. O utilitário esportivo é oferecido com o novo motor 1.6 16v SCe (Smart Control Efficiency). Este propulsor  chegou ao mercado em dezembro do ano passado.

Ele utiliza soluções como corrente sincronizadora, duplo comando de válvulas variável na admissão, os injetores são posicionados no cabeçote. Os anéis de pistão, tuchos e polias variáveis (VVT) são revestidos de PVD (Physical Vapor Deposition), que reduz atrito e desgaste do motor, além de contribuir para uma melhor eficiência energética. Sua potência é de 120 cv (E)/ 118 cv a 5.500 rpm (G). O torque é de 16,2 kgfm (G/E) a 4.000 rpm. Completa o trem de força, o câmbio manual de 5 marchas.

 

Já o mais potente utiliza motor 2.0 16v de 148 cv a 5.750 rpm quando abastecido com etanol e 143 cv a 5.750 rpm ao utilizar gasolina. Entrega torque de 20,9 kgfm (E)/ 20,2 kgfm (G) a 4.000 rpm.

 

Suspensões calibradas para o terreno brasileiro

As suspensões foram desenvolvidas para o terreno brasileiro. Na dianteira é tipo McPherson, com triângulos inferiores. A traseira é semi-independente com barra estabilizadora. As molas são helicoidais e os amortecedores hidráulicos telescópicos.

 

Freios e sistemas de auxilio ao motorista

O sistema de freios do Renault Captur é composto por dois circuitos em “X”, de acionamento hidráulico, com discos ventilados de 269 mm de diâmetro na dianteira e freios traseiros com tambores de 229 mm de diâmetro. E a direção com assistência eletro-hidráulica, o diâmetro de giro é de 10,7 m.

 

Traz de série o controle eletrônico de estabilidade (ESP), sistema que garante maior segurança nas curvas ao corrigir movimentos que podem fazer o veículo sair da trajetória normal. Há ainda o controle eletrônico de tração (ASR), que proporciona maior aderência em diferentes tipos de superfícies. Freios ABS, auxílio de frenagem de emergência (AFU) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD). Assistência de partida em rampas (HSA) é acionada quando o carro se encontra em uma inclinação superior a 3°. Este sistema freia o carro por até 2 segundos e auxilia a arrancada em ladeiras.

 

Outra novidade que o Renault Captur traz são as luzes de conversão chamadas de Cornering Lights, que são integradas aos faróis de neblina dianteiros. Elas são acionadas automaticamente ao girar o volante. O SUV Renault Captur traz de série em todas as versões quatro airbags (dois frontais e dois laterais) e sistema de fixação ISOFIX para duas cadeirinhas infantis no banco traseiro. Ainda tem câmera de ré e os sensores de estacionamento traseiros.

Desenho da carroceria com a nova identidade global

As linhas do Captur seguem a nova identidade visual da Renault e são assinadas pelo Technocentre da Renault, na França, em parceria com o Renault Design América Latina (RDAL).

 

Na dianteira, as luzes diurnas de LED, no formato de “C” ao redor dos faróis de neblina, que alongam a grade inferior. Os faróis invadem as laterais, enquanto que o capô tem dois vincos bem marcados.

 

A lateral traz um grafismo cromado na parte inferior das portas, acompanha a linha de cintura elevada. As rodas de 17’’, disponíveis com dois desenhos, integram o conjunto.

 

Na parte traseira, as lanternas são de LEDS, ponteira do escapamento cromada e um friso cromado abaixo do porta-malas que percorre quase toda a extensão do para-choque.

 

Interior requintado

Para o Captur a Renault preparou um novo quadro de instrumentos. O velocímetro é digital, os displays são em formato de meia-lua de cada lado. O computador de bordo digital está logo acima do conjunto. Dependendo da versão, o interior pode receber acabamento em dois tons.

 

O MEDIA Nav é disponível em todas as versões. De forma intuitiva e com no máximo 4 cliques, o consumidor acessa e configura qualquer funcionalidade da central multimídia, através da tela touchscreen de 7”, que possui: GPS integrado, Bluetooth, câmera de ré, eco-scoring e eco-coaching. Comando satélite que possibilita ao motorista acessar tudo sem tirar as mãos do volante.

O SUV traz chave cartão que possibilita a ignição com a presença do cartão no interior do veículo. Já a abertura e o travamento das portas e do porta-malas acontecem por aproximação ou afastamento, sem necessidade de tocar no cartão. Toda a gama inclui de série o controle de velocidade de cruzeiro (cruise control), que atua conjuntamente com o limitador de velocidade.

 

O sensor crepuscular é um sistema inteligente que capta a luminosidade do ambiente e acende as luzes automaticamente conforme a necessidade. Além disso, o sensor de chuva ativa o limpador de para-brisas caso seja necessário.

 

Os retrovisores laterais são rebatíveis eletricamente e o modelo oferece apoio de braço para o condutor (na versão Intense), ar-condicionado automático, velocímetro digital e vidros elétricos nas quatro portas.

 

Outra diferença para os concorrentes é pintura em biton, são oferecidas 13 combinações de cores, das quais, 9 combinações em biton. O teto pode ser preto ou marfim. E a carroceria preta, branca, marrom, laranja, marfim, vermelha, prata ou cinza.

O novo Renault Captur é fabricado na unidade produtiva de São José dos Pinhais/PR e tem preço sugerido de R$ 78.900 (versão Zen 1.6 manual) e R$ 88.490 (versão Intense automática). Ainda este ano será lançado o modelo com câmbio automático CVT.

 

Ficha técnica Renault Captur

Motor

1.6 SCe/ 2.0L

Posição: Dianteiro, transversal

Número de cilindros: 4 em linha

Numero de válvulas: 16

Cilindrada

1.6 SCe: 1.597 cm³

2.0L: 1.998 cm³

Potência

1.6 SCe: 118 cv (G) / 120 cv (E) a 5.500 rpm

2.0L: 143 cv (G) / 148 cv (E) a 5.750 rpm

Torque

1.6 SCe: 16,2 kgfm  (G) / 16,2 kgfmf (E) a 4.000 rpm

2.0L: 20,2 kgfm (G) / 20,9 kgfm  (E) a 4.000 rpm

Câmbio

1.6 SCe: Manual 5 marchas

2.0L: Automático 4 marchas

 

Suspensão

Dianteira: McPherson, triângulos inferiores, amortecedores hidráulicos telescópicos e molas helicoidais Traseira: semi-independente com barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais

 

Direção

Assistência Eletro-hidráulica

 

Rodas e pneus

 

Rodas: Alumínio

 

Pneus: 215/60 R17

 

Freios

1.6 SCe: Dois circuitos em “X”, de acionamento hidráulico, com discos ventilados de 269  mm de diâmetro na dianteira e freios traseiros com tambores de 229 mm de diâmetro

 

2.0L: Dois circuitos em “X”, de acionamento hidráulico, com discos ventilados de 280 mm de diâmetro na dianteira e freios traseiros com tambores de 229 mm de diâmetro

 

Dimensões

Comprimento: 4.329 mm

 

Largura: 1.813 mm

 

Altura: 1.619 mm

 

Distância entre-eixos: 2.673 mm

 

Porta-malas: 437 litros

 

Tanque: 50 litros




Lançamento: Chevrolet Cruze Sport 6 com motor turbo

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Hatch médio tem visual aprimorado para diferenciar-se do sedã. As calibrações de suspensões também são especificas para reforçar a esportividade do modelo

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


Dia 09/12 a General Motors mostrou para a imprensa especializada brasileira o Chevrolet Cruze Sport6, a versão hatch do sedã lançado no mês de junho.

O hatch médio utiliza o mesmo propulsor Ecotec 1.4L turbo flex do irmão sedã, ele é montado com bloco e cárter de alumínio e comando de válvulas variável. O cabeçote possui coletor de escape integrado. Utiliza ainda injeção direta, controle eletrônico de aceleração (ETC), turbo compressor e sistema Stop/Start.

Entrega potência de 150 cv (G) a 5.600 rpm /153 cv (E) a 5.200 rpm. O torque é de 24 kgm (G) a 2.100 rpm/ 24,5 kgfm (E) a 2.000 rpm.

Segundo dados de eficiência energética do Inmetro recebeu nota A. Consome 11,3 km/L de gasolina na cidade e 13,6 km/L na rodovia. Abastecido com etanol chega a 7,6 km/L e 9,3 km/l, respectivamente. Na média, é cerca de 30% mais econômico que o modelo de geração anterior, equipado com o propulsor 1.8L aspirado.

Completa o trem de força a transmissão automática de 6 velocidades com Active Select para trocas manuais.

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A suspensão dianteira é do tipo independente McPherson, com barra estabilizadora ligada a hastes tensoras e molas helicoidais com carga lateral. Na traseira é do tipo eixo de torção, semi-independente e molas helicoidais. Elas têm ajustes diferentes dos utilizados no sedã, pois a marca privilegiou a condução esportiva, o que significa que eles não compartilham estas peças na reposição. A calibração da direção elétrica também é exclusiva.

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Mudanças visuais e dimensões Cruze Sport6
Na dianteira o Cruze hatch traz faróis e grade superior integrados com entradas de ar bipartidas. O para-choque dianteiro é de estilo “RS” norte-americano, com aletas exclusivas, faróis auxiliares horizontais e spoiler integrado à base pintado em preto fosco.

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A traseira é alta, com lanternas que lembram as do Camaro, pela disposição das lâmpadas e assinatura luminosa que criam à noite, ela é 217 mm mais curta que a do sedã. O para-choque tem acabamento exclusivo e elementos inspirados no da versão “RS”. Traz defletores nas extremidades, moldura fosca e saída de escape alargada.

Na parte superior da tampa do porta-malas um aerofólio que integra a terceira luz de freio.

As laterais são marcadas pela curvatura do teto que vai do para-brisa até os pilares posteriores. As rodas de alumínio aro 17 com raios em forma de “Y” completam o conjunto.

No total, o Cruze Sport6 mede 4.448 mm de comprimento, a largura é de 1.807 mm, para uma distância entre os eixos de 2.700 mm. A capacidade do porta-malas é de 290 litros e o tanque de combustível recebe até 52 litros.

Cruze Sport 6, versões equipamentos e preço sugerido
O interior do hatch médio Chevrolet teve os painéis de instrumentos e das portas redesenhados, os consoles com porta-objetos foram redistribuídos. Permanece o conceito “dual-cockpit” que separa a área do painel destinada ao motorista e ao passageiro. No volante há regulagem de altura e profundidade. Ele é multifuncional, agrupa teclas na parte dianteira e traseira.

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O quadro de instrumentos traz os principais dados do veículo e vem com um computador de bordo de última geração.

A versão LT tem preço sugerido de R$ 89.990. Ele traz de série o controle eletrônico de tração e de estabilidade, freios ABS com EBD (distribuição da força de frenagem) e PBA (frenagem de emergência), direção elétrica progressiva, luz de condução diurna, controle de cruzeiro, abertura e fechamento dos vidros por controle remoto, tomada de 12V também para os ocupantes traseiros, revestimento premium dos bancos, OnStar, air bags frontais e laterais, cintos de segurança de três pontos e sistema isofix de fixação de cadeirinha infantil. Assistente de partida em rampas, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, sistema de áudio de alta definição, multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay.

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A opção topo de linha LTZ custa R$ 110.990, tem a mais o teto solar, airbags de cortina, faróis com regulagem de altura, luz de condução diurna em LED, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, sensor de chuva, sensor crepuscular, abertura das portas por sensor de aproximação na chave, partida por botão no painel, acionamento da ignição por controle remoto, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, multimídia MyLink tela de 8” com GPS integrado e mapas 3D, acabamento da grade e das maçanetas externas em cromo, rodas com acabamento escurecido.

O modelo pode vir equipado opcionalmente com os seguintes itens:

– Assistente de permanência na faixa
– Alerta de colisão frontal
– Alerta de ponto cego
– Sistema de estacionamento semiautomático
– Farol alto inteligente
– Carregador de celular sem fio
– Banco do motorista com ajustes elétricos
– Monitoramento da distância do veículo à frente.

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A expectativa da Chevrolet é alcançar a liderança do segmento dos hatches médios.




Lançamento: Fiat Toro motor 2.4 Flex Tigershark

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FCA incluiu no mix de produtos a picape Toro com propulsor 2.4 Tigershark Multiair. A versão Freedom da picape lançada em 2016 ainda conta com a transmissão automática de 9 velocidades e direção com assistência elétrica

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


A Fiat mostrou para a imprensa especializada em São Paulo a picape Toro Freedom com motor 2.4 Flex Tigershark Multiair Flex 16v e transmissão automática AT9 com direção de assistência elétrica progressiva. Sua potência é de 186 cv (E)/ 174 cv (G) a 6.400 rpm e torque de 24,9 kgfm (E)/ 23,5 kgfm (G).

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O nome Tigershark é uma homenagem ao Tubarão Tigre e também a um avião caça-bombardeiro americano.

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Apesar de ser um projeto global da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), o propulsor passou por desenvolvimento especifico para o Brasil, por causa do sistema Flex. É inteiramente em alumínio, inclusive o bloco, os quatro pistões de altura reduzida contam com pinos flutuantes, além de revestimento especial (Diamond-Like Carbon).

Estes pistões se ligam a um virabrequim forjado, de maior resistência e durabilidade. Segundo a fabricante, todos os componentes internos deste motor foram especialmente projetados para trabalhar com o Start/Stop que, com múltiplas partidas no trânsito urbano, exige mais das especificações do motor.

Vários outros componentes foram aperfeiçoados, tanto para diminuir consumo como para aumentar rendimento do motor. Utiliza o sistema MultiAir2, responsável por variar o tempo e abertura das válvulas de admissão por um sistema eletro-hidráulico (comandado pelo gerenciamento eletrônico do motor). Ele melhora a eficiência da queima do combustível e reduz as emissões de escape.

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Componentes e tecnologias do motor Tigershark
• Bobinas de ignição aplicadas diretamente nas velas, que tem eletrodos de platina e irídio
• Ventilador do radiador e bomba de combustível, que contam com gerenciamento eletrônico tipo PWM
• Alternador inteligente, que aproveita momentos de desaceleração ou frenagem do veículo para recarregar a bateria com mais intensidade e economizar combustível
• Comando de válvulas acionado por corrente metálica, a qual não necessita de reposição
• Correia de acessórios com tensionador automático
• HCSS (Heated Cold Start System), desenvolvido pela Magnetti Marelli que dispensa o reservatório de gasolina suplementar para partida a frio em um sistema flex.
• Start/Stop que desliga o motor de forma instantânea quando o carro se encontra parado e volta a ligá-lo automaticamente quando o motorista aciona novamente o acelerador
• Tecla Sport localizada no centro do painel, ela muda o mapa de calibração do motor, deixa a picape mais ágil e com um comportamento mais esportivo.

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Suspensões e freios Fiat Toro motor Tigershark
A picape Toro utiliza suspensão dianteira tipo McPherson com rodas independentes, braços oscilantes em aço estampado fixados ao subchassis e barra estabilizadora. Na traseira ela é independente Multi-link com links transversais e longitudinais e barra estabilizadora. Os amortecedores são hidráulicos, telescópicos de duplo efeito e as molas helicoidais.

Os freios são a disco ventilado (Ø de 305 mm) com pinça flutuante na dianteira e a tambor (Ø de 254 mm) com sapata autocentrante e regulagem automática de jogo na traseira.

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Preço sugerido e itens de série
A picape Fiat Toro Freedom com motor 2.4 Tigershark tem preço sugerido de R$98.730. Entre os itens de série traz:

ASR (Controle de Tração)
Abertura elétrica bocal de abastecimento
Alarme antifurto
Alertas de limite de velocidade e manutenção programada
Alça de segurança traseira com luz de leitura incorporada
Três apoios de cabeça traseiros
Ar-condicionado
Banco do motorista com regulagem de altura
Bolsa porta-objetos nas portas e porta-copo na lateral traseira
ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade)
Hill Holder (sistema ativo freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subida)
HSD (High Safety Drive) – Airbag duplo (motorista e passageiro) e Freios ABS com EBD
Gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix)
Ganchos para amarração de carga na caçamba
Lanterna traseira a LED
My Car Fiat (personaliza várias funções do carro)
Para-choque dianteiro com pintura parcial na cor do veículo
Para-choque traseiro com soleira cromada
Piloto automático com controlador de velocidade
Porta-escadas
Porta-luvas iluminado
Porta-óculos
Quadro de instrumentos 3,5″ com relógio digital, calendário e indicador de temperatura externa multifuncional em TFT, personalizavel
Radio Connect (RDS, entrada USB/AUX (no console central), Viva-voz Bluetooth e função Audio Streaming)
Retrovisores externos com comando manual
Retrovisores externos com luzes indicadoras de direção integradas
Retrovisores externos elétricos com memoria (Tilt down /rebatimento / luz de conforto)
Revestimento de caçamba
Revestimento externo na coluna central das portas
Rodas de aço estampado 6.5 x 16″ (Super Spoke) + Pneus 215/65 R16
Sensor de estacionamento traseiro
Travas elétricas (Travamento automático a 20 km/h, indicador de portas abertas, luz interna com temporizador e tampa do combustível)
Vidros climatizados verdes
Vidros elétricos dianterios e traseiros com one touch e antiesmagamento lado mororista
Volante EAS – Energy Absorbing System
Volante com alavancas de seleção das marchas tipo borboleta
dTPMS (Sensor de pressão dos pneus).




Lançamentos: Mobi com motor 3 cilindros

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Subcompacto da Fiat ganha versão Drive, ela é equipada com o novo propulsor Firefly 1.0 três cilindros que entrega 77 cv de potência

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


Dia 23/11, em Tuiuti (SP), a FCA-Fiat Chrysler Automóveis apresentou o Mobi Drive. Ele é equipado com o novo propulsor 1.0 de 3 cilindros 6 válvulas Firefly montado em bloco de alumínio. Entrega potência de 72 cv a 6.000 rpm (G)/ 77 cv a 6.250 rpm (E) e torque de 10,4 kgfm (G)/ 10,9 kgfm (E) a 3.250 rpm, o mesmo utilizado no novo Uno.

Motor 1.0 Firefly de três cilindros

Motor 1.0 Firefly de três cilindros


Trata-se de um propulsor global do Grupo FCA- Fiat Chrysler Automóveis, nele a câmara de combustão foi redesenhada. Utiliza taxa de compressão alta (13,2:1), corrente de comando e óleo do motor de baixa viscosidade (0W20).

As válvulas de admissão são responsáveis, em parte, pela aspiração da mistura ar-combustível para dentro dos cilindros, enquanto as válvulas de escape auxiliam a expulsão dos gases resultantes da combustão. A quantidade de válvulas não é a única determinante para o fluxo dos gases. Outros fatores influenciam esta dinâmica, como o desenho e o formato dos dutos de admissão e escapamento e a configuração do comando de válvulas.

O conjunto valvetrain, que consome menos energia por contar com menos elementos, se beneficia do sistema de roller finger. O dispositivo adota um rolamento exatamente na posição de maior atrito do conjunto, ou seja, no ponto de contato com o came (ressalto do eixo de comando). Esta solução reduz a perda de energia e, com menos força para se movimentar internamente, mais potência e torque sobram às rodas do veículo. E isto também se converte em redução de consumo e menos emissões.

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O sistema de ignição Top Coil possui uma bobina por cilindro, elas são dedicadas e operam com energia de 70 mJ. As velas de ignição utilizam eletrodo composto por liga de irídio com eletrodos mais finos e pontiagudos.

A movimentação dos pistões e virabrequim foi otimizada. Tradicionalmente, a linha central dos pistões de um motor fica alinhada com o centro do eixo do virabrequim. Isso faz com que o ângulo entre a biela e a parede do cilindro seja igual, tanto na expansão, quando é aplicada uma grande força na cabeça do pistão depois da queima da mistura ar/combustível, quando esta força é bem menor. Para diminuir o atrito entre pistão e cilindro, ele possui um offset de 10 mm entre o eixo do virabrequim e o centro dos pistões. Este deslocamento reduz o atrito do conjunto, o que resulta em mais energia final.

A bomba de óleo é de deslocamento variável e altera o fluxo de acordo com a necessidade do motor para demandar menos potência e reduzir consumo e emissões.

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O propulsor utiliza comando de válvulas roletado e o CVCP (Continuously Variable Cam Phaser – variador contínuo do comando de válvulas).

A vareta de óleo é integrada à tampa e passa por dentro do motor, o que evita vazamentos de óleo e facilita a manutenção. Além disto, o filtro de óleo é posicionado embaixo do carro, protegido entre o cárter e o suporte do compressor do ar-condicionado para facilitar a troca.

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Mobi Drive, preço sugerido e itens de série
Com preço sugerido de R$ 39.870 ele é equipado de série com direção elétrica, a qual traz a função City, ativada por meio de um botão no painel. Ela reduz a necessidade de esforço durante as manobras de estacionamento e é desativada automaticamente em velocidades maiores.

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No interior, o painel tem tela de LCD de alta resolução junto ao quadro de instrumentos, com diversas funções, como velocímetro digital, econômetro, trip A e B, alerta de lâmpadas queimadas, temperatura e número de horas em funcionamento do motor, entre outras.

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Traz ainda, o ar-condicionado, chave canivete com telecomando, vidros elétricos nas portas dianteiras e trava elétrica nas quatro portas com função one touch e antiesmagamento, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, abertura interna da tampa do tanque de combustível e do porta-malas, volante com regulagem de altura, cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, banco traseiro bipartido, cargo box, lane change, ESS, sinalização de frenagem de emergência, e pneus “superverde” com alta durabilidade e maior aderência.

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Mobi Drive itens opcionais
A Fiat oferece para o subcompacto propulsor 3 cilindros o Live On. Por meio de um exclusivo app, transforma um smartphone comum na central multimídia do veículo, que pode ser acessada pela própria tela do aparelho ou pelo volante multifuncional, via Bluetooth.

Ele oferece navegação intuitiva, incorpora os aplicativos mais usados no smartphone quando o usuário dirigi em um único menu. Tem suporte retrátil no painel do veículo com acabamento em preto brilhante e entrada USB, que pode ser usada para carregar a bateria do smartphone.

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Além de acessar aplicativos de trânsito e de músicas como o Spotify, rádios, fotos, internet e realizar e receber chamadas, traz ainda uma série de aplicativos exclusivos que auxiliam o motorista, como o EcoDrive, que orienta a dirigir o veículo com economia de combustível e redução de emissões, e o Onde Parei?, que informa o último local em que o veículo estacionou, isso facilita a localização.

Há ainda rádio Connect com Bluetooth com entradas USB e auxiliar, retrovisores elétricos com Tilt Down e luz de seta integrada, sensor de estacionamento traseiro, volante multifuncional, faróis de neblina, alarme com telecomando, console de teto com espelho auxiliar e rodas de liga leve 14 polegadas. Bancos com acabamento premium, porta-óculos, porta-revistas nos encostos dos bancos dianteiros, apoio para o pé e detalhes com acabamento em preto brilhante, central multimídia com TV Digital e retrovisor interno com câmera de ré.

A projeção é de que o Mobi Drive represente 20% do total das vendas do subcompacto.




Lançamentos: Renault lança novos motores 1.0 e 1.6

Produzidos no Paraná, os motores 1.0 3 cilindros e o 1.6 quatro cilindros integram a nova família global de propulsores da fabricante francesa

Texto: Edison Ragassi
Foto: Divulgação


Em Curitiba (PR), a Renault mostrou para a imprensa especializada brasileira, dia 01/12, os novos motores 1.0 SCe (Smart Control Efficiency) para a linha Sandero e Logan e 1.6 SCe para Sandero, Logan, Duster e Duster Oroch. Eles foram desenvolvidos no Brasil pela Renault Tecnologia Américas (RTA), algumas das soluções utilizadas vieram da Fórmula 1.

Motor 1.0 SCe no Sandero

Motor 1.0 SCe no Sandero


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O 1.0 SCe 12v de três cilindros traz duplo comando de válvulas variável na admissão e escape. Todo em alumínio, segundo divulgado é 20 kg mais leve que o antecessor. Os anéis de pistão, tuchos e polias variáveis (VVT) são revestidos em DLC (Diamond Like Carbon), um composto de carbono com propriedades de dureza muito altas por causa da sua estrutura similar ao diamante (daí a inspiração para o seu nome).

Motor 1.6 SCe no Sandero Stepway

Motor 1.6 SCe no Sandero Stepway


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No 1.6 SCe, 16v de quatro cilindros, esses elementos são revestidos em PVD (Physical Vapor Deposition), o comando de válvulas é duplo e variável na admissão. Os injetores foram posicionados no cabeçote, também em alumínio. Segundo divulgado é 30 kg mais leve que o utilizado anteriormente.

Outra solução encontrada para melhorar a eficiência é a bomba de óleo variável (1.0 SCe). Ela surgiu nas pistas de competições e chega aos carros de rua, ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado de acordo com a rotação e a carga do motor. Como resultado, o propulsor absorve menos energia e, consequentemente, fica mais econômico.

Incorporaram em ambos os motores o sistema ESM (Energy Smart Management) de regeneração de energia, o qual já equipa Duster e Oroch com o motor 2.0 desde a metade do ano. Durante a desaceleração do carro, quando o motorista retira o pé do acelerador, o motor continua girando sem consumir combustível. Nesse momento, o alternador automaticamente passa a recuperar energia e enviá-la para a bateria, que aumenta sua carga sem consumo de combustível. Quando ocorre a aceleração, o alternador não precisa “roubar” energia do motor para enviar à bateria, já que houve a carga na desaceleração. Esse sistema garante um consumo até 2% menor.

Sandero Vibe, Sandero Stepway e Logan

Sandero Vibe, Sandero Stepway e Logan


O sistema de direção passa a ter assistência eletro-hidráulica com esforço variável. Ele se ajusta de acordo com a velocidade, fica mais pesada em altas velocidades. A bomba da direção passa a ser acionada por um motor elétrico à parte, e não pelo motor do carro, isso evita a perda de potência e se reduz em até 3% o consumo de combustível.

Motor 1.6 SCe no Logan

Motor 1.6 SCe no Logan


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Nos modelos 1.6 SCe do Sandero e Logan, incluíram o Stop&Start que desliga o motor automaticamente quando o veículo para em semáforo/congestionamento. Ele religa automaticamente quando o motorista começa a pressionar o pedal da embreagem, o que segundo as medições da fabricante, economiza até 5% de combustível. Pode ser ativado/desativado conforme a necessidade por meio de um botão à esquerda do volante.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), avaliou o consumo de Sandero e Logan com os novos propulsores 1.0 SCe e 1.6 SCe. O hatch 1.0 chega a 14 km/l de gasolina, enquanto que no sedã 1.0 o consumo é de 13,8 km/l ao utilizar o combustível mineral. O motor 1.6 no hatch atinge 12,8 km/l e o sedã 13 km/l. Já no Duster 1.6 o consumo é de 11,3 km/l.

Equipados com os novos propulsores o Sandero tem preço inicial de R$ 42.400 (1.0L) e R$ 49.770 (1.6L). O Logan custa R$ 46.300 (1.0L)/ R$52.750 (1.6L). O Duster sai por R$ 69.200 e a picape Duster Oroch R$ 69.620.

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Destaques do motor 1.0 SCe:
– Duplo comando de válvulas variável
– Bloco do motor, cabeçote, pré-cárter e cárter em alumínio
– Comando de válvulas por corrente no lugar de correia
– Polias, tuchos e anéis de pistões com revestimento em DLC (Diamond Like Carbon)
– Tampa de cabeçote plástica com bolhas de ar
– Coletor de escapamento integrado ao cabeçote
– Bielas fraturadas
– Bielas forjadas em aço
– Virabrequim de aço forjado
– Bomba de óleo de vazão variável

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Destaques do motor 1.6 SCe:
– Bloco do motor, cabeçote, cárter e pré-carter em alumínio
– Duplo comando de válvulas variável na admissão
– Comando de válvulas por corrente no lugar de correia
– Injetores posicionados no cabeçote
– Pistões e anéis com baixo atrito
– Coletor de escapamento integrado ao cabeçote
– Bielas forjadas em aço
– Virabrequim de aço forjado
– Sistema de acessórios com acionamento través de correia elástica

Assista em nosso Facebook ao vídeo que fizemos na apresentação desses motores clicando aqui.




Lançamento: JAC T5 com câmbio automático

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SUV compacto da JAC Motors quer conquistar mercado pelo custo-benefício: motor 1.5 flex de 127 cv agora tem a companhia de câmbio automático do tipo CVT

Texto: Fernando Lalli
Fotos: Divulgação


A JAC Motors lançou no Brasil em novembro sua grande aposta para 2017: o modelo T5 com câmbio automático. Depois de ter estreado no mercado no mês de março, o SUV compacto agora ganha transmissão CVT, de variação contínua, mas com opção de trocas manuais graças ao modo de simulação de 6 marchas sequenciais.

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Somadas as vendas de todos os modelos desse segmento, a procura por câmbio automático entre os SUVs compactos ultrapassa os 75% do mercado. Por isso, o presidente da JAC Motors do Brasil, Sérgio Habib, durante o lançamento, chegou a apontar para o modelo e declarar: “essa é a nossa vida, agora”. Limitada a vender 4.800 carros por ano devido ao Inovar-Auto, a empresa espera vender pelo menos 300 unidades do T5 CVT por mês. Tanto que a estratégia de lançamento é vender as duas versões, manual e automática, pelo mesmo preço: R$ 69.990.

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De acordo com a fabricante, o ajuste do modelo para o mercado brasileiro demandou 600 mil km rodados em testes, culminando em uma nova calibração da TCU (Transmission Control Unit, ou Unidade de Controle da Transmissão), visando gerar maior agilidade de resposta aos comandos do acelerador, deixando o carro mais ao gosto do público local.

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O T5 CVT possui motor de 1,5 litro, com quatro válvulas por cilindro, comando de admissão variável (VVT) e sistema JetFlex que dispensa o uso do tanquinho de gasolina para as partidas a frio. É capaz de gerar potência máxima de 125 cv (gasolina) e 127 cv (etanol), ambos a 6.000 rpm. O torque máximo é de 152 Nm (gasolina) e 154 Nm (etanol) a 4.000 rpm.

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Câmbio belga
Desenvolvida pela empresa belga Punch Powertrain, a caixa de transmissão CVT que equipa o JAC T5 CVT possui três modos de uso: Drive (modo automático convencional), Sport (modo esportivo, com mudança de relações em rotações do motor mais altas) e Sequencial (com a simulação de seis marchas à frente, comandadas pela alavanca no console central, nas posições identificadas por “+” e “-”). Esta caixa ainda tem a função WIN, que proporciona mais aderência em pisos escorregadios, bloqueando o câmbio numa relação mais longa para evitar que as rodas motrizes patinem nas arrancadas.

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O JAC T5 CVT traz uma lista considerável de itens de segurança e auxílio à direção, como o cruise control (piloto automático acionado por teclas no volante), ESP (controle eletrônico de estabilidade), TCS (controle eletrônico de tração), HSA (assistente de partida em rampas), EBD (distribuidor eletrônico de frenagem), BAS (assistente para frenagens de pânico), BOS (pedal “inteligente” de freio, que anula a aceleração quando os dois pedais são pressionados simultaneamente) e luzes diurnas de LED. A direção possui assistência elétrica e os freios são a disco nas quatro rodas.

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Ainda traz sensor de monitoramento de pressão dos pneus (TPMS, Tyre Pressure Monitoring System), que identifica quando algum dos pneus está com calibragem 20% abaixo da recomendada. Outros itens de série são o sensor de estacionamento e os faróis com regulagem elétrica de altura.

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Destaque também para o kit multimídia (fornecido pela Foxconn), com mirror link e tela de 8 polegadas, totalmente em português. Possui conexão HDMI e Bluetooth, leitor de MP3, entradas USB e SD Card e oferece a função “Link”, que permite conectar, espelhar e operar todas as funções de alguns modelos de smartphones ou tablets através do touchscreen da tela. O sistema incorpora também a câmera de ré.

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Ficha técnica

JAC T5 CVT
Dimensões
Comp./ Larg. / Alt.(mm): 4.325 × 1.765 × 1.625
Entre eixos (mm): 2.560
Bitola Diant. / Tras. (mm): 1.480 / 1.475
Peso em ordem de marcha (kg): 1.220
Capacidade do porta-malas (L): 600
Capacidade do tanque de combustível (l): 45

Motorização
Versão: 1.5 VVT 16V JetFlex
Tipo de motor: 4 cilindros em linha
Deslocamento volumétrico (cm³): 1.499
Diâmetro (mm): 75
Curso (mm): 84,8
Comando de válvulas: DOHC 16V VVT
Potência Máxima (cv/rpm): 125/6.000 (Gasolina) – 127/6.000 (Etanol)
Torque Máximo (Nm/rpm): 152/4.000 (Gasolina) – 154/4.000 (Etanol)
Taxa de compressão: 10:1

Transmissão
Tipo CVT, com 6 marchas virtuais

Suspensões
Dianteira: Independente, tipo McPherson, com molas helicoidais e barra estabilizadora
Traseira: Semi-independente, eixo de torção, com molas helicoidais e barra estabilizadora

Freios
Discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira

Rodas
Pneus: 205/55 R16
Rodas: Em liga de alumínio 16″

Performance
Velocidade máxima: 192 km/h
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,3 segundos




Lançamento: Camaro 2017 com novo motor e câmbio

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O Muscle Car da Chevrolet ganhou trem de força mais potente, uma nova arquitetura, ficou mais leve e recebeu novo visual

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação


“O mais potente Camaro SS de todos os tempos”, assim a General Motors define a 6ª geração do Chevrolet Camaro que chega ao Brasil. O modelo foi apresentado para a imprensa especializada, dia 26/10 na cidade de Mogi Guaçu/SP.

Ele é equipado com o novo motor V8 6.2L, o mesmo do Corvette Stingray, porém, cerca de 20% dos componentes foram desenvolvidos para atender às especificações do Muscle Car, o que inclui um sistema de escapamento tubular em forma de “Y”.

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Camaro com motor mais potente e econômico

Segundo divulgado pela GM, este propulsor está até 20% mais econômico, isso graças as tecnologias avançadas, como a nova geração do sistema AFM (Active Fuel Management), a qual desliga automaticamente os cilindros. Em velocidades de cruzeiro, como em uma viagem tranquila por uma rodovia, o sistema de gerenciamento do motor desativa metade dos cilindros para poupar combustível.

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Ainda traz sistema de injeção direta de combustível e comando de válvulas continuamente variável.
Comparado ao modelo de geração anterior, a linha 2017 do superesportivo recebeu mais 55 cavalos de potência e 7 kgfm de torque. Ao todo são 461 cv a 6.000 rpm e 62,9 kgfm a 4.400 rpm. A tração é traseira, como em carros de competição.

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Nova transmissão automática de 8 marchas

Não foi só o motor que recebeu evoluções. A transmissão automática também é nova. Traz agora 8 marchas, de relações curtas para oferecer trocas rápidas e fluídas. O motorista pode optar por fazer a troca manualmente, por meio de aletas atrás do volante.

O Camaro ainda traz um sistema de ressonadores que intensifica o ronco do som do motor dentro da cabine em giros mais altos.

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Suspensões independentes na dianteira e traseira


A suspensão dianteira é independe do tipo McPherson com barra estabilizadora. Na traseira, também independente, o sistema é Multi-link.

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Freios para carros de competição

Para segurar a cavalaria, freios Brembo antiblocante (ABS) com EBD, a discos ventilados de alta performance com 4 pistões nas 4 rodas.

Os pneus são mais largos atrás, as medidas são 245/40 ZR20 (D) e 275/35 ZR20 (T). Por serem do tipo Run Flat, podem rodar emergencialmente mesmo furados por uma determinada quilometragem. As rodas são de alumínio aro 20 polegadas.

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Visual renovado segue o desenho global da Chevrolet

A nova geração do Camaro tem faróis retangulares ressaltados por DRL na parte inferior. A grade está mais fina e os spoilers dianteiros maiores.

Nas laterais os vincos foram acentuados para reforçar a musculatura do carro.

A traseira manteve as lanternas horizontais de dois elementos, além do novo desenho, recebeu efeito dos LEDs. O aerofólio é exclusivo do modelo SS passa a ser do tipo suspenso, sustentando por três pilares. A empresa declara que o novo formato da peça ajudou a elevar em 50% o “downforce” traseiro.

O para-choque posterior foi redesenhado e ganhou vincos nas extremidades. Na parte inferior, um aplique escuro para agrupar a dupla saída de escape e a luz de ré na parte central.

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Desenho interior do Camaro preserva visual retrô

No interior, o quadro de instrumentos com o “canhão” do conta-giros à esquerda e o do velocímetro à direita, ambos analógicos foram preservados.

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A novidade é uma tela de alta definição, de oito polegadas, entre os dois mostradores. Configurável, a tela pode exibir informações adicionais de performance, navegação, do multimídia e do computador de bordo.

– Informações gerais do veículo: velocidade instantânea; odômetro parcial; consumo médio; velocidade média para duas viagens; autonomia; consumo instantâneo; vida útil do óleo; monitoramento de pressão dos pneus; média e melhor consumo nos últimos 50, 100 e 650 km; cronômetro; horas do motor; horas marcha lenta do veículo
– Informações de performance: indicador de força-g; cronômetro de desempenho; cronômetro de volta; temperatura do óleo; pressão do óleo; temperatura do fluído de transmissão; indicador de temperatura dos pneus
– Informações do áudio: navegação pelas músicas, entre estações favoritas e seleção da fonte de áudio
– Informações do telefone: realização de chamadas telefônicas; visualização dos contatos; indicador da bateria e sinal do celular pareado
– Informações de navegação: informações de rota ativa no navegador do Chevrolet MyLink
– Opções: função de aviso de velocidade; seleção das telas a serem exibidas em Informações Gerais do Veículo e Informações de Performance, por exemplo

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Outra tela, de 8 polegadas, posicionada na parte central do painel e sensível ao toque, exibe as funções do multimídia MyLink, com Android Auto e Apple CarPlay, comando de voz e sistema de navegação com mapas em 3D.

No console central os comandos do sistema de ar-condicionado (dual zone) foram incorporados às molduras das saídas de ventilação e o freio de estacionamento passa a ter acionamento elétrico.

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O Novo Camaro permite ainda a customização da iluminação dos LEDs internos que contornam o multimídia, os painéis de porta e o porta-copos central. São 24 opções de cores disponíveis.

A cor ambiente também muda quando o motorista troca os modos de condução. Na posição “Passeio”, indicado para uma condução mais tranquila, a iluminação fica azul clara. No modo “Pista”, que deixa o comportamento do carro completamente arisco, a iluminação fica vermelha.

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Os bancos dianteiros estão mais anatômicos e confortáveis, receberam sistema de ventilação interno e ajuste elétrico com três opções de memória, válidas também para os retrovisores externos. O volante foi redesenhado traz base reta.

Ainda tem partida remota pela chave ou por botão no painel, sistema de destravamento das portas por aproximação (keyless), carregador de celular wireless, sistema de som Bose, 8 airbags, alerta de movimentação traseira, alerta de ponto cego com sensor de aproximação repentina e alerta de pressão e temperatura dos pneus, entre outros.

O acabamento interno é premium, com maior atenção às partes em que os ocupantes têm contato, como os apoios de braço, bancos, console central e inserto do painel. Há superfícies soft touch e costuras pespontadas em cor de destaque, elas contrastam com o revestimento predominantemente escuro do habitáculo.

A alavanca do câmbio conta com aplique em alumínio fosco e a assinatura Camaro no topo e na base.

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Camaro edição comemorativa 50 anos

O superesportivo da Chevrolet comemora cinco décadas de produção. Para isso, a marca da gravata dourada preparou 500 unidades numeradas, das quais 100 são comercializadas no Brasil.

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Ofertada apenas na carroceria cupê, a série especial comemorativa ao cinquentenário do Camaro tem preço sugerido de R$ 297.000 traz itens específicos:

Exterior
– Pintura Cinza Graphite
– Faixas decorativas no capô e na tampa traseira
– Grade versão “50th” com detalhes cromados
– Defletor dianteiro na cor do veículo
– Emblemas decorativos “Fifty” nas laterais do veículo
– Roda de alumínio aro 20″ com design especial e calota personalizada “50th”
– Pinça de freio laranja

Interior
– Acabamento em dois tons: preto e cinza escuro
– Bancos e detalhes com costura laranja e emblema “Fifty”
– Painel dianteiro com acabamento customizado
– Soleiras iluminadas com emblema comemorativo “50th”

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Os compradores receberão uma identificação com a numeração de cada veículo. Em 2017, a GM do Brasil passa a comercializar os modelos cupê SS e conversível.